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	<title>ana david, autor em goma oficina</title>
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		<title>formas de afeto – conversa com o coletivo feminista carmen portinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 10:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 13 de novembro de 2019 participei de uma roda de conversas sobre a produção feminina no campo da arquitetura após a exibição do curta metragem AFETO, das diretoras Gabriela Gaia e Tainá Medina. O evento se deu na escola da cidade, no encerramento do ano do seminário de cultura e realidade contemporânea a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No dia 13 de novembro de 2019 participei de uma roda de conversas sobre a produção feminina no campo da arquitetura após a exibição do </span><span style="font-weight: 400;">curta metragem <a href="https://www.instagram.com/afetodocumentario/"><em>AFETO</em></a>, das diretoras Gabriela Gaia e Tainá Medina. </span><span style="font-weight: 400;">O evento se deu na escola da cidade, no encerramento do ano do seminário de cultura e realidade contemporânea a convite do coletivo feminista Carmen Portinho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assistimos o curta <em>AFETO</em>, que, com uma narrativa que vai de linguagem documental à experimentação, <em>sci-fi</em> e terror, nos mostra de uma maneira quase onírica as memórias e os corpos femininos no espaço urbano. Com a sobreposição de imagens históricas da construção de metrópoles brasileira, o filme questiona imparcialidade e o papel social das mulheres nas construções das cidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a exibição, rolou uma roda de conversas com a diretora Gabriela Gaia Meirelles em conjunto com as arquitetas Adriane de Luca, Julia Park e Gabriela de Matos. Em apresentação, mostrei a importância de nossas produções pessoais e afetivas. Historicamente, mulheres são lembradas como frágeis e passionais, como aquelas que agem em detrimento de seus sentimentos como sendo algo negativo e inferior à produções masculinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na época, eu estava lendo o livro <em>I love Dick</em>, da escritora e artista Chris Kraus, onde ela expõe sua obsessão pelo antropólogo Dick Hebdige, amigo de seu marido também intelectual Sylvére Lotringer, em uma narrativa quase totalmente autobiográfica, passando pelas ‘contradições do feminino’, crises de meia idade e um casamento falido. A relação criada entre Chris e sua obsessão fez com que ela escrevesse cartas compulsivas ao Dick, as transformando em um projeto: um livro empoderado, onde revela a potência que nossas obsessões possuem. Esse livro foi um novo passo para o feminismo, mesmo sofrendo severas críticas quando lançado em 1997 por ser uma “inadequação do desejo feminino” exposta ali. Porém, no início dos anos 2000, ele foi bem recebido por mulheres artistas e escritoras que viram no livro um potencial transformador e hoje se transformou até em uma série de tv.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, resolvi levar alguns recortes e colagens que realizo como um diário pessoal. Ali é onde consigo condensar sentimentos, obsessões e vontades, que acabam se transformando em um imaginário gráfico e ‘palpável’. Além de servir como esse lugar particular, me debruçar nisso me ajuda nos meus processos criativos enquanto arquiteta e designer. Essa prática, de colocar o sentimental seja qual ele for sobreposto em uma produção, fortifica a ideia de que é importante termos afeto pelo que sentimos enquanto mulheres. Se isso faz ‘parte’ de quem somos, porque não enaltecer?</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida ouvimos a fala da <a href="https://www.instagram.com/adrianedeluca">Adriane de Luca</a>, arquiteta com uma trajetória importante onde conquistou lugares geralmente masculinos na produção arquitetônica como coordenadora de grandes projetos no Brasil e em Portugal. Adriane comenta  sobre a importância de reconhecermos todxs que trabalham ao nosso redor, a importância de uma ficha técnica completa, até para uma análise crítica em relação a quantidade de pessoas e de mulheres nessas produções. Ela também tem </span><span style="font-weight: 400;">formação em <em>dança contemporânea</em>, <em>contato improvisação</em>, <em>o caminho do canto</em> e <em>humana harmonia</em>. Integra, desde 2017, o grupo de estudos em dança e performance <em>16 mulheres e 1⁄2</em>, coordenado pelo <em>núcleo cinematográfico de dança</em>. Ela </span><span style="font-weight: 400;">contou um pouco sobre como sua relação com a dança e performances a transforma, lugar onde ela se completa enquanto mulher, onde usa seu corpo ocupando os espaços públicos como uma forma crítica, política e de resistência. Também foi professora de projeto na escola da cidade.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://www.instagram.com/parkjuu/">Julia Park</a> nos mostrou seu projeto extremamente sensível e pertinente, o <a href="http://www.mitchosso.com.br/"><em>mitchossó</em></a>, um coletivo feminista coreano que realiza algumas ações que demonstram as dificuldades de ser mulher e filhas de pais coreanos, uma cultura rígida e fechada. O <em>mitchossó</em> é um lugar de acolhimento entre mulheres que nunca antes haviam se aberto sobre suas aflições enquanto descendentes de coreanos. Esse é um projeto que também vem de afetos. Além disso. Julia também foi professora da escola da cidade e realiza maquetes no <a href="https://www.instagram.com/imita_arquitetura/"><em>imita arquitetura</em></a>.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Depois veio a fala da <a href="https://www.instagram.com/gabdematos/">Gabriela de Mattos</a>, arquiteta e urbanista autora do livro e do projeto <a href="https://www.instagram.com/arquitetasnegras/">Arquitetas Negras</a> e vice-presidente do IAB-SP. A Gabriela falou visualmente através de gráficos, as discrepâncias entre mulheres brancas e negras, desde escolaridade à economia.  Imagens às vezes dizem muito mais do que palavras, e nesse caso, as informações que ela nos mostrou foi importante para termos noção do que é ser uma mulher negra no Brasil, e principalmente nas faculdades de arquitetura. Como ela mesmo disse, foi preciso mapear essas mulheres nas universidades. A fala dela levantou a voz de uma aluna que compartilhou com todxs em alto e bom som o que é ser a única aluna negra da escola da cidade. O projeto da Gabriela é importante, pertinente e estimula as falas.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, conversamos com a diretora do curta, Gabriela Gaia Meirelles, sobre esses afetos que temos quando nos expomos enquanto mulheres e nossos ofícios. Não falamos de nossa produção enquanto arquitetas, e sim, nossa produção e luta enquanto mulheres – sempre marginalizadas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Agradeço a Fernanda Galloni, Anita Solitrenick</span>, Amanda Klajner, <span style="font-weight: 400;">Luisa Carrasco, </span><span style="font-weight: 400;">Luciana Fernandes, Giovana Tak, Marina Sznajder, Letícia Fernandes, integrantes do coletivo feminista Carmen Portinho pelo convite e por unir tantas mulheres potentes e inspiradoras, cada uma com sua produção, todas embasadas nos afetos. Que o coletivo voe cada vez mais alto, dando voz a nós mulheres que sempre somos caladas dentro e fora da arquitetura.</span></p>
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<p><em>imagens cedidas pelo BAÚ, acervo fotográfico da escola da cidade</em></p>
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		<title>oficina de experimentação gráfica – sesc rio preto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 22:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 15 e 16 de junho de 2019 realizamos uma oficina no Sesc São José do Rio Preto como ativação da anti-exposição &#8216;Vkhutemas: o futuro em construção&#8217;, com curadoria de Neide Jallageas e Celso Lima. No primeiro dia apresentamos um breve panorama sobre a produção gráfica soviética a partir dos cartazes e estamparia presentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nos dias 15 e 16 de junho de 2019 realizamos uma oficina no Sesc São José do Rio Preto como ativação da anti-exposição &#8216;Vkhutemas: o futuro em construção&#8217;, com curadoria de Neide Jallageas e Celso Lima.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No primeiro dia apresentamos um breve panorama sobre a produção gráfica soviética a partir dos cartazes e estamparia presentes na exposição, com o objetivo de identificar os mesmos como um potente veículo de comunicação. Passando pelas técnicas de colagem, estamparia e poesia concreta, apresentamos a importância da semiótica e da composição quando queremos comunicar algo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como processo, a ideia foi de interpretar uma mensagem e transformá-la em imagem, criando então uma terceira mensagem – a gráfica. Esse processo foi baseado nas colagens realizadas por Rodtchenko para o livro <em>Sobre Isto</em>, de Vladímir Maiakovski, que as transformou em cenas, como um fragmento de um filme. Os materiais disponíveis eram revistas e jornais antigos utilizados para recortes.As frases selecionadas foram:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">I. <em>Preciso /ventilar um pouco a cabeça /vou, /vou, aonde me estabeleça.</em></span><br />
<span style="font-weight: 400;">II.<em> Sob a mesa, /atrás do armário, água. /Do sofá, /de água ensopada, /rumo à janela navegou a mala. /Chaminé&#8230; /Bituca&#8230; /Eu mesmo joguei.</em></span><br />
<span style="font-weight: 400;">III.<em> Entre as nuvens amadureceu o melão lunar, /obscurecendo a parede lentamente.</em></span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-6275 alignnone" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___-1024x683.png?resize=737%2C492" alt="" width="737" height="492" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___.png?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site___.png?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6288" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03-1024x683.png?resize=737%2C491" alt="" width="737" height="491" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03.png?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site03.png?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Como um primeiro exercício, selecionamos três frases do livro <em>Sobre Isto</em> e para traduzirmos em colagem. Foram desenvolvidos cartazes em formato A3 pelos alunxs e expostos para analisarmos as interpretações de cada um sobre esses trechos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No segundo dia listamos algumas composições musicais de artistas contemporâneos, com mensagens urgentes e políticas, sendo elas:<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HFdHGVxuaAw" target="_blank" rel="noopener"><em>Joana Dark</em> – Ava Rocha, Vitor Hugo, Gabriela Carneiro da Cunha</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ej95BavALRc" target="_blank" rel="noopener"><em>Febre </em>– Ava Rocha</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=r1KiZYHIcH8" target="_blank" rel="noopener"><em>Banho </em>– Tulipa Ruiz</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=kaqbv4q9vsk" target="_blank" rel="noopener"><em>Mulher limpa </em>– Juliana Perdigão e Angélica Freitas</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=HpP66_dykhA" target="_blank" rel="noopener"><em>Bate mais </em>– Teto Preto</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=LYakxzsEbAM&amp;t=13s" target="_blank" rel="noopener"><em>Rainha </em>– Maria Beraldo</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=YUbqErFPLhg" target="_blank" rel="noopener"><em>Revirá</em> – Bruno Schiavo</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4NWPgGt9af8" target="_blank" rel="noopener"><em>Chocolate </em>– Ana Frango Elétrico</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=6SWIwW9mg8s" target="_blank" rel="noopener"><em>Mulher do fim do mundo </em>– Romulo Fróes</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=hBY3SxaSsIo" target="_blank" rel="noopener"><em>Um olho aberto </em>– Mariá Portugal</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=4La406DRdmg" target="_blank" rel="noopener"><em>João três filhos </em>– Dinho Almeida</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=NmDsmHtOgyw" target="_blank" rel="noopener"><em>Exu nas escolas </em>– Kiko Dinucci e Edgar</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=ulNE5qJPtl4&amp;t=33s" target="_blank" rel="noopener"><em>Cadeira </em> – Luiza Lian</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=-xFz8zZo-Dw" target="_blank" rel="noopener"><em>Bluesman </em>– Baco Exu do Blues</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=85Vd9FQSSC8" target="_blank" rel="noopener"><em>Que estrago </em>– Letrux</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=QcQIaoHajoM" target="_blank" rel="noopener"><em>Cota não é esmola </em>– Bia Ferreira</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=tYcY9z2Jl9U" target="_blank" rel="noopener"><em>Espectro </em>– Tantão e os Fita</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=5v-m4Gcj5Pw" target="_blank" rel="noopener"><em>Líquida </em>– Edgar</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=EayCT5tcaHc" target="_blank" rel="noopener"><em>Corpo / Sujeito </em>– Daniel Haaksman e Cibelle</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=c8rt5sk59qI" target="_blank" rel="noopener"><em>Escalafobética </em>– Anelis Assunção</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=V-4yY1DChvU" target="_blank" rel="noopener"><em>Pro Patrão –</em> tradução<em> por </em>Juçara Marçal da música <em>Pour le patron </em>de Brigitte Fontaine e Areski Belkacem</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo era a tradução intersemiótica da canção em imagem, um cartaz. </span><span style="font-weight: 400;">Aqui foi onde o processo como um todo se uniu, onde xs alunxs estavam livres para interpretar a música inteira ou pegar alguma frase, palavra, passagem específica. A maioria dos alunos não conheciam os artistas, e acabaram escolhendo as músicas de acordo com o desejo de compartilhar a mensagem.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="size-large wp-image-6287 alignleft" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04-1024x683.png?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04.png?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/site04.png?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />alunxs<span style="font-weight: 400;"><em><br />
Janaína Camoleze</em><br />
<em>Marina Urias</em><br />
<em>Isabela Costa</em><br />
<em>Felipe Lobo</em><br />
<em>Leusenice Debeus</em><br />
<em>Ana Beatriz Beckmann</em><br />
<em>Danni Jordan</em></span></p>
<p><a href="http://gomaoficina.com/projetos/exposicao-vkhutemas-1918-2018-sesc-pompeia/">+ sobre a identidade visual da &#8216;vkhutemas: o futuro em construção&#8217;</a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na galeria de imagens, o resultado dos cartazes compostos nesses dois dias. Agradecemos a presença e dedicação de todxs participantes. Foi uma experiência muito rica ver as interpretações e composições de cada um/a.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>1.</strong> Joana<em> Dark,</em> música Ava Rocha <em>detalhe<br />
</em></span><span style="font-weight: 400;"><strong>2.</strong><em> Banh</em><em>o</em>, de Tulipa Ruiz (esq.)  e a frase <em>Sob a mesa, /atrás do armário, água. /Do sofá, /de água ensopada, /rumo a janela navegou a mala. /Chaminé&#8230; /Bituca&#8230; /Eu mesmo joguei.  </em>trecho do livro <em>Sobre Isto</em> (dir.)<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><strong>3.</strong> <em>Entre as nuvens amadureceu o melão lunar, /obscurecendo a parede lentamente.</em> trecho so livro <em>Sobre Isto<br />
</em></span><span style="font-weight: 400;"><strong>4.</strong> <em>Preciso /ventilar um pouco a cabeça /vou, /vou, aonde me estabeleça.</em> trecho do livro <em>Sobre Isto<br />
</em></span><span style="font-weight: 400;"><strong>5.</strong> <em>Bate mais</em>, música, Laura Diaz<br />
<strong>6. e 7. </strong><em>Sob a mesa, /atrás do armário, água. /Do sofá, /de água ensopada, /rumo à janela navegou a mala /Chaminé&#8230; /Bituca&#8230; /Eu mesmo joguei. </em>trecho do livro <em>Sobre Isto</em><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><strong>8.</strong> <strong>e 9. </strong></span><em>Pro Patrão –</em> tradução<em> por </em>Juçara Marçal da música <em>Pour le patron </em>de Brigitte Fontaine e Areski Belkacem<span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><strong>10.</strong> <em>Preciso /ventilar um pouco a cabeça /vou, /vou, aonde me</em> estabeleça. trecho do livro trecho do livro <em>Sobre Isto, Vladímir Maiakovski.</em></span></p>
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		<title>como foi realizar a edição #3 da revista balaclava</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 22:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amanhã, dia 27/04 acontece a 9ª edição do balaclava fest, e por lá lançaremos quarta edição da revista balaclava, em que participei novamente com a direção de arte e diagramação. fiquei com vontade de escrever sobre o processo de como se deu esse encontro e como foi realizar a terceira edição da revista. Em 2018 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Amanhã, dia 27/04 acontece a 9ª edição do balaclava fest, e por lá lançaremos quarta edição da revista balaclava, em que participei novamente com a direção de arte e diagramação. fiquei com vontade de escrever sobre o processo de como se deu esse encontro e como foi realizar a </span><a href="https://issuu.com/balaclavarecords/docs/00revista_balaclava_3_digital"><span style="font-weight: 400;">terceira edição da revista.</span></a></p>
<figure id="attachment_5602" aria-describedby="caption-attachment-5602" style="width: 361px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5602 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-26-at-18.45.08.png?resize=361%2C451" alt="" width="361" height="451" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-26-at-18.45.08.png?w=480&amp;ssl=1 480w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-26-at-18.45.08.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w" sizes="auto, (max-width: 361px) 100vw, 361px" /><figcaption id="caption-attachment-5602" class="wp-caption-text">foto isabella yu<span style="font-size: 16px;"> </span></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2018 tive o prazer de conhecer algumas pessoas por trás da maravilhosa </span><a href="https://balaclavarecords.bandcamp.com/"><span style="font-weight: 400;">balaclava records – </span><span style="font-weight: 400;">selo, produtora musical e revista da cena </span><i><span style="font-weight: 400;">indierock</span></i><span style="font-weight: 400;"> em sp</span></a><span style="font-weight: 400;">. Um dia, conversando com Fernando Dotta e com a Helô Cleaver, resolvi elogiar a revista balaclava, que estava na sua segunda edição. ao ter contato com uma revista – </span><b>gratuita</b><span style="font-weight: 400;"> – sobre a cena musical, em sua maioria independente e atual, me veio a importância desse veículo (cada vez mais obsoleto, pelo menos no brasil), dando voz e visibilidade aos artistas. Me impressionou a qualidade e o cuidado do conteúdo editorial, das fotografias, tudo. É cada vez mais importante vermos as pessoas engajadas na cena de música independente, e a revista tem um importante papel nisso. a revista balaclava mostra o dia dia dos artistas, entrevistas e conversas entre bandas, além de falar sobre as experiências (e os perrengues) dos músicos, sejam eles independentes ou não. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa conversa com a Helô, começamos a analisar juntas algumas coisas que poderiam eventualmente mudar para a terceira edição. Foi nessa troca que ela me convidou para fazer parte do time como designer e diretora criativa. fiquei extremamente feliz e realizada com o convite, pois diagramação é o que mais tenho estudado no design gráfico atualmente. Logo comecei a perceber o desafio (e a responsabilidade) que seria aplicar algumas modificações na revista, por exemplo, no formato e tipo de papel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi um processo intenso, pois como haviam algumas mudanças estruturais, tive que entrar de cabeça no mundo das revistas. Tive muito a ajuda da Isabella Yu, que assina a direção editorial e já passou por algumas revistas da editora abril. Convidei a designer e ilustradora </span><a href="https://adrianakomura.com/"><span style="font-weight: 400;">Adriana Komura</span></a><span style="font-weight: 400;"> para me ajudar com a diagramação e ilustração, e também a continuar esse mergulho no mundo das revistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse encontro me abriu muito a entender as diferenças entre fazer um projeto gráfico de um livro e o de uma revista. com total liberdade criativa, começamos a entender se iríamos para um caminho linear, onde todas as matérias teriam as mesmas &#8220;caras&#8221; ou se partiríamos de cada matéria separada. Escolhemos a segunda opção, pois percebemos que mesmo a maioria das matérias serem entrevistas, cada uma tinha sua peculiaridade, seu estilo musical, etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado foi uma mistura de linguagens que se conectaram com as tipografias escolhidas para essa edição, que foi a <em>Eksell</em>, <em>Akkurat</em> e <em>EB Garamond</em>. A primeira era a tipografia de títulos principais e abre dos capítulos. a <em>Akkurat</em>, uma tipografia sem serifa que foi utilizada no corpo do texto e em alguns casos, junto a <em>Garamond</em>, uma tipografia serifada, diferenciando as vezes as perguntas e respostas das entrevistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O formato de 16,5 x 24 cm, um pouco maior que as duas primeiras foi pensado para que ela tivesse mais respiro entre as manchas de texto/imagens. Imprimimos no papel couché, pela </span><a href="http://www.graficaelyon.com.br/"><span style="font-weight: 400;">gráfica Elyon</span></a><span style="font-weight: 400;"> com a assistência e o cuidado do Augusto Pereira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Foi muito importante participar desse processo e conhecer melhor o trabalho da Yu, Helô e da Dri, além de me fazer continuar cada vez mais essa pesquisa no meio do mundo editorial e ver o impacto que tem sido ver as pessoas consumirem um conteúdo rico sobre a cena musical atual. </span></span></p>
<div style="width: 623px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-5601-1" width="623" height="453" loop autoplay preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/REVISTA03.mp4?_=1" /><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/REVISTA03.mp4">http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/REVISTA03.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://issuu.com/balaclavarecords/docs/00revista_balaclava_3_digital"><span style="font-weight: 400;">click aqui para ver a revista balaclava #3</span></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.instagram.com/revistabalaclava/">instagram revista balaclava</a><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.facebook.com/BalaclavaRecords/">facebook balaclava records</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ser essa terra: são paulo cidade indígena no memorial da resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2018 14:34:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição Ser essa terra: São Paulo cidade indígena foi a primeira exposição com o tema cujo enfoque foi o território da cidade de São Paulo e a luta de seus diversos povos indígenas, sejam eles originários, migrantes ou herdeiros. A exposição foi desenvolvida por mais de dez lideranças indígenas, com a consultoria de Casé Angatu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A exposição </span><i><span style="font-weight: 400;">Ser essa terra: São Paulo cidade indígena</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi a primeira exposição com o tema cujo enfoque foi o território da cidade de São Paulo e a luta de seus diversos povos indígenas, sejam eles originários, migrantes ou herdeiros. A exposição foi desenvolvida por mais de dez lideranças indígenas, com a consultoria de Casé Angatu Xukuru Tupinambá e mediação curatorial de Daniel Kairoz e Marília Bonas. O ritual de abertura, no dia 24 de novembro de 2018, contou com a presença dos  grupos Guarani Mbya, Kaimbé, Kariboka, Kariri-Xocó, Pankararu, Pankaré, Tupi-Guarani, Tupinambá e Wassu-Cocal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sediada no Memorial da Resistência de novembro de 2018 a abril 2019, a exposição foi composta por dois corredores com os temas </span><i><span style="font-weight: 400;">apagamento</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">resistência</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ambos repletos de imagens, objetos e depoimentos, em sua maioria, captados pela própria população indígena, revelando a experiência de </span><i><span style="font-weight: 400;">ser</span></i><span style="font-weight: 400;"> essa cidade – apesar de um processo histórico de apagamento, e por meio de uma resistência já secular (que muitos desconhecem).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Formamos uma equipe responsável pela produção, identidade visual, sinalização e ilustração. A identidade visual foi desenvolvida com o intuito de traduzir a urgência das falas dos povos indígenas expressas nos painéis e pilares do espaço expositivo. A tipografia escolhida foi a <em>Allerta</em> e <em>Allerta Stencil, </em> cujo os caracteres foram minuciosamente projetados para serem compreendidos de uma maneira mais rápida: como seu próprio nome diz, um alerta</span><span style="font-weight: 400;">. Foram utilizadas as cores branco, cinza chumbo e vermelho urucum nas tipografias e nos fundos dos painéis, dando destaque ao conteúdo escrito da exposição – a voz dos povos indígenas – e invocando o caráter de urgência inerente à luta indígena.  </span></p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong><b>equipe<br />
</b><span style="font-weight: 400;">ana david<br />
</span><span style="font-weight: 400;">andré stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 400;">christian salmeron<br />
</span><span style="font-weight: 400;">lauro rocha<br />
</span><span style="font-weight: 400;">paula marujo</span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>fotografia<br />
</b><span style="font-weight: 400;">victoria braga</span></strong></p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p><b>mediação-curatorial<br />
</b><span style="font-weight: 400;">daniel kairoz<br />
</span><span style="font-weight: 400;">marília bonas</span></p>
<p><b>assessoria curatorial<br />
</b><span style="font-weight: 400;">casé angatu xukuru tupinambá</span></p>
<p><b>mediação com povos indígenas<br />
</b><span style="font-weight: 400;">alaide pankararé<br />
</span><span style="font-weight: 400;">alex kaimbé<br />
</span><span style="font-weight: 400;">avani fulni-ô<br />
</span><span style="font-weight: 400;">casé angatu xucuru tupinambá<br />
</span><span style="font-weight: 400;">clarisse pankararu<br />
</span><span style="font-weight: 400;">dhevan gwyrá dju<br />
</span><span style="font-weight: 400;">ivone pankararu<br />
</span><span style="font-weight: 400;">índio badaróss<br />
</span><span style="font-weight: 400;">jaguarete<br />
</span><span style="font-weight: 400;">jera guarani<br />
</span><span style="font-weight: 400;">pajé guaíra<br />
</span><span style="font-weight: 400;">pajé laguna<br />
</span><span style="font-weight: 400;">paulo wassu cocal<br />
</span><span style="font-weight: 400;">pedro pankararé<br />
</span><span style="font-weight: 400;">sonia barbosa<br />
</span><span style="font-weight: 400;">tamikuã txih<br />
</span><span style="font-weight: 400;">txairon fulni-ô<br />
</span><span style="font-weight: 400;">wiryçà kariri xocó</span></p>
<p><b>vídeo retratos (direção, captação e edição)<br />
</b><span style="font-weight: 400;">daniel kairoz<br />
</span><span style="font-weight: 400;">isadora brant</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>conversão dos vídeos</strong><br />
</span><span style="font-weight: 400;">lucas rangel</span></p>
<p><b>expografia<br />
</b><span style="font-weight: 400;">marília gallmeister</span></p>
<p><b>produção<br />
</b><span style="font-weight: 400;">ana flávia de carvalho<br />
</span><span style="font-weight: 400;">daniel kairoz<br />
</span><span style="font-weight: 400;">luiza giandalia<br />
</span><span style="font-weight: 400;">paula marujo </span></p>
<p><b>projeto gráfico<br />
</b><span style="font-weight: 400;">ana david </span></p>
<p><b>tratamento e edição de imagem<br />
</b><span style="font-weight: 400;">andré stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 400;">christian salmeron<br />
</span><span style="font-weight: 400;">lauro rocha </span></p>
<p><b>comunicação visual<br />
</b><span style="font-weight: 400;">water vision</span></p>
<p><b>agradecimentos<br />
</b><span style="font-weight: 400;">amanda signori<br />
</span><span style="font-weight: 400;">andre okuda<br />
</span><span style="font-weight: 400;">ariane RL<br />
</span><span style="font-weight: 400;">arquivo público do estado de são paulo &#8211; APESP<br />
</span><span style="font-weight: 400;">benedito prezia<br />
</span><span style="font-weight: 400;">cafira zoé<br />
</span><span style="font-weight: 400;">caio richard<br />
</span><span style="font-weight: 400;">caio silva ferraz<br />
</span><span style="font-weight: 400;">camila mota<br />
</span><span style="font-weight: 400;">carmen lopes<br />
</span><span style="font-weight: 400;">centro de trabalho indigenista &#8211; CTI<br />
</span><span style="font-weight: 400;">comissão guarani yvyrupa &#8211; CGY<br />
</span><span style="font-weight: 400;">comissão pró-índio de são paulo &#8211; CPISP<br />
</span><span style="font-weight: 400;">conselho indigenista missionário &#8211; CIMI<br />
</span><span style="font-weight: 400;">eduardo duwe<br />
</span><span style="font-weight: 400;">equipe de projetos culturais da pinacoteca do estado de são paulo<br />
</span><span style="font-weight: 400;">érico coelho de melo<br />
</span><span style="font-weight: 400;">gabriela aidar (pinacoteca do estado de são paulo)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">gabriela batista<br />
</span><span style="font-weight: 400;">heloisa bio<br />
</span><span style="font-weight: 400;">instituto bixiga<br />
</span><span style="font-weight: 400;">instituto socioambiental j</span><span style="font-weight: 400;">osé maurício arruti </span><span style="font-weight: 400;">julia gimenes<br />
</span><span style="font-weight: 400;">lídia pankararu<br />
</span><span style="font-weight: 400;">lorraine maciel<br />
</span><span style="font-weight: 400;">lucas keese dos santos<br />
</span><span style="font-weight: 400;">maurício pinheiro<br />
</span><span style="font-weight: 400;">mariangela sena<br />
</span><span style="font-weight: 400;">museu da imigração do estado de são paulo<br />
</span><span style="font-weight: 400;">natália farias<br />
</span><span style="font-weight: 400;">raphael escobar<br />
</span><span style="font-weight: 400;">rodrigo brucoli<br />
</span><span style="font-weight: 400;">roney freitas<br />
</span><span style="font-weight: 400;">salvador kamakan<br />
</span><span style="font-weight: 400;">teat(r)o oficina uzyna uzona<br />
</span><span style="font-weight: 400;">tenonderã ayvu<br />
</span><span style="font-weight: 400;">thea<br />
</span><span style="font-weight: 400;">victor parolin<br />
</span><span style="font-weight: 400;">vinícius toro<br />
</span><span style="font-weight: 400;">vivência na aldeia<br />
</span><span style="font-weight: 400;">xejaride virgínia<br />
</span><span style="font-weight: 400;">xeramoi papa</span></p>
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		<title>vintetrês na casa do povo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2018 21:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[janela goma oficina]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cartaz]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fomos convidados pela Clara Barzhaghi da editora n-1 a participar com a nossa editora independente Janela Goma Oficina de um evento/protesto em apoio aos 23 condenados por participarem das manifestações de 2013 e 2014 no Rio de Janeiro. O evento exibiu o documentário &#8220;Operações de Garantia da Lei e da Ordem&#8221;, 2017, de Julia Murat [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Fomos convidados pela Clara Barzhaghi da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://n-1publications.org">editora n-1</a></span> a participar com a nossa editora independente <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/blog/janela-goma-oficina/" target="_blank" rel="noopener">Janela Goma Oficina</a></span> de um evento/protesto em apoio aos 23 condenados por participarem das manifestações de 2013 e 2014 no Rio de Janeiro. O evento exibiu o documentário </span><span style="font-weight: 400;">&#8220;Operações de Garantia da Lei e da Ordem&#8221;, 2017, de Julia Murat e Miguel Ramos e lançou </span><span style="font-weight: 400;">dois cordéis políticos da série Pandemia: &#8220;Odiolândia&#8221;, de Giselle Beiguelman e &#8220;Resistir é preciso&#8221;, de Igor Mendes, ambos da editora n-1.</span><span style="font-weight: 400;"> Expusemos junto aos amigos da <a href="https://www.contravento.org/edicoes"><span style="text-decoration: underline;">Contravento edições</span></a>, o artista Walter Rego, e as editoras </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://autonomialiteraria.com.br/"><span style="text-decoration: underline;">Autonomia Literária</span></a>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.boitempoeditorial.com.br/">Boitempo</a></span> e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.editoraelefante.com.br/">editora Elefante</a></span>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Achamos importante criarmos um cartaz especificamente para esse evento, por se tratar de um assunto político, de injustiças e resistência. Convidei o artista parceiro da Goma, Fernando Banzi para fazermos algo que tivesse uma relação direta aos 23 condenados injustamente por participarem dos protestos que ocorrerem no ano em que o Brasil cediou a copa do mundo, no Rio de Janeiro. De acordo com as leis da FIFA, cada seleção pode convocar no total, 23 jogadores para a seleção oficial, o mesmo número de condenados. Lembrando o episódio da foto oficial de 2002, segundo o volante Vampeta, não havia até o presente momento uma foto com os 23 jogadores. Seu ato de rebeldia, quebrando o protocolo da FIFA, foi chamar os outros jogadores, além dos usuais 11, para a foto oficial. Usamos o resultado como base para a nossa intervenção, reforçando o caráter de resistência da memória, pois caso contrário, os 23 não seriam lembrados.</span></p>
<p><em><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="685" class="size-large wp-image-5066 alignnone" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/09/749777164-ae-selecao-brasileira-de-2002-unica-campea-do-mundo-com-7-vitorias-em-7-jogos-1024x685.jpg?resize=1024%2C685" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/09/749777164-ae-selecao-brasileira-de-2002-unica-campea-do-mundo-com-7-vitorias-em-7-jogos.jpg?resize=1024%2C685&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/09/749777164-ae-selecao-brasileira-de-2002-unica-campea-do-mundo-com-7-vitorias-em-7-jogos.jpg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/09/749777164-ae-selecao-brasileira-de-2002-unica-campea-do-mundo-com-7-vitorias-em-7-jogos.jpg?resize=768%2C514&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/09/749777164-ae-selecao-brasileira-de-2002-unica-campea-do-mundo-com-7-vitorias-em-7-jogos.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/09/749777164-ae-selecao-brasileira-de-2002-unica-campea-do-mundo-com-7-vitorias-em-7-jogos.jpg?resize=1320%2C883&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/09/749777164-ae-selecao-brasileira-de-2002-unica-campea-do-mundo-com-7-vitorias-em-7-jogos.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></em><em>divulgação acervo</em> <em>FIFA</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tranformamos a foto hiatórica, agora em azul, e com intervenção digital, inserimos balaclavas em todos, sugerindo que eles na verdade  eram os 23 condenados naquele momento. O nome de cada condenado injustamente nas manifestações surge escorrendo em vermelho, junto ao alvo no escudo da CBF e o título do cartaz: VINTETRÊS. Imprimimos em risografia, pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://risotropical.press">Risotropical</a></span>.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5043" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/23_casadopovo_01-1024x683.jpg?resize=431%2C280" alt="" width="431" height="280" />
<p><span style="font-weight: 400;">Após a exibição do documentário </span><span style="font-weight: 400;">&#8220;Operações de Garantia da Lei e da Ordem&#8221; rolou uma conversa com a Joana D&#8217;arc Ferraz,  Igor Mendes, Giselle Beiguelman, Acácio Augusto, Peter Pál Pelbart e Vladmir Safatle.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostaríamos de agradecer a editora n-1 pela oportunidade e pelo seu rico trabalho e a Casa do Povo por ceder os espaços de resistências. </span><span style="font-weight: 400;">Temos os prints disponíveis na goma oficina e na editora n-1.<br />
</span></p>
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		<title>kinoglaz mostra de cinema soviético ao ar livre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2018 20:44:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como ativação da nossa ocupação Funarte SP e imersão no processo da anti-exposição Vkhutemas: o futuro em construção 1918 – 2018, curadoria de Neide Jallageas e Celso Lima, surgiu a vontade, em conjunto a diretora de fotografia Aline Belfort, em projetarmos filmes soviéticos para compreendermos melhor como eles eram produzidos naquela época. Conhecemos a Aline no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="960" height="720" class="alignnone size-full wp-image-4456" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/kino2.jpg?resize=960%2C720" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/kino2.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/kino2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/kino2.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Como ativação da nossa <a href="http://gomaoficina.com/projetos/ocupacao-funarte/">ocupação Funarte SP</a> e imersão no processo da anti-exposição <i>Vkhutemas: o futuro em construção 1918 – 2018</i>, curadoria de Neide Jallageas e Celso Lima, surgiu a vontade, em conjunto a diretora de fotografia <a href="https://vimeo.com/abelfort">Aline Belfort</a>, em projetarmos filmes soviéticos para compreendermos melhor como eles eram produzidos naquela época. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecemos a Aline no processo da exposição, onde ela captou imagens e processos da goma oficina e outros artistas participantes. Ela, que morou e estudou cinema na Rússia, adorou a ideia de fazemos a mostra, e fez uma curadoria de 4 filmes que representariam a época pós-revolução e a tomada do Stálin no poder. Com apoio da<a href="http://www.funarte.gov.br/regional/sao-paulo/"> Funarte SP</a> foi possível realizarmos as sessões ao ar livre e sem custo para o público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Surge então a nossa mostra <b>Kinoglaz, </b><span style="font-weight: 400;">, que vem do nome de uma série de documentários dirigidos pelo diretor Dziga Vertov que, em 1924, queria mostrar a nova realidade soviética com um olhar cinematográfico, podendo ser traduzida como “olhar de cinema” ou “olho cinema”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cronologicamente foram projetados os filmes </span><i><span style="font-weight: 400;">Greve</span></i><span style="font-weight: 400;">, 1924, de Sergei Eisenstein; </span><i><span style="font-weight: 400;">O Homem com a Câmera na Mão</span></i><span style="font-weight: 400;">, 1929, do diretor Dziga Vertov; </span><i><span style="font-weight: 400;">Terra</span></i><span style="font-weight: 400;">, 1930, do diretor Aleksandr Dovzhenko e </span><i><span style="font-weight: 400;">Rapazes Felizes</span></i><span style="font-weight: 400;">, 1934, o primeiro musical soviético, do diretor Grigory Aleksandrov. Cada filme tem um universo único, por serem de épocas e diretores diferentes, e com o cenário político da época mudando constantemente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4458 alignnone" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/poster_greve_eisenstein.jpeg?resize=263%2C454" alt="" width="263" height="454" /><br />
<em>Cartaz do filme </em>Greve<em>, Anton Lavinsky.</em><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O filme <em>Greve</em>, de Eisenstein, deu início a nossa mostra. Um filme emocionante </span><span style="font-weight: 400;">baseado em uma greve fortemente reprimida ocorrida na Rússia pré-revolucionária, no início do século XX, mostra com um teor político e através de ideias refinadas do cinema em seus primeiros passos experimentais o cotidiano da fábrica, as injustiças cometidas pelos empregadores e fiscais de trabalho, a ação da greve, os dias ociosos fora do trabalho, a formulação da lista de exigências pelos trabalhadores, o “contra-ataque” dos acionistas da fábrica e o massacre aos manifestantes.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4467 alignnone" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/homem_camera_mao.jpg?resize=260%2C405" alt="" width="260" height="405" /><br />
<em>Cartaz do filme</em> O Homem com a câmera na mão, <em>Vladímir e Geórgui Stenberg.</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>O homem com a câmera na mão</em>, de Vertov, foi o segundo filme da mostra. A noite estava fria, e a Funarte nos cedeu a sala Guiomar Novaes, que foi uma ótima solução para um filme tão importante e impactante. </span><span style="font-weight: 400;">O filme é baseado na ideia de observar o curso integral da vida – conectar o que é inseparável: o homem e a máquina. A montagem joga com elementos opostos – nascimento e morte, encontros e despedidas, trabalho e lazer. A trilha sonora é impecável, do Michael Nymann.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4471" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/terra_dovzhenko.jpg?resize=259%2C317" alt="" width="259" height="317" /><br />
<em>Cartaz do filme</em> Terra, <em>Vladímir e Geórgui Stenberg.</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><em>Terra</em>, de Dhovzenko, foi o terceiro e mais poético filme da mostra</span><span style="font-weight: 400;">. O filme questiona os ciclos naturais, como a vida e a morte, a violência, o sexo, nas fazendas coletivas, em uma visão idealista de comunismo feita antes de Stálin.  <em>Terra</em> foi visto negativamente por muitos soviéticos por causa de sua exploração da morte e outras questões obscuras que vêm com a revolução, o tornando extremamente interessante, com atuações impecáveis.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4494" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/07/rapazes_felizes.jpg?resize=290%2C470" alt="" width="290" height="470" /><br />
<em>Cartaz do filme</em> Rapazes Felizes, <em>Iosif Vasilyevich.</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O último filme foi o <em>Rapazes Felizes</em>, de Aleksandrov. O filme é de 1934, um pouco depois da chegada do som no cinema. Isso fez com que a linguagem dos filmes tivessem que se adaptar. Aleksandrov e Eisenstein eram parceiros de há muito e foram juntos para os Estados Unidos para estudar essa tecnologia. Aleksandrov ao chegar lá conheceu os musicais, broadway e além de todo o estudo de mercado e de tecnologias, resolvendo então aplicar esse conceito, que fazia um tremendo sucesso em Hollywood nos filmes soviéticos. Com o filme &#8220;Rapazes Felizes&#8221; ele pode experimentar essa linguagem, que foi um sucesso absoluto, se tornando um dos diretores mais amados da União Soviética na época. O filme é extremamente divertido, repleto de ironias, um humor único e com uma atuação impecável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agradecemos à todos que prestigiaram a nossa mostra-processual, Aline Belfort pela parceria, a Maria Ester, Ricardo, Alexandre e Anderson, da Funarte SP, pelo apoio a esse e outros projetos Chris Salmeron e Victoria Braga, que apoiaram a produção e divulgação do Kinoglaz.</span></p>
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		<title>michouinar, por renata la rana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 17:04:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[janela goma oficina]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho uma amiga circense. Na verdade nos conhecemos na faculdade de arquitetura, mas ela se recusou a ir contra o que o corpo dela pedia: acrobacias. Renata foi estudar na Le Lido – Centre des Arts du Cirque, em Toulouse, mas a distância nunca nos afetou. Ela vem para o Brasil mais ou menos uma vez [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Tenho uma amiga circense. Na verdade nos conhecemos na faculdade de arquitetura, mas ela se recusou a ir contra o que o corpo dela pedia: acrobacias. Renata foi estudar na <a href="http://www.circolido.fr/Bienvenue.html">Le Lido – Centre des Arts du Cirque</a>, em Toulouse, mas a distância nunca nos afetou. Ela vem para o Brasil mais ou menos uma vez por ano, e, numa dessas vindas, ela chegou com seu moleskine japonese, aquele sanfonado, com uma infinitude de desenhos que iam se somando, uma paisagem única e onírica, como ela.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4781 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202-1024x312.png?resize=469%2C143" alt="" width="469" height="143" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?resize=1024%2C312&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?resize=300%2C91&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?resize=768%2C234&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?w=1249&amp;ssl=1 1249w" sizes="auto, (max-width: 469px) 100vw, 469px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Ela me chamou para fazermos alguns fac-símiles desse caderno. O desafio era escanear aproximadamente 2,5 m de caderno e fazer o desenho contínuo bater direitinho. A Rê acompanhou o processo bem de perto, um privilégio pra quem fica quase um ano sem se ver. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto sobre o verbo criado – o <em>michouinar</em> – já estava na cabeça dela, e foi escrito a mão e igualmente escaneado. Depois veio o projeto de como fazer o livro sanfonado sem perder a característica do original, que foi resolvido estudando o moleskine e as possibilidades com a gráfica.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4771" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/05.png?resize=236%2C134" alt="" width="236" height="134" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/05.png?w=341&amp;ssl=1 341w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/05.png?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 236px) 100vw, 236px" />
<p><span style="font-weight: 400;">A única diferença do fac-símile com o original foi a capa. Optamos por uma capa independente, em papel kraft, com grafismos igualmente feitos na hora e escaneados.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4774" style="line-height: 1.5;" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/Captura-de-Tela-2018-08-09-a%CC%80s-13.58.13.png?resize=570%2C308" alt="" width="570" height="308" />                   <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4772" style="line-height: 1.5;" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/06.png?resize=577%2C258" alt="" width="577" height="258" /><br />
<span style="font-weight: 400;">Foi em um curto período que conseguimos fazer o Michouin nascer, e eles precisavam ficar prontos para que ela pudesse levar algumas cópias para a França. No fim, deu certo, algumas cópias foram com ela, outras com o Dé, amigo que partiu para a mesma aventura circense que a Rê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fico muito feliz com esses encontros, pessoas que mesmo distantes estão em nós. Agradeço imensamente a Rê – ou melhor, <em>Renata La Rana</em> – pela amizade, parceria e confiança em transformar sua arte e levá-la para o mundo.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4780 size-large" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101-1024x301.png?resize=1024%2C301" alt="" width="1024" height="301" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?resize=1024%2C301&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?resize=300%2C88&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?resize=768%2C226&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?w=1118&amp;ssl=1 1118w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4779 size-large" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303-1024x292.png?resize=1024%2C292" alt="" width="1024" height="292" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?resize=1024%2C292&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?resize=300%2C85&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?resize=768%2C219&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?w=1165&amp;ssl=1 1165w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="305" class="alignnone size-large wp-image-4770" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04-1024x305.png?resize=1024%2C305" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?resize=1024%2C305&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?resize=300%2C89&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?resize=768%2C229&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?w=1111&amp;ssl=1 1111w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Conheça os projetos circenses de <em>Renata La Rana<br />
</em>+<br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.kitschkong.org/">kitch kong</a></span><br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://la-grainerie.net/programmation/projet-pdf-portes-de-femmes/">collectif portés de femmes</a></span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">+<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/editora-janela-goma-oficina/"><span style="text-decoration: underline;">sobre a janela goma oficina</span></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*para adquirir um Michouin para chamar de seu, mande um email para ana@gomaoficina.com<br />
<span style="font-weight: 400;">**fotos dos fac-símiles por Fernando Banzi</span></span></p>
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		<title>catálogo de afetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 20:18:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[janela goma oficina]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[cartaz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho uma coleção particular de flores e pedras que carrego de lugares específicos. Seco as plantas dentro de livros, uma herança criativa do meu pai, criando assim, pequenos herbários: coleção de plantas dessecadas, conservadas e organizadas segundo uma sistemática, geralmente para fins de pesquisa científica; no meu caso o objetivo é sistematizar memórias. Comecei então a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma coleção particular de flores e pedras que carrego de lugares específicos. Seco as plantas dentro de livros, uma herança criativa do meu pai, criando assim, pequenos herbários: <span style="line-height: 1.5;">c<em>oleção de plantas dessecadas, conservadas e organizadas segundo uma sistemática, geralmente para fins de pesquisa científica</em>; no meu caso o objetivo é sistematizar memórias. Comecei então a pesquisar herbários, e descobri o fabuloso <a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/15/As-p%C3%A1ginas-do-herb%C3%A1rio-da-poeta-Emily-Dickinson-foram-digitalizadas.-E-est%C3%A3o-on-line">herbário de Emily Dickinson</a>, que me inspirou a dar continuidade a essa pesquisa.<br />
<a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/15/As-p%C3%A1ginas-do-herb%C3%A1rio-da-poeta-Emily-Dickinson-foram-digitalizadas.-E-est%C3%A3o-on-line"><br />
</a></span>Em 2017 participamos da Feira Plana &#8220;Fim do Mundo&#8221;, ainda inspirada por Emily,  resolvi eternizar meu herbário em um zine. Gostaria de manter as transparências e opacidade que sugeriam as plantas e pedras, então a primeira tentativa foi usar uma mesa de luz e escaneá-las. O resultado não foi positivo, então, <span style="line-height: 1.5;">resolvi com a ajuda do fotografo, artista e amigo – que me presenteou com uma linda renda portuguesa, <a href="https://www.fernandobanzi.com/">Fernando Banzi,</a> registrá-las através da fotografia. Usamos um acrílico leitoso com base e flash por cima e por baixo. O resultado foi a revelação dos órgão internos das flores e a estrutura das pedras. O nome <em>Antologia Afetiva #1</em> veio da vontade de dar continuidade a essa pesquisa afetiva, de catalogar os lugares e sensações por </span><span style="line-height: 1.5;">onde passo.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="493" height="278" class="alignnone size-full wp-image-3848" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.03.57.png?resize=493%2C278" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.03.57.png?w=493&amp;ssl=1 493w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.03.57.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 493px) 100vw, 493px" />     <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3866" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.02.55.png?resize=158%2C271" alt="" width="158" height="271" />
<p><em>Imagens acima: primeiros estudos com mesa de luz e engarrafando memórias.</em></p>
<p><span style="line-height: 1.5;">O formato escolhido foi o do zine clássico, com dobraduras e recortes, que pode ser utilizado com cartaz ou livreto, no formato 10 x 13,8 cm. De um lado combinei as plantas e as pedras por &#8220;temas&#8221; cromáticos, e do outro, criei uma composição com tudo ao mesmo tempo, isso tudo no papel pólen bold. O zine esgotou rapidamente, então </span><span style="line-height: 1.5;">como desdobramento disso, resolvi fazer um cartaz botânico monocromático azul, que foi impresso em risografia no papel pólen. </span></p>
<p>É extremamente novo e gratificante para mim ver meus afetos catalogados e eternizados por aí, nas casas de amigos e desconhecidos.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/commerce/products/1137187579714745/">Cartazes disponíveis no link.</a></p>
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		<title>pensamentos da américa latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Mar 2017 21:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
		<category><![CDATA[publicação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>projeto gráfico para coleção: &#8220;pensamentos da américa latina&#8221; das editoras romano guerra e nhamérica. os três primeiros são de Abilio Guerra, Carlos Teixeira e Otavio Leonidio. uma honra poder contribuir com o projeto gráfico, para essa parceria editorial entre a Romano Guerra Editora, de São Paulo, e a Nhamerica Platform, de Austin O projeto consistia na utilização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>projeto gráfico para coleção: &#8220;pensamentos da américa latina&#8221; das editoras romano guerra e nhamérica.</p>
<p>os três primeiros são de Abilio Guerra, Carlos Teixeira e Otavio Leonidio. uma honra poder contribuir com o projeto gráfico, para essa parceria editorial entre a <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/romanoguerraeditora/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=117543705451041&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Romano Guerra Editora</a>, de São Paulo, e a <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100009943035347&amp;fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100009943035347&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Nhamerica Platform</a>, de Austin</p>
<div class="text_exposed_show"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="723" class="alignnone size-large wp-image-5161" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20-1024x723.png?resize=1024%2C723" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?resize=1024%2C723&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?resize=768%2C542&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?w=1261&amp;ssl=1 1261w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div>
<div>O projeto consistia na utilização de papel colorplus, assim como uma lombada com os países do seus autores. um sistema de numeração na lombada desenharia o gráfico das edições. sendo o tracinho o número 1, e o quadradinho número 5.</div>
<div>No fim a editora preferiu escolher cores mais vivas na coleção.</div>
<div></div>
<div></div>
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