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	<title>projetos intervenção | goma oficina</title>
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		<title>taib: uma história do teatro &#124; casa do povo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 22:26:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição TAIB: uma história do teatro apresenta a trajetória singular do Teatro de Arte Israelita Brasileiro (TAIB), importante espaço de produção artística de resistência da cidade de São Paulo e que se encontra atualmente fechado, em ruínas. Lançada em conjunto com um livro de mesmo nome, a exposição faz parte de uma ação maior [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A exposição </span><i><span style="font-weight: 400;">TAIB: uma história do teatro</span></i><span style="font-weight: 400;"> apresenta a trajetória singular do Teatro de Arte Israelita Brasileiro (TAIB), importante espaço de produção artística de resistência da cidade de São Paulo e que se encontra atualmente fechado, em ruínas. Lançada em conjunto com um livro de mesmo nome, a exposição faz parte de uma ação maior que tem a intenção de jogar luz a este teatro e ampliar os desejos de reativá-lo. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Casa do Povo, espaço cultural efervescente que resiste há mais de oitenta anos no Bom Retiro e que abriga o teatro em seu subsolo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro desejo desse projeto é que o espaço da exposição pudesse </span><i><span style="font-weight: 400;">traduzir</span></i><span style="font-weight: 400;"> a experiência de estar no TAIB, habitando suas diversas camadas, tempos e personagens. Decidimos chamá-lo de </span><i><span style="font-weight: 400;">instalação-expográfica. </span></i><span style="font-weight: 400;">A ação de projeto foi, portanto, operar uma transposição, cenográfica e simbólica, do subsolo (onde o TAIB repousa) ao primeiro andar (onde a mostra é exibida), e encenar ali um pseudo-teatro, em que a dramaturgia é a história do TAIB. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição acontece em dois espaços que se conectam, o Salão – espaço amplo e livre onde acontecem diversas atividades –, e o Acervo – uma biblioteca que guarda as memórias da Casa do Povo, e inclusive diversas obras apresentadas na exposição. A ideia é que o visitante avistasse a instalação pelo Salão, que tem um grande fluxo de pessoas, e fosse convidado a adentrar também o Acervo, percebendo que o conteúdo da mostra fala também sobre aqueles espaços. </span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto estrutura, trouxemos um elemento que é tradicional ao espaço do teatro: o urdimento. O sistema de cordas e polias, que é usado para movimentar as varas cênicas que suportam cenários, luzes etc, foi usado na instalação para sustentar um conjunto de cortinas vermelhas que demarca a exposição. Cortinas essas, de variados tons e texturas de vermelho, remontando a diversidade de camadas históricas que o TAIB carrega: do início no teatro iídiche, feito por imigrantes refugiados da Guerra, ao teatro infantil e popular, que lotou plateias durante os anos 70 e 80; do teatro amador, praticado pela comunidade judaica que o fundou, ao teatro de resistência, que colocou em cartaz peças críticas à ditadura militar, com grandes nomes do teatro paulista em palco. Acreditamos que a aparência não uniforme das cortinas complexifica as hipóteses que podem ser criadas a partir desse cenário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante as visitas ao teatro em ruínas, notamos as poltronas originais da platéia, muitas em estado bem deteriorado e algumas em processo de restauração. Decidimos incluí-las na instalação, em seus diversos estados de conservação, como uma platéia temporária e frágil que se volta aos planos acortinados. A pesquisa também nos mostrou que essas poltronas tiveram vários processos de reforma durante sua história, em seus estofados eram trocados como uma forma de apresentar um teatro mais moderno e alcançar maior público. Esse elemento original, portanto, também apresenta diversos tons, que vão do vermelho-alaranjado ao bordô. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto aos expositores de barras de madeira, que suportam as obras, televisores e mobiliários, vale dizer que são feitos de reaproveitamento de outras exposições que realizamos anteriormente, um material que carregamos por anos em nossa oficina. Estas peças, também marcadas pelo tempo, são organizadas em geometrias errantes, que avançam, recuam e se dobram pelo espaço, como fossem atores ou cenários em cena. A disposição das obras nestes painéis reforça uma leitura relacional do conteúdo, que nunca se vê inteiramente paralela ao corpo, e exige, portanto, uma interação do visitante à circundar e descobrir as múltiplas facetas de imagens e documentos da mostra.</span></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realização: Goma Oficina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Concepção: Casa do Povo<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Curadoria: Casa do Povo, Goma Oficina, Maria Livia Goes, Nina Hotimsky<br />
Direção Criativa: Christian Salmeron, Vitor Pena e Maria Cau Levy (Goma Oficina)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Projeto expográfico: Christian Salmeron, Vitor Pena e Gabriela Toral  (Goma Oficina)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Coordenação e produção: Paula Marujo e Lauro Rocha (Goma Oficina)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Pesquisa: Francisco Musatti Braga, Maria Lívia Nobre Goes, Nina Nussenzweig Hotimsky, Roney Cytrynowicz<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Identidade visual e sinalização expositiva: Felipe Carnevalli e Paula Lobato, Emir Lucresia (designer assistente)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Projeto de Iluminação: Saullo Andretti e Felipe Stucchi<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Produção de elementos cenográficos: Bety Poquechoque Quispe, Jeovanna Rosario Huanca Loza, Soledad Marisol Rodriguez Cruz e Zulema Calizaya Choque (Grupo Flor de Kantuta)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Montagem de áudio e vídeo: Amanda Carvalho<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Montagem: Christian Salmeron, Gabriela Toral, Gentil de Morais Previati Júnior, Jeferson do Santos Costa, Lia Ballak, Rogério de Moraes Previati, Vitor Pena<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Equipamento audiovisual: Fusion<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Iluminação: Eléctrica<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Digitalização do acervo: Luiz Casimiro, IAI Digital</span></p>
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		<title>pavilhão circuito sesc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 15:29:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em janeiro de 2020 fomos chamados a projetar um pavilhão itinerante para o Circuito Sesc das Artes, um projeto que transforma espaços públicos, praças e ruas em epicentros artísticos e culturais com uma programação intensa de apresentações de dança, música, teatro, cinema, circo, além de oficinas de literatura, artes visuais, tecnologia e artes. O Circuito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em janeiro de 2020 fomos chamados a projetar um pavilhão itinerante para o Circuito Sesc das Artes, um projeto que transforma espaços públicos, praças e ruas em epicentros artísticos e culturais com uma programação intensa de apresentações de dança, música, teatro, cinema, circo, além de oficinas de literatura, artes visuais, tecnologia e artes. O Circuito percorre anualmente 121 municípios do estado de São Paulo que não possuem unidade Sesc, com atividades gratuitas e livres para todas as idades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para receber atividades de tecnologia e arte, idealizamos um pavilhão de 60m2 como um espaço lúdico, alegre, convidativo e acolhedor, que estimula trocas e diálogos entre os aprendizes, educadores e público em geral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por tratar-se de um evento itinerante, as premissas de projeto foram a de fácil transportabilidade, acessibilidade construtiva, agilidade de montagem e desmontagem, leveza, durabilidade e estabilidade, além da capacidade de reutilização dos elementos construtivos, modularidade e adaptabilidade (atendendo aos diferentes locais de implantação) e proteção contra possíveis intempéries. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estrutura proposta é uma combinação de dois sistemas previamente utilizados: 01 sistema de tubos e conexões com 02 sistema de perfis de alumínio extrudado. Ambos os sistemas abordam a transposição direta de uma tecnologia das linhas de montagem para a criação de espaço – do espaço cartesiano ao espaço social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto os perfis de alumínio extrudado formam a estrutura principal na base, os tubos e conexões configuram uma cobertura leve feita de tesouras. O mobiliário, também em tubos e conexões, é acoplado à estrutura principal e dá mais rigidez ao conjunto por realizar o travamento dos quadros de alumínio. Esses suportes foram pensados para armazenamento de caixas organizadoras e tampos de mesa utilizados nas oficinas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">São previstos 3 dimensões distintas para o pavilhão – 6x6m (36m2), 6x8m (48m2) e 6&#215;10 (60m2) –  de tal forma que seja possível adaptá-lo aos distintos locais selecionados em cada cidade. Ainda a respeito da adaptabilidade, foram pensados diversos leiautes para que o pavilhão atenda a diversidade de atividades propostas pelo Circuito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fechamento superior da estrutura é proposta a utilização de lonas plásticas na cor amarela (as mesmas comumente utilizadas em cobertura de feiras livres) – um material acessível, resistente, reutilizável e que simbolicamente carrega um teor afetivo. Nos fechamentos laterais, propõe-se a utilização de tiras de pvc na cor amarela – material translúcido e lúdico – que garantem ao espaço interno uma boa ventilação, além de uma interação interior-exterior mais estimulante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>equipe</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">ana david</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">andré stefanini</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">christian salmeron</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">fernando banzi<br />
maria cau levy<br />
paula marujo<br />
</span><span style="font-weight: 400;">victoria braga</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">vitor pena</span></p>
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		<title>pavilhão mostra gife &#124; ccsp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 14:52:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>english version below O pavilhão Gife (180m2) foi projetado para a Mostra Gife de Inovação Social, que ocorreu no CCSP de 1 a 17 de Setembro de 2019. A solução arquitetônica considerou além da montagem no Centro Cultural São Paulo, a possibilidade de itinerância. Também considerou que seria montado em 1 dia pela própria equipe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>english version below</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pavilhão Gife (180m2) foi projetado para a Mostra Gife de Inovação Social, que ocorreu no CCSP de 1 a 17 de Setembro de 2019. A solução arquitetônica considerou além da montagem no Centro Cultural São Paulo, a possibilidade de itinerância. Também considerou que seria montado em 1 dia pela própria equipe de arquitetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solucionar a reconfigurabilidade do pavilhão adotamos um sistema modular de alumínio extrudado e ranhurado com conectores móveis, que nos permitiu a independência entre a estrutura e vedação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A intenção foi criar um espaço de convergência e uma experiência de introspecção que abrigasse o conteúdo da mostra, e dialogasse com o contexto do CCSP. Uma envoltória elíptica em tela agrícola aluminizada foi o elemento escolhido para a definição do limite e organicidade. A tela agrícola atendia às nossas expectativas com relação à compactabilidade, leveza e equilíbrio entre opacidade e translucidez que desejávamos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema construtivo adotado para estrutura é utilizado em fábricas para atender a linhas de montagem na fabricação de esteiras, racks, e outros dispositivos. Pesquisamos esse material há alguns anos <a href="http://gomaoficina.com/projetos/fabrica-funarte/">(mais sobre a pesquisa aqui)</a> e aplicamos ele em exposições e pavilhões pois acreditamos ser importante para o debate da sustentabilidade nas construções efêmeras. Sempre adotamos o uso de materiais que são pensados para o reuso, sem a implicação de esforços destrutivos e sem a geração de resíduos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso contamos com um período de prototipagem e pré-fabricação no mês que antecedeu a montagem. Durante esse processo foi possível experimentar e corrigir o projeto, em tempo real, realizar testes de comportamento estrutural, e compreender o esforço e recurso humano necessário para a montagem e desmontagem do pavilhão. Essa etapa do trabalho, foi denominada <a href="http://gomaoficina.com/projetos/fabrica-funarte/">Fábrica</a> e teve lugar na galeria Mário Schenberg cedida pela FUNARTESP. O processo era aberto a visitação, que acolheu uma série de atividades que promovemos para público mais amplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Fábrica foi o principal aspecto para o desenvolvimento do projeto. Levando em conta sobretudo o aprendizado e troca entre os arquitetos, que eram os montadores e os designers da mostra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A montagem da estrutura foi realizada em aproximadamente seis horas, com uma equipe de 10 pessoas. A desmontagem completa levou menos que quatro horas.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6110" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA-1024x683.jpg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE17-LAUROROCHA.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
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<p><strong>equipe goma oficina</strong></p>
<p>arquitetura e montagem<br />
<span style="font-weight: 400;">Vitor Pena<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Victoria Braga<br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Vitiello<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Inaê Monteiro Negrão<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Clara Varandas Abussamra<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Luisa Capalbo Menezes<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Victor Salviano Isawa<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Luiz Gomes da Silva</span></p>
<p>design gráfico <b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Maria Cau Levy<br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Stefanini </span></p>
<p>coordenação de produção <b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Paula Marujo </span></p>
<p>fotos<br />
Rafaela Netto</p>
<p>vídeo<br />
Central Content</p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Para o projeto de sinalização escolhemos o papel reciclável &#8211; em placas estreitas para o fácil transporte e adaptabilidade &#8211; pensadas para as itinerâncias que aconteceriam pelo país, evitando reimpressão e desperdício de material. A tipografia escolhida foi a Cooper Hewitt, por ser a tipografia já utilizada pela associação. Utilizamos a variação de peso, forte característica da type não explorada na marca GIFE, para trazer dinamicidade e pluralidade. A estampa criada com o número 1 brinca com as espessuras da tipografia e marca a primeira edição da mostra.</span></p>
<p><strong>ficha completa</strong></p>
<p>realização<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">GIFE</span></p>
<p>coordenação geral<br />
<span style="font-weight: 400;">Erika Sanchez Saez<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paola Caiuby Santiago</span></p>
<p>curadoria<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Erika Sanchez Saez<br />
</span><span style="font-weight: 400;">José Marcelo Zacch<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paola Caiuby Santiago</span></p>
<p>Apoio de produção<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">GIFE<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Aline Rosa</span></p>
<p>Textos<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Mônica C. Ribeiro</span></p>
<p>Revisão<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Juliana Bitelli</span></p>
<p>Tratamento de Imagens<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Marcelo Guarnieri</span></p>
<p>Audiovisual <b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Primeira Opção<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Sergio Santos</span></p>
<p>Projeto Multimídia<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Sergio Santos</span></p>
<p>Interativos<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Samambaia Digital</span></p>
<p>_</p>
<p><em>english version</em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The Gife pavilion (1937.5 ft2) was designed for GIFE, a Social Innovation Exhibition, which took place at the CCSP from September 1st to 17th, 2019. The architectural solution considered, in addition to the assembly at Centro Cultural São Paulo, was the possibility of roaming. It also considered that it would be assembled in one day by the team of architects.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">To solve the pavilion&#8217;s reconfigurability, we adopted a modular system of extruded and grooved aluminum with movable connectors, which allowed independence between the structure and the fence.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The intention was to create a space for convergence and an experience of introspection that would harbored the content of the exhibition, and dialogue with the context of the CCSP. An elliptical wrap in aluminized agricultural canvas was the element chosen for the definition of the limit and organicity. The agricultural canvas met our expectations regarding the compactness, lightness and balance between opacity and translucency that we wanted.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The construction system adopted for the structure is used in factories to meet the assembly lines in the manufacture of mats, racks, and other devices. We researched this material a few years ago (more about the research here) and applied it to exhibitions and pavilions because we believe it is important for the debate on sustainability in ephemeral constructions. We have always adopted the use of materials that are designed for reuse, without involving destructive efforts and without generating waste.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">We had a period of prototyping and prefabrication in the month before the assembly. During this process, it was possible to experiment and correct the project, in real time, carry out structural behavior tests, and understand the effort and human resources necessary for the assembly and disassembly of the pavilion. This stage of the work was called </span><span style="font-weight: 400;">Factory</span><span style="font-weight: 400;"> and took place at the Mário Schenberg gallery provided by FUNARTE SP. The process was open to visitation, which hosted a series of activities that we promote to a wider audience.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The </span><span style="font-weight: 400;">Factory</span><span style="font-weight: 400;"> was the main aspect for the development of the project. Taking into account above all the learning and exchange between the architects, who were the assemblers and designers of the exhibition.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The structure was assembled in approximately six hours, with a team of 10 people. The complete disassembly took less than four hours.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">For the signage project, we selected a recyclable paper &#8211; in narrow plates to facilitate transport and adaptability &#8211; designed for itineraries that will  occur throughout the country, avoiding reprinting and material waste. The typography chosen was Cooper Hewitt, as it was already used by the association. We use the weight variation, a strong resource of the type not explored in the GIFE brand, to bring dynamics and plurality. A model created with the number 1 plays with the typography thickness and marks the first edition of the show.</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>fábrica funarte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2019 23:26:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>english version below FÁBRICA FUNARTE foi um espaço de prototipagem, fabricação e troca de conhecimentos idealizado pela Goma Oficina. Por meio de residência técnico-artística realizada em espaço cedido pela FunarteSP durante o mês Agosto de 2019, reuniram-se arquitetos e estudantes de arquitetura com o propósito de desenvolver o protótipo na escala 1:1 do pavilhão que abrigaria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-weight: 400;">english version below</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">FÁBRICA FUNARTE foi um espaço de prototipagem, fabricação e troca de conhecimentos idealizado pela Goma Oficina. Por meio de residência técnico-artística realizada em espaço cedido pela FunarteSP durante o mês Agosto de 2019, reuniram-se arquitetos e estudantes de arquitetura com o propósito de desenvolver o protótipo na escala 1:1 do pavilhão que abrigaria a<a href="http://gomaoficina.com/projetos/pavilhao-gife-ccsp/"> 1ª Mostra GIFE de Inovação Social</a>, no mês seguinte, no Centro Cultural São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização de peças pré-fabricada de alumínio extrudido, enquanto experiência inédita, exigiu do grupo uma pesquisa teórica prévia, mas principalmente o exercício prático da montagem, imprescindível para o entendimento do comportamento estrutural do que viria a constituir o pavilhão. O processo também dá continuidade à pesquisa em estruturas pré-fabricadas leves desmontáveis, desenvolvida pela Goma Oficina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o período da residência também realizamos algumas atividades abertas e com participação do público. A instalação artística &#8220;Círculo Cromático&#8221;, coordenada pela Maria Cau Levy, consistiu na montagem de um círculo de 4 metros de diâmetro contendo 12 cores criadas a partir das bases de tinta serycril e pintadas em lonas de algodão cru de 1&#215;1,5m.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fizemos o processo inspirados no círculo cromático da disciplina de colometría dos Vkhutemas de Gustav Klutsis, com objetivo de entender a cor como matéria e não como elemento estético e estetizante. Partimos das três cores primárias azul, vermelho e amarelo, e entre elas duas cores de distância, resultando nas 12 cores finais. A atividade contou com a participação de Celso Lima, que ao lado de Neide Jallageas, foi curador da anti expo <a href="http://gomaoficina.com/projetos/exposicao-vkhutemas-1918-2018-sesc-pompeia/">Vkhutemas: O futuro em construção (1918 – 2018)</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 27 de Agosto a fábrica funarte recebeu a <a href="https://www.facebook.com/gomaoficina/videos/383084632585502/">palestra aberta de Paulo Pires</a> (curador, ensaísta e professor), convidado pelo Ministérios da Cultura e Educação de Portugal para assumir o cargo de Comissário Executivo do Plano Nacional das Artes. O Plano tem como principal intuito promover a igualdade de oportunidades no acesso a cultura por meio da articulação arte-cultura-educação com auxilio das instituições públicas e organizações comunitárias.</span></p>
<p>.</p>
<p><strong>equipe</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">vitor pena<br />
victoria braga<br />
maria cau levy<br />
andré stefanini<br />
paula marujo<br />
andré vitiello<br />
victor izawa<br />
luiz gomes<br />
inaê negrão<br />
clara varandas<br />
luísa capalbo</span></p>
<p><strong>oficina círculo cromático</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">maria cau levy<br />
vitor pena<br />
victoria braga<br />
ana david<br />
celso lima<br />
nadezhda mendes da rocha<br />
andré bonani<br />
analuisa0gr<br />
victória novais<br />
isabella nakano</span></p>
<p><strong>fotos</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">victoria braga<br />
lauro rocha<br />
fernando banzi</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>english version</em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The FUNARTE FACTORY was a space for prototyping, manufacturing and knowledge exchange idealized by Goma Oficina. Through a technical-artistic residency held in a space provided by Funarte SP during the month of August 2019, architects and architecture students met with the purpose of developing the prototype in the 1: 1 scale of the pavilion that would house the <a href="http://gomaoficina.com/projetos/pavilhao-gife-ccsp/">1st GIFE Innovation Exhibition</a> in the following month at Cultural Center of  São Paulo – CCSP.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The use of prefabricated extruded aluminum parts, as an unprecedented experience, required prior theoretical research from the group, but mainly the practical exercise of assembly, essential for understanding the structural behavior of what would constitute the pavilion. The process also continues the research on a light prefabricated demountable structures, developed by Goma Oficina.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">During the residency period we also carry out some open activities with public participation. The artistic installation “Chromatic Circule”, coordinated by Maria Cau Levy, consisted of the assembly of a circle of 4 meters in diameter containing 12 colors created from the bases of serycril paint and painted on 1 × 1.5m raw cotton canvas.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The process was inspired by the chromatic circle of the Vkhutemas discipline of colorometry taught by Gustav Klutsis, in order to understand color as matter and not as an aesthetic element. We started from the three primary colors – yellow, red and blue, and between them two colors apart, resulting in the 12 final colors. The activity was attended by Celso Lima, who, alongside Neide Jallageas, were the curators of the anti–exhibition “Vkhutemas: The future under construction (1918 &#8211; 2018).”</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">On August 27th, the funarte factory received an open lecture by Paulo Pires (curator, essayist and teacher), invited by the Ministries of Culture and Education of Portugal to assume the position of Executive Commissioner of the National Arts Plan. The main objective of the Plan is to promote equal opportunities in access to culture through the articulation of art-culture-education with the help of public institutions and community organizations.</span></em></p>
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		<title>letreiro teatro de conteiner &#124; cia mungunzá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 22:10:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>english version below Projeto realizado durante a programação do Seminário &#8220;Arquitetura para Autonomia: Ativando Territórios Educadores&#8221;, uma realização do Instituto a Cidade Precisa de Você e Escola Sem Muros, com fomento do CAU/SP. Realizamos a oficina “Comunica Ação”, um mutirão de construção do letreiro da fachada para a Cia. Mugunzá de Teatro. A companhia nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>english version below</em></p>
<p>Projeto realizado durante a programação do Seminário &#8220;Arquitetura para Autonomia: Ativando Territórios Educadores&#8221;, uma realização do Instituto a Cidade Precisa de Você e Escola Sem Muros, com fomento do CAU/SP.</p>
<p>Realizamos a oficina “Comunica Ação”, um mutirão de construção do letreiro da fachada para a Cia. Mugunzá de Teatro. A companhia nos solicitou que escrevêssemos TEATRO na elevação para melhorar a comunicação com os transeuntes. Sugerimos utilizar calhas elétricas, tanto pelo baixo custo, como pela possibilidade de futuramente ser inserido luz por dentro da estrutura.</p>
<p>Também parte da programação do Seminário, participamos do debate na Casa do Povo sobre o documentário Hacer Mucho com Poco (Kliwadenko Novas + Al Borde Arquitectos), discutindo o panorama da atuação profissional e acadêmica de jovens arquitetxs na América Latina, cujas práticas se fundamentam na busca pelos valores locais, materiais e humanos.  Estiveram no debate nos acompanhando Paolo Colosso do BRCidades e Fernando Botton na mediação.</p>
<p><strong>equipe</strong><br />
vitor pena<br />
victoria braga<br />
maria cau levy<br />
christian salmeron<br />
andé stefanini<br />
ana david</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>english version</em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">We had the pleasure of integrating the program of the “Architecture for Autonomy: Activating Educating Territories” seminar, an accomplishment of the Instituto Cidade Precisa de Você and Escola Sem Muros, promoted by CAU / SP.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">We held the workshop “Comunica Ação”, a task force for the construction of the facade sign for the Cia. Mugunzá de Teatro (Mugunzá theater company), also known by Container Theater. The company asked us to write THEATER on the rise to improve communication with passers-by. We suggested the use of electrical gutters, for the low cost, as well as for the possibility of future lighting being inserted inside the structure.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Also as part of the Seminar program, we participated in the debate at Casa do Povo about the documentary “Hacer Mucho with Poco” (Kliwadenko Novas + Al Borde Arquitectos, Ecuador), discussing the panorama of professional and academic performance of young architects in Latin America, whose practices are based on the research for local, material and human values. The debate was accompanied by Paolo Colosso from BRCidades and Fernando Botton in mediation.</span></em></p>
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		<item>
		<title>ocupação vkhutemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2018 23:18:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Residência na FunarteSP de abril a junho de 2018. Construímos nossa oficina para abrigar nossas produções durante três meses. Estávamos desenvolvendo maquetes e a identidade visual para a exposição sobre a escola soviética Vkhutemas, que ocorreria no Sesc Pompeia de junho a setembro de 2018. Fizemos quatro ateliês abertos para aproximadamente 80 estudantes no total [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Residência na FunarteSP de abril a junho de 2018. Construímos nossa oficina para abrigar nossas produções durante três meses. Estávamos desenvolvendo maquetes e a identidade visual para a exposição sobre a escola soviética Vkhutemas, que ocorreria no Sesc Pompeia de junho a setembro de 2018. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fizemos quatro ateliês abertos para aproximadamente 80 estudantes no total e organizamos uma mostra de cinema em parceria com a diretora Aline Belfort, o Kinoglaz.</span></p>
<p><strong>maquetes e obras recriadas</strong><br />
Instituto Lênin de Ivan Leonídov<br />
Sonata para o Sono de Konstantín Miélnikov<br />
Composição n.12 de Aleksandr Ródchenko<br />
Arkhitektons Gotha e Alpha de Kazimír Maliévitch<br />
Imitabichos de Varvara Stepanova e Alexandr Ródchenko<br />
Monumento à III Internacional de Vladimir Tátlin</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>sobre a mostra de cinema</strong><br />
Kinoglaz nasceu da vontade de entender o universo soviético dos anos 20 e 30 a partir do cinema, em uma mostra de quatro filmes exibidos no pátio da Funarte. As sessões, sempre abertas ao público, eram iniciadas com uma conversa sobre o contexto artístico e político da época, e como esses fatores moldavam essa produção que efervescia o espírito da revolução.</span></p>
<p>equipe<br />
guilherme tanaka, vitor pena, léa devaux, andré vitiello, victor isawa, joyce nakano, ana david, victoria braga, christian salmeron, andré stefanini, fernando banzi, lauro rocha, maria cau levy e aline belfort.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">+<br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/kinoglaz-mostra-de-cinema-sovietico/" target="_blank" rel="noopener">post no blog sobre o kino</a><br />
<a href="https://www.archdaily.com.br/br/917790/goma-oficina-constroi-seis-maquetes-das-vanguardas-russas-para-exposicao-no-sesc-rio-preto?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+ArchdailyBR+%28ArchDaily+Brasil%29" target="_blank" rel="noopener">notícia sobre residência</a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/projetos/maquetes-sovieticas-vkhutemas-sesc-pompeia/" target="_blank" rel="noopener">http://gomaoficina.com/projetos/maquetes-sovieticas-vkhutemas-sesc-pompeia/</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>fronteira livre &#124; invisible borders &#124; 11a bienal de arquitetura de sp</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 19:19:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Onde na sua vida você encontra uma fronteira? Qual é a nossa história pessoal com fronteiras e onde nossa experiência individual se relaciona com nossa experiência coletiva de fronteiras? Como podemos construir coletivamente um movimento para abordar e mover as fronteiras de hoje? Estas foram questões discutidas durante as últimas semanas workshop na CAMI (Centro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Onde na sua vida você encontra uma fronteira? Qual é a nossa história pessoal com fronteiras e onde nossa experiência individual se relaciona com nossa experiência coletiva de fronteiras? Como podemos construir coletivamente um movimento para abordar e mover as fronteiras de hoje? Estas foram questões discutidas durante as últimas semanas workshop na CAMI (Centro de Apoio e Pastoral do Migrante) com 8 imigrantes da Bolívia, Peru, Angola, Haiti e Congo.</p>
<p>FRONTEIRA LIVRE é uma intervenção para a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo. Consiste em bandeiras/fronteiras inseridas na comunicação visual do Metrô de São Paulo e CPTM no período de outubro a dezembro de 2017. As bandeiras estão nas principais estações da linha vermelha: Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé e Itaquera. Esta é a linha mais movimentada, de um sistema que transporta 4,7 milhões de passageiros por dia.</p>
<p>Através de uma história, cada um compartilhou sua experiência pessoal com fronteiras. A partir dessa troca, foi contruido pelo grupo narrativas coletivas, através de seis principais mensagens. As mensagens estão sendo comunicadas através de frases e padrões geométricos. As bandeiras abordam um tópico relevante de hoje: a imigração. Tendo atravessado uma fronteira nacional, os imigrantes enfrentam uma série de fronteiras invisíveis, sejam elas culturais, sociais ou econômicas.</p>
<p>O projeto foi desenvolvido através de uma estreita colaboração entre CAMI Centro de Apoio e Pastoral do Imigrante, Goma Oficina Plataforma Colaborativa e Eriksson Furunes. Em parceria com Lucy Bullivant, Metro de São Paulo, CPTM e DAFAM Diretório Acadêmico da FAU-Mackenzie.</p>
<p>O processo foi possível graças ao apoio financeiro do Ministério Norueguês dos Negócios Estrangeiros / Design e Arquitetura Noruega (DOGA) e do Programa Norueguês de Pesquisa Artística.</p>
<p>Grupo: Albertina Afonso Glosser, Aracely Tatiana Mérida Urena, Jose Mpela Bolayenge, Gredy Cnaquiri Yume, Claudine Shindany Kumbi, Nataly Puente de la Vega Unda, Tomasa Nancy Salva Guarachi, Nila Jackeline Salva Guarachi, Soledad Requena e Carla Aguilar (CAMI) e Fernando Banzi, Christian Salmeron, Vitor Pena, Victoria Braga e Lauro Rocha (Goma Oficina)</p>
<p>Coordenação: Maria Cau Levy, Gabriela Forjaz (Goma<br />
Oficina) e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>Concepção: Lucy Bullivant, Maria Cau Levy e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>OFICINA DE VÍDEO FRONTEIRA CRUZADA<br />
Coordenação: André Stefanini, Fernando Banzi (Goma Oficina) com Patrick Dieudonné, Renata Miranda</p>
<p>Alunos: Jennifer Xavier, Marina Bidoia Gerdullo, Gabriel Araujo Fernandes , Beatriz Mateus Faustino Saporito, Nayane alves de souza, Isabela Biscuola Pavão, Ana Clara Rodrigues Guerra, Isabella Previti, Beatriz Oliveira Paiva, Igor Vicente Gomes da Silva, Matheus Cano, Bruno Luiz Peixe</p>
<p>CRÉDITO DO VIDEO:</p>
<p>Imagens: Fernando Banzi, Lauro Rocha e Patrick Dieudonné<br />
Montagem: Renata Miranda<br />
Concepção: Renata Miranda, Maria Cau Levy, Gabriela Forjaz e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>&#8211;</p>
<p>2018 Prêmio na <a href="http://www.bid-dimad.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bienal Iberoamericana de Desenho</a> na categoria <b>Diseño y Participación ciudadana / UCCI</b><br />
2017 Matéria no canal arte1 <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://tv.uol/16h84" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a></span><br />
2017 <span style="font-weight: 400;">Exposição &#8220;Imaginário da Cidade&#8221; do ensaio fotográfico &#8220;Fronteira Livre&#8221; no Sesc Dom Pedro SP</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>invisible borders (en)</em></strong></p>
<p dir="ltr"><em>Where in your life do you find a border, rather than a line that separates nations? What is our personal story of these borders and where do our own individual experience relate to our collective experience of borders? How can we collectively build a movement to address and move the borders of today?  These were questions discussed during this past weeks workshop at Cami, center for Migrant Support with 8 migrants to Sao Paulo, Brazil from Bolivia, Peru, Angola, Haiti and Congo.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Project:<br />
</em><em>“Fronteira Livre” is a collaborative intervention for the<a href="https://www.facebook.com/11bienaldearquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.facebook.com/11bienaldearquitetura/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNH0YDux8b4pfYhw0Od43NH1-_vWxw"> 11th Architecture Bienale of São Paulo</a> consisting of six banners for the São Paulo Metro and CPTM over the period of 16th October to 15th November 2017. The banners will be hung on the 6 mains stations of the red line on the São Paulo metro; Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé and Itaquera. This is the<a href="http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,portas-de-plataforma-serao-instaladas-em-mais-7-estacoes-do-metro-neste-ano,557635" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,portas-de-plataforma-serao-instaladas-em-mais-7-estacoes-do-metro-neste-ano,557635&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHwU-yxzXXwJkRr5jKqVekk8ShIeQ"> busiest line</a>, of a metro system carrying<a href="http://www.metro.sp.gov.br/en/metro/about-us/index.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.metro.sp.gov.br/en/metro/about-us/index.aspx&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHb5N2EA3EG8vYPqCVEE_x9mthW6Q"> 4.7 milion passengers</a> a day.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Process:<br />
</em><em>The process was carried out through collaboration with 8 members of CAMI Migrant Support Center. Through story telling each of the shared their personal experience of the borders they have been facing since arriving in Brazil. In this process identifying what are the collective stories they all share and what message they would like to communicate through the banners. Communicating this message through text and patterns each of the six banners. The banners address a relevant topic of today, migration. Having crossed a national border, migrants face a series of invisible borders, whether cultural, social or economic.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Team:<br />
</em><em>The project was developed through a close collaboration between<a href="http://gomaoficina.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://gomaoficina.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNF0ITAR3X_PDlazDT6Q5k5D1dDoHA"> Goma Oficina</a> (Collaborative platform), <a href="http://www.erikssonfurunes.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.erikssonfurunes.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNGslDyphqI7J2H_AHeR_vgJonaXfQ">Alexander Eriksson Furunes</a> (Architect &amp; research fellow Norwegian Artistic Research Programme) and<a href="http://camimigrantes.com.br/site/wp-content/uploads/2016/06/CHANGE-AGENTS-OFF-THE-COMMON-GOOD.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://camimigrantes.com.br/site/wp-content/uploads/2016/06/CHANGE-AGENTS-OFF-THE-COMMON-GOOD.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHbcJTy2hNAzSSOWuVXuBmVxnd1Cw"> CAMI Center for Migrant Support</a>. </em><em>In a close partnership with<a href="http://www.urbanista.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.urbanista.org/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNENbzAuZkqOOx_y_ik8THtSv2YH5g"> Lucy Bullivant</a> (Curator and architecture critic), São Paulo Metro, CPTM and<a href="https://www.facebook.com/xivsvm/?hc_location=ufi" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.facebook.com/xivsvm/?hc_location%3Dufi&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNFaQnscQeLSD07zv4Eb_vvJ5ZHCIg"> DAFAM FAU-Mackenzie School of Architecture</a>.</em></p>
<p dir="ltr"><em><span id="m_-2119693179377455555gmail-docs-internal-guid-7b52c63b-26a9-5256-9090-729a4cb17768">The process to design these banners were made possible through the financial support of<a href="https://doga.no/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://doga.no/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHr2vFdoL0BuKW8LCZX9W6JaJbcTg"> The Norwegian Ministry of Foreign Affairs / Design and Architecture Norway (</a>DOGA)[1] and the<a href="http://artistic-research.no/?lang=en" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://artistic-research.no/?lang%3Den&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNE1qCdLfiR77yA7C9dW35OYCyb_8g"> Norwegian Artistic Research Programme</a>, of which Alexander Eriksson Furunes is currently doing his research on collaborative design processes.</span></em></p>
<p dir="ltr">+<br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/fronteira-livre-na-exposicao-imaginario-da-cidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;">fronteira livre na exposição imaginário da cidade</span></a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/oficina/fronteira-livre-as-historias-do-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;">história do nós</span></a></p>
<p>O post <a href="https://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/">fronteira livre | invisible borders | 11a bienal de arquitetura de sp</a> apareceu primeiro em <a href="https://gomaoficina.com">goma oficina</a>.</p>
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		<title>fogueira &#124; oficina de estruturas nômades</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/fogueira-oficina-de-estruturas-nomades/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fogueira-oficina-de-estruturas-nomades</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 20:41:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A intervenção realizada na Praça Rotary foi um dos resultados da oficina Estruturas nômades e ativação do espaço público, realizada em parceria com o DAFAM &#8211; Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie &#8211; no contexto da XIV Semana Viver Metrópole.  A oficina se dividiu em dois momentos: o primeiro dentro da universidade, com exposição de conteúdo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A intervenção realizada na Praça Rotary foi um dos resultados da oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">Estruturas nômades e ativação do espaço público, </span></i><span style="font-weight: 400;">realizada em parceria com o DAFAM &#8211; Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie &#8211; no contexto da XIV Semana Viver Metrópole.  </span><span style="font-weight: 400;">A oficina se dividiu em dois momentos: o primeiro dentro da universidade, com exposição de conteúdo e idéias e outro com a construção coletiva da intervenção e uma roda de conversa como reflexão final. </span></p>
<p><b>materialidade e permanência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos conceitos abordados foi o da impermanência. Através desse conceito, entendendo a arquitetura como fenômeno inserido e sujeito às ações da intempérie e da humanidade, abrimos a discussão para a relatividade entre materiais e sistemas construtivos e permanência de uma construção,<a href="https://widerimage.reuters.com/story/abandoned-wonderland"> infraestrutura,</a> uma instalação, uma cidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os desastres </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://earthquake-report.com/2018/02/16/massive-earthquake-pinotepa-de-don-luis-mexico-february-16-2018-4/">naturais</a></span><span style="font-weight: 400;"> ou </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-4392962/Satellite-images-destruction-Assad-s-air-base.html">antrópicos</a></span><span style="font-weight: 400;"> são capazes de reduzir à areia cidades inteiras. Erguidas em pedra, aço ou concreto. Fenômenos </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.messynessychic.com/2012/08/12/ruins-of-detroit-before-after/">econômicos</a> ou sociais</span><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://functionlab.net/wp-content/uploads/2014/06/720_Reversibility.pdf"><span style="font-weight: 400;">religiosos</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.esquire.com/entertainment/music/g14487500/woodstock-1969-crowd-photos/">culturais</a></span><span style="font-weight: 400;"> são capazes de despovoar ou povoar o território, com redes de infraestrutura ou cultivo. Então é preciso também entender a arquitetura como um fenômeno antropológico e vivo no processo histórico social. As motivações que levam à construção, tanto quanto destinação efetiva do espaço construído num determinado momento &#8211; a atividade humana e o meio ambiente &#8211; são pontos chave no entendimento da arquitetura, efêmera ou não, guardadas as perspectivas de quem e quando observa. Como resultado complexo da interação homem-natureza, além da ruína física a que toda matéria está sujeita, existe também o movimento dos significados, sendo o esvaziamento de sentido, o abandono também sinais da impermanência das coisas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até que ponto é possível considerar a temporalidade em um projeto? Projetar para ser permanente ou temporário podem parecer precisar de recursos muito diferentes, porém, obviamente isso não está ao alcance dos arquitetos. Muitas construções são concebidas para serem temporárias e perduram centenas de anos; outras projetadas com propósitos de permanência se desfazem repentinamente. Mas, sendo assim, como essa reflexão pode interferir nas práticas contemporâneas da arquitetura?</span></p>
<p><b>estruturas nômades e função social na contemporaneidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A arquitetura nômade surge de uma necessidade humana de habitar o território, sendo provavelmente anterior mesmo à agricultura. A <a href="https://www.afriquedesigndaily.com/la-tente-touareg-une-architecture-legere-et-aerienne/">arquitetura nômade</a> vernacular nos ensina bastante sobre a simbiose entre comportamento social, cultura, simbolismo e técnica com as condicionantes ambientais. A impermanência no território exige e nasce não somente da utilização de tecnologias apropriadas, mas também o conhecimento de outros movimentos, como o da caça, o da pesca, das estações do ano, e até o movimento dos astros.  </span>As estruturas nômades como as barracas de feira, os guarda-sóis nas praias, e os vendedores ambulantes, as estruturas para shows e eventos culturais, desde palcos até os banheiros químicos, para a transformação temporária dos espaços onde estão instalados, provendo-os com um significado novo. Ou mesmo os barracões de obra como construções transitórias que serão desmontadas quando a construção do edifício termina.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, estruturas nômades podem desempenhar um papel na ressignificação do território e da <a href="http://christojeanneclaude.net/artworks/realized-projects">paisagem</a>. É possível identificar esse papel em instalações artísticas na reconversão de </span><span style="font-weight: 400;">espaços ociosos e abandonados</span><span style="font-weight: 400;">, transformando o significado e dando <a href="https://www.archdaily.com.br/br/788580/cineroleum-assemble">suporte para outros usos</a>. Como também é possível identificar a apropriação dessas estratégias na consolidação da gentrificação e da especulação imobiliária, com os</span><i><span style="font-weight: 400;"> foodparks, foodtrucks, containers</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><span style="font-weight: 400;">estruturas transitórias</span><span style="font-weight: 400;"> aparecem de formas muito diferentes, atendendo a diferentes requisitos, envolvendo diferentes atores. </span><span style="font-weight: 400;">Podem ser observadas também como </span><span style="font-weight: 400;">ferramenta de luta</span><span style="font-weight: 400;">, por exemplo nas<a href="http://www.mtst.org/quem-somos/a-organizacao-do-mtst/"> ocupações</a> e <a href="https://www.brasildefato.com.br/2017/01/23/cinco-anos-apos-despejo-familias-do-pinheirinho-ainda-aguardam-indenizacoes/">assentamentos</a> por direito à terra e moradia, pelas reformas rural e urbana, ou nas manifestações que vimos eclodir nesse século em várias metrópoles: <a href="http://www.movimiento15m.org/">Barcelona</a>, <a href="http://occupywallst.org/">Nova Iorque</a>, <a href="http://www.kievintlrealty.com/news.html">Kiev</a>, <a href="https://www.diariodocentrodomundo.com.br/ocupacao-da-paulista-leva-governo-temer-a-chamar-sem-teto-para-reuniao-em-brasilia-por-joaquim-de-carvalho/">São Paulo</a>… por razões e contextos variados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas estruturas nômades também podem ser notadas, oficialmente, em <a href="https://www.stripes.com/news/pacific/earthquake-disaster-in-japan/u-s-troops-making-best-of-situation-at-sendai-airport-1.139963">operações militares</a>, e ações <a href="http://www.independent.co.uk/news/world/europe/refugee-crisis-child-refugees-sexual-assault-greece-softex-camp-a7189811.html">humanitárias</a>. Com toda complexidade sociológicas e geográficas que envolvem esses temas. E com as consequências contraditórias de sua permanência ou extinção.  </span><span style="font-weight: 400;">Além disso, conversamos também sobre o </span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.shigerubanarchitects.com/works.html">papel </a></span></span><span style="font-weight: 400;">das estruturas temporárias em situações de <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.lanacion.com.py/2016/01/05/aqua-alta-proyectos-paraguayos-que-flotan-en-el-agua/">emergência</a></span>, como resposta à desastres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os desastres causados por fenômenos naturais como inundações, furacões, tempestades, enchentes, alagamentos, vulcões, deslizamentos, terremotos, afetam cada vez mais pessoas globalmente, sobretudo devido a combinação com outros fatores como a vulnerabilidade da moradia global em áreas suscetíveis,o déficit de infraestrutura. Além de trabalharmos na mitigação dessas condicionantes de <a href="https://poseidon01.ssrn.com/delivery.php?ID=223117004126126087065069112090014018024013034051087067098122006028068068093009027089059015115004099117086009005084096116126115072023119097031085089124103099111094088125&amp;EXT=pdf">vulnerabilidade</a>, é preciso também que existam respostas arquitetônicas para as emergências. Em muitos casos, pela urgência, a arquitetura temporária é crucial no fornecimento de abrigo e na garantia da vida. Porém, ao mesmo tempo, é muito comum que assentamentos humanitários para refugiados, por exemplo, feitos para atender uma situação emergencial perdurem por anos, mudando radicalmente de significado. Enquanto inicialmente representam a garantia das condições mínimas de habitabilidade, ao passar dos anos e se adensam e se tornam precários; se transformando em cenários de dependência, de criminalidade e violações, e de pouco incentivo para a autonomia e reconstrução da dignidade para os indivíduos. </span><span style="font-weight: 400;">É importante que tenhamos contato com essas aplicações da arquitetura, uma vez que são temas delicados e multidisciplinares, para que possamos dar nossa contribuição enquanto arquitetos de maneira mais atenta. </span></p>
<p><b>prática e colaboração</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos objetivos da oficina era a de efetivar uma intervenção no espaço público, ressaltando a importância colaboração e da prática na construção dos significados na arquitetura. </span><span style="font-weight: 400;">Para efetivarmos esse objetivo já havíamos preparado o projeto para um lugar específico, dialogado com a biblioteca e consultados usuários da praça, principalmente o grupo de <em>Tai Chi Chuan,</em> que utilizava aquele local específico para sua prática matinal. </span><span style="font-weight: 400;">A experiência proposta era portanto, não do campo projetual e conceitual mas sim da prática. </span></p>
<p>Nesse momento os alunos poderiam experienciar conceitos abordados inicialmente de maneira empírica. Ao longo das quatro horas de construção, o mesmo espaço adquiriu diferentes significados para os envolvidos. Num primeiro momento, nosso canteiro de obras, a colaboração, a pré-fabricação. O peso e o comportamento dos materiais, o trabalho em equipe. Ao mesmo tempo, enquanto se construía, a relação com a praça e com os usuários também se transformava. <span style="font-weight: 400;">O formato circular do local de intervenção resultou também numa estrutura em circunferência composta por treze módulos triangulares. Durante todo o processo a circunferência contribuiu. Foi possível aglutinar todas as ferramentas no centro, de onde os grupos retiravam materiais e ferramentas para confeccionar os módulos. O formato circular também favoreceu a comunicação entre as pessoas, e em um só giro, era possível visualizar todo o processo, favorecendo também a cooperação.  </span><span style="font-weight: 400;">A intervenção criava um recinto, capaz de trazer intimidade e um certo destacamento da movimentação externa. Do lado de fora parecia criar uma referência e uma certa curiosidade nos usuários da praça, e dentro criava um recinto, com certa intimidade e contenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estrutura ficou montada durante uma semana. Atentamos à responsabilidade também dos alunos pela manutenção da instalação. Pedimos para que quando passassem pela praça  observassem a interação das pessoas, mas também o comportamento da estrutura, e se preciso que apertassem algum parafuso. </span><span style="font-weight: 400;">Além da montagem, convidamos os alunos para realizar também a desmontagem da estrutura, uma semana depois. Essa etapa completa a mensagem que queríamos transmitir.  Assim como um fogueira no centro de uma roda, extinguindo-se a atividade sobram as cinzas. A impermanência, programada ou não, é um conceito importante de ser observado e experienciado no ensino da arquitetura. </span></p>
<p>Vítor Pena , Guilherme Tanaka, Lauro Rocha, Christian Salmeron (Goma Oficina)</p>
<p>Cristina Kesselring,Victoria Braga e Vinicius Costa (DAFAM)</p>
<p><strong>com a colaboração de:</strong></p>
<p>Javier Corvalán (Universidad Católica de Asunción) e José Luis Uribe Ortíz (Universidad de Talca)</p>
<p><strong>estudantes</strong></p>
<p>FAU Mackenzie: Lucia Lotufo, Mariana Montag, Sofia Himmelstein, Beatriz Oliveira Paiva, Bruna Gondim de Almeida, Gilvan Nascimento</p>
<p>Politécnica de Madrid: Patrícia Parra, Marta Garcia Sanchez Infante, Inés Mino Izquierdo</p>
<p>&#8211;</p>
<p>out 2017</p>
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		<title>organicamente &#124; ode ao rolinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 19:10:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>pintura em caixa d&#8217;água de 33 metros no SESI Guarulhos e oficina de desenho e graffiti. ficha técnica artistas: caio ramires RMI e gabriela forjaz produção e execução: caio ramires e gabriela forjaz imagens: fernando banzi e lauro rocha edição: fernando banzi música: iconili patrocínio: SESI Guarulhos &#8211; 2016</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>pintura em caixa d&#8217;água de 33 metros no SESI Guarulhos e oficina de desenho e graffiti.</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p>artistas: caio ramires RMI e gabriela forjaz<br />
produção e execução: caio ramires e gabriela forjaz<br />
imagens: fernando banzi e lauro rocha<br />
edição: fernando banzi<br />
música: iconili<br />
patrocínio: SESI Guarulhos</p>
<p>&#8211;</p>
<p>2016</p>
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		<title>a shelter for a path &#124; trienal oslo 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 17:34:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>a convite do time curatorial da trienal de oslo 2016 desenvolvemos uma intervenção temporária para o verão como proposta para o call in residence, cujo o tema era after belonging: discutindo o pertencimento e a arquitetura nos tempos atuais. a intervenção foi realizada no parque torshovdalen em oslo – parque vizinho ao torshov transittmottak, albergue para imigrantes em situação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>a convite do time curatorial da trienal de oslo 2016 desenvolvemos uma intervenção temporária para o verão como proposta para o call <em>in residence</em>, cujo o tema era <em>after belonging:</em> discutindo o pertencimento e a arquitetura nos tempos atuais.</p>
<p>a intervenção foi realizada no parque <em>torshovdalen</em> em oslo – parque vizinho ao torshov<em> transittmottak</em>, albergue para imigrantes em situação de trânsito.</p>
<p>a proposta consistiu em transpor à escala metropolitana e discutir a situação dos apatriados, refugiados, imigrantes ilegais e em trânsito – questão latente na europa hoje.</p>
<p>–</p>
<p>equipe: fernando banzi, flavia tenan, guilherme tanaka, joão wallig, lauro rocha, luis fernando truyts, maria cau levy, marcelo jun, rodrigo gonzaga, vitor pena</p>
<p>agradecimentos: abilio guerra, guilherme wisnik, denis joelsons, christian aslund, tamar ohana</p>
<p>–</p>
<p><strong>memorial do projeto</strong></p>
<p class="p1">Rich in meaning, walking is given esthetic dimension in the landscape, as expressed in the work of Francesco Careri’s Walkscape, in which the course can be interpreted as the act of traversing, the line that crosses space and the narrative of the crossed space. These three interpretations on the pathway explicit thee basic perceptions, common to every human being: time, space and movement.</p>
<p class="p1">The sequence of departures that happen during a course – between leaving and arriving – transform the final objective into an abstraction. The passage is an act that ends in itself. The pause is inherent to the pathway. It is about the chosen moment to take a breath and maybe give a new meaning to the next steps. Accepting the pathway as it is and the proposed pauses, makes one’s passage constant.</p>
<p class="p1"><span class="s1">The proposal consists in incorporating one of the existing pathways of Oslo’s central park, Torshovdalen, that borders the Trondheimsveien expressway and is also adjacent to the Torshov Transittmottak. </span><span class="s1">A 99 meters long shading structure covers a paved passage that crosses the valley, connecting two different topographical heights. The already flattened and paved pathway offers points where it is possible to overlook the Oslo bay area, which can be expressed as a materialization of a route already inserted into the landscape. </span><span class="s1">This covering, that protects man and creates a haven, is also an area of physical and spiritual protection.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">In addition to the pathway, the concept of pausing is installed, represented by hammocks and benches. Both invite one to relax and reflect. We have as an example, Lucio Costa’s intervention in the 1964 Triennale di Millano, where he subverted the dynamics of the exhibit and proposed a space to be idle in, riposatevi [relax, rest].</span></p>
<p class="p1">Building a course and building throughout <span class="s1">the course</span></p>
<p class="p1">The city is made of singularities. The ones that delight us with richness and diversity, but also with opposition and conflict. How to articulate these in a single shared space, respecting inherent differences and establishing a space of coexistence?</p>
<p class="p1"><span class="s1">The urban space is a place for spontaneous exchange and collective identity and must be understood as a part of the <i>Commom</i> [concept developed by Michael Hardt and Antonio Negri], that just like nature, it belongs to everyone. More than understanding the difference between public and private, we must understand the spaces as shared, existing in between a range of interests and conflicts. </span><span class="s1">It is desired that the structure serve as a stimulant by triggering several activities. The space is permeable and open to many activities, which include the ones supported by Transittmottak as well as the ones organized by local groups.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Far from exoticism, the structure proposes to create a co-existence and exchange space, generating a silent debate and bringing this issue to the urban realm. </span>The chosen constructive system is a modular solutions developed for the industry worldwide. It is a self-explanatory system that is easy to be applied and understood. Its versatility and simplicity can adapt to multiple architectural situations.</p>
<p class="p1">The intervention is thought of in repetitive modules that adapt to the natural terrain. Its characteristics allow for a collective way of construction that will be important in order to foster civil participation in the construction of the pavilion. A collective exercise of building, belonging and rhythm.</p>
<p class="p1">&#8211;</p>
<p class="p1">nov 2015</p>
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