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	<title>blog - ensaio fotográfico | goma oficina</title>
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		<title>cores e valores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 14:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos que apenas conseguem enxergar o que os separa e não o que os une.” (Milton Santos). são paulo, 23 de Janeiro de 2019. Ocupamos de maneira silenciosa o museu de imagem e som de São Paulo, não porque não sabemos fazer barulho, mas respeito é pra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos que apenas conseguem enxergar o que os separa e não o que os une.” (Milton Santos).</span></p>
<img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-5278" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o-591x1024.jpg?resize=210%2C364" alt="" width="210" height="364" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=591%2C1024&amp;ssl=1 591w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=173%2C300&amp;ssl=1 173w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=768%2C1330&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?w=989&amp;ssl=1 989w" sizes="(max-width: 210px) 100vw, 210px" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-5276" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao-619x1024.jpg?resize=220%2C364" alt="" width="220" height="364" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?resize=619%2C1024&amp;ssl=1 619w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?resize=181%2C300&amp;ssl=1 181w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?resize=768%2C1271&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?w=1035&amp;ssl=1 1035w" sizes="(max-width: 220px) 100vw, 220px" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-5279" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o-620x1024.jpg?resize=219%2C362" alt="" width="219" height="362" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=620%2C1024&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=182%2C300&amp;ssl=1 182w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=768%2C1267&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?w=1038&amp;ssl=1 1038w" sizes="(max-width: 219px) 100vw, 219px" />
<p>são paulo, 23 de Janeiro de 2019.</p>
<p>Ocupamos de maneira silenciosa o museu de imagem e som de São Paulo, não porque não sabemos fazer barulho, mas <em>respeito é pra quem tem, </em>como dizia Sabotage em suas letras. Tipos fecha o programa Nova fotografia de 2018 do mis_sp, logo após a exposição BAMBAS de Hudson Rodrigues, reafirmando resistência em aparelhos de cultura e arte.</p>
<p>O processo até a exposição começa em 2017 quando tenho contato com esses fotografias digitalizadas, pesquisadas no site Brasilianas do Instituto Moreira Sales, também era recente a chegada dos meus sobrinhos Theo e Alice na família, que foi decisivo para mergulhar de vez na pesquisa e produção do trabalho, ambos filhos de brancos (irmão e irmã) e negros (Cunhada e Cunhado), aos poucos pude perceber que desde bebê já havia uma diferença nas palavras com eles, Theo nasceu de pele branca com traços negroides e Alice de pele retinta, notei que dentro de casa Theo passava e por vezes passa por branco e Alice não, para fora de casa isso se acentua, isso me tocou demais, foi quando queria saber de fato onde estavam os negros na fotografia?</p>
<p>Passei sete meses indo e vindo do litoral norte, São Sebastião para São Paulo, foi nesse período que li sobre o assunto (continuo lendo) e também fiz minhas pesquisas em tons de pele, tecidos de matriz africana, indumentárias, religião, fotografia do Sec. XIX no Brasil e Carte-de-visite. Depois da pesquisa o trabalho foi pintar e experimentar muito, horas e horas na frente do computador.</p>
<p>Tive ajuda de pessoas essenciais, trocas sinceras e necessárias com o fotógrafo e artista Moisés de Patrício, a jornalista Flora Morena e artista multimídia Mariá Gonçalvez.</p>
<p>Para chegar o tom de peles usei como base o trabalho da fotografa brasileira Angelica Dass que tem um trabalho magnifico chamado Humanae, onde ela pesquisa o pantone das cores de pele, a para a escolha das músicas no local chamei um amigo e DJ Rogério Silvestre, que somou muito ao trabalho e o texto foi escrito a quatro mãos, pela Stephanie Ribeiro e Tulio Custódio.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/12DH1ptQYHg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">cores e valores</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">é um resgate da obra do fotógrafo teuto-brasileiro Alberto Henschel (1827–1882), conhecido pelo registro das paisagens do Rio de Janeiro e do cotidiano da monarquia brasileira durante o Segundo Reinado. Seu título de Photographo da Casa Imperial habilitou-o a fotografar o impera- dor Dom Pedro II e sua família. Mas, certamente, sua principal contribuição à história da fotogra a foi o registro de todos os extratos sociais do Brasil oitocentista: retratos geralmente no padrão </span><i><span style="font-weight: 400;">carte-de-visite </span></i><span style="font-weight: 400;">foram tirados da nobreza, dos comerciantes ricos, da classe média, e também de negros e negras, escravizados e libertos, em um período anterior à Lei Áurea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho de Fernando Banzi consiste na ressignicação desses registros de pessoas de descendência e/ou origem africana, datados do m dos anos de 1860, feitos em Recife e Salvador. Retoma o passado e, por meio da pigmentação de retratos de Alberto Henschel, confere a esses indivíduos o direito à subjetividade. Faz isso através da técnica escolhida, a fotopintura digital, da manipulação de imagem, permitindo, assim, diversas possibilidades narrativas e nos convidando a imaginar essas histórias, tirando-nos do lugar confortável e comum da narrativa única e condensada sobre o indivíduo negro. Mesmo quando escravizados, estes não eram seres iguais, com origens iguais, com ações iguais diante da opressão, assim como hoje não somos e talvez nunca sejamos. A seleção de imagens que compõe esta exposição acopla indivíduos negros com características diversas já no período colonial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De onde viemos? Quem somos? De onde vieram nossos traços? Por que esses cabelos, traços e cores, mesmo diferentes, colocam-nos numa categoria única na atualidade, a de NEGROS? Ao dar novas cores para os </span><i><span style="font-weight: 400;">carte-de-visite </span></i><span style="font-weight: 400;">de Alberto Henschel, Banzi coloca um óculos sobre os nossos olhos, um óculos da imaginação, que nos faz refletir sobre essas figuras não apenas no lugar de vítimas objeto dessa estrutura colonial, mas de vítimas PESSOAS dessa estrutura colonial. É um cuidado com aqueles que, mesmo diante das suas diferenças de origem, traços, cores, cabelos, eram resumidos a uma única categoria: ESCRAVOS. Assim como quem define quem era negro o fez a partir da compreensão de que éramos o outro do outro, o escravizado também teve sua desumanização afirmada a partir do entendimento de que ele não era a norma. Renomear-se, rede finir-se, trajar-se com novas cores parece uma premissa simples, mas é tornar-se humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tornar-se sujeito para negros está também no processo de dar luz às diversidades sobre sua própria identidade. Em tempos nos quais o debate racial se populariza, falas sobre colorismo, identidade racial, traços negros e apropriação cultural ganham força e destaque, pois esses assuntos permeiam o campo do subjetivo. Subjetivo esse que o racismo da forma como se concebeu</span> <span style="font-weight: 400;">no Brasil negou àqueles que foram tratados como tipos de coisas, e não como tipos de pessoas. O que o racismo fez na nossa história, na história que inventou e construiu o Brasil, e ainda o faz, foi dar valores negativos e pejorativos a determinadas cores. O preto se tornou “chapado” em uma gama de valores negativos: o ruim, o indesejado, o marginal, o não humano, a coisa. O preto, em sua porção de cor que mostra o sujeito de origem africana, o escravizado, é a cor que constituiu o negativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dar novo signicado a esse lugar, transformando-o em positividade, é o que faz a geração que diz que seus cabelos com tranças coloridas e suas roupas com estampas não são o feio, não são a escória, são demonstrações de seu empoderamento e liberdade. O simbólico é que isso também se dá pela somatória de novas cores, tanto no sentido de acoplar outras lutas, como a feminina e lgbtq+, quanto de se fazer perceber pelas cores que compõem a estética do seu próprio corpo. Para muitos, suas fotos e registros atuais são meras manifestações egóicas; para quem ainda vive numa sociedade que condiciona negro a um único tipo de ser com as mesmas características, são uma disputa de narrativa. Sem dúvida, Fernando Banzi faz uso dessas influên- cias atuais para recolorir esse passado presente, traçando um cruzamento de diversas narrativas e dando, até mesmo para nós, a nova geração, a tal geração “tombamento”, a chance de criar pontes e raízes com a identidade que nos foi tirada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição </span><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">apresenta novas cores que usamos para ampliar o repertório sobre olhar as pessoas negras, sobre os valores que precisam ser colocados para olhar seres humanos que foram histórica e estruturalmente vítimas de uma violência sem precedentes. Banzi propõe novas cores para fotos, possibilitando-nos imaginar outros valores, deslocando do imaginário pobre e racista brasileiro a imagem pejorativa sobre escravizados. São seres humanos, pessoas. Gente. Tipos de gente. </span><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">oferece novas nuances ao passado tão próximo da história do Brasil, pluralizando nossas existências e, sem dúvida, é um ponto de partida para aqueles que não conseguem reconstruir um projeção clara sobre sua origem. Agora, mais do que nunca, é o momento de dar novas cores à nossa paleta de símbolos, novas conduções para nossa imagem de humanos, de sujeitos.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">serve como um elo no vazio ao conferir novos valores para aqueles que sempre foram resumidos à sua cor.</span></p>
<p><b>Stephanie Ribeiro</b><span style="font-weight: 400;">, feminista negra, arquiteta e urbanista, escritora.</span></p>
<p><b>Tulio Custódio</b><span style="font-weight: 400;">, sociólogo e curador de conhecimento na Inesplorato.</span></p>
<p>Este trabalho não é meu e sim coletivo, dedico para meus sobrinhos Theo e Alice que foram essenciais na construção do projeto e todas as pessoas negras que lutaram e lutam todos os dias.</p>
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		<title>lugar de todos no photoespaña e no valongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 22:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho é fruto de uma pesquisa em banco de imagens digitais e intervenção em fotografias. Esta pesquisa foi se concentrando cada vez mais em coleções e fotógrafos específicos e, em seguida, foi vinculado à pesquisa técnica de intervenção fotográfica com foco em pintura digital. O ensaio fala de democracia e do retrato como lugar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho é fruto de uma pesquisa em banco de imagens digitais e intervenção em fotografias. Esta pesquisa foi se concentrando cada vez mais em coleções e fotógrafos específicos e, em seguida, foi vinculado à pesquisa técnica de intervenção fotográfica com foco em pintura digital. O ensaio fala de democracia e do retrato como lugar de democracia plural quando se fala de etnias, lugares e fotógrafos pesquisados. Baseado na técnica de fotopintura, muito utilizada desde o século 19 no Brasil &#8211; pelo mestre Júlio Santos entre outros -para ressignificar retratos encomendados. Utilizo do mesmo princípio de forma digital a partir de fotografias e negativos digitalizados para recriar esse espaço que é lugar de todos. São fotografias do século 19 todas de domínio público e que foram pesquisadas no banco de imagens do museu Rijksmuseum Amsterdam, do banco de imagens do Instituto Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig (Alemanha) e no site <a href="http://brasileianafografica.bn.br" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://brasileianafografica.bn.br&amp;source=gmail&amp;ust=1539888729620000&amp;usg=AFQjCNH7gRGFZG_whFOP4wGuPoQwrrniUA">http://brasileianafografica.<wbr />bn.br</a> gerenciado pelo Instituto Moreira Sales.</p>
<p>O ensaio propõe um olhar para a produção dos fotógrafos do fim do século 19: Felipe Augusto Fidanza, Friedrich Carel Hisgen, Jacques-Philippe Potteau e o estúdio de Woodbury e Page que em comum fotografaram diversas etnias e saíram de seu país de origem para expandir a fotografia. Intervir e ressignificar essas fotografias é uma tentativa de afirmar o fazer artístico como expressão social. Apresenta cor e vivacidade. Traz à tona e evidencia os tipos sociais fotografados. Afirma um novo lugar de representação do trabalho desses fotógrafos e contemporiza através da fotografia de época. Como pesquisa e prática o ensaio se mantém em progresso para experimentar novas técnicas e linguagens, ou seja, o processo é tão importante quanto o resultado.</p>
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<p>Para o PhotoEspaña foram selecionados para compor a mostra <em>Territórios Imaginários </em>na Casa América em Madri: André Penteado, Elsa Leydier, Fernando Banzi, Gringocoletivo, Ilana Bar, Isabel Santana, Ivan Padovani, Luciana Faria Silva, Pedro Silveira, Tatewaki Nio, Zé Barreta.</p>
<p>Participaram da mostra <em>Novos</em><em class="markup--em markup--p-em"> Protagonistas </em>no Valongo em Santos: Camila Falcão, Carla Santana, Daniela Paoliello, Elsa Leydier, Fernanda Frazão, Fernando Banzi, Gabriel Uchida, Henrique Carneiro, Jeferson Lucas, Mariana David, Misha Vallejo &amp; Isadora Romero, Rochele Zandavalli, Rodrigo de Oliveira, Shinji Nagabe e Ursula Jahn.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-5125" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/lugar-de-todos_fotopinturaldigital_fbanzi_-06.jpg?resize=395%2C546" alt="" width="395" height="546" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/lugar-de-todos_fotopinturaldigital_fbanzi_-06.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/lugar-de-todos_fotopinturaldigital_fbanzi_-06.jpg?resize=217%2C300&amp;ssl=1 217w" sizes="auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px" />
<p>PHotoESPAÑA 2018<br />
06 de junho à 26 de agosto 2018<br />
Casa América, Madri, Espanha</p>
<p>Valongo 2018 &#8211; Festival Internacional da Imagem<br />
12 a 14 de outubro<br />
Santos, Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>viagens ao paraguay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lauro rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 00:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[paraguai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidei o amigo arquiteto e professor da Universidade Estadual de Maringá, Eduardo Verri, para escrever um pequeno texto sobre esse ensaio, que é fruto de uma série de viagens ao Paraguai. Eduardo fez seu mestrado analisando alguns projetos da recente produção de nosso vizinho guarani, e nossa amizade surgiu graças a essas descobertas das paisagens, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Convidei o amigo arquiteto e professor da Universidade Estadual de Maringá, Eduardo Verri, para escrever um pequeno texto sobre esse ensaio, que é fruto de uma série de viagens ao Paraguai. Eduardo fez seu mestrado analisando alguns projetos da recente produção de nosso vizinho guarani, e nossa amizade surgiu graças a essas descobertas das paisagens, arquiteturas e cidades paraguaias. Abaixo o texto completo. Que venham outras viagens!!</p>
<p>&#8220;<em>Algumas impressões sobre o Paraguai, ou sobre olhar para o lado.</em></p>
<p><em>Gostaria de começar esse pequeno texto agradecendo ao Lauro pelo convite para escrevê-lo. Como alguém que viveu dos 7 aos 17 em Foz do Iguaçu, as primeiras fotos são para mim mais que familiares, são o quintal de casa. Mas apesar de viver na fronteira, nunca havia me aventurado país adentro. Foi só em 2014, já aos 27, que conheci Assunção, mais ou menos na mesma época das primeiras idas do Lauro, para começar uma pesquisa de mestrado sobre a arquitetura de lá. </em><em>E o que encontrei por lá me surpreendeu. Por vários motivos.</em></p>
<p><em>O primeiro, e t</em><em>alvez para mim o mais óbvio, foram as obras. Conheci logo de cara naquele carnaval de 2014 as abóbodas vazadas e pirâmides invertidas do Solano, a catenária do Ramiro ainda em construção, as elegantes casas do Sergio, a experimentação radical do Javier, só para ficar nos exemplos contidos aqui nas fotos. Me refiro assim aos arquitetos, pelo primeiro nome, porque sempre foi assim que me foram apresentados.</em></p>
<p><em>E essa foi a segunda coisa que me chamou a atenção. Cada vez que conhecia uma obra e seu autor, o que eu ouvia era “na verdade você precisa conhecer aquele outro, ele tem uma obra belíssima! Ele sim que é bom!”. E foi assim que, durante dois anos, convivi com essa arquitetura, visitando os canteiros de obra, conversando com seus autores, e aprendendo muito sobre esse vizinho que sempre me foi tão próximo e ao mesmo tempo tão distante.</em></p>
<p><em>É impossível descolar essas obras do território onde elas estão contidas, e impossível falar sobre essa arquitetura sem pensar nas relações sociais, econômicas, geográficas e humanas que as cercam.</em></p>
<p><em>Esses retratos de Paraguai que o Lauro apresenta me trouxeram incríveis lembranças do breve tempo que eu fiquei por lá investigando. O ar úmido, o calor suportável apenas com o tereré, o céu imenso, o sol denso e as sombras sólidas que as fotos tão bem retratam. Essa natureza potente, e a cidade viva e pulsante. E a gente, orgulhosa de sua história, de sua tradição, de seu lugar no mundo.</em></p>
<p><em>As lições que aprendi no Paraguai ainda reverberam na maneira como eu tento entender a arquitetura e nosso lugar como arquitetos na sociedade. </em><em>Somos educados para olhar para cima, nunca para o lado. Que essas fotografias possam nos fazer rever nossas perspectivas.<br />
</em><em>Obrigado, amigo Lauro, por essa oportunidade!&#8221;</em></p>
<p>Eduardo Verri, 2018</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>fronteira livre na exposição imaginário da cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2018 22:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
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		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O papel da arquitetura e daquilo que entendemos enquanto <strong>projeto</strong> vêm, nas últimas décadas, passando por um profundo processo de reconfiguração (por mais, ou menos silêncio que se faça sobre). A figura do arquiteto (homem) solitário sentado frente à sua prancheta dedicando horas e mais horas à perspectiva perfeita e solta no espaço &#8211; entre um cigarro e outro limpa os resquícios de nanquim das mãos &#8211; , parece hoje uma alegoria bastante distante. Ainda resiste uma certa nostalgia incrustada nessa imagem que, se reproduzida pelas gerações mais jovens, mais assemelha-se ao velho saudosismo de um tempo não vivido. Há um descolamento dimensional incontestável e uma responsabilidade inerente ao reconhecimento deste fato, quer queira, quer não.</p>
<p>Os tempos mudaram e, naturalmente, o que se entende por arquitetura também mudou. É, não apenas salutar, como necessário, que o campo de atuação da(o) profissional de arquitetura, e a profissional ela(e) própria(o), permita constante reformulação.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4035" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />Em 2017, com o tema <strong>Em Projeto</strong>, a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo jogou luz sobre questões que, apesar de fundamentais para uma crítica e atuação coerentes no contexto contemporâneo das cidades, ainda são pouco debatidas. Nos espaços de discussão ditos &#8220;formais&#8221;, à exemplo, a academia, muito pouco se discute sobre o que entende-se ou não enquanto projeto de arquitetura, e porquê.</p>
<p>Nas palavras da curadoria:</p>
<p><em>&#8220;(A 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo &#8211; Em Projeto) Propõe repensar o projeto singular como instrumento capaz de reunir/agrupar a interdisciplinaridade necessária que o fenômeno cidade exige. Sugere uma atitude experimental que questiona o lugar do projeto na cidade e enfoca o processo que caracteriza o percurso desta Bienal: em construção, em projeto (&#8230;) Como articular os agentes, compartilhar o conhecimento e expandir a ação do arquiteto? Para reagir às incertezas atinentes à metrópole contemporânea, se faz necessário que os profissionais da arquitetura e da cidade reconsiderem a validade e o controle que a noção de projeto obteve ao longo da história.&#8221;</em></p>
<p>A Goma Oficina integrou a <strong>exposição Imaginário da Cidade</strong>, que reuniu diversas iniciativas mapeadas pelo Observatório da Bienal e outros trabalhos selecionados por meio de chamada aberta. Com o objetivo de reconhecer e dar visibilidade à conhecimentos produzidos cotidianamente na cidade de São Paulo pelos mais variados agentes, a exposição abrigou formatações que incluíram desde ensaios fotográficos, caminhadas, guias ilustrados, instrumentos de comunicação (rádios, projeções, transmissão ao vivo, jornais, revistas) até ações experimentais como construções temporárias, ações efêmeras, performances, intervenções, construções-teste e de protótipos. Outros <em>projetos</em> que estivessem relacionados à leitura e expressão da multiplicidade de perspectivas no território da cidade também integraram esse compilado.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4038" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>O <em><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/">projeto Fronteira Livre</a> </em>se propôs à abordar um dos processos mais emblemáticos na atualidade, presente em escala global: a imigração. As fronteiras são físicas, materializadas por parede de bloco sobre bloco, mas também invisíveis: são culturais, sociais e econômicas.</p>
<p><strong>Fronteira Livre</strong> é um projeto de arquitetura, de design gráfico, de estamparia e de intervenção, possível graças à um processo coletivo envolvendo os mais variados agentes (imigrantes, educadores, arquitetas e arquitetos, fotógrafos, designers, funestudantes e artistas).</p>
<p>Mais do que refletir a amplitude do campo de atuação da arquitetura, parece cada vez mais necessário compreender a potência humana que reside no trabalho coletivo e interdisciplinar. E interferir o silêncio nostálgico, com a polifonia dos saberes, tem se mostrado um bom começo de conversa.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4043" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
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		<title>omipipa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 19:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[janela goma oficina]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>pipa, papagaio, cafifa, quadrado, piposa, pandorga, arraia, pepeta. o fazer, ocupar a mão e a cabeça na construção de um objeto que ocupa o ar, preenche o espaço, a cabeça com pipas desbicando. comanda a mão, a mão ocupada, a pipa no ar e o pé na terra. o ensaio propõe a pipa como alegoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="comp-iua92qdj" class="txtNew">
<p>pipa, papagaio, cafifa, quadrado, piposa, pandorga, arraia, pepeta.</p>
<p>o fazer, ocupar a mão e a cabeça na construção de um objeto que ocupa o ar, preenche o espaço, a cabeça com pipas desbicando. comanda a mão, a mão ocupada, a pipa no ar e o pé na terra. o ensaio propõe a pipa como alegoria e peça importante no pertencimento do individuo em sociedade.</p>
<p>mario cesar rodrigues &#8211; omipipa – deixou sua cidade natal no interior do estado de são paulo, para um período de recuperação, afim de mudar alguns hábitos. participando do movimento, topa conviver em<br />
um espaço criativo e plural, na margem da cidade de são paulo, a piparia, situada no morro do querosene zona oeste da cidade, onde se desenvolve atividades culturais, educacionais, oficinas de culinária, pães, pipa, serigrafia e música.</p>
<p>o ensaio omipipa foi publicado como fotolivro independente em parceria com a Goma Oficina. produzido no morro do querosene em 2015, tem a pipa como alegoria e tema principal do projeto. texto de <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100005084920273&amp;fref=mentions">Andre Lo Russo</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="omipipa" src="https://player.vimeo.com/video/225262409?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p class="txtNew" style="text-align: justify">ficha técnica:<br />
fotografia e projeto gráfico, fernando banzi<br />
texto, andré lo russocostura, julia contreras<br />
editora, janela goma oficina<br />
gráfica: forma certa<br />
fonte: haleway<br />
tiragem: 70 exemplares<br />
1a edição, 2017, são paulo sp</p>
</div>
<p class="font_8">veja o vídeo do <a href="https://vimeo.com/225262409">fotolivro</a></p>
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		<title>ostensivo, ensaio fotográfico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2017 19:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Ostensivo, a narrativa visual das fotografias(díptico e trípticos) leva-nos, por vezes, a observar por de trás de um muro cinza formado pela polícia militar e seus aparatos bélicos, a partir dessa situação, banzi questiona: Para além da paleta de cinzas, o que mais pode-se ver? O ensaio procura as frestas, a luz que rompe, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Ostensivo, a narrativa visual das fotografias(díptico e trípticos) leva-nos, por vezes, a observar por de trás de um muro cinza formado pela polícia militar e seus aparatos bélicos, a partir dessa situação, banzi questiona: Para além da paleta de cinzas, o que mais pode-se ver?</p>
<p>O ensaio procura as frestas, a luz que rompe, as rachaduras que esse muro cinza coloca aos olhos, e convida o espectador a olhar mais perto e também questionar quem são esses que organizados se fazem da força bruta e desigual uma ferramenta de repressão? Porque esse aparato bélico? Essa ostensividade traz uma sensação de segurança ou insegurança? e por fim, porque ter tratos diferenciados quando o discurso que vem das ruas é mais populista ou elitista?</p>
<p>O ensaio saiu na resvista online sobre fotografia <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://revistaold.com/edicoes/old-no-59/" target="_blank" rel="noopener">OLD #59 .</a></span></p>
<p>Também parte dele integrou o relatório anual (2015-2016) da ong Artigo19 sobre as violações ao direito de protesto no Brasil. Projeto gráfico instinto, veja a versão digital do anual em <a href="https://2016brasil.protestos.org/" target="_blank" rel="noopener">2016brasil.protestos.org</a></p>
<p>+ infos<span style="text-decoration: underline;"> <a href="http://www.fernandobanzi.com/" target="_blank" rel="noopener">www.fernandobanzi.com</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ensaio fotográfico programa vivenda, reporting from the front</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jun 2016 18:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Vivenda vem atuando em moradias de bairros periféricos de São Paulo, regularizados ou não. O Vivenda direciona o seu trabalho para uma demanda habitacional qualitativa – ao invés da quantitativa – não atendida pelo poder público, tampouco pela iniciativa privada. Esta demanda, portanto, materializa-se em reformas de baixa complexidade para a melhoria de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="iy6tdinlineContent">
<p>O Programa Vivenda vem atuando em moradias de bairros periféricos de São Paulo, regularizados ou não. O Vivenda direciona o seu trabalho para uma demanda habitacional qualitativa – ao invés da quantitativa – não atendida pelo poder público, tampouco pela iniciativa privada. Esta demanda, portanto, materializa-se em reformas de baixa complexidade para a melhoria de ambientes já construídos e não em ampliações ou construçõess de novas moradias. A mudança vem de dentro. Na casa, na relação com a casa, na relação consigo mesmo e na relação com a Comunidade. Para além de um espaço físico, a moradia é um espaço psicológico, logo, a reforma é capaz de interferir em esferas pessoais e comunitárias. “Arrumar a casa” tem um significado que transborda o literal. ​A reforma funciona como uma provocação que, se acolhida, pode representar o resgate / reforço da auto estima, o ponto de partida para uma revisão de posturas e de novas contestaçõess perante a vida, a materializaçãoo de uma vontade interna de “ir além”. Em 2016 com um pouco mais de dois anos de atuação o programa vivenda foi selecionado junto com mais 14 projetos para integrar a mostra “JUNTOS” do curador Washington Fajardo escolhido pela Fundação Bienal de São Paulo para 15ª Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza &#8211; Reporting from the front</p>
<p>Eu e L​auro estamos trabalhando juntos em diversos projetos desde de 2015, a troca tem sido muito rica em várias aspectos, cada um contribuiu para um melhor olhar do outro. Quando fomos convidados para produzir o ensaio, foi uma amalgama de coisas, pois já estavamos na região sul, especificamente no Jd. Ibirapuera produzido outro trabalho, um trabalho de resgate da memória local. O coletivo já havia colobarado para Associação Cultural Recreativa Esportiva Bloco do Beco, ou seja, foi dar continuidade a pesquisa de campo. Descidimos juntos os retratos e de como poderiamos apresentar cada personagem deste projeto.</p>
<p>as fotografias apresentam seis moradores que participaram do Programa Vivenda.</p>
<div id="comp-it4ftgqr">
<p>+ <a href="http://programavivenda.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.programavivenda.com.br</a></p>
<p>​fotografia: fernando banzi e lauro rocha<br />
texto: programa vivenda/ fernando banzi</p>
</div>
</div>
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		<title>fotolivro taciturnidade</title>
		<link>https://gomaoficina.com/grafico/fotolivro-taciturnidade-2016-banzi/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fotolivro-taciturnidade-2016-banzi</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2016 22:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[janela goma oficina]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>fotolivro a ser apreciado em silêncio. Disponível na Banca Tatuí</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>fotolivro a ser apreciado em silêncio.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="taciturnidade" src="https://player.vimeo.com/video/179813985?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>Disponível na <a href="https://www.bancatatui.com.br/editoras/janela-goma-oficina/" target="_blank" rel="noopener">Banca Tatuí</a></p>
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		<title>hecho en mexico, fotolivro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2016 22:19:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Viagem ao méxico. Disponível na Banca Tatuí. Projeto gráfico por ana david e maria cau levy, editora Janela Goma Oficina &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Viagem ao méxico.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="HECHO EN MEXICO" src="https://player.vimeo.com/video/169165985?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p>Disponível na <a href="https://www.bancatatui.com.br/editoras/janela-goma-oficina/" target="_blank" rel="noopener">Banca Tatuí. Projeto gráfico por ana david e maria cau levy, editora Janela Goma Oficina</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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