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		<title>oficina e exposição território liberdade &#124; metrô de sp</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 22:52:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Cultural Goma Oficina, em parceria com o Metrô de São Paulo, apresenta a exposição Território Liberdade, resultado de um processo coletivo de pesquisa, formação e produção desenvolvido no centro da cidade de São Paulo. Com curadoria coletiva, a mostra reúne trabalhos originados da oficina homônima realizada nos meses de abril e maio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Associação Cultural Goma Oficina, em parceria com o Metrô de São Paulo, apresenta a exposição </span><b>Território Liberdade</b><span style="font-weight: 400;">, resultado de um processo coletivo de pesquisa, formação e produção desenvolvido no centro da cidade de São Paulo. Com curadoria coletiva, a mostra reúne trabalhos originados da oficina homônima realizada nos meses de abril e maio de 2025, que teve o mapeamento fotográfico como ferramenta metodológica e o ato de fotografar como prática crítica de leitura do mundo e de inscrição no território, a partir das reflexões do filósofo Vilém Flusser e as colaborações do coletivo Cartografia Negra e da historiadora Tais Santana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oficina propôs o flanar como experiência fundamental para vivenciar o bairro da Liberdade e seus arredores, ativando o caminhar como método de investigação sensível e crítica do espaço urbano. Ao longo de cinco encontros, os participantes realizaram leituras, palestras, análises de mapas e fotografias históricas, além de uma expedição fotográfica pelo bairro. Esse percurso evidenciou processos de apagamento histórico, atravessados pelo racismo estrutural, movimentos migratórios dos últimos cem anos e a permanência de memórias vivas que tensionam as narrativas hegemônicas de “desenvolvimento” da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mapas e cartografias foram centrais nesse processo, não apenas como instrumentos de orientação, mas como dispositivos críticos de interpretação do território. A partir de rotas e pontos de interesse definidos coletivamente, construiu-se um mapeamento fotográfico diverso que coloca em disputa as narrativas oficiais sobre a Liberdade, revelando histórias silenciadas e outras formas de existência e ocupação do espaço urbano. A formação contou com associadas e associados da Goma Oficina, o coletivo Cartografia Negra, a historiadora Tais Santana e um corpo discente diverso, reunindo diferentes olhares e experiências.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><b>Equipe Goma Oficina<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Vitor Elias<br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Flora Milanez<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fernando Banzi<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cat Tenório<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Douglas Santiago<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Jéssica Silva<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tiago A. Santana</span></p>
<p><b>Historiadora<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Taís Santana</span></p>
<p><b>Coletivo de Pesquisa<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Cartografia Negra</span></p>
<p><b>Oficineiros<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Ayê Sampaio<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cibelle Risan<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Dominique<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Elaine Xavier<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fábio Andrade<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Joel Alencar<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Júlia Machado<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Luci Fernandes<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Marilia Gabriele dos Santos<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paolla Karrara<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tereza Cristina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Vitória Guilhermina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Vinicius Campos</span></p>
<p><b>Exposição Território Liberdade<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Local: Metrô Santana (Linha Azul)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Data Abertura: 04/02/2026<br />
</span></p>
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		<title>uma vertigem visionária &#124; memorial da resistência de sp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 18:48:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 7 de setembro de 2024 o Memorial da Resistência de São Paulo apresentou a exposição Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais, com curadoria do pesquisador e professor Diego Matos. A mostra é dedicada à memória do projeto homônimo, responsável pela mais ampla pesquisa já realizada pela sociedade civil sobre a tortura no Brasil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em 7 de setembro de 2024 o Memorial da Resistência de São Paulo apresentou a exposição Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais, com curadoria do pesquisador e professor Diego Matos. A mostra é dedicada à memória do projeto homônimo, responsável pela mais ampla pesquisa já realizada pela sociedade civil sobre a tortura no Brasil durante a Ditadura Civil-Militar (1964–1985). A mostra resgata a memória do projeto Brasil: Nunca Mais, iniciativa foi responsável por sistematizar e produzir cópias, clandestinamente, de mais de 1 milhão de páginas contidas em 707 processos do Superior Tribunal Militar, revelando a extensão da repressão política do Brasil no período. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
Inspirado em salas de arquivos documentais repletas de estantes e corredores organizados sistematicamente, o projeto expográfico propõe ao visitante uma investigação silenciosa, como se adentrasse um arquivo secreto militar. Os expositores robustos e retangulares de cores sóbrias conformam um espaço a ser percorrido com calma e atenção, denotando a seriedade do conteúdo da mostra, que aborda temas sensíveis como tortura e repressão. Apesar de extremamente regular, a planta de expositores é implantada inclinada em relação a orientação da sala expositiva, gerando uma inflexão entre a mostra e o edifício. A expressão dessas formas diagonais também foi desenvolvida na Comunicação Visual da mostra, criada pelo Estúdio Permitido. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://memorialdaresistenciasp.org.br/exposicao/uma-vertigem-visionaria-brasil-nunca-mais/"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: 400;">tour virtual</span></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a> <span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
<strong>Ficha Técnica</strong></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">UMA VERTIGEM VISIONÁRIA — BRASIL: NUNCA MAIS </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Curadoria: </span><span style="font-weight: 400;">Diego Matos<br />
</span><span style="font-weight: 400;">em diálogo com a equipe do Memorial da Resistência: </span><span style="font-weight: 400;">Carolina Faustini Junqueira e </span><span style="font-weight: 400;">Vanessa Miyashiro<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Produção de conteúdo: </span><span style="font-weight: 400;">Laura Rago<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Projeto expográfico: </span><span style="font-weight: 400;">Christian Salmeron — Goma Oficina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Projeto gráfico: </span><span style="font-weight: 400;">Vitor Cesar e Karime Zaher — Estúdio Permitido</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b></b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>mulheres em luta &#124; memorial da resistência de sp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 02:21:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de expografia e comunicação visual para a exposição mulheres em luta!, em cartaz no Memorial da Resistência de São Paulo, de outubro de 2023 a julho de 2024. &#160; ficha técnica Curadoria: Ana Pato Assistência de Curadoria e Pesquisa: Carolina Faustini Junqueira Projeto Expográfico: Christian Salmeron e Teresa Vicini Lodi (assistente) Identidade Gráfica: Maria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto de expografia e comunicação visual para a exposição mulheres em luta!, em cartaz no Memorial da Resistência de São Paulo, de outubro de 2023 a julho de 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p>Curadoria: Ana Pato<br />
Assistência de Curadoria e Pesquisa: Carolina Faustini Junqueira</p>
<p>Projeto Expográfico: Christian Salmeron e Teresa Vicini Lodi (assistente)<br />
Identidade Gráfica: Maria Cau Levy e André Stefanini<br />
Comunicação Visual: André Stefanini, Maria Cau Levy e Flora Milanez<br />
Projeto de Iluminação: Saullo Costa da Silva Andretti</p>
<p>Produção: Angela Gennari, Cecilia Zuchi Vezzoni e Lucas Ribeiro<br />
Montagem: Duzzi Cenografia<br />
Realização: Associação Pinacoteca e Cultural (APAC)</p>
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		<title>taib: uma história do teatro &#124; casa do povo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 22:26:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição TAIB: uma história do teatro apresenta a trajetória singular do Teatro de Arte Israelita Brasileiro (TAIB), importante espaço de produção artística de resistência da cidade de São Paulo e que se encontra atualmente fechado, em ruínas. Lançada em conjunto com um livro de mesmo nome, a exposição faz parte de uma ação maior [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A exposição </span><i><span style="font-weight: 400;">TAIB: uma história do teatro</span></i><span style="font-weight: 400;"> apresenta a trajetória singular do Teatro de Arte Israelita Brasileiro (TAIB), importante espaço de produção artística de resistência da cidade de São Paulo e que se encontra atualmente fechado, em ruínas. Lançada em conjunto com um livro de mesmo nome, a exposição faz parte de uma ação maior que tem a intenção de jogar luz a este teatro e ampliar os desejos de reativá-lo. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Casa do Povo, espaço cultural efervescente que resiste há mais de oitenta anos no Bom Retiro e que abriga o teatro em seu subsolo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro desejo desse projeto é que o espaço da exposição pudesse </span><i><span style="font-weight: 400;">traduzir</span></i><span style="font-weight: 400;"> a experiência de estar no TAIB, habitando suas diversas camadas, tempos e personagens. Decidimos chamá-lo de </span><i><span style="font-weight: 400;">instalação-expográfica. </span></i><span style="font-weight: 400;">A ação de projeto foi, portanto, operar uma transposição, cenográfica e simbólica, do subsolo (onde o TAIB repousa) ao primeiro andar (onde a mostra é exibida), e encenar ali um pseudo-teatro, em que a dramaturgia é a história do TAIB. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição acontece em dois espaços que se conectam, o Salão – espaço amplo e livre onde acontecem diversas atividades –, e o Acervo – uma biblioteca que guarda as memórias da Casa do Povo, e inclusive diversas obras apresentadas na exposição. A ideia é que o visitante avistasse a instalação pelo Salão, que tem um grande fluxo de pessoas, e fosse convidado a adentrar também o Acervo, percebendo que o conteúdo da mostra fala também sobre aqueles espaços. </span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto estrutura, trouxemos um elemento que é tradicional ao espaço do teatro: o urdimento. O sistema de cordas e polias, que é usado para movimentar as varas cênicas que suportam cenários, luzes etc, foi usado na instalação para sustentar um conjunto de cortinas vermelhas que demarca a exposição. Cortinas essas, de variados tons e texturas de vermelho, remontando a diversidade de camadas históricas que o TAIB carrega: do início no teatro iídiche, feito por imigrantes refugiados da Guerra, ao teatro infantil e popular, que lotou plateias durante os anos 70 e 80; do teatro amador, praticado pela comunidade judaica que o fundou, ao teatro de resistência, que colocou em cartaz peças críticas à ditadura militar, com grandes nomes do teatro paulista em palco. Acreditamos que a aparência não uniforme das cortinas complexifica as hipóteses que podem ser criadas a partir desse cenário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante as visitas ao teatro em ruínas, notamos as poltronas originais da platéia, muitas em estado bem deteriorado e algumas em processo de restauração. Decidimos incluí-las na instalação, em seus diversos estados de conservação, como uma platéia temporária e frágil que se volta aos planos acortinados. A pesquisa também nos mostrou que essas poltronas tiveram vários processos de reforma durante sua história, em seus estofados eram trocados como uma forma de apresentar um teatro mais moderno e alcançar maior público. Esse elemento original, portanto, também apresenta diversos tons, que vão do vermelho-alaranjado ao bordô. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto aos expositores de barras de madeira, que suportam as obras, televisores e mobiliários, vale dizer que são feitos de reaproveitamento de outras exposições que realizamos anteriormente, um material que carregamos por anos em nossa oficina. Estas peças, também marcadas pelo tempo, são organizadas em geometrias errantes, que avançam, recuam e se dobram pelo espaço, como fossem atores ou cenários em cena. A disposição das obras nestes painéis reforça uma leitura relacional do conteúdo, que nunca se vê inteiramente paralela ao corpo, e exige, portanto, uma interação do visitante à circundar e descobrir as múltiplas facetas de imagens e documentos da mostra.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="1024" height="684" class="alignnone size-large wp-image-6741" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?resize=1024%2C684&#038;ssl=1" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/8_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-21_.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" class="alignnone size-large wp-image-6742" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?resize=1024%2C684&#038;ssl=1" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?resize=1024%2C684&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?resize=1536%2C1025&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2024/05/9_GOMA_TAIB-60_230718_LAURO-ROCHA-2_.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ficha técnica</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realização: Goma Oficina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Concepção: Casa do Povo<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Curadoria: Casa do Povo, Goma Oficina, Maria Livia Goes, Nina Hotimsky<br />
Direção Criativa: Christian Salmeron, Vitor Pena e Maria Cau Levy (Goma Oficina)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Projeto expográfico: Christian Salmeron, Vitor Pena e Gabriela Toral  (Goma Oficina)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Coordenação e produção: Paula Marujo e Lauro Rocha (Goma Oficina)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Pesquisa: Francisco Musatti Braga, Maria Lívia Nobre Goes, Nina Nussenzweig Hotimsky, Roney Cytrynowicz<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Identidade visual e sinalização expositiva: Felipe Carnevalli e Paula Lobato, Emir Lucresia (designer assistente)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Projeto de Iluminação: Saullo Andretti e Felipe Stucchi<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Produção de elementos cenográficos: Bety Poquechoque Quispe, Jeovanna Rosario Huanca Loza, Soledad Marisol Rodriguez Cruz e Zulema Calizaya Choque (Grupo Flor de Kantuta)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Montagem de áudio e vídeo: Amanda Carvalho<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Montagem: Christian Salmeron, Gabriela Toral, Gentil de Morais Previati Júnior, Jeferson do Santos Costa, Lia Ballak, Rogério de Moraes Previati, Vitor Pena<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Equipamento audiovisual: Fusion<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Iluminação: Eléctrica<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Digitalização do acervo: Luiz Casimiro, IAI Digital</span></p>
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		<title>o futuro é cooperativo &#124; sesc paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 15:33:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto gráfico e de comunicação visual realizado para o curso “O Futuro é Cooperativo”, realizado no SESC Paulista durante o período de outubro a novembro de 2022. O curso traziam uma abordagem sobre a história do cooperativismo com enfoque na América Latina, incluindo o Brasil, apresentando diversas experiências do cooperativismo nos países latinoamericanos, seus principais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto gráfico e de comunicação visual realizado para o curso “O Futuro é Cooperativo”, realizado no SESC Paulista durante o período de outubro a novembro de 2022. O curso traziam uma abordagem sobre a história do cooperativismo com enfoque na América Latina, incluindo o Brasil, apresentando diversas experiências do cooperativismo nos países latinoamericanos, seus principais conceitos e marcos ao longo do tempo. O objetivo era fomentar discussões e compartilhamento de saberes sobre o direito do trabalho e a cultura e suas relações com as plataformas de cooperação tradicionais e digitais. Cada uma das aulas foi ministrada por uma entidade ou professores diferentes, somando 6 ao todo.<br data-rich-text-line-break="true" /><br data-rich-text-line-break="true" />A ideia central do projeto foi representar a união, que é a essência do cooperativismo, por meio da soma de partes que juntas evocam o todo. A tipografia em estêncil foi escolhida para evidenciar esse efeito, pois é feita de pequenas partes que se conectam para criar sentido. Essa técnica foi utilizada pelo cooperativismo agrário na linguagem interna dos produtos. A fonte escolhida é arredondada e leve, representando não apenas um cooperativismo de luta, mas também sua potencialidade para a união. A escolha de cores complementares, laranja e verde, foi feita para marcar a identidade visual do projeto. Essas duas cores se unem e complementam, e a possibilidade de usar a tipografia como grafismo ou título é explorada de forma criativa. O projeto gráfico busca ser inclusivo, permitindo que qualquer pessoa possa compreendê-lo, mas também individual, pois cada parte tem sua própria potência, que ganha forma, sentido e função quando combinada com as outras partes.</p>
<p><strong data-rich-text-format-boundary="true">ficha técnica</strong><br data-rich-text-line-break="true" />design gráfico<br data-rich-text-line-break="true" />Maria Cau Levy<br data-rich-text-line-break="true" />André Stefanini</p>
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		<title>território bom retiro  &#124; oficina cultural oswald de andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 22:18:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto Território Bom Retiro foi uma atividade realizada como parte da exposição Mais de Um é Multidão, promovida pelo Instituto Adelina, que aconteceu na Oficina Cultural Oswald de Andrade em maio de 2022. A oficina apresentou uma metodologia de aproximação do território do bairro do Bom Retiro (São Paulo) através da relação entre a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">O projeto Território Bom Retiro foi uma atividade realizada como parte da exposição Mais de Um é Multidão, promovida pelo Instituto Adelina, que aconteceu na Oficina Cultural Oswald de Andrade em maio de 2022. A oficina apresentou uma metodologia de aproximação do território do bairro do Bom Retiro (São Paulo) através da relação entre a fotografia urbana e a cartografia.</p>
<p class="p1">Durante três encontros, os participantes foram convidados a cartografar o bairro do Bom Retiro. Através de leituras de mapas e fotografias históricas da região, os participantes realizaram uma expedição fotográfica pelo bairro, buscando as dinâmicas e particularidades deste território, onde convergem diversos movimentos migratórios dos últimos cem anos e também guarda memórias vivas do desenvolvimento da cidade. Foram apresentados mapas e cartografias como elementos fundamentais para a pesquisa sobre o território. A ferramenta do Google Maps &#8211; Street View foi utilizada para traçar dez rotas de percurso pelo bairro e elencar pontos de interesse que poderiam ser fotografados.</p>
<p class="p1">Na mostra também foram expostas fotografias de diferentes épocas do bairro do Bom Retiro e arredores, clicadas pelos renomados fotógrafos Bob Wolfenson e Cristiano Mascaro. A seleção serviu de ponto de partida para a oficina Território Bom Retiro, a fim de evidenciar as mudanças e permanências do local.</p>
<p class="p1">Divididos em dez rotas a serem realizadas a pé, os participantes registraram as ambiências e a vida cotidiana do bairro. Foram fotografados patrimônios históricos, personagens, objetos e diversas cenas deste território multicultural que é o bairro do Bom Retiro. As fotografias foram editadas coletivamente pelo grupo e o resultado foi impresso e exposto na mostra na Oswald de Andrade, junto com o mapa colaborativo desenhado à mão pelos alunos. A exposição foi sendo montada ao longo dos encontros, utilizando o espaço expositivo como um ateliê aberto.</p>
<p class="p1">A equipe foi composta por participantes de formações distintas, de áreas como fotografia, arquitetura, geografia e um público geral interessado em investigar o Bom Retiro. A exposição do trabalho também recebeu visitas guiadas com alunos de escolas públicas, organizadas pelo educativo do Instituto Adelina, trazendo discussões sobre a formação do bairro.</p>
<p class="p1">A oficina Território Bom Retiro foi apresentada ao lado da oficina Território Asunción, projeto desenvolvido pela Goma Oficina em 2017 utilizando a mesma metodologia de análise de território para cartografar a cidade de Assunção, no Paraguai. Foram expostos alguns processos e resultados dessa oficina como ponto de partida para a oficina no Bom Retiro. Território Asunción foi uma atividade de investigação para a produção do livro Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai, lançado pela Goma Oficina em 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>orgulho e resistências: LGBT na ditadura &#124; memorial da resistência sp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2020 14:23:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>english version below Projeto expográfico, projeto gráfico e comunicação visual realizado para a exposição Orgulho e Resistências: LGBT na ditadura, realizada no Memorial da Resistência de São Paulo entre outubro de 2020 e abril de 2021. A mostra, em parceria com o Museu da Diversidade Sexual, tem curadoria de Renan Quinalha e faz um recorte [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="557" class="alignnone size-large wp-image-6633" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/memorial-da-resistencia_13-iso-final-02-01.jpg?resize=1024%2C557&#038;ssl=1" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/memorial-da-resistencia_13-iso-final-02-01-scaled.jpg?resize=1024%2C557&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/memorial-da-resistencia_13-iso-final-02-01-scaled.jpg?resize=300%2C163&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/memorial-da-resistencia_13-iso-final-02-01-scaled.jpg?resize=768%2C418&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/memorial-da-resistencia_13-iso-final-02-01-scaled.jpg?resize=1536%2C836&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/memorial-da-resistencia_13-iso-final-02-01-scaled.jpg?resize=2048%2C1115&amp;ssl=1 2048w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><em><span style="font-weight: 400;">english version below</span><br />
</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Projeto expográfico, projeto gráfico e comunicação visual realizado para a exposição </span><i><span style="font-weight: 400;">Orgulho e Resistências: LGBT na ditadura</span></i><span style="font-weight: 400;">, realizada no Memorial da Resistência de São Paulo entre outubro de 2020 e abril de 2021. A mostra, em parceria com o Museu da Diversidade Sexual, tem curadoria de Renan Quinalha e faz um recorte sobre as relações entre autoritarismo e diversidade sexual e de gênero no período da ditadura militar brasileira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por se tratar de um conteúdo que simultaneamente tensiona temas como a violência e a liberdade, o partido expográfico procurou relacionar os contrastes presentes em toda narrativa curatorial em duas materialidades divergentes: os quadros metálicos – pesados e opacos – fazem a estrutura primária e organizam os painéis expositivos como elementos rígidos, enquanto os planos de tecido – leves e translúcidos – criam a ambiência da sala, separando os módulos temáticos fisicamente com algumas aberturas e intersecções visuais. A leveza e transparência dos tecidos convoca o visitante a experienciar de forma esperançosa um tema delicado e, muitas vezes, doloroso, ainda se tratando da mostra ser no Memorial da Resistência, edifício da antiga sede do DEOPS e que hoje dedica importante acervo à memória da ditadura militar. Como resultado conceitual, temos um espaço moldado por uma intensa relação entre repressão e diversidade, arte e censura, trazendo a potência de ambos durante o percurso, que por vezes se dá de uma maneira mais imersiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto gráfico teve como desafio comunicar de modo contemporâneo um tema de extrema relevância para a atualidade, contudo enfatizando o caráter histórico da exposição em questão, que revisita arquivos de cerca de 50 anos atrás. A temática LGBTQ+ possui nos dias de hoje suas cores e bandeiras, que já compõem nosso imaginário coletivo. Contudo, esse simbólico, a exemplo das cores do arco-íris, foi produzido em um período posterior ao período retratado. Por isso nos propusemos a revisitar a estética das revistas independentes, da comunicação de massa vista nos panfletos, prensados, nas comunicações dos cinemas, das boates e bares. Nossa escolha pela família DRUK se deu por ser uma fonte expressiva, extensamente utilizada no século XX para comunicação de massa, cartazes, posters, letterings. As cores que vão do grito do vermelho até o gemido do rosa, foram propostas propositalmente por serem cores potentes com pouco contraste entre si. Uma contém a outra, e seu degradê utilizado na maior parede expositiva representa todos os tons dentro dessa paleta. A ideia foi brincar com as nuances de modo a tornar sutil a mudança de uma cor para a outra, e não assumir nenhuma das duas: sejam elas a representação da violência, do prazer, do grito, da repressão, da tensão ou do tesão.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6631" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa17.png?w=1980&amp;ssl=1 1980w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6630" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa15.png?w=1980&amp;ssl=1 1980w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6623" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa2.png?w=1980&amp;ssl=1 1980w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6624" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/12/OER_MR_baixa4.png?w=1980&amp;ssl=1 1980w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><strong>ficha técnica<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">projeto expográfico – goma oficina</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Ana David </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Christian Salmeron</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">projeto gráfico e comunicação visual – goma oficina</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Stefanini </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Maria Cau Levy</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">fotografia<br />
Marina Lima<br />
Julia Thompson</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">coordenação Memorial da Resistência SP<br />
Ana Pato</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">curadoria </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Renan Quinalha</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">co-curadoria e pesquisa  </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Julia Gumieri</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Leonardo Arouca</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Marília Bonas</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">mediação virtual </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Casa 1 – Centro de Cultura e Acolhimento LGBT</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">produção </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Angela Gennari (Projetos Culturais – APAC)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Bárbara Rodrigues Tavares (Projetos Culturais – APAC)</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">tratamento e edição de imagens </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Estúdio 321</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">execução de expografia </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Artos Cenotécnica</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">montagem </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Gala Art Installation</span></p>
<p>–<br />
<strong><em>english version</em></strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">We worked on the exibithion, graphic and visual communication project for the exhibition </span></em><span style="font-weight: 400;">Pride and Resistances: LGBT</span><span style="font-weight: 400;"> in the dictatorship</span><em><span style="font-weight: 400;">, held at the São Paulo Resistance Memorial between October 2020 and April 2021. The exhibition, in partnership with the Museum of Sexual Diversity, curated by Renan Quinalha, highlights the relationship between authoritarianism and sexual and gender diversity during the period of the Brazilian military dictatorship.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Because it is a content that simultaneously tensions themes such as violence and freedom, the exhibition design sought to relate the contrasts to the present moment in the entire curatorial narrative in two divergent materialities: the metallic frames – heavy and opaque – creates a primary structure and organizes the panels exhibits as rigid elements, while the fabric planes – light and translucent – creates the ambience of the room, separating the thematic modules physically with some visual openings and intersections. The lightness and transparency of the fabrics invites the visitor to experience a delicate and often painful theme, although the exhibition is on display at Resistance Memorial, building of the former headquarters of the prison and torture site, which today dedicates an important collection to the military dictatorship history. As a conceptual result, we have a space shaped by an intense relationship between repression and diversity, art and censorship, bringing the power of both along the way, which sometimes takes place in a more immersive way.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The challenge of the graphic project was to communicate, in a contemporary way, a topic of extreme relevance for the present, however emphasizing the historical character of the exhibition in question, which revisits archives from about 50 years ago. The LGBTQ + theme in contemporary times has its colors and flags, which is already in our collective imagination. However, this symbolism, like the colors of the rainbow, was produced in a period after the one portrayed. Hence our objective to revisit the aesthetics of independent magazines, mass communication seen in pamphlets, in press, in cinema, nightclub and bar communications. Our choice for the DRUK family came from being an expressive font, widely used in the 20th century for mass communication, posters, letterings. The colors ranging from the scream of red to the groan of pink, was proposed because they are powerful colors with little contrast between them. One contains the other, and its gradient used on the largest display wall represents all the tones within that palette. The idea was to play with the nuances in order to make the change from one color to the other subtle, and not assume either: be they the representation of violence, pleasure, shout, repression, tension or lust.</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>pavilhão circuito sesc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 15:29:20 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em janeiro de 2020 fomos chamados a projetar um pavilhão itinerante para o Circuito Sesc das Artes, um projeto que transforma espaços públicos, praças e ruas em epicentros artísticos e culturais com uma programação intensa de apresentações de dança, música, teatro, cinema, circo, além de oficinas de literatura, artes visuais, tecnologia e artes. O Circuito percorre anualmente 121 municípios do estado de São Paulo que não possuem unidade Sesc, com atividades gratuitas e livres para todas as idades. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para receber atividades de tecnologia e arte, idealizamos um pavilhão de 60m2 como um espaço lúdico, alegre, convidativo e acolhedor, que estimula trocas e diálogos entre os aprendizes, educadores e público em geral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por tratar-se de um evento itinerante, as premissas de projeto foram a de fácil transportabilidade, acessibilidade construtiva, agilidade de montagem e desmontagem, leveza, durabilidade e estabilidade, além da capacidade de reutilização dos elementos construtivos, modularidade e adaptabilidade (atendendo aos diferentes locais de implantação) e proteção contra possíveis intempéries. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estrutura proposta é uma combinação de dois sistemas previamente utilizados: 01 sistema de tubos e conexões com 02 sistema de perfis de alumínio extrudado. Ambos os sistemas abordam a transposição direta de uma tecnologia das linhas de montagem para a criação de espaço – do espaço cartesiano ao espaço social.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto os perfis de alumínio extrudado formam a estrutura principal na base, os tubos e conexões configuram uma cobertura leve feita de tesouras. O mobiliário, também em tubos e conexões, é acoplado à estrutura principal e dá mais rigidez ao conjunto por realizar o travamento dos quadros de alumínio. Esses suportes foram pensados para armazenamento de caixas organizadoras e tampos de mesa utilizados nas oficinas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">São previstos 3 dimensões distintas para o pavilhão – 6x6m (36m2), 6x8m (48m2) e 6&#215;10 (60m2) –  de tal forma que seja possível adaptá-lo aos distintos locais selecionados em cada cidade. Ainda a respeito da adaptabilidade, foram pensados diversos leiautes para que o pavilhão atenda a diversidade de atividades propostas pelo Circuito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para fechamento superior da estrutura é proposta a utilização de lonas plásticas na cor amarela (as mesmas comumente utilizadas em cobertura de feiras livres) – um material acessível, resistente, reutilizável e que simbolicamente carrega um teor afetivo. Nos fechamentos laterais, propõe-se a utilização de tiras de pvc na cor amarela – material translúcido e lúdico – que garantem ao espaço interno uma boa ventilação, além de uma interação interior-exterior mais estimulante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>equipe</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">ana david</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">andré stefanini</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">christian salmeron</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">fernando banzi<br />
maria cau levy<br />
paula marujo<br />
</span><span style="font-weight: 400;">victoria braga</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">vitor pena</span></p>
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		<title>livro arquiteturas contemporâneas no paraguai &#124; arquitecturas contemporáneas en paraguay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 23:33:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Goma Oficina (org.) Romano Guerra Editora e Editora Escola da Cidade, 2019 * Prêmio Jabuti categoria projeto gráfico 2020 * Selecionado pela AIGANY no concurso para os 50 melhores designs de livro e capas de 2019 No Brasil, pouco se sabe sobre a realidade do Paraguai, um país que possui uma cultura rica, belas paisagens e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Goma Oficina (org.)<br />
Romano Guerra Editora e Editora Escola da Cidade, 2019</p>
<p>* Prêmio Jabuti categoria projeto gráfico 2020<br />
* Selecionado pela AIGANY no concurso para os <a href="https://50books50covers.secure-platform.com/a/gallery/rounds/94/details/35580" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;"><strong>50 melhores designs de livro e capas de 2019</strong></span></a></p>
<p>No Brasil, pouco se sabe sobre a realidade do Paraguai, um país que possui uma cultura rica, belas paisagens e uma população de cerca de 6,5 milhões de pessoas que falam as duas línguas oficiais: espanhol e guarani.</p>
<p>O livro Arquiteturas contemporâneas no Paraguai, que será lançado no dia 28 de novembro em São Paulo, busca revelar a riqueza e inventividade das construções contemporâneas realizadas por uma nova geração de arquitetos paraguaios. Propõe-se também a fazer uma análise da história do país e do seu desenvolvimento, marcado pela influência de sucessivos governos brasileiros.</p>
<p>A publicação bilíngue (português-espanhol) apresenta uma seleção de obras marcadas pela experimentação construtiva e muita criatividade, utilizando materiais básicos: tijolos, concreto e vidro. Manejando recursos materiais muito simples as obras de arquitetos como Solano Benitez e Javier Corvalan têm alcançado grande destaque na arquitetura mundial.</p>
<p>Com textos críticos e uma seleção de vinte e nove obras, o livro organizado pela Goma Oficina propõe à esse território um novo olhar, que pode ajudar muito a pensar o futuro (e presente) das cidades latino-americanas, tomando como exemplo essa geração de profissionais que vem encontrando soluções criativas aos desafios sociais e urbanos locais.</p>
<p>O projeto gráfico do livro <em>Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay</em> foi realizado pelos próprios organizadores do livro, o coletivo Goma Oficina, o que possibilitou uma maior integração entre a concepção do design e a pesquisa crítica apresentada.<br />
As obras paraguaias selecionadas no livro se destacam pela experimentação com materiais ordinários, resultando em intervenções extremamente contemporâneas, heterogêneas e propositivas.</p>
<p>Tivemos a preocupação de deixar aparente os elementos constitutivos do livro (papel, dobra e costura), revelando ao máximo sua estrutura, e remetendo a sensação tátil que a própria arquitetura paraguaia provoca. Os materiais escolhidos foram os mais comuns disponíveis no mercado, utilizados sem acabamentos e grandes refinamentos.</p>
<p>A escolha de uma quinta cor especial, o laranja neon, aparece como a representação do barro &#8211; elemento importante do repertório construtivo guarani. Já a folha gráfica foi diagramada em seu tamanho original (96&#215;66) de modo a explorar a incidência das dobras na composição gráfica das imagens e títulos de capítulos. As tipografias utilizadas (com e sem serifa) revelam o contraste entre o novo e o antigo, e são apoio para a disposição do conteúdo bilíngue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>In Brazil, little is known about the reality of Paraguay, a country that has a rich culture, beautiful landscapes and a population of about 6.5 million people who speak the two official languages: Spanish and Guarani.</p>
<p>The book <em>Contemporary Architectures in Paraguay</em>, launched on November 28 2019 in São Paulo, tries to reveal the richness and inventiveness of contemporary constructions made by a new generation of Paraguayan architects. It is also proposed to make an analysis of the country&#8217;s history and its development, marked by the influence of successive Brazilian governments.</p>
<p>The bilingual publication (Portuguese-Spanish) presents a selection of buildings marked by constructive experimentation and a lot of creativity, using basic materials: brick, concrete and glass. Managing very simple material resources, the works of architects such as Solano Benítez and Javier Corvalán have achieved great prominence in global architecture.</p>
<p>With critical texts and a selection of twenty-nine works, the book organized by Goma Oficina proposes to that territory a new look, which can help us think about the future (and present) of Latin American cities, taking as an example that generation of professionals who come finding creative solutions to local social and urban challenges.</p>
<p>The graphic design of the book <em>Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay</em> was carried out by the own book&#8217;s organizers, the collective Goma Oficina, which made a greater integration between the design concept and the critical research presented.<br />
The Paraguayan works selected in the book stands out for experimenting with ordinary materials, resulting in extremely contemporary, heterogeneous and purposeful interventions.</p>
<p>We made the constructive elements of the book (paper, fold and sewing) apparent, revealing its structure as much as possible, and referring to the tactile sensation that the own Paraguayan architecture provokes. The materials chosen were the most common and available on the market, used without finishing and major refinements.</p>
<p>The choice of using a fifth special color, neon orange, appears as the representation of clay &#8211; an important element of the Guarani constructive repertoire. On the other hand, the graphic paper was diagrammed in its original size, (96 x 66 cm) in order to explore the incidence of folds in the graphic composition of the images and chapter titles. The typographies used (with or without serif) reveal the contrast between new and old, and are supports for the bilingual content.</p>
<p><strong>organizadores goma</strong><br />
André Stefanini<br />
Ana David<br />
Eduardo Verri<br />
Guilherme Tanaka<br />
Lauro Rocha<br />
Lena Império<br />
Maria Cau Levy<br />
Pedro Beresin<br />
Vitor Pena</p>
<p><strong>apresentação</strong><br />
Lena Império Hamburger e Maria Cau Levy</p>
<p><strong>textos</strong><br />
Javier Rodríguez Alcalá, Eduardo Verri, Pedro Beresin e Vitor Pena</p>
<p><strong>posfácio</strong><br />
Fernando Luiz Lara</p>
<p><strong>coordenação editorial</strong><br />
Abilio Guerra, Fernanda Critelli e Silvana Romano Santos</p>
<p><strong>projeto gráfico</strong><br />
Maria Cau Levy, André Stefanini, Christian Salmeron e Ana David</p>
<p><strong>impressão</strong><br />
Pancrom</p>
<p><strong>patrocínio</strong><br />
Cerâmica Atlas</p>
<p><strong>realização</strong><em><br />
</em>Goma Oficina e Unibes Cultural</p>
<p>1ª edição, 176 páginas, fotos, ilustrado, colorido, capa dura, papéis Offset 120g/m<sup>2</sup> e Pólen Bold 90g/m<sup>2</sup>, 17 x 24 cm<br />
ISBN 978-85-88585-86-7 (Romano Guerra)<br />
ISBN 978-85-64558-46-5 (ECidade)</p>
<p><strong>link relacionados</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/territorio-asuncion/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oficina com colectivo Aqua Alta Territorio Asunción</a> em 2017<br />
<a href="http://gomaoficina.com/tags-blog/paraguai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#paraguai</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/928284/lancamento-do-livro-arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lançamento do livro &#8220;Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai&#8221; &#8211; archdaily</a></span><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.arcoweb.com.br/noticias/noticias/arquitetura-paraguaia-e-retratada-no-livro-do-goma-oficina" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Arquitetura paraguaia é retratada em livro da Goma Oficina &#8211; arcoweb</a><br />
<a href="https://www.escoladacidade.org/arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lançamento: Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai &#8211; editora da cidade</a><br />
<a href="https://50books50covers.secure-platform.com/a/gallery/rounds/94/details/35580">Aiga 50 books and 50 covers 2019</a></span></p>
<p>Para adquirir clique <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.romanoguerra.com.br/pd-6eaa33-arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai.html?ct=1966b1&amp;p=1&amp;s=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui para site da editora</a></span>, ou<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.amazon.com.br/Arquiteturas-contempor%C3%A2neas-Paraguai-Goma-Oficina/dp/8588585863/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=goma+oficina&amp;qid=1576538905&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> aqui para Amazon</a></span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>novembro 2019</p>
<div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-6117-1" width="720" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4?_=1" /><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4">http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4</a></video></div>
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		<title>pavilhão mostra gife &#124; ccsp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 14:52:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>english version below O pavilhão Gife (180m2) foi projetado para a Mostra Gife de Inovação Social, que ocorreu no CCSP de 1 a 17 de Setembro de 2019. A solução arquitetônica considerou além da montagem no Centro Cultural São Paulo, a possibilidade de itinerância. Também considerou que seria montado em 1 dia pela própria equipe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>english version below</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O pavilhão Gife (180m2) foi projetado para a Mostra Gife de Inovação Social, que ocorreu no CCSP de 1 a 17 de Setembro de 2019. A solução arquitetônica considerou além da montagem no Centro Cultural São Paulo, a possibilidade de itinerância. Também considerou que seria montado em 1 dia pela própria equipe de arquitetos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para solucionar a reconfigurabilidade do pavilhão adotamos um sistema modular de alumínio extrudado e ranhurado com conectores móveis, que nos permitiu a independência entre a estrutura e vedação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A intenção foi criar um espaço de convergência e uma experiência de introspecção que abrigasse o conteúdo da mostra, e dialogasse com o contexto do CCSP. Uma envoltória elíptica em tela agrícola aluminizada foi o elemento escolhido para a definição do limite e organicidade. A tela agrícola atendia às nossas expectativas com relação à compactabilidade, leveza e equilíbrio entre opacidade e translucidez que desejávamos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema construtivo adotado para estrutura é utilizado em fábricas para atender a linhas de montagem na fabricação de esteiras, racks, e outros dispositivos. Pesquisamos esse material há alguns anos <a href="http://gomaoficina.com/projetos/fabrica-funarte/">(mais sobre a pesquisa aqui)</a> e aplicamos ele em exposições e pavilhões pois acreditamos ser importante para o debate da sustentabilidade nas construções efêmeras. Sempre adotamos o uso de materiais que são pensados para o reuso, sem a implicação de esforços destrutivos e sem a geração de resíduos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso contamos com um período de prototipagem e pré-fabricação no mês que antecedeu a montagem. Durante esse processo foi possível experimentar e corrigir o projeto, em tempo real, realizar testes de comportamento estrutural, e compreender o esforço e recurso humano necessário para a montagem e desmontagem do pavilhão. Essa etapa do trabalho, foi denominada <a href="http://gomaoficina.com/projetos/fabrica-funarte/">Fábrica</a> e teve lugar na galeria Mário Schenberg cedida pela FUNARTESP. O processo era aberto a visitação, que acolheu uma série de atividades que promovemos para público mais amplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Fábrica foi o principal aspecto para o desenvolvimento do projeto. Levando em conta sobretudo o aprendizado e troca entre os arquitetos, que eram os montadores e os designers da mostra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A montagem da estrutura foi realizada em aproximadamente seis horas, com uma equipe de 10 pessoas. A desmontagem completa levou menos que quatro horas.</span></p>
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<p><strong>equipe goma oficina</strong></p>
<p>arquitetura e montagem<br />
<span style="font-weight: 400;">Vitor Pena<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Victoria Braga<br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Vitiello<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Inaê Monteiro Negrão<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Clara Varandas Abussamra<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Luisa Capalbo Menezes<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Victor Salviano Isawa<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Luiz Gomes da Silva</span></p>
<p>design gráfico <b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Maria Cau Levy<br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Stefanini </span></p>
<p>coordenação de produção <b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Paula Marujo </span></p>
<p>fotos<br />
Rafaela Netto</p>
<p>vídeo<br />
Central Content</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6114" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA-1024x683.jpg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE22-GOMAOFICINA.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6115" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA-1024x683.jpg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE23-GOMAOFICINA.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6116" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA-1024x683.jpg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/GIFE24-GOMAOFICINA.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
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<p><span style="font-weight: 400;">Para o projeto de sinalização escolhemos o papel reciclável &#8211; em placas estreitas para o fácil transporte e adaptabilidade &#8211; pensadas para as itinerâncias que aconteceriam pelo país, evitando reimpressão e desperdício de material. A tipografia escolhida foi a Cooper Hewitt, por ser a tipografia já utilizada pela associação. Utilizamos a variação de peso, forte característica da type não explorada na marca GIFE, para trazer dinamicidade e pluralidade. A estampa criada com o número 1 brinca com as espessuras da tipografia e marca a primeira edição da mostra.</span></p>
<p><strong>ficha completa</strong></p>
<p>realização<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">GIFE</span></p>
<p>coordenação geral<br />
<span style="font-weight: 400;">Erika Sanchez Saez<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paola Caiuby Santiago</span></p>
<p>curadoria<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Erika Sanchez Saez<br />
</span><span style="font-weight: 400;">José Marcelo Zacch<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paola Caiuby Santiago</span></p>
<p>Apoio de produção<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">GIFE<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Aline Rosa</span></p>
<p>Textos<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Mônica C. Ribeiro</span></p>
<p>Revisão<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Juliana Bitelli</span></p>
<p>Tratamento de Imagens<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Marcelo Guarnieri</span></p>
<p>Audiovisual <b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Primeira Opção<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Sergio Santos</span></p>
<p>Projeto Multimídia<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Sergio Santos</span></p>
<p>Interativos<b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Samambaia Digital</span></p>
<p>_</p>
<p><em>english version</em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The Gife pavilion (1937.5 ft2) was designed for GIFE, a Social Innovation Exhibition, which took place at the CCSP from September 1st to 17th, 2019. The architectural solution considered, in addition to the assembly at Centro Cultural São Paulo, was the possibility of roaming. It also considered that it would be assembled in one day by the team of architects.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">To solve the pavilion&#8217;s reconfigurability, we adopted a modular system of extruded and grooved aluminum with movable connectors, which allowed independence between the structure and the fence.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The intention was to create a space for convergence and an experience of introspection that would harbored the content of the exhibition, and dialogue with the context of the CCSP. An elliptical wrap in aluminized agricultural canvas was the element chosen for the definition of the limit and organicity. The agricultural canvas met our expectations regarding the compactness, lightness and balance between opacity and translucency that we wanted.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The construction system adopted for the structure is used in factories to meet the assembly lines in the manufacture of mats, racks, and other devices. We researched this material a few years ago (more about the research here) and applied it to exhibitions and pavilions because we believe it is important for the debate on sustainability in ephemeral constructions. We have always adopted the use of materials that are designed for reuse, without involving destructive efforts and without generating waste.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">We had a period of prototyping and prefabrication in the month before the assembly. During this process, it was possible to experiment and correct the project, in real time, carry out structural behavior tests, and understand the effort and human resources necessary for the assembly and disassembly of the pavilion. This stage of the work was called </span><span style="font-weight: 400;">Factory</span><span style="font-weight: 400;"> and took place at the Mário Schenberg gallery provided by FUNARTE SP. The process was open to visitation, which hosted a series of activities that we promote to a wider audience.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The </span><span style="font-weight: 400;">Factory</span><span style="font-weight: 400;"> was the main aspect for the development of the project. Taking into account above all the learning and exchange between the architects, who were the assemblers and designers of the exhibition.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The structure was assembled in approximately six hours, with a team of 10 people. The complete disassembly took less than four hours.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">For the signage project, we selected a recyclable paper &#8211; in narrow plates to facilitate transport and adaptability &#8211; designed for itineraries that will  occur throughout the country, avoiding reprinting and material waste. The typography chosen was Cooper Hewitt, as it was already used by the association. We use the weight variation, a strong resource of the type not explored in the GIFE brand, to bring dynamics and plurality. A model created with the number 1 plays with the typography thickness and marks the first edition of the show.</span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://gomaoficina.com/projetos/pavilhao-gife-ccsp/">pavilhão mostra gife | ccsp</a> apareceu primeiro em <a href="https://gomaoficina.com">goma oficina</a>.</p>
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