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	<title>projetos fotografia | goma oficina</title>
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		<title>oficina e exposição território liberdade &#124; metrô de sp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 22:52:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Cultural Goma Oficina, em parceria com o Metrô de São Paulo, apresenta a exposição Território Liberdade, resultado de um processo coletivo de pesquisa, formação e produção desenvolvido no centro da cidade de São Paulo. Com curadoria coletiva, a mostra reúne trabalhos originados da oficina homônima realizada nos meses de abril e maio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Associação Cultural Goma Oficina, em parceria com o Metrô de São Paulo, apresenta a exposição </span><b>Território Liberdade</b><span style="font-weight: 400;">, resultado de um processo coletivo de pesquisa, formação e produção desenvolvido no centro da cidade de São Paulo. Com curadoria coletiva, a mostra reúne trabalhos originados da oficina homônima realizada nos meses de abril e maio de 2025, que teve o mapeamento fotográfico como ferramenta metodológica e o ato de fotografar como prática crítica de leitura do mundo e de inscrição no território, a partir das reflexões do filósofo Vilém Flusser e as colaborações do coletivo Cartografia Negra e da historiadora Tais Santana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oficina propôs o flanar como experiência fundamental para vivenciar o bairro da Liberdade e seus arredores, ativando o caminhar como método de investigação sensível e crítica do espaço urbano. Ao longo de cinco encontros, os participantes realizaram leituras, palestras, análises de mapas e fotografias históricas, além de uma expedição fotográfica pelo bairro. Esse percurso evidenciou processos de apagamento histórico, atravessados pelo racismo estrutural, movimentos migratórios dos últimos cem anos e a permanência de memórias vivas que tensionam as narrativas hegemônicas de “desenvolvimento” da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mapas e cartografias foram centrais nesse processo, não apenas como instrumentos de orientação, mas como dispositivos críticos de interpretação do território. A partir de rotas e pontos de interesse definidos coletivamente, construiu-se um mapeamento fotográfico diverso que coloca em disputa as narrativas oficiais sobre a Liberdade, revelando histórias silenciadas e outras formas de existência e ocupação do espaço urbano. A formação contou com associadas e associados da Goma Oficina, o coletivo Cartografia Negra, a historiadora Tais Santana e um corpo discente diverso, reunindo diferentes olhares e experiências.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><b>Equipe Goma Oficina<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Vitor Elias<br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Flora Milanez<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fernando Banzi<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cat Tenório<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Douglas Santiago<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Jéssica Silva<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tiago A. Santana</span></p>
<p><b>Historiadora<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Taís Santana</span></p>
<p><b>Coletivo de Pesquisa<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Cartografia Negra</span></p>
<p><b>Oficineiros<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Ayê Sampaio<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cibelle Risan<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Dominique<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Elaine Xavier<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fábio Andrade<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Joel Alencar<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Júlia Machado<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Luci Fernandes<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Marilia Gabriele dos Santos<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paolla Karrara<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tereza Cristina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Vitória Guilhermina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Vinicius Campos</span></p>
<p><b>Exposição Território Liberdade<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Local: Metrô Santana (Linha Azul)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Data Abertura: 04/02/2026<br />
</span></p>
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		<title>território bom retiro  &#124; oficina cultural oswald de andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 22:18:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto Território Bom Retiro foi uma atividade realizada como parte da exposição Mais de Um é Multidão, promovida pelo Instituto Adelina, que aconteceu na Oficina Cultural Oswald de Andrade em maio de 2022. A oficina apresentou uma metodologia de aproximação do território do bairro do Bom Retiro (São Paulo) através da relação entre a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">O projeto Território Bom Retiro foi uma atividade realizada como parte da exposição Mais de Um é Multidão, promovida pelo Instituto Adelina, que aconteceu na Oficina Cultural Oswald de Andrade em maio de 2022. A oficina apresentou uma metodologia de aproximação do território do bairro do Bom Retiro (São Paulo) através da relação entre a fotografia urbana e a cartografia.</p>
<p class="p1">Durante três encontros, os participantes foram convidados a cartografar o bairro do Bom Retiro. Através de leituras de mapas e fotografias históricas da região, os participantes realizaram uma expedição fotográfica pelo bairro, buscando as dinâmicas e particularidades deste território, onde convergem diversos movimentos migratórios dos últimos cem anos e também guarda memórias vivas do desenvolvimento da cidade. Foram apresentados mapas e cartografias como elementos fundamentais para a pesquisa sobre o território. A ferramenta do Google Maps &#8211; Street View foi utilizada para traçar dez rotas de percurso pelo bairro e elencar pontos de interesse que poderiam ser fotografados.</p>
<p class="p1">Na mostra também foram expostas fotografias de diferentes épocas do bairro do Bom Retiro e arredores, clicadas pelos renomados fotógrafos Bob Wolfenson e Cristiano Mascaro. A seleção serviu de ponto de partida para a oficina Território Bom Retiro, a fim de evidenciar as mudanças e permanências do local.</p>
<p class="p1">Divididos em dez rotas a serem realizadas a pé, os participantes registraram as ambiências e a vida cotidiana do bairro. Foram fotografados patrimônios históricos, personagens, objetos e diversas cenas deste território multicultural que é o bairro do Bom Retiro. As fotografias foram editadas coletivamente pelo grupo e o resultado foi impresso e exposto na mostra na Oswald de Andrade, junto com o mapa colaborativo desenhado à mão pelos alunos. A exposição foi sendo montada ao longo dos encontros, utilizando o espaço expositivo como um ateliê aberto.</p>
<p class="p1">A equipe foi composta por participantes de formações distintas, de áreas como fotografia, arquitetura, geografia e um público geral interessado em investigar o Bom Retiro. A exposição do trabalho também recebeu visitas guiadas com alunos de escolas públicas, organizadas pelo educativo do Instituto Adelina, trazendo discussões sobre a formação do bairro.</p>
<p class="p1">A oficina Território Bom Retiro foi apresentada ao lado da oficina Território Asunción, projeto desenvolvido pela Goma Oficina em 2017 utilizando a mesma metodologia de análise de território para cartografar a cidade de Assunção, no Paraguai. Foram expostos alguns processos e resultados dessa oficina como ponto de partida para a oficina no Bom Retiro. Território Asunción foi uma atividade de investigação para a produção do livro Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai, lançado pela Goma Oficina em 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>livro arquiteturas contemporâneas no paraguai &#124; arquitecturas contemporáneas en paraguay</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/arqpy/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=arqpy</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 23:33:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Goma Oficina (org.) Romano Guerra Editora e Editora Escola da Cidade, 2019 * Prêmio Jabuti categoria projeto gráfico 2020 * Selecionado pela AIGANY no concurso para os 50 melhores designs de livro e capas de 2019 No Brasil, pouco se sabe sobre a realidade do Paraguai, um país que possui uma cultura rica, belas paisagens e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Goma Oficina (org.)<br />
Romano Guerra Editora e Editora Escola da Cidade, 2019</p>
<p>* Prêmio Jabuti categoria projeto gráfico 2020<br />
* Selecionado pela AIGANY no concurso para os <a href="https://50books50covers.secure-platform.com/a/gallery/rounds/94/details/35580" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;"><strong>50 melhores designs de livro e capas de 2019</strong></span></a></p>
<p>No Brasil, pouco se sabe sobre a realidade do Paraguai, um país que possui uma cultura rica, belas paisagens e uma população de cerca de 6,5 milhões de pessoas que falam as duas línguas oficiais: espanhol e guarani.</p>
<p>O livro Arquiteturas contemporâneas no Paraguai, que será lançado no dia 28 de novembro em São Paulo, busca revelar a riqueza e inventividade das construções contemporâneas realizadas por uma nova geração de arquitetos paraguaios. Propõe-se também a fazer uma análise da história do país e do seu desenvolvimento, marcado pela influência de sucessivos governos brasileiros.</p>
<p>A publicação bilíngue (português-espanhol) apresenta uma seleção de obras marcadas pela experimentação construtiva e muita criatividade, utilizando materiais básicos: tijolos, concreto e vidro. Manejando recursos materiais muito simples as obras de arquitetos como Solano Benitez e Javier Corvalan têm alcançado grande destaque na arquitetura mundial.</p>
<p>Com textos críticos e uma seleção de vinte e nove obras, o livro organizado pela Goma Oficina propõe à esse território um novo olhar, que pode ajudar muito a pensar o futuro (e presente) das cidades latino-americanas, tomando como exemplo essa geração de profissionais que vem encontrando soluções criativas aos desafios sociais e urbanos locais.</p>
<p>O projeto gráfico do livro <em>Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay</em> foi realizado pelos próprios organizadores do livro, o coletivo Goma Oficina, o que possibilitou uma maior integração entre a concepção do design e a pesquisa crítica apresentada.<br />
As obras paraguaias selecionadas no livro se destacam pela experimentação com materiais ordinários, resultando em intervenções extremamente contemporâneas, heterogêneas e propositivas.</p>
<p>Tivemos a preocupação de deixar aparente os elementos constitutivos do livro (papel, dobra e costura), revelando ao máximo sua estrutura, e remetendo a sensação tátil que a própria arquitetura paraguaia provoca. Os materiais escolhidos foram os mais comuns disponíveis no mercado, utilizados sem acabamentos e grandes refinamentos.</p>
<p>A escolha de uma quinta cor especial, o laranja neon, aparece como a representação do barro &#8211; elemento importante do repertório construtivo guarani. Já a folha gráfica foi diagramada em seu tamanho original (96&#215;66) de modo a explorar a incidência das dobras na composição gráfica das imagens e títulos de capítulos. As tipografias utilizadas (com e sem serifa) revelam o contraste entre o novo e o antigo, e são apoio para a disposição do conteúdo bilíngue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>In Brazil, little is known about the reality of Paraguay, a country that has a rich culture, beautiful landscapes and a population of about 6.5 million people who speak the two official languages: Spanish and Guarani.</p>
<p>The book <em>Contemporary Architectures in Paraguay</em>, launched on November 28 2019 in São Paulo, tries to reveal the richness and inventiveness of contemporary constructions made by a new generation of Paraguayan architects. It is also proposed to make an analysis of the country&#8217;s history and its development, marked by the influence of successive Brazilian governments.</p>
<p>The bilingual publication (Portuguese-Spanish) presents a selection of buildings marked by constructive experimentation and a lot of creativity, using basic materials: brick, concrete and glass. Managing very simple material resources, the works of architects such as Solano Benítez and Javier Corvalán have achieved great prominence in global architecture.</p>
<p>With critical texts and a selection of twenty-nine works, the book organized by Goma Oficina proposes to that territory a new look, which can help us think about the future (and present) of Latin American cities, taking as an example that generation of professionals who come finding creative solutions to local social and urban challenges.</p>
<p>The graphic design of the book <em>Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay</em> was carried out by the own book&#8217;s organizers, the collective Goma Oficina, which made a greater integration between the design concept and the critical research presented.<br />
The Paraguayan works selected in the book stands out for experimenting with ordinary materials, resulting in extremely contemporary, heterogeneous and purposeful interventions.</p>
<p>We made the constructive elements of the book (paper, fold and sewing) apparent, revealing its structure as much as possible, and referring to the tactile sensation that the own Paraguayan architecture provokes. The materials chosen were the most common and available on the market, used without finishing and major refinements.</p>
<p>The choice of using a fifth special color, neon orange, appears as the representation of clay &#8211; an important element of the Guarani constructive repertoire. On the other hand, the graphic paper was diagrammed in its original size, (96 x 66 cm) in order to explore the incidence of folds in the graphic composition of the images and chapter titles. The typographies used (with or without serif) reveal the contrast between new and old, and are supports for the bilingual content.</p>
<p><strong>organizadores goma</strong><br />
André Stefanini<br />
Ana David<br />
Eduardo Verri<br />
Guilherme Tanaka<br />
Lauro Rocha<br />
Lena Império<br />
Maria Cau Levy<br />
Pedro Beresin<br />
Vitor Pena</p>
<p><strong>apresentação</strong><br />
Lena Império Hamburger e Maria Cau Levy</p>
<p><strong>textos</strong><br />
Javier Rodríguez Alcalá, Eduardo Verri, Pedro Beresin e Vitor Pena</p>
<p><strong>posfácio</strong><br />
Fernando Luiz Lara</p>
<p><strong>coordenação editorial</strong><br />
Abilio Guerra, Fernanda Critelli e Silvana Romano Santos</p>
<p><strong>projeto gráfico</strong><br />
Maria Cau Levy, André Stefanini, Christian Salmeron e Ana David</p>
<p><strong>impressão</strong><br />
Pancrom</p>
<p><strong>patrocínio</strong><br />
Cerâmica Atlas</p>
<p><strong>realização</strong><em><br />
</em>Goma Oficina e Unibes Cultural</p>
<p>1ª edição, 176 páginas, fotos, ilustrado, colorido, capa dura, papéis Offset 120g/m<sup>2</sup> e Pólen Bold 90g/m<sup>2</sup>, 17 x 24 cm<br />
ISBN 978-85-88585-86-7 (Romano Guerra)<br />
ISBN 978-85-64558-46-5 (ECidade)</p>
<p><strong>link relacionados</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/territorio-asuncion/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oficina com colectivo Aqua Alta Territorio Asunción</a> em 2017<br />
<a href="http://gomaoficina.com/tags-blog/paraguai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#paraguai</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/928284/lancamento-do-livro-arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lançamento do livro &#8220;Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai&#8221; &#8211; archdaily</a></span><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.arcoweb.com.br/noticias/noticias/arquitetura-paraguaia-e-retratada-no-livro-do-goma-oficina" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Arquitetura paraguaia é retratada em livro da Goma Oficina &#8211; arcoweb</a><br />
<a href="https://www.escoladacidade.org/arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lançamento: Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai &#8211; editora da cidade</a><br />
<a href="https://50books50covers.secure-platform.com/a/gallery/rounds/94/details/35580">Aiga 50 books and 50 covers 2019</a></span></p>
<p>Para adquirir clique <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.romanoguerra.com.br/pd-6eaa33-arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai.html?ct=1966b1&amp;p=1&amp;s=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui para site da editora</a></span>, ou<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.amazon.com.br/Arquiteturas-contempor%C3%A2neas-Paraguai-Goma-Oficina/dp/8588585863/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=goma+oficina&amp;qid=1576538905&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> aqui para Amazon</a></span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>novembro 2019</p>
<div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-6117-1" width="720" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4?_=1" /><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4">http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4</a></video></div>
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		<title>fronteira livre &#124; invisible borders &#124; 11a bienal de arquitetura de sp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 19:19:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Onde na sua vida você encontra uma fronteira? Qual é a nossa história pessoal com fronteiras e onde nossa experiência individual se relaciona com nossa experiência coletiva de fronteiras? Como podemos construir coletivamente um movimento para abordar e mover as fronteiras de hoje? Estas foram questões discutidas durante as últimas semanas workshop na CAMI (Centro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Onde na sua vida você encontra uma fronteira? Qual é a nossa história pessoal com fronteiras e onde nossa experiência individual se relaciona com nossa experiência coletiva de fronteiras? Como podemos construir coletivamente um movimento para abordar e mover as fronteiras de hoje? Estas foram questões discutidas durante as últimas semanas workshop na CAMI (Centro de Apoio e Pastoral do Migrante) com 8 imigrantes da Bolívia, Peru, Angola, Haiti e Congo.</p>
<p>FRONTEIRA LIVRE é uma intervenção para a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo. Consiste em bandeiras/fronteiras inseridas na comunicação visual do Metrô de São Paulo e CPTM no período de outubro a dezembro de 2017. As bandeiras estão nas principais estações da linha vermelha: Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé e Itaquera. Esta é a linha mais movimentada, de um sistema que transporta 4,7 milhões de passageiros por dia.</p>
<p>Através de uma história, cada um compartilhou sua experiência pessoal com fronteiras. A partir dessa troca, foi contruido pelo grupo narrativas coletivas, através de seis principais mensagens. As mensagens estão sendo comunicadas através de frases e padrões geométricos. As bandeiras abordam um tópico relevante de hoje: a imigração. Tendo atravessado uma fronteira nacional, os imigrantes enfrentam uma série de fronteiras invisíveis, sejam elas culturais, sociais ou econômicas.</p>
<p>O projeto foi desenvolvido através de uma estreita colaboração entre CAMI Centro de Apoio e Pastoral do Imigrante, Goma Oficina Plataforma Colaborativa e Eriksson Furunes. Em parceria com Lucy Bullivant, Metro de São Paulo, CPTM e DAFAM Diretório Acadêmico da FAU-Mackenzie.</p>
<p>O processo foi possível graças ao apoio financeiro do Ministério Norueguês dos Negócios Estrangeiros / Design e Arquitetura Noruega (DOGA) e do Programa Norueguês de Pesquisa Artística.</p>
<p>Grupo: Albertina Afonso Glosser, Aracely Tatiana Mérida Urena, Jose Mpela Bolayenge, Gredy Cnaquiri Yume, Claudine Shindany Kumbi, Nataly Puente de la Vega Unda, Tomasa Nancy Salva Guarachi, Nila Jackeline Salva Guarachi, Soledad Requena e Carla Aguilar (CAMI) e Fernando Banzi, Christian Salmeron, Vitor Pena, Victoria Braga e Lauro Rocha (Goma Oficina)</p>
<p>Coordenação: Maria Cau Levy, Gabriela Forjaz (Goma<br />
Oficina) e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>Concepção: Lucy Bullivant, Maria Cau Levy e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>OFICINA DE VÍDEO FRONTEIRA CRUZADA<br />
Coordenação: André Stefanini, Fernando Banzi (Goma Oficina) com Patrick Dieudonné, Renata Miranda</p>
<p>Alunos: Jennifer Xavier, Marina Bidoia Gerdullo, Gabriel Araujo Fernandes , Beatriz Mateus Faustino Saporito, Nayane alves de souza, Isabela Biscuola Pavão, Ana Clara Rodrigues Guerra, Isabella Previti, Beatriz Oliveira Paiva, Igor Vicente Gomes da Silva, Matheus Cano, Bruno Luiz Peixe</p>
<p>CRÉDITO DO VIDEO:</p>
<p>Imagens: Fernando Banzi, Lauro Rocha e Patrick Dieudonné<br />
Montagem: Renata Miranda<br />
Concepção: Renata Miranda, Maria Cau Levy, Gabriela Forjaz e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>&#8211;</p>
<p>2018 Prêmio na <a href="http://www.bid-dimad.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bienal Iberoamericana de Desenho</a> na categoria <b>Diseño y Participación ciudadana / UCCI</b><br />
2017 Matéria no canal arte1 <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://tv.uol/16h84" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a></span><br />
2017 <span style="font-weight: 400;">Exposição &#8220;Imaginário da Cidade&#8221; do ensaio fotográfico &#8220;Fronteira Livre&#8221; no Sesc Dom Pedro SP</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>invisible borders (en)</em></strong></p>
<p dir="ltr"><em>Where in your life do you find a border, rather than a line that separates nations? What is our personal story of these borders and where do our own individual experience relate to our collective experience of borders? How can we collectively build a movement to address and move the borders of today?  These were questions discussed during this past weeks workshop at Cami, center for Migrant Support with 8 migrants to Sao Paulo, Brazil from Bolivia, Peru, Angola, Haiti and Congo.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Project:<br />
</em><em>“Fronteira Livre” is a collaborative intervention for the<a href="https://www.facebook.com/11bienaldearquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.facebook.com/11bienaldearquitetura/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNH0YDux8b4pfYhw0Od43NH1-_vWxw"> 11th Architecture Bienale of São Paulo</a> consisting of six banners for the São Paulo Metro and CPTM over the period of 16th October to 15th November 2017. The banners will be hung on the 6 mains stations of the red line on the São Paulo metro; Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé and Itaquera. This is the<a href="http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,portas-de-plataforma-serao-instaladas-em-mais-7-estacoes-do-metro-neste-ano,557635" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,portas-de-plataforma-serao-instaladas-em-mais-7-estacoes-do-metro-neste-ano,557635&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHwU-yxzXXwJkRr5jKqVekk8ShIeQ"> busiest line</a>, of a metro system carrying<a href="http://www.metro.sp.gov.br/en/metro/about-us/index.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.metro.sp.gov.br/en/metro/about-us/index.aspx&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHb5N2EA3EG8vYPqCVEE_x9mthW6Q"> 4.7 milion passengers</a> a day.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Process:<br />
</em><em>The process was carried out through collaboration with 8 members of CAMI Migrant Support Center. Through story telling each of the shared their personal experience of the borders they have been facing since arriving in Brazil. In this process identifying what are the collective stories they all share and what message they would like to communicate through the banners. Communicating this message through text and patterns each of the six banners. The banners address a relevant topic of today, migration. Having crossed a national border, migrants face a series of invisible borders, whether cultural, social or economic.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Team:<br />
</em><em>The project was developed through a close collaboration between<a href="http://gomaoficina.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://gomaoficina.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNF0ITAR3X_PDlazDT6Q5k5D1dDoHA"> Goma Oficina</a> (Collaborative platform), <a href="http://www.erikssonfurunes.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.erikssonfurunes.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNGslDyphqI7J2H_AHeR_vgJonaXfQ">Alexander Eriksson Furunes</a> (Architect &amp; research fellow Norwegian Artistic Research Programme) and<a href="http://camimigrantes.com.br/site/wp-content/uploads/2016/06/CHANGE-AGENTS-OFF-THE-COMMON-GOOD.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://camimigrantes.com.br/site/wp-content/uploads/2016/06/CHANGE-AGENTS-OFF-THE-COMMON-GOOD.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHbcJTy2hNAzSSOWuVXuBmVxnd1Cw"> CAMI Center for Migrant Support</a>. </em><em>In a close partnership with<a href="http://www.urbanista.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.urbanista.org/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNENbzAuZkqOOx_y_ik8THtSv2YH5g"> Lucy Bullivant</a> (Curator and architecture critic), São Paulo Metro, CPTM and<a href="https://www.facebook.com/xivsvm/?hc_location=ufi" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.facebook.com/xivsvm/?hc_location%3Dufi&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNFaQnscQeLSD07zv4Eb_vvJ5ZHCIg"> DAFAM FAU-Mackenzie School of Architecture</a>.</em></p>
<p dir="ltr"><em><span id="m_-2119693179377455555gmail-docs-internal-guid-7b52c63b-26a9-5256-9090-729a4cb17768">The process to design these banners were made possible through the financial support of<a href="https://doga.no/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://doga.no/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHr2vFdoL0BuKW8LCZX9W6JaJbcTg"> The Norwegian Ministry of Foreign Affairs / Design and Architecture Norway (</a>DOGA)[1] and the<a href="http://artistic-research.no/?lang=en" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://artistic-research.no/?lang%3Den&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNE1qCdLfiR77yA7C9dW35OYCyb_8g"> Norwegian Artistic Research Programme</a>, of which Alexander Eriksson Furunes is currently doing his research on collaborative design processes.</span></em></p>
<p dir="ltr">+<br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/fronteira-livre-na-exposicao-imaginario-da-cidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;">fronteira livre na exposição imaginário da cidade</span></a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/oficina/fronteira-livre-as-historias-do-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;">história do nós</span></a></p>
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		<title>editora janela goma oficina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2017 21:37:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>janela goma oficina é nossa editora independente, por onde publicamos trabalhos desenvolvidos dentro do coletivo. pôsters, zines, fotolivros e livros de artista produzidos aqui já foram expostos em eventos como a Feira Plana, Feira Jabuticaba, Casa do Povo + editora n-1, e estão disponíveis na Banca Tatuí e na nossa loja online do facebook. publicações [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">janela goma oficina é nossa editora independente, por onde publicamos trabalhos desenvolvidos dentro do coletivo. pôsters, zines, fotolivros e livros de artista produzidos aqui já foram expostos em eventos como a Feira Plana, Feira Jabuticaba, Casa do Povo + editora n-1, e estão disponíveis na Banca Tatuí e na nossa loja online do facebook.</span></p>
<p>publicações<br />
<span style="font-weight: 400;">omipipa, fotolivro do fotógrafo fernando banzi, 2017<br />
dança circular, zine em risografia de maria cau levy, 2017<br />
antologia afetiva, zine com fotografia de plantas secas da artista ana david, 2017<br />
michouin, fac-símile do sketchbook da artista circense renata la rana, 2017<br />
intervalos geométricos, livro de artista de maria cau levy, 2017<br />
taciturnidade, fotolivro do fotógrafo fernando banzi, 2016<br />
narrativa e pertencimento, zine do processo da oficina realizada pela goma no cami, 2016<br />
hecho en mexico, fotolivro do fotógrafo fernando banzi, 2016</span></p>
<p>pôster<br />
<span style="font-weight: 400;">vintetrês, pôster em risografia duas cores, impresso pela risotropical para o evento na casa do povo + editora n-1, ana david e fernando banzi, 2018<br />
</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>+<br />
<a href="https://www.bancatatui.com.br/editoras/janela-goma-oficina/" target="_blank" rel="noopener">banca tatuí</a><br />
<a href="https://www.facebook.com/pg/gomaoficina/shop/" target="_blank" rel="noopener">loja online</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>territorio asunción &#124; paraguay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 18:12:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>2019 expo ARQPY na Unibes Cultural El workshop Territorio Asunción es parte de una investigación que tendrá como fin una publicación síntesis y una exposición a ser realizada en São Paulo en noviembre de 2017. La publicación busca concentrar las vivencias e investigaciones realizadas durante el workshop sobre las problemáticas urbanas de la ciudad. La [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2019 expo ARQPY na Unibes Cultural</p>
<p><span style="font-weight: 400;">El workshop </span><i><span style="font-weight: 400;">Territorio Asunción</span></i><span style="font-weight: 400;"> es parte de una investigación que tendrá como fin una publicación síntesis y una exposición a ser realizada en São Paulo en noviembre de 2017. La publicación busca concentrar las vivencias e investigaciones realizadas durante el workshop sobre las problemáticas urbanas de la ciudad. La exposición pretende relacionar estas problemáticas y la producción arquitectónica contemporánea de Asunción.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">El taller se desarrolla como resultado de una colaboración entre los colectivos Goma Oficina (BR),<span style="text-decoration: underline;"> <a href="https://www.facebook.com/colectivoaquaalta/" target="_blank" rel="noopener">Aqua Alta (PY)</a></span>, profesores y alumnos de la Universidad Católica de Asunción y de la Universidad Nacional de Asunción.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">El objetivo del workshop fue reflexionar sobre el contexto en el cual se manifiesta la arquitectura, partiendo del supuesto de que el territorio no puede ser entendido por medio de un único punto de observación, mucho menos a través de datos o mapas. Por el contrario, este es resultado de una interacción social y geopolítica compleja, como también de un imaginario colectivo. Adoptamos así una metodología colaborativa capaz de auxiliar la comprensión de este territorio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para hacer arquitectura es necesario conocer y comprender las problemáticas relacionadas a nuestros territorios, lo que nos lleva a la pregunta ¿qué puede aportar la arquitectura en las problemáticas de nuestras ciudades, o específicamente de Asunción?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">La respuesta forma parte de un trabajo colectivo. Los inscriptos se dividieron en dos grupos:</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="font-weight: 400;">El </span><i><span style="font-weight: 400;">grupo base </span></i><span style="font-weight: 400;">trabajó con el colectivo Goma Oficina y profesores de las universidades investigando temas de Vivienda, Espacio Público, Servicios, Trabajo y Movilidad.</span></p>
<p style="padding-left: 60px;"><span style="font-weight: 400;">El </span><i><span style="font-weight: 400;">grupo campo</span></i><span style="font-weight: 400;"> ha visitado puntos predefinidos de la ciudad, registrando paisajes, personajes, grafismos, objetos y texturas, para producir un material gráfico y audiovisual sobre diferentes sitios de Asunción.</span></p>
<p>instagram colectivo <a href="https://www.instagram.com/aprendiendoconasuncion/" target="_blank" rel="noopener"><br />
<span style="text-decoration: underline;">@aprendiendoconasuncion</span></a></p>
<p>&#8211;</p>
<p>oficineiros:</p>
<p>fernando banzi<br />
lena império<br />
ana david<br />
lauro rocha<br />
maria cau levy<br />
christian salmeron<br />
vitor pena<br />
eduardo verri<br />
horacio cherniavsky<br />
vivi pozzoli<br />
marcelo da silva</p>
<p>&#8211;</p>
<p>ago 2017</p>
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		<item>
		<title>memória jardim ibirapuera</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/memoria-jardim-ibirapuera/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=memoria-jardim-ibirapuera</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 13:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fotógrafo Brasilio Daijiro Sakuraba, o &#8220;Japonês&#8221;, registra a região sul de São Paulo e seus moradores há mais de 30 anos. Em 2015 iniciamos uma parceria com a ONG Bloco do Beco do Jardim Ibirapuera para pesquisa e digitalização dos arquivos fotográficos e negativos de Sakuraba. A pesquisa participou da jornada do patrimônio no fim de 2015 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fotógrafo <strong>Brasilio Daijiro Sakuraba</strong>, o &#8220;Japonês&#8221;, registra a região sul de São Paulo e seus moradores há mais de 30 anos. Em 2015 iniciamos uma parceria com a <a href="https://www.blocodobeco.org/" target="_blank" rel="noopener">ONG Bloco do Beco</a> do Jardim Ibirapuera para pesquisa e digitalização dos arquivos fotográficos e negativos de Sakuraba.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa participou da jornada do patrimônio no fim de 2015 juntamente com o Bloco do beco e também a </span><span style="font-weight: 400;">Mnemosine Assessoria e Consultoria Museológica</span><span style="font-weight: 400;">, onde os moradores do bairro Jardim Ibirapuera puderam rever algumas fotografias do fotógrafo Brasílio, e em 2016 aplicamos uma oficina de fotografia básica no curso “As histórias e memórias, da ponte pra cá” para jovens da região da Zona Sul de SP que participam da ONG.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também produzimos a oficina “Construção da Memória”, que tinha como um dos objetivos construir um scanner de negativo a partir de uma caixa de sapato e conhecer as primeiras ferramentas digitais para restauro pessoal de negativos fotográficos. A oficina ocorreu dentro da programação da exposição <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.sescsp.org.br/online/artigo/9944_UM+MERGULHO+NA+FOTOGRAFIA+POPULAR" target="_blank" rel="noopener">Retrato Popular</a></span>, na unidade do Sesc Belenzinho, em São Paulo, </span><span style="font-weight: 400;">sob curadoria de Rosely Nakagawa, Valéria Laena e Titus Riedl.</span></p>
<p>A pesquisa encontra-se em andamento e constitui em conhecer os processos de restauração de fotografias e negativos, conservação de arquivos analógicos, fotopinturas e fotógrafos desconhecidos.</p>
<p><b>ficha técnica</b><br />
<strong>pesquisadores:</strong> daniel manzione, fernando banzi, lauro rocha, m<span style="font-weight: 400;">aria paula cruvinel </span>e w<span style="font-weight: 400;">eslley tadeu</span><br />
<strong>imagens arquivo: </strong>brasilio daijiro sakuraba</p>
<p>&#8211;</p>
<p>desde 2015<br />
em andamento</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>oficina narrativa e pertencimento &#124; centro de apoio ao migrante</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/workshop-svm-centro-de-apoio-ao-imigrante/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=workshop-svm-centro-de-apoio-ao-imigrante</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 20:25:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A oficina &#8220;narrativa e pertencimento&#8221; foi uma atividade de uma semana realizada no CAMI Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, elaborada para a 13a semana viver metrópole &#8211; semana de arquitetura organizada pelos estudantes de arquitetura do mackenzie. A oficina se deu através de três ateliês – arquitetura, fotografia e estamparia – dentro do galpão do CAMI. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A oficina &#8220;narrativa e pertencimento&#8221; foi uma atividade de uma semana realizada no CAMI Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, elaborada para a 13a semana viver metrópole &#8211; semana de arquitetura organizada pelos estudantes de arquitetura do mackenzie.</p>
<p>A oficina se deu através de três ateliês – arquitetura, fotografia e estamparia – dentro do galpão do CAMI. Alunos de arquitetura, membros do cami, e oficineiros conviveram e interagiram para a elaboração de i) proposta de intervenção arquitetônica no galpão do CAMI ii) criação de mapa afetivo da região iii) criação de símbolos que foram dispostos de modo a criar estampas narrativas em grandes tecidos que foram dispostos nas tesouras do galpão.</p>
<p class="p1">As oficinas:<br />
<b>Arquitetura, Fotografia e Estamparia</b></p>
<p class="p1"><span class="s1">i) A oficina de <b>Arquitetura</b> propôs pensar o espaço do galpão e todas as diversas demandas do CAMI para aquele espaço. Foi realizada uma maquete 1/10 da proposta, que ficou lá para os usuários se apropriarem dela e fazerem sugestões.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">ii) A oficina de <b>Fotografia</b> revisitou o bairro com o olhar para os imigrantes (visitando habitações, espaços coletivos e as ruas). Foi construído um mapa afetivo da região.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">iii) <b>Estamparia</b> se propôs a visitar o imaginário simbólico trazido e contado pelos imigrantes, e a construir uma narrativa visual através de símbolos criados, fazendo referência a composições de diferentes tradições têxteis do mundo. Foram estampadas lonas de 1,50x90cm.</span></p>
<p class="p1"><a href="http://gomaoficina.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ZINE_GOMACAMI_web.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">versão online da zine</span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://gomaoficina.com.br/janela/zine-svm-goma-estudantes/" target="_blank" rel="noopener">publicação no janela goma oficina</a></p>
<p class="p1">&#8211;</p>
<p class="p1">participantes</p>
<p class="p1"><strong>arquitetura</strong><br />
oficineiros:guilherme tanaka e vitor pena<br />
alunos: Christian Salmeron, Clara Cohen, Felipe Dos Anjos, Mariana Grisi, Isadora Machado</p>
<p class="p1"><strong>fotografia</strong><br />
oficineiro: fernando banzi<br />
alunos: Matheus Cano, Carina Borelli, Carolina Monticelli, Julia Ribeiro, Caroline Brambilla, Clara Andrade, Thalia Laura Chacolla Yujra</p>
<p class="p1"><strong>estamparia</strong><br />
oficineiras: gabriela forjaz e maria cau levy<br />
alunos: Luiza Soeli Andrade, Isadora Palma Panachao, Cristina De Castro Kesselring, Fabiana Perazollo, Nathalia Gomes Da Costa, Julia Catini, Mariana Paschoal, Ana Frade</p>
<p class="p1"><strong>+</strong></p>
<p class="p1"><strong>CAMI</strong></p>
<p class="p1">centro de apoio e pastoral do imigrante<br />
Espaço para acolher e mobilizar os imigrantes na luta por direitos, cidadania e empoderamento social, cultural e político. <span class="s1">O <b>CAMI </b>promove encontros de formação para a cidadania, capacitação de agentes multiplicadores em direitos humanos e prevenção ao tráfico de pessoas, cursos de informática e cidadania, aulas de português e cidadania, Escola da Diversidade Cultural e divulgação de direitos e deveres dos imigrantes.<br />
</span>www. camimigrantes.com.br</p>
<p class="p1">&#8211;</p>
<p class="p1"><strong>SVM XVIII</strong></p>
<p class="p1"><span class="s1">A<b> Semana Viver Metrópole</b> é um evento organizado anualmente </span><span class="s1">pelo<b> DAFAM</b> (Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie) em parceria com os alunos de Design, cujo intuito é promover e estimular a crítica, o processo criativo e reflexivo no âmbito acadêmico. A temática de sua 13ª edição foi: nós.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Os nós que prendem os fios descontínuos do tempo somos nós.<br />
</span><span class="s1">Os nós dados nas cordas soltas da<br />
</span><span class="s1">vida somos nós.<br />
</span><span class="s1">Nó no caminho ou nó é caminho?<br />
</span><span class="s1">Só somos nós quando somos nó(s).<br />
</span><span class="s1">Eu, tu, elo: nós.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>vila flores hoje &#124; juntos 15ª bienal de veneza</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/vila-flores-hoje-mostra-juntos-15a-bienal-de-veneza/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vila-flores-hoje-mostra-juntos-15a-bienal-de-veneza</link>
					<comments>https://gomaoficina.com/projetos/vila-flores-hoje-mostra-juntos-15a-bienal-de-veneza/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 06:00:42 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">http://gomaoficina.com.br/?p=2157</guid>

					<description><![CDATA[<p>2017 Prêmio Obra do Ano Terceiro Lugar pelo Portal Archdaily 2016 Prêmio Brasil Criativo, na categoria de Arquitetura a goma oficina foi convidada para expor o projeto Vila Flores na 15ª Bienal de Arquitetura de Veneza no Pavilhão do Brasil na mostra “JUNTOS” com curadoria de Washington Fajardo. para a exposição foram produzidas peças gráficas contando sobre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>2017 Prêmio Obra do Ano Terceiro Lugar pelo Portal Archdaily<br />
2016 Prêmio Brasil Criativo, na categoria de Arquitetura</p>
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<p>a goma oficina foi convidada para expor o projeto Vila Flores na 15ª Bienal de Arquitetura de Veneza no Pavilhão do Brasil na mostra “JUNTOS” com curadoria de Washington Fajardo. para a exposição foram produzidas peças gráficas contando sobre esse &#8220;processo arquitetônico&#8221; chamado Vila Flores, que desde 2011, é construido por muitas mãos.</p>
<p>mai 2016</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p><strong>arquitetura<em><br />
</em></strong>1928 joseph lutzenberger<br />
desde 2012 goma oficina plataforma colaborativa</p>
<p><strong>coordenadores de projeto</strong> joao felipe wallig e vitor pena<br />
<strong>arquitetos</strong> flavia tenan, guilherme tanaka, gonzalo sarnago, maria cau levy, pablo urquiza,<br />
rodrigo gonzaga e sofia bicca<br />
<strong>colaboradores</strong> ana david, josephine delpech, mathilde moaty, e renato tanaka<br />
<strong>estagiários</strong> lorena sierra, lívia lerch, martina miloro, felipe piva, diana echevaria, lucas piccoli, raphaela bacher<br />
<strong>registro fotográfico</strong> lauro rocha, fernando banzi<br />
<strong>levantamento arquitetônico</strong> oficina conceito arquitetura (OCA)<br />
<strong>consultoria de estrutura</strong> antonio piccoli<br />
<strong>cliente, instituição, interlocutor, agente cultural</strong><br />
1926 Oscar Bastian Pinto<br />
2012 Associação Cultural Vila Flores</p>
<p><strong>associação cultural vila flores<br />
administração</strong> joão wallig neto , samantha fuchs wallig, ana marisa skavinsky<br />
<strong>zeladoria e manutenção</strong> amável amaral<br />
<strong>gestão de obras</strong> joão felipe wallig, pablo urquiza<br />
<strong>gestão cultural</strong> antonia wallig, aline bueno<br />
<strong>colaboradores curatoriais</strong> joel grigolo, marcelo monteiro, marcia braga, mario de ballenti, marcio machado, vanessa berg, fabio schmidt</p>
<p>&#8211;</p>
<p>rua hoffmann 447, 459 e rua são carlos, 765, 753 bairro floresta<br />
porto alegre RS brasil<br />
área do terreno: <strong>1415 m2<br />
</strong>área construída: <strong>2330m2</strong></p>
<p>&#8211;</p>
<p><em>memorial</em></p>
<p><strong>vila flores</strong><em><strong><br />
</strong>um processo arquitetônico: ressignificação, coletividade e aprendizado</em></p>
<p style="padding-left: 90px;">“Nenhum aperfeiçoamento orgânico é possível sem uma reorganização dos seus processos, funções e propósitos” [1]</p>
<p style="padding-left: 90px;">“Vida, espaço e edifícios &#8211; nessa ordem, por favor” [2]</p>
<p>O Projeto Vila Flores vem acontecendo ao longo de 6 anos e por muitas mãos, devendo ser descrito com uma lógica que o inscreve no tempo e guia seu partido arquitetônico, pela perspectiva da VIDA que hoje nele pulsa.</p>
<p>Datado de 1928, localizado na antiga região industrial na várzea do Rio Guaíba, Porto Alegre, o conjunto de edificações não apenas permitiu como inspirou o Vila Flores. A semente de um espaço compartilhado, adequado ao desenvolvimento de atividades colaborativas, já estava no projeto original de Joseph Lutzenberger, pela diversificação dos tamanhos das unidades destinadas uso misto e pela concepção dos espaços de uso comum.</p>
<p>Ocupar, trabalhar, viver e conviver são as bases para o processo de readequação do conjunto arquitetônico, que está listado como interesse cultural para o patrimônio da cidade. O projeto vem sendo desenhado de maneira processual e colaborativa, desde 2011, quando o conjunto arquitetônico foi aberto para a comunidade com a intenção de tornar-se um centro de cultura, educação e economia criativa. de ouvidos abertos para a construção de uma ideia coletiva</p>
<p><em><strong>vida</strong></em></p>
<p>O Vila Flores é hoje cheio de energia, que demanda muita ação e desperta muito entusiaismo. Empreendedores, artistas, espectadores e profissionais liberais de áreas diversas co-habitam esse espaço. Essa diversidade transformou o local em um laboratório de experiências transdisciplinares e coletivas.</p>
<p>Desde 2012, muitas atividades culturais são realizadas no local e abertas a comunidade do entorno. A Associação Cultural Vila Flores (ACVF) nasceu em 2014, quando o complexo começou a acolher iniciativas de pequenos empreendedores e artistas que desenvolvem atividades próprias de sua área de atuação e que, além de gerir o espaço coletivamente, desenvolvem projetos compartilhados que promovem a interação e diálogo entre as diferentes áreas do conhecimento. Cada iniciativa contribui com uma mensalidade, que permite à associação ter recursos para gestão cultural, administração, manutenção, e zeladoria dos espaços comuns.</p>
<p>Surge, assim, uma relação de afeto e pertencimento, no envolvimento dos grupos chamados <em>iniciativas residentes</em>. Juntos esses grupos formam a ACVF, em que cada coletivo mantém suas atividades autorais e autônomas e também é responsável pela gestão compartilhada dos espaços comuns destinados ao convívio, ao encontro, a troca de serviços e produtos, exposições, mostras, exibições, oficinas, cursos e palestras.</p>
<p>Moradores e trabalhadores da região, que têm seus negócios próximos ao Vila Flores – que vivenciaram, durante longo tempo, o processo de degradação do bairro – hoje fazem parte de uma vida ativa e criativa, sendo também atores desse processo de transformação e fortes representantes da sociedade civil no projeto.</p>
<p>Uma grande rede de relações vem se criando em torno do Vila Flores, conectando sociedade civil, iniciativa privada, universidades e poder público [3], que cada vez mais estão voltando seu olhar para o patrimônio industrial de Porto Alegre, região identificada na cidade como o Quarto Distrito. [4]</p>
<p>Atualmente a ACVF é formada pelos seguintes grupos:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>arquitetura e urbanismo<br />
</strong>AC Arquitetura<br />
Goma Oficina<br />
Panitz Bicca<br />
Geração Urbana<br />
<strong>artes visuais e audiovisuais<br />
</strong>Coletivo Ameixa<br />
Estúdio Hybrido<br />
Ateliê de Cerâmica<br />
Ateliê do Pátio<br />
<strong>design<br />
</strong>Surto Criativo<br />
S.A. Design<br />
<strong>moda<br />
</strong>Estúdio Hybrido<br />
Humanus<br />
<strong>música<br />
</strong>Armazém Sonoro<br />
<strong>teatro<br />
</strong>Caixa do Elefante Teatro de Bonecos<br />
<strong>gastronômia<br />
</strong>Café Minéraux<br />
Bici Café<br />
<strong>cultura digital<br />
</strong>Matehackers Hackerspace<br />
<strong>educação e formação<br />
</strong>Escola Conexo<br />
ONG Mulher em construção<br />
<strong>empreendedorismo social<br />
</strong>1%<br />
Colibrii<br />
<strong>produção cultural<br />
</strong>Joner Criações e Reflexões<br />
<strong>gestão cultural<br />
</strong>Associação Cultural Vila Flores</p>
<p><em><strong>espaços comuns</strong></em></p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>galpão<br />
</strong>O Galpão Multiuso tem seu programa elaborado pelos artistas que dele se apropriaram. Hoje abriga exposições, apresentações, exibições, encontros e, a cada evento ou atividade, descobre novas potencialidades ou necessidades de adequação que permitem a fusão e convivência de diversas práticas e linguagens artísticas.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>pátio<br />
</strong>O Pátio Central é o coração do complexo. É o lugar de encontro ao ar livre. Através de seu uso percebeu-se a necessidade de verde, sombra, assentos, que vem sendo construídos e locados coletivamente.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>miolo<br />
</strong>O Miolo é um espaço educativo no térreo comercial do edifício da Rua São Carlos, destinado a troca de saberes, cursos, oficinas, palestras.</p>
<p>Todos os espaços acolhem atividades propostas pelas iniciativas residentes e pelas pessoas da comunidade, que estejam em convergência com os seguintes eixos norteadores:</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>arte e cultura<br />
</strong>Artes visuais, artes cênicas, audiovisual, música, dança.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>educação<br />
</strong>Cursos, oficinas, seminários e encontros para troca de conhecimentos e experiências.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>empreendedorismo<br />
</strong>Incentivo aos produtores locais e iniciativas que fazem a conexão entre negócios criativos, sociais e colaborativos.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>arquitetura e Urbanismo<br />
</strong>fomento ao debate sobre questões urbanas e promoção de atividades para a concretização de projetos cujo objetivo é a melhoria da vida na cidade</p>
<p><em><strong>edifícios: o conjunto</strong></em></p>
<p>O Conjunto VF é formado por dois prédios de três pavimentos de estrutura mista (alvenaria portante e concreto armado) e um galpão de alvenaria, conformando juntos o pátio interno. São 2.332m2 construídos em um terreno de 1.415 m2. As edificações são parte do Inventário do Patrimônio Cultural de Bens Imóveis do Bairro Floresta, inseridas em área de interesse cultural da cidade. O conjunto foi originalmente desenhado pelo engenheiro e arquiteto alemão Joseph Franz Seraph Lutzenberger, e construído pela multinacional Dyckerhoff &amp; Widmann s.a. no final da década de 20, conta com poucos adornos e bay-windows nas suas salas principais. No projeto original, Lutzenberger garantiu uma excelente implantação aproveitando-se da iluminação natural e ventilação cruzada, além de boa distribuição entre área construída e vazios abertos.</p>
<p>projeto arquitetônico de adequação: desenvolvido para ser executado em etapas, de acordo com as possibilidades e sustentabilidade financeiras, e factível para adequação e captação de recursos junto a investidores e editais, o projeto tem como objetivo a requalificação dos edifícios e adaptação de seu uso a uma demanda contemporânea. Está previsto o uso do conjunto programas de serviço, comércio e habitação.</p>
<p>As premissas de projeto são o restauro das fachadas externas e elementos originais, resolução de sistemas infraestruturais, circulação e acessibilidade, e questões estruturais da saúde das edificações.</p>
<p><em><strong>conclusão</strong></em></p>
<p>O Vila Flores é um projeto não convencional, realizado em etapas e aberto à participação da comunidade. Um núcleo de resistência originado em um bem privado, que hoje presta serviços de utilidade pública através de ações que fomentam a preservação do patrimônio material e imaterial, o acesso à cultura, o desenvolvimento de novas tecnologias sociais, valorizando a arte em todas as suas linguagens e o crescimento do empreendedorismo criativo.</p>
<p>O projeto encontra-se em fase de captação de recursos através de leis de incentivo, para que possa atingir o ideal de readequação arquitetônica e viabilizar a sua continuidade como equipamento cultural da cidade. O que se almeja é que o Vila Flores seja um espaço de experimentação e transformação, cada vez mais aberto ao público, vivo e diverso e que isso possa se refletir no dia a dia da cidade.</p>
<p><strong>notas</strong></p>
<p>1 MUMFORD, Lewis . <em>A cidade na história</em> – <em>suas origens, transformações e perspectivas</em>. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998-1961. p. 610.<br />
2 GEHL, Jan. <em>Cidades para pessoas</em>. São Paulo: Perspectiva, 2013, p.198.<br />
3 Modelo Quádrupla Hélice, em: <a href="http://www.altec2015.org/anais/altec/papers/833.pdf">http://www.altec2015.org/anais/altec/papers/833.pdf<br />
</a>4 JUNIOR, Gelson Saldanha.<em> IV Distrito de Porto Alegre: onde começa, onde termina</em>. 1<sup>o</sup> Colóquio Internacional de História da Cidade. Agosto 2015</p>
<p><strong>referências</strong></p>
<p><a href="https://geracaourbanapoa.wordpress.com/page/2/">https://geracaourbanapoa.wordpress.com/page/2/<br />
</a><a href="https://4distrito.files.wordpress.com/">https://4distrito.files.wordpress.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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