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	<title>projetos maquete | goma oficina</title>
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		<title>maquete centro de convivência cultural &#124; irradiações fábio penteado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 23:22:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fomos convidados a desenvolver a maquete do centro de convivência cultural em Campinas, do arquiteto Fábio Penteado para a sua  primeira exposição individual. Com curadoria de Francesco Perrotta-Bosch Irradiações – Fabio Penteado teve exposto desenhos de 14 projetos com informações e textos curatoriais, com o design gráfico de Celso Longo e Daniel Trench (CLDT) e expografia de Juliana Prado Godoy. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Fomos convidados a desenvolver a maquete do centro de convivência cultural em Campinas, do arquiteto Fábio Penteado para a sua  primeira exposição individual. Com curadoria de Francesco Perrotta-Bosch <em>Irradiações – Fabio Penteado</em> teve exposto desenhos de 14 projetos com informações e textos curatoriais, com o design gráfico de Celso Longo e Daniel Trench (<a href="http://cldt.com.br/v1/">CLDT</a>) e expografia de Juliana Prado Godoy.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A maquete, medindo 1,4m de diâmetro na escala 1/80, foi levada para Portugal em cinco partes para facilitar o transporte transatlântico e montada no local pela equipe. Feita em madeira caixeta maciça e pintada de branco, de acordo com a proposta expográfica, provocando a sensação de construção monolítica que repousa sobre a base.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição ocorreu entre os dias 23 de fevereiro a  26 de maio, na Casa de Arquitectura, em Matosinhos, Portugal. Ao término da exposição, a maquete foi doada pelo Arquivo Fábio Penteado para o acervo permanente da Casa de Arquitetura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>+</strong><br />
<a href="http://casadaarquitectura.pt/irradiacoes-fabio-penteado/">http://casadaarquitectura.pt/irradiacoes-fabio-penteado/</a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>equipe</strong><br />
guilherme tanaka<br />
luiz gomes da silva </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>fotografia<br />
</strong></span><span style="font-weight: 400;">ivo tavares<br />
fernando banzi<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">–</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2019</span></p>
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		<title>torre tátlin &#124; sesc pompeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Aug 2018 18:06:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fomos convidados para reproduzir o projeto de Vladímir Tátlin “Monumento à III Internacional” na ocasião da exposição &#8220;Vkhutemas: O Futuro em Construção 1918-2018&#8221; com curadoria de Celso Lima e Neide Jallageas. Foi a primeira vez que a torre foi reconstruída na América Latina. Tivemos a honra de fazer uma releitura, o que foi um grande [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Fomos convidados para reproduzir o projeto de Vladímir Tátlin “Monumento à III Internacional” na ocasião da exposição &#8220;Vkhutemas: O Futuro em Construção 1918-2018&#8221; com curadoria de Celso Lima e Neide Jallageas. Foi a primeira vez que a torre foi reconstruída na América Latina. Tivemos a honra de fazer uma releitura, o que foi um grande desafio e aprendizado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto original da torre consistia em um edifício de 420 metros de altura, que abrigaria funções governamentais e infraestruturas de rádio transmissão. A maquete original com 4,5 metros de altura demonstra exequibilidade da estrutura enquanto geometria e a virtuose dos projetistas e artesãos no detalhamento e manufatura dos materiais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa recriação da maquete tem 2,5 metros de altura e foi executada em estrutura de alumínio e aço carbono galvanizado (para facilitar o transporte e a montagem). Os volumes internos são em polipropileno translúcido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">equipe<br />
</span><span style="font-weight: 400;">guilherme tanaka, vitor pena, léa devaux, andré vitiello, victor isawa e luiz g. da silva</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">foto<br />
lauro rocha e fernando banzi<br />
</span></p>
<p>prêmios<br />
APCA categoria difusão e pesquisa em arquitetura</p>
<p><strong>+ sobre esse projeto</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/exposicao-vkhutemas-1918-2018-sesc-pompeia/" target="_blank" rel="noopener">identidade visual exposição</a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/projetos/maquetes-sovieticas-vkhutemas-sesc-pompeia/" target="_blank" rel="noopener">maquetes soviéticas</a></span><br />
<a href="http://gomaoficina.com/projetos/ocupacao-funarte/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">ocupação vkhutemas</span></a></p>
<p>&#8211;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">jul 2018<br />
</span></p>
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		<title>maquetes soviéticas vkhutemas &#124; sesc pompeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 21:11:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fomos convidados para produzir emblemáticas maquetes para a exposição &#8220;Vkhutemas: O Futuro em Construção 1918-2018&#8221;. Com curadoria de Celso Lima e Neide Jallageas com projeto expográfico de Ricardo Amado, a exposição reúne textos, fotos e projetos realizados nos ateliês de arte e técnica da escola soviética Vkhutemas. O processo de reprodução das obras envolveu uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Fomos convidados para produzir emblemáticas maquetes para a exposição </span><span style="font-weight: 400;">&#8220;Vkhutemas: O Futuro em Construção 1918-2018&#8221;. Com curadoria de Celso Lima e Neide Jallageas com projeto expográfico de Ricardo Amado, a exposição reúne textos, fotos e projetos realizados nos ateliês de arte e técnica da escola soviética Vkhutemas. O processo de reprodução das obras envolveu uma série de artistas e colaboradores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fizemos as maquetes dos projetos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Sonata para o Sono de Konstantín Miélnikov<br />
Instituto Lênin de Ivan Leonídov<br />
Composição n.12  de Aleksandr Ródchenko<br />
Arkhitektons, Gotha e Alpha, de Kazimír Maliévitch<br />
Imitabichos de Varvara Stepanova e Ródchenko<br />
Monumento à III Internacional, projeto de Vladimir Tátlin</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">equipe<br />
</span><span style="font-weight: 400;">guilherme tanaka, vitor pena, joyce nakano e didi domingues</span></p>
<p>foto<br />
lauro rocha e fernando banzi</p>
<p>&#8211;</p>
<p>jul 2018</p>
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		<title>ocupação vkhutemas</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/ocupacao-funarte/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ocupacao-funarte</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2018 23:18:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Residência na FunarteSP de abril a junho de 2018. Construímos nossa oficina para abrigar nossas produções durante três meses. Estávamos desenvolvendo maquetes e a identidade visual para a exposição sobre a escola soviética Vkhutemas, que ocorreria no Sesc Pompeia de junho a setembro de 2018. Fizemos quatro ateliês abertos para aproximadamente 80 estudantes no total [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Residência na FunarteSP de abril a junho de 2018. Construímos nossa oficina para abrigar nossas produções durante três meses. Estávamos desenvolvendo maquetes e a identidade visual para a exposição sobre a escola soviética Vkhutemas, que ocorreria no Sesc Pompeia de junho a setembro de 2018. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fizemos quatro ateliês abertos para aproximadamente 80 estudantes no total e organizamos uma mostra de cinema em parceria com a diretora Aline Belfort, o Kinoglaz.</span></p>
<p><strong>maquetes e obras recriadas</strong><br />
Instituto Lênin de Ivan Leonídov<br />
Sonata para o Sono de Konstantín Miélnikov<br />
Composição n.12 de Aleksandr Ródchenko<br />
Arkhitektons Gotha e Alpha de Kazimír Maliévitch<br />
Imitabichos de Varvara Stepanova e Alexandr Ródchenko<br />
Monumento à III Internacional de Vladimir Tátlin</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>sobre a mostra de cinema</strong><br />
Kinoglaz nasceu da vontade de entender o universo soviético dos anos 20 e 30 a partir do cinema, em uma mostra de quatro filmes exibidos no pátio da Funarte. As sessões, sempre abertas ao público, eram iniciadas com uma conversa sobre o contexto artístico e político da época, e como esses fatores moldavam essa produção que efervescia o espírito da revolução.</span></p>
<p>equipe<br />
guilherme tanaka, vitor pena, léa devaux, andré vitiello, victor isawa, joyce nakano, ana david, victoria braga, christian salmeron, andré stefanini, fernando banzi, lauro rocha, maria cau levy e aline belfort.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">+<br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/kinoglaz-mostra-de-cinema-sovietico/" target="_blank" rel="noopener">post no blog sobre o kino</a><br />
<a href="https://www.archdaily.com.br/br/917790/goma-oficina-constroi-seis-maquetes-das-vanguardas-russas-para-exposicao-no-sesc-rio-preto?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+ArchdailyBR+%28ArchDaily+Brasil%29" target="_blank" rel="noopener">notícia sobre residência</a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/projetos/maquetes-sovieticas-vkhutemas-sesc-pompeia/" target="_blank" rel="noopener">http://gomaoficina.com/projetos/maquetes-sovieticas-vkhutemas-sesc-pompeia/</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>maquete sesc 24 de maio &#124; maison d&#8217;architecture de genebra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2018 21:27:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fomos convidados a desenvolver uma maquete do centro de São Paulo para a exposição sobre a obra de Paulo Mendes da Rocha, que apresentou as principais ideias do arquiteto e seu particular modo de reflexão e expressão. Organizada pela Maison d´Architecture de Genebra no Pabilion Sicli, a mostra contou com curadoria de Catherine Otondo (Base Urbana) e projeto expográfico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fomos convidados a desenvolver uma maquete do centro de São Paulo para a exposição sobre a obra de Paulo Mendes da Rocha, que apresentou as principais ideias do arquiteto e seu particular modo de reflexão e expressão. Organizada pela Maison d´Architecture de Genebra no <a href="http://www.pavillonsicli.ch/">Pabilion Sicli</a>, a mostra contou com curadoria de Catherine Otondo (<a href="http://baseurbana.arq.br/">Base Urbana</a>) e projeto expográfico de Beatriz Marques, Guilherme Pianca e Nilton Suenaga (<a href="http://www.sabiaarquitetos.com/">Sabiá Arquitetos</a> e <a href="http://piancaurano.com/">Pianca+Urano</a>).</p>
<p>Dentre os trabalhos expostos, apresentados a partir de fotografias, desenhos e modelos dos projetos, a maquete que realizamos apresentou o centro de são paulo em um recorte que localiza o recente Sesc 24 de maio e o pórtico da Praça do Patriarca. A maquete de 200x60cm teve base de compensado e edifícios de madeira balsa cortados à mão, destacando os emblemáticos projetos de Paulo Mendes produzidos em poliestireno branco e acrílico transparente.</p>
<p>A exposição ocorreu entre os dias 23 de maio 1 de julho, no pavilhão Sicli, Suíça.</p>
<p>+<br />
<a href="https://www.archdaily.com.br/br/893746/maison-darchitecture-de-genebra-promove-exposicao-sobre-paulo-mendes-da-rocha">https://www.archdaily.com.br/br/893746/maison-darchitecture-de-genebra-promove-exposicao-sobre-paulo-mendes-da-rocha</a></p>
<p>equipe<br />
guilherme tanaka<br />
didi domingues<br />
léa devaux<br />
victoria braga</p>
<p>fotografia<br />
fernando banzi</p>
<p>&#8211;</p>
<p>2018</p>
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		<item>
		<title>homenagem à basquiat &#124; ccbb</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/homenagem-basquiat-ccbb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=homenagem-basquiat-ccbb</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 21:13:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aberta em janeiro de 2018, a exposição Jean-Michel Basquiat – Obras da coleção Mugrabi acontece no Centro Cultural Banco do Brasil, irá rodar as quatro unidades – SP, RJ, DF e BH – com a mais completa mostra já realizada na América Latina sobre o artista. À convite da Mais Diferenças, organização que promove cultura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aberta em janeiro de 2018, a <a href="https://www.facebook.com/pages/Ccbb-Exposicao-Jean-Michel-Basquiat/550033238692092">exposição Jean-Michel Basquiat – Obras da coleção Mugrabi acontece no Centro Cultural Banco do Brasil</a>, irá rodar as quatro unidades – SP, RJ, DF e BH – com a mais completa mostra já realizada na América Latina sobre o artista. À convite da Mais Diferenças, organização que promove cultura de forma inclusiva, fizemos objetos e quadros táteis com objetivo de proporcionar a experiência tátil da obra de Basquiat à pessoas com pouca ou nenhuma visão.</p>
<p>O início da exposição é marcado por um pavilhão interativo &#8220;Homenagens à Basquiat&#8221;, que simula o atelier do artista. Foram convidados a expor neste espaço os artistas NUNCA, Os Gemeos, Mag Magrela, Fefe Talavera, Finok, Carlos Dias, entre outros. Para este espaço fomos chamados para a criação das obras táteis, sintetizadas em ícones presentes na obra de Basquiat: i) Máscara ii) Coroa e iii) Braço Articulado.</p>
<p>A Máscara partiu de uma ilustração reinterpretando o traço do artista, cortada a laser em duas camadas de acrílico 3mm, que foram pintadas e sobrepostas, para se transformar em um objeto que fica suspenso pelo sistema de cabos. Do lado oposto está a Coroa, que foi baseada na famosa coroa que é praticamente uma marca registrada. Ao lado está o Braço Articulado, baseado na série Anatomy de 1982 que foi esculpido em madeira maciça. A questão da anatomia humana esteve presente na vida de Basquiat desde pequeno. Aos 8 anos foi atropelado por um carro enquanto brincava na rua, ganhou de presente da mãe o livro <i>Grey&#8217;s Anatomy </i>para que o pequeno Jean Michel pudesse entender o que se passava com seu corpo em recuperação, desde então seu interesse pelos ossos só aumentou.</p>
<p>Foram realizados três videos que sintetizam o processo de cada um desses objetos (:</p>
<p>equipe<br />
gui tanaka, vitor pena, ana luiza david<br />
andré stefanini, fernando banzi, marcelo jun</p>
<p>edição vídeo<br />
fernando banzi</p>
<p>&#8211;</p>
<p>2018</p>
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		<item>
		<title>discobjeto &#124; charlie e os marretas</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/discobjeto/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=discobjeto</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2017 23:18:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>2017  Trofeu Destaque na Bienal ADG de Design Gráfico a partir da ideia maluca de carolina scagliussi, artista, desenvolvemos a missão impossível do projeto e execução para 500 discobjetos Morro do Chapéu para a banda Charlie e os Marretas. Feitos um a um, foram projetados para serem executados em nossa pequena oficina. no vídeo se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2017  Trofeu Destaque na Bienal ADG de Design Gráfico</p>
<p>a partir da ideia maluca de carolina scagliussi, artista, desenvolvemos a missão impossível do projeto e execução para 500 discobjetos Morro do Chapéu para a banda Charlie e os Marretas. Feitos um a um, foram projetados para serem executados em nossa pequena oficina. no vídeo se vê o processo completo!</p>
<p>coordenação: maria cau levy<br />
arte: carol scagliussi<br />
projeto discobjeto: guilherme tanaka<br />
corte laser: guga landi<br />
montagem: guilherme tanaka, marcelo jun, joão marujo, henrique girão<br />
video: fernando banzi<br />
<a href="http://www.selorisco.com/" target="_blank" rel="noopener">selo risco</a></p>
<p>&#8211;</p>
<p>2016</p>
<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>oficina narrativa e pertencimento &#124; centro de apoio ao migrante</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/workshop-svm-centro-de-apoio-ao-imigrante/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=workshop-svm-centro-de-apoio-ao-imigrante</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 20:25:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A oficina &#8220;narrativa e pertencimento&#8221; foi uma atividade de uma semana realizada no CAMI Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, elaborada para a 13a semana viver metrópole &#8211; semana de arquitetura organizada pelos estudantes de arquitetura do mackenzie. A oficina se deu através de três ateliês – arquitetura, fotografia e estamparia – dentro do galpão do CAMI. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A oficina &#8220;narrativa e pertencimento&#8221; foi uma atividade de uma semana realizada no CAMI Centro de Apoio e Pastoral do Migrante, elaborada para a 13a semana viver metrópole &#8211; semana de arquitetura organizada pelos estudantes de arquitetura do mackenzie.</p>
<p>A oficina se deu através de três ateliês – arquitetura, fotografia e estamparia – dentro do galpão do CAMI. Alunos de arquitetura, membros do cami, e oficineiros conviveram e interagiram para a elaboração de i) proposta de intervenção arquitetônica no galpão do CAMI ii) criação de mapa afetivo da região iii) criação de símbolos que foram dispostos de modo a criar estampas narrativas em grandes tecidos que foram dispostos nas tesouras do galpão.</p>
<p class="p1">As oficinas:<br />
<b>Arquitetura, Fotografia e Estamparia</b></p>
<p class="p1"><span class="s1">i) A oficina de <b>Arquitetura</b> propôs pensar o espaço do galpão e todas as diversas demandas do CAMI para aquele espaço. Foi realizada uma maquete 1/10 da proposta, que ficou lá para os usuários se apropriarem dela e fazerem sugestões.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">ii) A oficina de <b>Fotografia</b> revisitou o bairro com o olhar para os imigrantes (visitando habitações, espaços coletivos e as ruas). Foi construído um mapa afetivo da região.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">iii) <b>Estamparia</b> se propôs a visitar o imaginário simbólico trazido e contado pelos imigrantes, e a construir uma narrativa visual através de símbolos criados, fazendo referência a composições de diferentes tradições têxteis do mundo. Foram estampadas lonas de 1,50x90cm.</span></p>
<p class="p1"><a href="http://gomaoficina.com.br/wp-content/uploads/2016/12/ZINE_GOMACAMI_web.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">versão online da zine</span></a></p>
<p class="p1"><a href="http://gomaoficina.com.br/janela/zine-svm-goma-estudantes/" target="_blank" rel="noopener">publicação no janela goma oficina</a></p>
<p class="p1">&#8211;</p>
<p class="p1">participantes</p>
<p class="p1"><strong>arquitetura</strong><br />
oficineiros:guilherme tanaka e vitor pena<br />
alunos: Christian Salmeron, Clara Cohen, Felipe Dos Anjos, Mariana Grisi, Isadora Machado</p>
<p class="p1"><strong>fotografia</strong><br />
oficineiro: fernando banzi<br />
alunos: Matheus Cano, Carina Borelli, Carolina Monticelli, Julia Ribeiro, Caroline Brambilla, Clara Andrade, Thalia Laura Chacolla Yujra</p>
<p class="p1"><strong>estamparia</strong><br />
oficineiras: gabriela forjaz e maria cau levy<br />
alunos: Luiza Soeli Andrade, Isadora Palma Panachao, Cristina De Castro Kesselring, Fabiana Perazollo, Nathalia Gomes Da Costa, Julia Catini, Mariana Paschoal, Ana Frade</p>
<p class="p1"><strong>+</strong></p>
<p class="p1"><strong>CAMI</strong></p>
<p class="p1">centro de apoio e pastoral do imigrante<br />
Espaço para acolher e mobilizar os imigrantes na luta por direitos, cidadania e empoderamento social, cultural e político. <span class="s1">O <b>CAMI </b>promove encontros de formação para a cidadania, capacitação de agentes multiplicadores em direitos humanos e prevenção ao tráfico de pessoas, cursos de informática e cidadania, aulas de português e cidadania, Escola da Diversidade Cultural e divulgação de direitos e deveres dos imigrantes.<br />
</span>www. camimigrantes.com.br</p>
<p class="p1">&#8211;</p>
<p class="p1"><strong>SVM XVIII</strong></p>
<p class="p1"><span class="s1">A<b> Semana Viver Metrópole</b> é um evento organizado anualmente </span><span class="s1">pelo<b> DAFAM</b> (Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie) em parceria com os alunos de Design, cujo intuito é promover e estimular a crítica, o processo criativo e reflexivo no âmbito acadêmico. A temática de sua 13ª edição foi: nós.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Os nós que prendem os fios descontínuos do tempo somos nós.<br />
</span><span class="s1">Os nós dados nas cordas soltas da<br />
</span><span class="s1">vida somos nós.<br />
</span><span class="s1">Nó no caminho ou nó é caminho?<br />
</span><span class="s1">Só somos nós quando somos nó(s).<br />
</span><span class="s1">Eu, tu, elo: nós.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>vila flores hoje &#124; juntos 15ª bienal de veneza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 06:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>2017 Prêmio Obra do Ano Terceiro Lugar pelo Portal Archdaily 2016 Prêmio Brasil Criativo, na categoria de Arquitetura a goma oficina foi convidada para expor o projeto Vila Flores na 15ª Bienal de Arquitetura de Veneza no Pavilhão do Brasil na mostra “JUNTOS” com curadoria de Washington Fajardo. para a exposição foram produzidas peças gráficas contando sobre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 2">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>2017 Prêmio Obra do Ano Terceiro Lugar pelo Portal Archdaily<br />
2016 Prêmio Brasil Criativo, na categoria de Arquitetura</p>
</div>
</div>
</div>
<p>a goma oficina foi convidada para expor o projeto Vila Flores na 15ª Bienal de Arquitetura de Veneza no Pavilhão do Brasil na mostra “JUNTOS” com curadoria de Washington Fajardo. para a exposição foram produzidas peças gráficas contando sobre esse &#8220;processo arquitetônico&#8221; chamado Vila Flores, que desde 2011, é construido por muitas mãos.</p>
<p>mai 2016</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p><strong>arquitetura<em><br />
</em></strong>1928 joseph lutzenberger<br />
desde 2012 goma oficina plataforma colaborativa</p>
<p><strong>coordenadores de projeto</strong> joao felipe wallig e vitor pena<br />
<strong>arquitetos</strong> flavia tenan, guilherme tanaka, gonzalo sarnago, maria cau levy, pablo urquiza,<br />
rodrigo gonzaga e sofia bicca<br />
<strong>colaboradores</strong> ana david, josephine delpech, mathilde moaty, e renato tanaka<br />
<strong>estagiários</strong> lorena sierra, lívia lerch, martina miloro, felipe piva, diana echevaria, lucas piccoli, raphaela bacher<br />
<strong>registro fotográfico</strong> lauro rocha, fernando banzi<br />
<strong>levantamento arquitetônico</strong> oficina conceito arquitetura (OCA)<br />
<strong>consultoria de estrutura</strong> antonio piccoli<br />
<strong>cliente, instituição, interlocutor, agente cultural</strong><br />
1926 Oscar Bastian Pinto<br />
2012 Associação Cultural Vila Flores</p>
<p><strong>associação cultural vila flores<br />
administração</strong> joão wallig neto , samantha fuchs wallig, ana marisa skavinsky<br />
<strong>zeladoria e manutenção</strong> amável amaral<br />
<strong>gestão de obras</strong> joão felipe wallig, pablo urquiza<br />
<strong>gestão cultural</strong> antonia wallig, aline bueno<br />
<strong>colaboradores curatoriais</strong> joel grigolo, marcelo monteiro, marcia braga, mario de ballenti, marcio machado, vanessa berg, fabio schmidt</p>
<p>&#8211;</p>
<p>rua hoffmann 447, 459 e rua são carlos, 765, 753 bairro floresta<br />
porto alegre RS brasil<br />
área do terreno: <strong>1415 m2<br />
</strong>área construída: <strong>2330m2</strong></p>
<p>&#8211;</p>
<p><em>memorial</em></p>
<p><strong>vila flores</strong><em><strong><br />
</strong>um processo arquitetônico: ressignificação, coletividade e aprendizado</em></p>
<p style="padding-left: 90px;">“Nenhum aperfeiçoamento orgânico é possível sem uma reorganização dos seus processos, funções e propósitos” [1]</p>
<p style="padding-left: 90px;">“Vida, espaço e edifícios &#8211; nessa ordem, por favor” [2]</p>
<p>O Projeto Vila Flores vem acontecendo ao longo de 6 anos e por muitas mãos, devendo ser descrito com uma lógica que o inscreve no tempo e guia seu partido arquitetônico, pela perspectiva da VIDA que hoje nele pulsa.</p>
<p>Datado de 1928, localizado na antiga região industrial na várzea do Rio Guaíba, Porto Alegre, o conjunto de edificações não apenas permitiu como inspirou o Vila Flores. A semente de um espaço compartilhado, adequado ao desenvolvimento de atividades colaborativas, já estava no projeto original de Joseph Lutzenberger, pela diversificação dos tamanhos das unidades destinadas uso misto e pela concepção dos espaços de uso comum.</p>
<p>Ocupar, trabalhar, viver e conviver são as bases para o processo de readequação do conjunto arquitetônico, que está listado como interesse cultural para o patrimônio da cidade. O projeto vem sendo desenhado de maneira processual e colaborativa, desde 2011, quando o conjunto arquitetônico foi aberto para a comunidade com a intenção de tornar-se um centro de cultura, educação e economia criativa. de ouvidos abertos para a construção de uma ideia coletiva</p>
<p><em><strong>vida</strong></em></p>
<p>O Vila Flores é hoje cheio de energia, que demanda muita ação e desperta muito entusiaismo. Empreendedores, artistas, espectadores e profissionais liberais de áreas diversas co-habitam esse espaço. Essa diversidade transformou o local em um laboratório de experiências transdisciplinares e coletivas.</p>
<p>Desde 2012, muitas atividades culturais são realizadas no local e abertas a comunidade do entorno. A Associação Cultural Vila Flores (ACVF) nasceu em 2014, quando o complexo começou a acolher iniciativas de pequenos empreendedores e artistas que desenvolvem atividades próprias de sua área de atuação e que, além de gerir o espaço coletivamente, desenvolvem projetos compartilhados que promovem a interação e diálogo entre as diferentes áreas do conhecimento. Cada iniciativa contribui com uma mensalidade, que permite à associação ter recursos para gestão cultural, administração, manutenção, e zeladoria dos espaços comuns.</p>
<p>Surge, assim, uma relação de afeto e pertencimento, no envolvimento dos grupos chamados <em>iniciativas residentes</em>. Juntos esses grupos formam a ACVF, em que cada coletivo mantém suas atividades autorais e autônomas e também é responsável pela gestão compartilhada dos espaços comuns destinados ao convívio, ao encontro, a troca de serviços e produtos, exposições, mostras, exibições, oficinas, cursos e palestras.</p>
<p>Moradores e trabalhadores da região, que têm seus negócios próximos ao Vila Flores – que vivenciaram, durante longo tempo, o processo de degradação do bairro – hoje fazem parte de uma vida ativa e criativa, sendo também atores desse processo de transformação e fortes representantes da sociedade civil no projeto.</p>
<p>Uma grande rede de relações vem se criando em torno do Vila Flores, conectando sociedade civil, iniciativa privada, universidades e poder público [3], que cada vez mais estão voltando seu olhar para o patrimônio industrial de Porto Alegre, região identificada na cidade como o Quarto Distrito. [4]</p>
<p>Atualmente a ACVF é formada pelos seguintes grupos:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>arquitetura e urbanismo<br />
</strong>AC Arquitetura<br />
Goma Oficina<br />
Panitz Bicca<br />
Geração Urbana<br />
<strong>artes visuais e audiovisuais<br />
</strong>Coletivo Ameixa<br />
Estúdio Hybrido<br />
Ateliê de Cerâmica<br />
Ateliê do Pátio<br />
<strong>design<br />
</strong>Surto Criativo<br />
S.A. Design<br />
<strong>moda<br />
</strong>Estúdio Hybrido<br />
Humanus<br />
<strong>música<br />
</strong>Armazém Sonoro<br />
<strong>teatro<br />
</strong>Caixa do Elefante Teatro de Bonecos<br />
<strong>gastronômia<br />
</strong>Café Minéraux<br />
Bici Café<br />
<strong>cultura digital<br />
</strong>Matehackers Hackerspace<br />
<strong>educação e formação<br />
</strong>Escola Conexo<br />
ONG Mulher em construção<br />
<strong>empreendedorismo social<br />
</strong>1%<br />
Colibrii<br />
<strong>produção cultural<br />
</strong>Joner Criações e Reflexões<br />
<strong>gestão cultural<br />
</strong>Associação Cultural Vila Flores</p>
<p><em><strong>espaços comuns</strong></em></p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>galpão<br />
</strong>O Galpão Multiuso tem seu programa elaborado pelos artistas que dele se apropriaram. Hoje abriga exposições, apresentações, exibições, encontros e, a cada evento ou atividade, descobre novas potencialidades ou necessidades de adequação que permitem a fusão e convivência de diversas práticas e linguagens artísticas.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>pátio<br />
</strong>O Pátio Central é o coração do complexo. É o lugar de encontro ao ar livre. Através de seu uso percebeu-se a necessidade de verde, sombra, assentos, que vem sendo construídos e locados coletivamente.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>miolo<br />
</strong>O Miolo é um espaço educativo no térreo comercial do edifício da Rua São Carlos, destinado a troca de saberes, cursos, oficinas, palestras.</p>
<p>Todos os espaços acolhem atividades propostas pelas iniciativas residentes e pelas pessoas da comunidade, que estejam em convergência com os seguintes eixos norteadores:</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>arte e cultura<br />
</strong>Artes visuais, artes cênicas, audiovisual, música, dança.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>educação<br />
</strong>Cursos, oficinas, seminários e encontros para troca de conhecimentos e experiências.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>empreendedorismo<br />
</strong>Incentivo aos produtores locais e iniciativas que fazem a conexão entre negócios criativos, sociais e colaborativos.</p>
<p style="padding-left: 90px;"><strong>arquitetura e Urbanismo<br />
</strong>fomento ao debate sobre questões urbanas e promoção de atividades para a concretização de projetos cujo objetivo é a melhoria da vida na cidade</p>
<p><em><strong>edifícios: o conjunto</strong></em></p>
<p>O Conjunto VF é formado por dois prédios de três pavimentos de estrutura mista (alvenaria portante e concreto armado) e um galpão de alvenaria, conformando juntos o pátio interno. São 2.332m2 construídos em um terreno de 1.415 m2. As edificações são parte do Inventário do Patrimônio Cultural de Bens Imóveis do Bairro Floresta, inseridas em área de interesse cultural da cidade. O conjunto foi originalmente desenhado pelo engenheiro e arquiteto alemão Joseph Franz Seraph Lutzenberger, e construído pela multinacional Dyckerhoff &amp; Widmann s.a. no final da década de 20, conta com poucos adornos e bay-windows nas suas salas principais. No projeto original, Lutzenberger garantiu uma excelente implantação aproveitando-se da iluminação natural e ventilação cruzada, além de boa distribuição entre área construída e vazios abertos.</p>
<p>projeto arquitetônico de adequação: desenvolvido para ser executado em etapas, de acordo com as possibilidades e sustentabilidade financeiras, e factível para adequação e captação de recursos junto a investidores e editais, o projeto tem como objetivo a requalificação dos edifícios e adaptação de seu uso a uma demanda contemporânea. Está previsto o uso do conjunto programas de serviço, comércio e habitação.</p>
<p>As premissas de projeto são o restauro das fachadas externas e elementos originais, resolução de sistemas infraestruturais, circulação e acessibilidade, e questões estruturais da saúde das edificações.</p>
<p><em><strong>conclusão</strong></em></p>
<p>O Vila Flores é um projeto não convencional, realizado em etapas e aberto à participação da comunidade. Um núcleo de resistência originado em um bem privado, que hoje presta serviços de utilidade pública através de ações que fomentam a preservação do patrimônio material e imaterial, o acesso à cultura, o desenvolvimento de novas tecnologias sociais, valorizando a arte em todas as suas linguagens e o crescimento do empreendedorismo criativo.</p>
<p>O projeto encontra-se em fase de captação de recursos através de leis de incentivo, para que possa atingir o ideal de readequação arquitetônica e viabilizar a sua continuidade como equipamento cultural da cidade. O que se almeja é que o Vila Flores seja um espaço de experimentação e transformação, cada vez mais aberto ao público, vivo e diverso e que isso possa se refletir no dia a dia da cidade.</p>
<p><strong>notas</strong></p>
<p>1 MUMFORD, Lewis . <em>A cidade na história</em> – <em>suas origens, transformações e perspectivas</em>. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998-1961. p. 610.<br />
2 GEHL, Jan. <em>Cidades para pessoas</em>. São Paulo: Perspectiva, 2013, p.198.<br />
3 Modelo Quádrupla Hélice, em: <a href="http://www.altec2015.org/anais/altec/papers/833.pdf">http://www.altec2015.org/anais/altec/papers/833.pdf<br />
</a>4 JUNIOR, Gelson Saldanha.<em> IV Distrito de Porto Alegre: onde começa, onde termina</em>. 1<sup>o</sup> Colóquio Internacional de História da Cidade. Agosto 2015</p>
<p><strong>referências</strong></p>
<p><a href="https://geracaourbanapoa.wordpress.com/page/2/">https://geracaourbanapoa.wordpress.com/page/2/<br />
</a><a href="https://4distrito.files.wordpress.com/">https://4distrito.files.wordpress.com/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>a shelter for a path &#124; trienal oslo 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 17:34:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>a convite do time curatorial da trienal de oslo 2016 desenvolvemos uma intervenção temporária para o verão como proposta para o call in residence, cujo o tema era after belonging: discutindo o pertencimento e a arquitetura nos tempos atuais. a intervenção foi realizada no parque torshovdalen em oslo – parque vizinho ao torshov transittmottak, albergue para imigrantes em situação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>a convite do time curatorial da trienal de oslo 2016 desenvolvemos uma intervenção temporária para o verão como proposta para o call <em>in residence</em>, cujo o tema era <em>after belonging:</em> discutindo o pertencimento e a arquitetura nos tempos atuais.</p>
<p>a intervenção foi realizada no parque <em>torshovdalen</em> em oslo – parque vizinho ao torshov<em> transittmottak</em>, albergue para imigrantes em situação de trânsito.</p>
<p>a proposta consistiu em transpor à escala metropolitana e discutir a situação dos apatriados, refugiados, imigrantes ilegais e em trânsito – questão latente na europa hoje.</p>
<p>–</p>
<p>equipe: fernando banzi, flavia tenan, guilherme tanaka, joão wallig, lauro rocha, luis fernando truyts, maria cau levy, marcelo jun, rodrigo gonzaga, vitor pena</p>
<p>agradecimentos: abilio guerra, guilherme wisnik, denis joelsons, christian aslund, tamar ohana</p>
<p>–</p>
<p><strong>memorial do projeto</strong></p>
<p class="p1">Rich in meaning, walking is given esthetic dimension in the landscape, as expressed in the work of Francesco Careri’s Walkscape, in which the course can be interpreted as the act of traversing, the line that crosses space and the narrative of the crossed space. These three interpretations on the pathway explicit thee basic perceptions, common to every human being: time, space and movement.</p>
<p class="p1">The sequence of departures that happen during a course – between leaving and arriving – transform the final objective into an abstraction. The passage is an act that ends in itself. The pause is inherent to the pathway. It is about the chosen moment to take a breath and maybe give a new meaning to the next steps. Accepting the pathway as it is and the proposed pauses, makes one’s passage constant.</p>
<p class="p1"><span class="s1">The proposal consists in incorporating one of the existing pathways of Oslo’s central park, Torshovdalen, that borders the Trondheimsveien expressway and is also adjacent to the Torshov Transittmottak. </span><span class="s1">A 99 meters long shading structure covers a paved passage that crosses the valley, connecting two different topographical heights. The already flattened and paved pathway offers points where it is possible to overlook the Oslo bay area, which can be expressed as a materialization of a route already inserted into the landscape. </span><span class="s1">This covering, that protects man and creates a haven, is also an area of physical and spiritual protection.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">In addition to the pathway, the concept of pausing is installed, represented by hammocks and benches. Both invite one to relax and reflect. We have as an example, Lucio Costa’s intervention in the 1964 Triennale di Millano, where he subverted the dynamics of the exhibit and proposed a space to be idle in, riposatevi [relax, rest].</span></p>
<p class="p1">Building a course and building throughout <span class="s1">the course</span></p>
<p class="p1">The city is made of singularities. The ones that delight us with richness and diversity, but also with opposition and conflict. How to articulate these in a single shared space, respecting inherent differences and establishing a space of coexistence?</p>
<p class="p1"><span class="s1">The urban space is a place for spontaneous exchange and collective identity and must be understood as a part of the <i>Commom</i> [concept developed by Michael Hardt and Antonio Negri], that just like nature, it belongs to everyone. More than understanding the difference between public and private, we must understand the spaces as shared, existing in between a range of interests and conflicts. </span><span class="s1">It is desired that the structure serve as a stimulant by triggering several activities. The space is permeable and open to many activities, which include the ones supported by Transittmottak as well as the ones organized by local groups.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Far from exoticism, the structure proposes to create a co-existence and exchange space, generating a silent debate and bringing this issue to the urban realm. </span>The chosen constructive system is a modular solutions developed for the industry worldwide. It is a self-explanatory system that is easy to be applied and understood. Its versatility and simplicity can adapt to multiple architectural situations.</p>
<p class="p1">The intervention is thought of in repetitive modules that adapt to the natural terrain. Its characteristics allow for a collective way of construction that will be important in order to foster civil participation in the construction of the pavilion. A collective exercise of building, belonging and rhythm.</p>
<p class="p1">&#8211;</p>
<p class="p1">nov 2015</p>
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