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	<title>blog - bienal | goma oficina</title>
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		<title>fronteira livre na bienal iberoamericana de desenho + um ano da 11a marcha dos imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria cau levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 01:27:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Faz um ano a 11a Marcha dos Imigrantes &#8220;Pelo Fim da Invisibilidade dos Imigrantes&#8221; que ocorreu na Av. Paulista em São Paulo, 2017. Nesse ano, as 6 faixas produzidas no projeto/intervenção Fronteira Livre estiveram presentes como manifestação do grupo formado por 9 imigrantes e refugiados membros do CAMI, são eles: Albertina Afonso Glosser (Angola), Aracely [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz um ano a 11a Marcha dos Imigrantes &#8220;Pelo Fim da Invisibilidade dos Imigrantes&#8221; que ocorreu na Av. Paulista em São Paulo, 2017. Nesse ano, as 6 faixas produzidas no projeto/intervenção <a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Fronteira Livre</span></a> estiveram presentes como manifestação do grupo formado por 9 imigrantes e refugiados membros do CAMI, são eles: Albertina Afonso Glosser (Angola), Aracely Tatiana Mérida Urena (Peru), Jose Mpela Bolayenge (Congo), Gredy Canaquiri Yume (Peru), Claudine Shindany Kumbi (Congo), Nataly Puente de la Vega Unda (Peru), Tomasa Nancy Salva Guarachi (Bolívia), Nila Jackeline Salva Guarachi (Bolívia) e Soledad Requena (Peru).</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Fronteira Livre</span></a> foi um processo/projeto desenvolvido para a 11ª Bienal de Arquitetura SP </span><i><span style="font-weight: 400;">Em Projeto,</span></i><span style="font-weight: 400;"> que resultou em intervenção pública em seis estações do Metrô de São Paulo, de Outubro a Dezembro de 2017. O processo foi realizado através da colaboração entre ativistas, arquitetos, assistentes sociais e artistas de diversos países em uma parceria principal entre a Goma Oficina e o CAMI Centro de Apoio ao Imigrante e Refugiado.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">A intervenção foi resultado de <a href="http://gomaoficina.com/oficina/fronteira-livre-as-historias-do-nos/" target="_blank" rel="noopener">dez dias de imersão no CAMI</a>, em que foram realizadas dinâmicas relacionadas ao tema FRONTEIRA LIVRE (título da 10a Marcha da Imigração de São Paulo de 2016). Os primeiros três dias consistiram em dinâmicas de grupo e debates para a construção de narrativas coletivas: dia 1 “história do eu”, dia 2 “história do nós&#8221;, dia 3 “história do agora”. Após essas dinâmicas chegamos em seis mensagens síntese – pontos de convergência das narrativas individuais e coletivas – que o grupo desejava comunicar para os usuários das seis principais estações de metrô da linha vermelha: Barra Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé e Itaquera. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valendo-se de metodologia de tradução intersemiótica – que consiste em interpretar palavras e sentimentos e traduzi-los em meios não verbais – os conceitos subjetivos levantados pelo grupo como invisibilidade, medo, voz, limite e rompimento foram transformados em padrões geométricos e cores, estampando seis faixas/fronteiras de 6mX0.75m. As faixas foram fixadas no alto dos largos corredores de alta circulação nas emblemáticas estações do Metrô, de modo a representar em si uma fronteira a ser cruzada diariamente por milhões de pessoas.</span></p>
<p>Esse ano o projeto foi contemplado com o prêmio na <a href="http://www.bid-dimad.org/" target="_blank" rel="noopener">Bienal Iberoamericana de Desenho</a> na categoria <b>Diseño y Participación ciudadana / UCCI. </b></p>
<p>O evento ocorrerá no Matadero em Madrid de 26 a 30 de novembro de 2018.</p>
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<p>+<br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/" target="_blank" rel="noopener">fronteira livre | 11a bienal de arquitetura</a></span><br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/fronteira-livre-na-exposicao-imaginario-da-cidade/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">fronteira livre na exposição imaginário da cidade</span></a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/oficina/fronteira-livre-as-historias-do-nos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">história do nós</span></a><br />
<a href="https://migramundo.com/intervencao-leva-debate-sobre-imigracao-e-fronteiras-ao-metro-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">intervenção leva debate sobre a imigração e fronteiras ao metrô</span></a></p>
<p><iframe title="11a Marcha dos Imigrantes &quot;Pelo Fim da Invisibilidade dos Imigrantes&quot; | Fronteira Livre" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/vED0v0SCJk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5299" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30-768x1024.jpg?resize=288%2C384" alt="" width="288" height="384" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px" />
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<p>Entrevista para a embaixada brasileira em madrid. Na foto Gabriela Forjaz, Maria Cau Levy e Alexander Furunes.</p>
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		<title>fronteira livre na exposição imaginário da cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2018 22:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O papel da arquitetura e daquilo que entendemos enquanto <strong>projeto</strong> vêm, nas últimas décadas, passando por um profundo processo de reconfiguração (por mais, ou menos silêncio que se faça sobre). A figura do arquiteto (homem) solitário sentado frente à sua prancheta dedicando horas e mais horas à perspectiva perfeita e solta no espaço &#8211; entre um cigarro e outro limpa os resquícios de nanquim das mãos &#8211; , parece hoje uma alegoria bastante distante. Ainda resiste uma certa nostalgia incrustada nessa imagem que, se reproduzida pelas gerações mais jovens, mais assemelha-se ao velho saudosismo de um tempo não vivido. Há um descolamento dimensional incontestável e uma responsabilidade inerente ao reconhecimento deste fato, quer queira, quer não.</p>
<p>Os tempos mudaram e, naturalmente, o que se entende por arquitetura também mudou. É, não apenas salutar, como necessário, que o campo de atuação da(o) profissional de arquitetura, e a profissional ela(e) própria(o), permita constante reformulação.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4035" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />Em 2017, com o tema <strong>Em Projeto</strong>, a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo jogou luz sobre questões que, apesar de fundamentais para uma crítica e atuação coerentes no contexto contemporâneo das cidades, ainda são pouco debatidas. Nos espaços de discussão ditos &#8220;formais&#8221;, à exemplo, a academia, muito pouco se discute sobre o que entende-se ou não enquanto projeto de arquitetura, e porquê.</p>
<p>Nas palavras da curadoria:</p>
<p><em>&#8220;(A 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo &#8211; Em Projeto) Propõe repensar o projeto singular como instrumento capaz de reunir/agrupar a interdisciplinaridade necessária que o fenômeno cidade exige. Sugere uma atitude experimental que questiona o lugar do projeto na cidade e enfoca o processo que caracteriza o percurso desta Bienal: em construção, em projeto (&#8230;) Como articular os agentes, compartilhar o conhecimento e expandir a ação do arquiteto? Para reagir às incertezas atinentes à metrópole contemporânea, se faz necessário que os profissionais da arquitetura e da cidade reconsiderem a validade e o controle que a noção de projeto obteve ao longo da história.&#8221;</em></p>
<p>A Goma Oficina integrou a <strong>exposição Imaginário da Cidade</strong>, que reuniu diversas iniciativas mapeadas pelo Observatório da Bienal e outros trabalhos selecionados por meio de chamada aberta. Com o objetivo de reconhecer e dar visibilidade à conhecimentos produzidos cotidianamente na cidade de São Paulo pelos mais variados agentes, a exposição abrigou formatações que incluíram desde ensaios fotográficos, caminhadas, guias ilustrados, instrumentos de comunicação (rádios, projeções, transmissão ao vivo, jornais, revistas) até ações experimentais como construções temporárias, ações efêmeras, performances, intervenções, construções-teste e de protótipos. Outros <em>projetos</em> que estivessem relacionados à leitura e expressão da multiplicidade de perspectivas no território da cidade também integraram esse compilado.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4038" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>O <em><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/">projeto Fronteira Livre</a> </em>se propôs à abordar um dos processos mais emblemáticos na atualidade, presente em escala global: a imigração. As fronteiras são físicas, materializadas por parede de bloco sobre bloco, mas também invisíveis: são culturais, sociais e econômicas.</p>
<p><strong>Fronteira Livre</strong> é um projeto de arquitetura, de design gráfico, de estamparia e de intervenção, possível graças à um processo coletivo envolvendo os mais variados agentes (imigrantes, educadores, arquitetas e arquitetos, fotógrafos, designers, funestudantes e artistas).</p>
<p>Mais do que refletir a amplitude do campo de atuação da arquitetura, parece cada vez mais necessário compreender a potência humana que reside no trabalho coletivo e interdisciplinar. E interferir o silêncio nostálgico, com a polifonia dos saberes, tem se mostrado um bom começo de conversa.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4043" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
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		<title>fronteira livre: histórias do nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria cau levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2017 00:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fronteira Livre foi um projeto colaborativo desenvolvido para a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo em parceria com Alexander Eriksson Furunes . O processo foi realizado através da colaboração com 8 membros do CAMI (Centro de Apoio e Pastoral do Migrante) da Bolívia, Peru, Angola, Haiti e Congo. Foram 10 dias de oficina entre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fronteira Livre foi um projeto colaborativo desenvolvido para a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo em parceria com Alexander Eriksson Furunes . O processo foi realizado através da colaboração com 8 membros do CAMI (Centro de Apoio e Pastoral do Migrante) da Bolívia, Peru, Angola, Haiti e Congo.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3959" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FRONTEIRA-LIVRE-2a.jpeg?resize=479%2C319" alt="" width="479" height="319" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FRONTEIRA-LIVRE-2a.jpeg?w=1062&amp;ssl=1 1062w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FRONTEIRA-LIVRE-2a.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FRONTEIRA-LIVRE-2a.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FRONTEIRA-LIVRE-2a.jpeg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FRONTEIRA-LIVRE-2a.jpeg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FRONTEIRA-LIVRE-2a.jpeg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w" sizes="auto, (max-width: 479px) 100vw, 479px" />
<p>Foram 10 dias de oficina entre os dias 10 e 20 de outubro de 2017. A metodologia da dinâmica dividiu-se em 4 momentos. Iniciamos um processo de aproximação da temática, contextualizando as fronteiras enfrentadas atualmente pelos milhares de imigrantes que chegam ao Brasil. Em um segundo momento, realizamos uma imersão nas <strong>narrativas individuais dos participantes (histórias do eu)</strong>, e, a partir delas, identificamos as <strong>narrativas coletivas (histórias do nós).</strong> Após 3 dias de dinâmica se chegou nas mensagens síntese &#8211; pontos de convergência das narrativas individuais e coletivas &#8211; que o grupo desejava comunicar: 1) criar coragem para caminhar  2) deixar medo de lado 3) estamos aqui nos escutem 4) precisamos conhecer nossos direitos 5) ter força para continuar 6) sonhar: esperança amanhã. Por meio de <strong>tradução intersemiótica</strong>, que consiste em interpretar palavras e sentimentos e traduzi-los em meios não verbais,  se propôs traduzir conceitos subjetivos como: <strong>invisibilidade, medo, voz, limite, rompimento,</strong> que transformaram-se em padrões geométricos e cores, estampando 6 faixas de 6mX0.75m.<span style="text-decoration: underline;"> O processo resultou<a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"> na intervenção nas 6 estações da linha vermelha do Metrô de São Paulo</a></span>.</p>
<p>Abaixo as <strong>histórias do nós,</strong> desenvolvidas durante a dinâmica:</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="6969" height="1701" class="alignnone size-full wp-image-3969" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?resize=6969%2C1701" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?w=6969&amp;ssl=1 6969w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?resize=300%2C73&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?resize=768%2C187&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?resize=1024%2C250&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?resize=1320%2C322&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-03.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />CRIAR CORAGEM PARA CAMINHAR<br />
<strong>estação barra-funda</strong></p>
<p><b>Nós criamos sempre coragem</b><span style="font-weight: 400;">. Coragem para começar uma vida </span><b>sozinho</b><span style="font-weight: 400;">, sem família, sem ninguém. Viemos de bem longe. Morar com pessoas novas, que não conhecemos. Muita coragem. Criando um </span><b>novo</b><span style="font-weight: 400;"> ambiente. Coisa muito dura, muito difícil. Como se fosse uma pessoa nascida novamente. Deixou tudo que era seu lá trás. Tudo </span><b>diferente</b><span style="font-weight: 400;"> até a comida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enfrentamos a coragem de romper com: saudade, desapego, cultura, religião. Temos que quebrar tudo para poder sair. Tínhamos as especificações de trabalho, deixamos para trás nossa preparação acadêmica e títulos profissionais. Lá nós éramos doutores, licenciados, maestros, aqui nós somos simplesmente </span><b>você</b><span style="font-weight: 400;">. Procuramos ser alguém. </span><b>Como ser humano somos seres de direito em qualquer lugar do mundo</b><span style="font-weight: 400;">. Quando chega aqui, se sente uma pessoa insignificante. A força é tão grande, que acabamos</span><b> vencendo essa insignificância</b><span style="font-weight: 400;">. O sentimento é o mesmo. A cada dia, amanhecemos procurando </span><b>mais coragem</b><span style="font-weight: 400;">. Não tem outra resposta que não ter coragem a todo segundo. Estamos </span><b>vivos</b><span style="font-weight: 400;">, estamos fortes. A </span><b>luta</b><span style="font-weight: 400;"> pela sobrevivência está no ser humano, luta pela vida, pela justiça. É humana. De onde tiramos coragem para cuidar de nossos filhos? Não temos família, não temos ninguém. Nossos filhos têm que comer. Amanhã, será que vou comer? Será que vou ter dinheiro para fazer meu mercado? Não temos salário fixo. Coragem, sim ou sim tem que estar conosco. Principalmente nas mulheres. Quem vai acompanhar nós imigrantes?</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="6969" height="1701" class="alignnone size-full wp-image-3971" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?resize=6969%2C1701" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?w=6969&amp;ssl=1 6969w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?resize=300%2C73&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?resize=768%2C187&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?resize=1024%2C250&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?resize=1320%2C322&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-05.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />DEIXAR MEDO DE LADO<br />
<strong>estação república</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro </span><b>medo</b><span style="font-weight: 400;"> começa no meio da </span><b>viagem</b><span style="font-weight: 400;">, quando se vem de </span><b>ônibus</b><span style="font-weight: 400;">, e na primeira parada entra um </span><b>policia</b><span style="font-weight: 400;">l, temos a sensação de que estamos fazendo algo errado. O principal </span><b>medo</b><span style="font-weight: 400;"> vem quando não falamos a mesma </span><b>língua</b><span style="font-weight: 400;">. No mercado ou no açougue não sabemos pedir, e quando erramos, todos no estabelecimento riem de nós. temos medo de nos expressarmos. Temos medo de nos expor. O </span><b>medo</b><span style="font-weight: 400;"> te fecha, vê que a janela está fechada. Temos </span><b>medo</b><span style="font-weight: 400;"> de não termos todos os documentos que as autoridades pedem. Temos o medo de se perder sem conseguir chegar aonde queremos ir. Nossas mãos, nossos gestos nos ajudam a comunicar além da </span><b>língua</b><span style="font-weight: 400;">. Quando não se sabe das coisas, fica com medo. Os funcionários não são capacitados para lidar conosco. A informação e os direitos estão ai. Quando nós temos argumento, temos informação e temos a necessidade: quebramos o medo. Deixar esse medo, e saber que podemos falar. Tem que ser educado, mas saber pedir para ser do jeito que nós queremos. Depois que vai deixando o </span><b>medo</b><span style="font-weight: 400;">, vê que tem muitas portas abertas. Tem muitos caminhos. Passa um problema, passa outro problema e vai saindo. Deixe de lado o </span><b>medo</b><span style="font-weight: 400;">, por você, e veja que do lado de fora tem melhores coisas que podem ser aproveitadas.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="6969" height="1701" class="alignnone size-full wp-image-3972" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?resize=6969%2C1701" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?w=6969&amp;ssl=1 6969w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?resize=300%2C73&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?resize=768%2C187&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?resize=1024%2C250&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?resize=1320%2C322&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-04.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />ESTAMOS AQUI, NOS ESCUTEM!<br />
<strong>estação sé</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos aqui, e agora pertencemos a sua </span><b>família</b><span style="font-weight: 400;">. </span><b>Não nos olhem com indiferença</b><span style="font-weight: 400;">, não queremos tirar sua moradia, seu emprego. Pagamos o imposto também. Trabalhamos para que cresça esse país também. Somos seres humanos, </span><b>somos iguais vocês</b><span style="font-weight: 400;">, e vocês são igual a nós. </span><b>Estamos juntos</b><span style="font-weight: 400;">. Queremos </span><b>sensibilizar as autoridades,</b><span style="font-weight: 400;"> que não nos escutam, não nos acolhem, não nos respeitam. </span><b>Somos iguais</b><span style="font-weight: 400;">. O que tem </span><b>dentro de nós</b><span style="font-weight: 400;">: sangue vermelho, coração, esqueleto. </span><b>Direitos iguais</b><span style="font-weight: 400;">. Queremos a </span><b>mesma condição</b><span style="font-weight: 400;">. As autoridades não se dão para os imigrantes. Não conhecem. Somos iguais. Não nascemos nesse país, mas vivemos aqui. O </span><b>imigrante não é o terrorista</b><span style="font-weight: 400;">, não é quem tira dinheiro, não é aquele refugiado e ponto. Viemos de fora mas estamos aqui, </span><b>vivemos aqui</b><span style="font-weight: 400;">. Nossos </span><b>filhos</b><span style="font-weight: 400;"> também passam muitas experiências.Filhos de imigrantes ficam confusos, não sabem da onde são. Brasileiros? Peruanos? Bolivianos? Chilenos? Cubanos? Congoles? Haitiano? Muitos acham que não é possível ter dupla nacionalidade. Para as autoridades, que entendam, conheçam e saibam, nos compreendam que somos seres humanos como eles. As autoridades têm que cumprir seu papel, tem obrigação. Nós temos que nos reconhecer, quem sou eu, de onde eu venho. Cada um tem uma história, mas a história do </span><b>nós</b><span style="font-weight: 400;"> é a que predomina. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como chegar a autoridade? Não vá jogando pedras, questionando. Sensibilize-as. Temos muitos problemas quando nos sentimos donos da verdade, porque já vamos para o confronto e não dialogamos. Para sensibilizar as autoridades, temos que dialogar. Queremos diálogo, respeito, reconhecimento.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="6969" height="1701" class="alignnone size-full wp-image-3973" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?resize=6969%2C1701" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?w=6969&amp;ssl=1 6969w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?resize=300%2C73&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?resize=768%2C187&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?resize=1024%2C250&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?resize=1320%2C322&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-02.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />PRECISAMOS CONHECER NOSSOS DIREITOS<br />
<strong>estação brás</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando não sabemos nossos direitos nos submetemos à situações constrangedoras, e de descaso. Permitimos que tirem vantagem de nós e da nossa situação. Já perdemos nossos filhos por não sabermos nossos direitos de saúde, ou por não entendermos o que era dito. Se não sabemos nossos direitos qualquer pessoa é capaz de nos obrigar a fazer o que não queremos fazer, porque não temos informação para argumentar contra aquilo que sabemos que é errado. Principalmente quando falamos com as autoridades, são elas em quem acreditamos que podemos confiar. Depois que passamos por uma situação em que não nos passam a informação correta, aprendemos que devemos questionar sobre aquilo que não sabemos, ou que não entendemos. Centros de apoio a imigrantes podem ser locais de informação. Cabe à nós mesmos procurar nos informar e saber nossos direitos, pois o conhecimento nos dá força. Quando sabemos nossos direitos, podemos colocar os limites. A informação nos dá argumento e coragem, e assim temos as ferramentas para enfrentar.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="6969" height="1701" class="alignnone size-full wp-image-3974" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?resize=6969%2C1701" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?w=6969&amp;ssl=1 6969w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?resize=300%2C73&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?resize=768%2C187&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?resize=1024%2C250&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?resize=1320%2C322&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-06.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />TER FORÇA PARA CONTINUAR<br />
<strong>estação tatuapé</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tem momentos em que perdemos a esperança, nos sentimos sem alternativas. Encontramos na família, no trabalho digno, na moradia digna, uma força. A persistência, a força, o sonho que se tem nos move. Existe momentos em que achamos que está tudo perdido. Olha para um lado problema, olha para o outro lado, problema. Principalmente pelo que você enfrenta, que o coloca para baixo. Falam que você não vai conseguir. Não pode sair, não vai conseguir. Chora, chora tanto e pensa: não tem saída. Cansado de chorar, se procura saída. Surge força interior que a gente tem. Tenho as mãos, tenho os pés, procuro serviço, faxina. Vem de dentro, eu posso resolver. Tenho que pagar dívidas, aluguel, mas sai a força de dentro, procuro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É preciso procurar, tem que sair para saber como são as coisas. Se não tem oportunidade para as pessoas virem do seu lado, você mesmo sai e vai do lado das pessoas. A gente tem que ter força para sair em frente e procurar saídas, da forma que pode procurar. Temos que nos ressignar a realidade de agora. Aceitar nós como costureiras, faxineiras, com o que nós temos aqui.  Se ficar relembrando as coisas, se põe triste, que podia ser melhor. Amanhã você fica doente. Passando tudo as coisas que a gente passa, até ri. Porque eu estava chorando e não tinha saída. Olha o tanto de oportunidade que tinha. Temos que criar novos ambientes, fazer novas famílias. Uma vez que você viu que aquele esforço que você fez deu certo, você vê que a barreira não é tão complicada. Pensa com mais força que vai dar certo. Eu passei, e continua a passar. Hoje passei isso, amanhã não vou passar. Vai criando uma casca.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="6969" height="1701" class="alignnone size-full wp-image-3975" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?resize=6969%2C1701" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?w=6969&amp;ssl=1 6969w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?resize=300%2C73&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?resize=768%2C187&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?resize=1024%2C250&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?resize=1320%2C322&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FAIXAS_FRONTEIRALIVRE4-01.png?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />SONHAR: ESPERANÇA AMANHÃ<br />
<strong>estação corinthian-itaquera</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de todas as dificuldades, </span><b>moramos aqui e estamos aqui</b><span style="font-weight: 400;">. Temos sonhos? Como é esse </span><b>sonho</b><span style="font-weight: 400;">? Chega um momento em que já temos mais claro o que queremos. Temos também a </span><b>realidade</b><span style="font-weight: 400;">. Sonhamos que nosso país é </span><b>maravilhoso</b><span style="font-weight: 400;">, podemos sonhar em abrir um restaurante, conseguir um </span><b>emprego, famíli</b><span style="font-weight: 400;">a, uma v</span><b>ida melhor</b><span style="font-weight: 400;"> para nossos filhos. Sabemos que </span><b>nunca voltaremos atrás</b><span style="font-weight: 400;">. Os </span><b>sonhos tem efeito dominó</b><span style="font-weight: 400;">, e se começa a trabalhar por esse </span><b>sonho</b><span style="font-weight: 400;">. Não queremos que nossos filhos passem pelo que passemos. Queremos o melhor para nossos </span><b>filhos</b><span style="font-weight: 400;">. Todos temos </span><b>sonhos</b><span style="font-weight: 400;">, impossível dizer que alguém não tem. Viemos em busca de uma </span><b>vida melhor</b><span style="font-weight: 400;">, ou </span><b>fugindo</b><span style="font-weight: 400;"> de uma vida ruim. Queremos ver o </span><b>sorriso </b><span style="font-weight: 400;">do nosso filho e a </span><b>tranquilidade</b><span style="font-weight: 400;"> e o </span><b>sorriso</b><span style="font-weight: 400;"> nosso. Queremos sentir </span><b>conforto, satisfação, paz</b><span style="font-weight: 400;">. Nossa ambição nos mantém </span><b>vivos</b><span style="font-weight: 400;"> a cada dia.</span><b> A mirada final no horizonte é ser mais feliz</b><span style="font-weight: 400;">: ter uma </span><b>melhor vida, moradia, casa</b><span style="font-weight: 400;">. Esse sonho é humano, natural. Para conseguir o sonho é um esforço, sacrifício, se organizar, batalhar. Queremos ver os rostos das crianças </span><b>felizes</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>chorar de alegria</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>Para saber mais sobre o projeto:</p>
<p><a href="https://www.archdaily.com.br/br/888812/fronteira-livre-intervencao-artistica-nos-metros-de-sao-paulo-aborda-tema-da-imigracao" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">https://www.archdaily.com.br/br/888812/fronteira-livre-intervencao-artistica-nos-metros-de-sao-paulo-aborda-tema-da-imigracao</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/18.208/6776" target="_blank" rel="noopener">http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/18.208/6776</a><br />
</span></p>
<p><iframe loading="lazy" title="fronteira livre | 11a bienal de arquitetura de sp" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vCOOsDNOGh8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="oOK2Lsv0u0"><p><a href="https://migramundo.com/intervencao-leva-debate-sobre-imigracao-e-fronteiras-ao-metro-de-sp/">Intervenção leva debate sobre imigração e fronteiras ao metrô de SP</a></p></blockquote>
<p><iframe loading="lazy" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Intervenção leva debate sobre imigração e fronteiras ao metrô de SP&#8221; &#8212; MigraMundo" src="https://migramundo.com/intervencao-leva-debate-sobre-imigracao-e-fronteiras-ao-metro-de-sp/embed/#?secret=XTijlLq96j#?secret=oOK2Lsv0u0" data-secret="oOK2Lsv0u0" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>maquete zooetics</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guilherme tanaka]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 19:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[maquete]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maquete Zooetics foi desenvolvida para teste de pele da estrutura de laboratórios do casal de artistas Gediminas e Nomeda Urbonas, na 32 bienal de arte de são paulo: Incertezas Vivas. Esses labs abrigaram durante dois meses o cultivo de micélio (conjunto de hifas emaranhadas de um fungo) Colaboramos com o casal em sua residência em São Paulo. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maquete Zooetics foi desenvolvida para teste de pele da estrutura de laboratórios do casal de artistas Gediminas e Nomeda Urbonas, na 32 bienal de arte de são paulo: Incertezas Vivas. Esses labs abrigaram durante dois meses o cultivo de micélio (conjunto de hifas emaranhadas de um <em>fungo</em>)</p>
<p><a href="http://gomaoficina.com/projetos/micelio-mural-urbonas-32-bienal-de-arte-de-sp/" target="_blank" rel="noopener">Colaboramos com o casal em sua residência em São Paulo</a>. A maquete 1/7 dos laboratórios foi para estudo do fechamento em pvc translúcido.</p>
<p><em><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-2961" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/011.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/011.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/011.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/011.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/011.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/011.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/011.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />Nomeda e Gediminas Urbonas desenvolvem uma pesquisa interdisciplinar na qual investigam o papel da imaginação – política, cultural, científica – como ferramenta para transformação social e discussão do espaço público. Em 2014, iniciaram o projeto <strong>Zooetics</strong> [Zooética] para explorar novas maneiras de conectar o conhecimento humano com o de outras formas de vida. É o que vemos em <strong>Psychotropic House: Zooetics Pavilion of Ballardian Technologies</strong> [Casa psicotrópica: Pavilhão zooético de tecnologias ballardianas] (2015-2016). A instalação inspira-se no livro de ficção científica &#8220;Vermilion Sands&#8221; (1971), do escritor inglês J. G. Ballard, que imagina um mundo no qual existiriam dispositivos tecnológicos vivos, como uma casa capaz de responder aos estados emocionais de seus habitantes. A obra apresentada na 32a Bienal mostra uma concepção de futuro no qual casas e objetos, mais do que construídos, possam ser cultivados por seus habitantes e usuários e vice versa. Utilizando o micélio, parte do fungo responsável pela absorção de nutrientes, oxigênio e energia em uma relação simbiótica com outras culturas e materiais, os participantes podem criar seus próprios artefatos biotecnológicos (micomorfos), promovendo a interação desse fungo com, por exemplo, casca de café, bagaço de cana-de-açúcar, etc.</em></p>
<p>trecho tirado do blog da bienal: <a href="http://www.32bienal.org.br/pt/participants/o/2583" target="_blank" rel="noopener">http://www.32bienal.org.br/pt/participants/o/2583</a></p>
<p>mais informações sobre o projeto em <a href="http://www.zooetics.net/" target="_blank" rel="noopener">http://www.zooetics.net/</a></p>
<p>mais sobre o trabalho que realizamos com <a href="http://gomaoficina.com/projetos/micelio-mural-urbonas-32-bienal-de-arte-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Nomeda e Gediminas</span></a></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2978" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/08/09.jpg?resize=384%2C256" alt="" width="384" height="256" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/08/09.jpg?w=803&amp;ssl=1 803w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/08/09.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/08/09.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/08/09.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/08/09.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w" sizes="auto, (max-width: 384px) 100vw, 384px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3724" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/09/32-bienal-de-sao-paulo-incerteza-viva-big.jpg?resize=385%2C385" alt="" width="385" height="385" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/09/32-bienal-de-sao-paulo-incerteza-viva-big.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/09/32-bienal-de-sao-paulo-incerteza-viva-big.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/09/32-bienal-de-sao-paulo-incerteza-viva-big.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/09/32-bienal-de-sao-paulo-incerteza-viva-big.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 385px) 100vw, 385px" />
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		<title>maquete vila flores, 15a bienal de veneza de arquitetura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guilherme tanaka]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 18:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[maquete]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[vila flores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Goma Oficina foi convidada a expor o projeto Vila Flores na 15ª Bienal de Veneza de Arquitetura no Pavilhão do Brasil, na mostra JUNTOS com curadoria de Washington Fajardo. Para a exposição foram produzidas peças gráficas e maquete para contar sobre o que chamamos de processo arquitetônico do Vila Flores, que desde 2011, é construído por muitas mãos. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Goma Oficina foi convidada a expor o projeto Vila Flores na 15ª Bienal de Veneza de Arquitetura no Pavilhão do Brasil, na mostra JUNTOS com curadoria de Washington Fajardo. Para a exposição foram produzidas peças gráficas e maquete para contar sobre o que chamamos de <em>processo arquitetônico</em> do Vila Flores, que desde 2011, é construído por muitas mãos.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-3797" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>A maquete foi realizada em cedro, balsa e acrílico. Foi fundamental os telhados translúcidos para mostrar a intervenção no telhado, fundamental ao projeto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/vila-flores-hoje-mostra-juntos-15a-bienal-de-veneza/" target="_blank" rel="noopener">mais sobre o vila na bienal</a><br />
<a href="https://www.archdaily.com.br/br/788562/juntos-pavilhao-do-brasil-na-bienal-de-veneza-2016" target="_blank" rel="noopener">mais sobre a mostra juntos</a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/grafico/cartazes-bienal-de-veneza-vila-flores-goma-oficina/" target="_blank" rel="noopener">mais sobre os cartazes produzidos</a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/sobre-a-15a-bienal-de-veneza-arquitetura-e-o-pavilhao-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">sobre a 15a Bienal e o pavilhão brasileiro</a></span></p>
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		<title>ensaio fotográfico programa vivenda, reporting from the front</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2016 18:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Vivenda vem atuando em moradias de bairros periféricos de São Paulo, regularizados ou não. O Vivenda direciona o seu trabalho para uma demanda habitacional qualitativa – ao invés da quantitativa – não atendida pelo poder público, tampouco pela iniciativa privada. Esta demanda, portanto, materializa-se em reformas de baixa complexidade para a melhoria de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="iy6tdinlineContent">
<p>O Programa Vivenda vem atuando em moradias de bairros periféricos de São Paulo, regularizados ou não. O Vivenda direciona o seu trabalho para uma demanda habitacional qualitativa – ao invés da quantitativa – não atendida pelo poder público, tampouco pela iniciativa privada. Esta demanda, portanto, materializa-se em reformas de baixa complexidade para a melhoria de ambientes já construídos e não em ampliações ou construçõess de novas moradias. A mudança vem de dentro. Na casa, na relação com a casa, na relação consigo mesmo e na relação com a Comunidade. Para além de um espaço físico, a moradia é um espaço psicológico, logo, a reforma é capaz de interferir em esferas pessoais e comunitárias. “Arrumar a casa” tem um significado que transborda o literal. ​A reforma funciona como uma provocação que, se acolhida, pode representar o resgate / reforço da auto estima, o ponto de partida para uma revisão de posturas e de novas contestaçõess perante a vida, a materializaçãoo de uma vontade interna de “ir além”. Em 2016 com um pouco mais de dois anos de atuação o programa vivenda foi selecionado junto com mais 14 projetos para integrar a mostra “JUNTOS” do curador Washington Fajardo escolhido pela Fundação Bienal de São Paulo para 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza &#8211; Reporting from the front</p>
<p>Eu e L​auro estamos trabalhando juntos em diversos projetos desde de 2015, a troca tem sido muito rica em várias aspectos, cada um contribuiu para um melhor olhar do outro. Quando fomos convidados para produzir o ensaio, foi uma amalgama de coisas, pois já estavamos na região sul, especificamente no Jd. Ibirapuera produzido outro trabalho, um trabalho de resgate da memória local. O coletivo já havia colobarado para Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco, ou seja, foi dar continuidade a pesquisa de campo. Descidimos juntos os retratos e de como poderiamos apresentar cada personagem deste projeto.</p>
<p>as fotografias apresentam seis moradores que participaram do Programa Vivenda.</p>
<div id="comp-it4ftgqr">
<p>+ <a href="http://programavivenda.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.programavivenda.com.br</a></p>
<p>​fotografia: fernando banzi e lauro rocha<br />
texto: programa vivenda/ fernando banzi</p>
</div>
</div>
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		<title>cartazes bienal de veneza, reporting from the front</title>
		<link>https://gomaoficina.com/grafico/cartazes-bienal-de-veneza-vila-flores-goma-oficina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cartazes-bienal-de-veneza-vila-flores-goma-oficina</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jun 2016 20:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2016 fomos convidados a expor o projeto Vila Flores na 15a Bienal deArquitetura de Veneza &#8220;Reporting from the front&#8221;, no pavilhão brasileiro, na mostra &#8220;Juntos&#8221;, com curadoria de Washington Fajardo. Tivemos uma semana para criar nossos cartazes conceito e explicar o que chamamos de processo arquitetônico do Vila, que vem acontecendo desde 2012. As [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2016 fomos convidados a expor o projeto Vila Flores na 15a Bienal deArquitetura de Veneza &#8220;Reporting from the front&#8221;, no pavilhão brasileiro, na mostra &#8220;Juntos&#8221;, com curadoria de Washington Fajardo.</p>
<p>Tivemos uma semana para criar nossos cartazes conceito e explicar o que chamamos de <em>processo arquitetônico</em> do Vila, que vem acontecendo desde 2012. As impressão PB sobre papel colorido foi definição do projeto expográfico.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-3798" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2016/05/vf2.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>links de interesse:<br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/788562/juntos-pavilhao-do-brasil-na-bienal-de-veneza-2016" target="_blank" rel="noopener">juntos: pavilhao do brasil na bienal de veneza 2016</a></span><br />
<span style="text-decoration: underline;"> <a href="https://www.archdaily.com.br/br/788135/vila-flores-goma-oficina" target="_blank" rel="noopener">vila flores: um processo arquitetônico</a></span><br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Hit5UGNDVkM&amp;index=7&amp;list=PLwwqatknDYAQsG7jRwkhbNbiCSJ-j26kD" target="_blank" rel="noopener">vídeo do vila flores, entrevista com goma oficina</a><a href="https://www.facebook.com/vilaflorespoa/" target="_blank" rel="noopener"><br />
vila flores facebook</a></span></p>
<p>diagramação: maria cau levy e ana david<br />
ilustrações: renato tanaka com mathilde moaty e josephine poirot-delpech<br />
croquis: vitor pena<br />
diagramas: flavia tenan<br />
texto: vitor pena e maria cau levy<br />
tradução para o inglês: francesco perrotta-bosch</p>
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		<title>sobre a 15a bienal de veneza arquitetura e o pavilhão brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitor pena]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 23:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Respostas a uma crise ecoam dos projetos e dos questionamentos trazidos pela curadoria de Aravena &#8220;Reporting from the front&#8221; e dos Pavilhões Nacionais na 15a Bienal de Veneza de Arquitetura. A mostra &#8220;Juntos&#8221; de Washington Fajardo traz um debate atual. Os projetos expostos expressam novos modos de fazer, colocando em pauta a função social do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Respostas a uma crise ecoam dos projetos e dos questionamentos trazidos pela curadoria de Aravena &#8220;Reporting from the front&#8221; e dos Pavilhões Nacionais na 15a <span class="il">Bienal</span> de <span class="il">Veneza</span> de Arquitetura.</p>
<p dir="ltr">A mostra &#8220;Juntos&#8221; de Washington Fajardo traz um debate atual. Os projetos expostos expressam novos modos de fazer, colocando em pauta a função social do arquiteto. Na seleção de Fajardo, assim como na de Aravena, vê-se um ponto de convergência: <strong>arquitetura como ferramenta de luta</strong>.</p>
<p dir="ltr">Destacam-se os projetos colaborativos, horizontais, interdisciplinares, que trabalham com metodologias participativas, a partir de demandas reais e insurgentes. Processos &#8220;de baixo para cima&#8221;, que independentemente da escala, têm grande reverberação. Processos em prol da superação de problemas através do engajamento e instrumentalização de uma comunidade. Em todos os trabalhos apresentados na mostra &#8220;Juntos&#8221; encontramos eco desse caminho, cada um a sua maneira e proporção.</p>
<p dir="ltr">A participação do Vila Flores nesta <span class="il">Bienal</span> é importante para o projeto que se encontra em processo, porém representa muito mais para a Associação Cultural que resiste na base da cooperação cotidiana e de sua constante reorganização.</p>
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		<title>a shelter for a path, trienal de oslo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guilherme tanaka]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2015 18:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[maquete]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maquete para projeto que realizamos a convite do time curatorial da trienal de oslo 2016: intervenção temporária para o verão como proposta para o call in residence, cujo o tema era after belonging: discutindo o pertencimento e a arquitetura nos tempos atuais. + link para trabalho completo &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Maquete para projeto que realizamos a convite do time curatorial da trienal de oslo 2016: intervenção temporária para o verão como proposta para o call <em>in residence</em>, cujo o tema era <em>after belonging:</em> discutindo o pertencimento e a arquitetura nos tempos atuais.</p>
<p><a href="http://gomaoficina.com.br/arquitetura/a-shelter-for-a-path-trienal-oslo-2016/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">+ link para trabalho completo</span></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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