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	<title>lauro rocha, autor em goma oficina</title>
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		<title>o corpo porvir &#8211; reflexões do workshop internacional proyecto 36m2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lauro rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 19:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último final de semana estivemos presentes no workshop internacional proyecto 36m2. A iniciativa reuniu (virtualmente, claro) arquitetes, professores, estudantes, pesquisadores e entusiastas do mundo inteiro para pensar e debater: afinal como serão as coisas daqui para frente? que visões e propostas temos para um mundo “pós-pandemia”?  Para tentar responder à incerteza — ou ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No último final de semana estivemos presentes no <a href="https://36m2.org/">workshop internacional proyecto 36m2</a>. A iniciativa reuniu (virtualmente, claro) arquitetes, professores, estudantes, pesquisadores e entusiastas do mundo inteiro para pensar e debater: afinal como serão as coisas daqui para frente? que visões e propostas temos para um mundo “pós-pandemia”? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para tentar responder à incerteza </span><span style="font-weight: 400;">— </span><span style="font-weight: 400;">ou ainda criar muitas outras indagações </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> em meio ao momento histórico que estamos vivendo, foram definidas três escalas ou temas como ponto de partida dos participantes: 01 o corpo, 02 a casa e 03 o bairro.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participamos como &#8220;provocadores&#8221; em duas equipes distintas e escolhemos trabalhar com o tema do corpo. Esse primeiro invólucro que delimita fisicamente o espaço primordial </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> o espaço da mente </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> e que manifesta antes de tudo por meio de si, a expressão de ser e existir. Como o corpo humano e os tantos corpos que podemos identificar na natureza e no ambiente construído estão sendo afetados pela nova realidade que se impõe, determinada por uma pandemia em escala global? </span></p>
<p>A seguir apresentamos algumas das reflexões apresentadas durante o workshop. As especulações das duas equipes divergem e colocam em perspectiva duas das possíveis visões de um futuro que se contrói no agora.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Equipe 1 &#8211; Victoria Braga (Goma Oficina), Gabriela Arrieta (México),  Maria Isabel Ayala (Paraguai) e  Raquel Carvalho (Brasil)</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quais são os corpos que primeiro se veem obrigados à adaptação para que possam permanecer, mesmo em contexto tão adverso? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para nossa equipe que contou com três mulheres estudantes de arquitetura do México, Paraguai e Brasil, pareceu necessário um olhar crítico sobre a situação dos corpos que não tem condição de isolar-se nesse momento ou em qualquer momento: as pessoas em situação de rua estão 365/24/7 expostos no limite a esse espaço que é do comum, o espaço público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iminência da desigualdade social — ainda brutal e escancarada nesses 3 países — encontra no contexto atual um fator de maior deflagração: a crise sanitária do covid-19 agravou de imediato a fome, a falta de acesso a itens básicos de higiene, a renda diária necessária para a sobrevivência de milhões de pessoas em todo o mundo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não seria difícil imaginar um cenário futuro bastante distópico: o espaço público perdendo qualquer função de ser, a individualização radical (dos corpos, das casas) imperando como modus operandi e as injustiças sociais tornando-se ainda mais acirradas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas ao contrário do que o momento atual poderia sugerir à imaginação, diversas iniciativas de solidariedade surgiram ou ganharam mais força do que nunca nos últimos meses, a partir da articulação de ações em redes de cooperação. Esse impulso nas iniciativas de cidadania auto-organizadas </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> que incluso, questionam modelos de organização verticais </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> , apesar de não representarem ainda uma coesão política suficiente para garantir a transformação estrutural do sistema produtivo e da vida em sociedade, parece construir as bases necessárias para um futuro pós pandêmico de possíveis UTOPIAS do comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O corpo que encontra no outro </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> na alteridade </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> a sua força de reflexão e realização: parece ser esse o corpo que podemos vir a habitar.    </span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>Equipe 2 &#8211; <span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha (Goma Oficina), </span><span style="font-weight: 400;">Emma de Vido (Argentina) e </span><span style="font-weight: 400;">Maria Teresa Larriva (Espanha)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na nossa outra que equipe que contou com uma arquiteta equatoriana que vive na Espanha, uma arquiteta da cidade de Formosa, na Argentina e um arquiteto do Brasil que vive em São Paulo, surgiram muitas reflexões sobre o corpo que habitamos fisicamente e o corpo que passamos a habitar cada vez mais virtualmente. Como esses corpos vão habitar o mundo pós quarentena?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse corpo virtual que durante a pandemia tem sido fonte para levantamento de muitos dos dados sobre a doença, visto que grande parte do monitoramento que tem gerado os dados nessa pandemia são produzidos através de informações provenientes dos celulares e computadores. Além de que muitos dos espaços de convívio, trabalho e lazer passaram ao “status” da virtualidade, e festas, reuniões e aulas estão ocorrendo nesse espaço virtual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse corpo virtual que não ocupa um espaço físico e não cruza fronteiras, se contrapôs ao corpo físico que teve que deixar de habitar os espaços públicos, e viu o surgimento de novas fronteiras, a primeira delas sendo a porta das próprias casas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um mundo pós quarentena talvez passemos a habitar esses corpos de maneira desigual, com menos uso dos espaços públicos, menos viagens e vivendo muito mais esse corpo e essa pele virtuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência de participar desse workshop foi muito interessante pela possibilidade de trocar experiências e impressões sobre esse momento e nos pareceu mais importante pelas reflexões estabelecidas e pela metodologia estabelecida. A possibilidade de participar desse grande espaço virtual com pessoas de diversas partes do mundo, nos permitiu uma troca simultânea de conhecimento e reflexões.</span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>viagens ao paraguay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lauro rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 00:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidei o amigo arquiteto e professor da Universidade Estadual de Maringá, Eduardo Verri, para escrever um pequeno texto sobre esse ensaio, que é fruto de uma série de viagens ao Paraguai. Eduardo fez seu mestrado analisando alguns projetos da recente produção de nosso vizinho guarani, e nossa amizade surgiu graças a essas descobertas das paisagens, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Convidei o amigo arquiteto e professor da Universidade Estadual de Maringá, Eduardo Verri, para escrever um pequeno texto sobre esse ensaio, que é fruto de uma série de viagens ao Paraguai. Eduardo fez seu mestrado analisando alguns projetos da recente produção de nosso vizinho guarani, e nossa amizade surgiu graças a essas descobertas das paisagens, arquiteturas e cidades paraguaias. Abaixo o texto completo. Que venham outras viagens!!</p>
<p>&#8220;<em>Algumas impressões sobre o Paraguai, ou sobre olhar para o lado.</em></p>
<p><em>Gostaria de começar esse pequeno texto agradecendo ao Lauro pelo convite para escrevê-lo. Como alguém que viveu dos 7 aos 17 em Foz do Iguaçu, as primeiras fotos são para mim mais que familiares, são o quintal de casa. Mas apesar de viver na fronteira, nunca havia me aventurado país adentro. Foi só em 2014, já aos 27, que conheci Assunção, mais ou menos na mesma época das primeiras idas do Lauro, para começar uma pesquisa de mestrado sobre a arquitetura de lá. </em><em>E o que encontrei por lá me surpreendeu. Por vários motivos.</em></p>
<p><em>O primeiro, e t</em><em>alvez para mim o mais óbvio, foram as obras. Conheci logo de cara naquele carnaval de 2014 as abóbodas vazadas e pirâmides invertidas do Solano, a catenária do Ramiro ainda em construção, as elegantes casas do Sergio, a experimentação radical do Javier, só para ficar nos exemplos contidos aqui nas fotos. Me refiro assim aos arquitetos, pelo primeiro nome, porque sempre foi assim que me foram apresentados.</em></p>
<p><em>E essa foi a segunda coisa que me chamou a atenção. Cada vez que conhecia uma obra e seu autor, o que eu ouvia era “na verdade você precisa conhecer aquele outro, ele tem uma obra belíssima! Ele sim que é bom!”. E foi assim que, durante dois anos, convivi com essa arquitetura, visitando os canteiros de obra, conversando com seus autores, e aprendendo muito sobre esse vizinho que sempre me foi tão próximo e ao mesmo tempo tão distante.</em></p>
<p><em>É impossível descolar essas obras do território onde elas estão contidas, e impossível falar sobre essa arquitetura sem pensar nas relações sociais, econômicas, geográficas e humanas que as cercam.</em></p>
<p><em>Esses retratos de Paraguai que o Lauro apresenta me trouxeram incríveis lembranças do breve tempo que eu fiquei por lá investigando. O ar úmido, o calor suportável apenas com o tereré, o céu imenso, o sol denso e as sombras sólidas que as fotos tão bem retratam. Essa natureza potente, e a cidade viva e pulsante. E a gente, orgulhosa de sua história, de sua tradição, de seu lugar no mundo.</em></p>
<p><em>As lições que aprendi no Paraguai ainda reverberam na maneira como eu tento entender a arquitetura e nosso lugar como arquitetos na sociedade. </em><em>Somos educados para olhar para cima, nunca para o lado. Que essas fotografias possam nos fazer rever nossas perspectivas.<br />
</em><em>Obrigado, amigo Lauro, por essa oportunidade!&#8221;</em></p>
<p>Eduardo Verri, 2018</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ensaio fotográfico programa vivenda, reporting from the front</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lauro rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2016 18:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Vivenda vem atuando em moradias de bairros periféricos de São Paulo, regularizados ou não. O Vivenda direciona o seu trabalho para uma demanda habitacional qualitativa – ao invés da quantitativa – não atendida pelo poder público, tampouco pela iniciativa privada. Esta demanda, portanto, materializa-se em reformas de baixa complexidade para a melhoria de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="iy6tdinlineContent">
<p>O Programa Vivenda vem atuando em moradias de bairros periféricos de São Paulo, regularizados ou não. O Vivenda direciona o seu trabalho para uma demanda habitacional qualitativa – ao invés da quantitativa – não atendida pelo poder público, tampouco pela iniciativa privada. Esta demanda, portanto, materializa-se em reformas de baixa complexidade para a melhoria de ambientes já construídos e não em ampliações ou construçõess de novas moradias. A mudança vem de dentro. Na casa, na relação com a casa, na relação consigo mesmo e na relação com a Comunidade. Para além de um espaço físico, a moradia é um espaço psicológico, logo, a reforma é capaz de interferir em esferas pessoais e comunitárias. “Arrumar a casa” tem um significado que transborda o literal. ​A reforma funciona como uma provocação que, se acolhida, pode representar o resgate / reforço da auto estima, o ponto de partida para uma revisão de posturas e de novas contestaçõess perante a vida, a materializaçãoo de uma vontade interna de “ir além”. Em 2016 com um pouco mais de dois anos de atuação o programa vivenda foi selecionado junto com mais 14 projetos para integrar a mostra “JUNTOS” do curador Washington Fajardo escolhido pela Fundação Bienal de São Paulo para 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza &#8211; Reporting from the front</p>
<p>Eu e L​auro estamos trabalhando juntos em diversos projetos desde de 2015, a troca tem sido muito rica em várias aspectos, cada um contribuiu para um melhor olhar do outro. Quando fomos convidados para produzir o ensaio, foi uma amalgama de coisas, pois já estavamos na região sul, especificamente no Jd. Ibirapuera produzido outro trabalho, um trabalho de resgate da memória local. O coletivo já havia colobarado para Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco, ou seja, foi dar continuidade a pesquisa de campo. Descidimos juntos os retratos e de como poderiamos apresentar cada personagem deste projeto.</p>
<p>as fotografias apresentam seis moradores que participaram do Programa Vivenda.</p>
<div id="comp-it4ftgqr">
<p>+ <a href="http://programavivenda.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.programavivenda.com.br</a></p>
<p>​fotografia: fernando banzi e lauro rocha<br />
texto: programa vivenda/ fernando banzi</p>
</div>
</div>
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