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	<title>victoria braga, autor em goma oficina</title>
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		<title>o corpo porvir &#8211; reflexões do workshop internacional proyecto 36m2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 19:10:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último final de semana estivemos presentes no workshop internacional proyecto 36m2. A iniciativa reuniu (virtualmente, claro) arquitetes, professores, estudantes, pesquisadores e entusiastas do mundo inteiro para pensar e debater: afinal como serão as coisas daqui para frente? que visões e propostas temos para um mundo “pós-pandemia”?  Para tentar responder à incerteza — ou ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No último final de semana estivemos presentes no <a href="https://36m2.org/">workshop internacional proyecto 36m2</a>. A iniciativa reuniu (virtualmente, claro) arquitetes, professores, estudantes, pesquisadores e entusiastas do mundo inteiro para pensar e debater: afinal como serão as coisas daqui para frente? que visões e propostas temos para um mundo “pós-pandemia”? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para tentar responder à incerteza </span><span style="font-weight: 400;">— </span><span style="font-weight: 400;">ou ainda criar muitas outras indagações </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> em meio ao momento histórico que estamos vivendo, foram definidas três escalas ou temas como ponto de partida dos participantes: 01 o corpo, 02 a casa e 03 o bairro.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participamos como &#8220;provocadores&#8221; em duas equipes distintas e escolhemos trabalhar com o tema do corpo. Esse primeiro invólucro que delimita fisicamente o espaço primordial </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> o espaço da mente </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> e que manifesta antes de tudo por meio de si, a expressão de ser e existir. Como o corpo humano e os tantos corpos que podemos identificar na natureza e no ambiente construído estão sendo afetados pela nova realidade que se impõe, determinada por uma pandemia em escala global? </span></p>
<p>A seguir apresentamos algumas das reflexões apresentadas durante o workshop. As especulações das duas equipes divergem e colocam em perspectiva duas das possíveis visões de um futuro que se contrói no agora.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Equipe 1 &#8211; Victoria Braga (Goma Oficina), Gabriela Arrieta (México),  Maria Isabel Ayala (Paraguai) e  Raquel Carvalho (Brasil)</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quais são os corpos que primeiro se veem obrigados à adaptação para que possam permanecer, mesmo em contexto tão adverso? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para nossa equipe que contou com três mulheres estudantes de arquitetura do México, Paraguai e Brasil, pareceu necessário um olhar crítico sobre a situação dos corpos que não tem condição de isolar-se nesse momento ou em qualquer momento: as pessoas em situação de rua estão 365/24/7 expostos no limite a esse espaço que é do comum, o espaço público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iminência da desigualdade social — ainda brutal e escancarada nesses 3 países — encontra no contexto atual um fator de maior deflagração: a crise sanitária do covid-19 agravou de imediato a fome, a falta de acesso a itens básicos de higiene, a renda diária necessária para a sobrevivência de milhões de pessoas em todo o mundo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não seria difícil imaginar um cenário futuro bastante distópico: o espaço público perdendo qualquer função de ser, a individualização radical (dos corpos, das casas) imperando como modus operandi e as injustiças sociais tornando-se ainda mais acirradas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas ao contrário do que o momento atual poderia sugerir à imaginação, diversas iniciativas de solidariedade surgiram ou ganharam mais força do que nunca nos últimos meses, a partir da articulação de ações em redes de cooperação. Esse impulso nas iniciativas de cidadania auto-organizadas </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> que incluso, questionam modelos de organização verticais </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> , apesar de não representarem ainda uma coesão política suficiente para garantir a transformação estrutural do sistema produtivo e da vida em sociedade, parece construir as bases necessárias para um futuro pós pandêmico de possíveis UTOPIAS do comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O corpo que encontra no outro </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> na alteridade </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> a sua força de reflexão e realização: parece ser esse o corpo que podemos vir a habitar.    </span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>Equipe 2 &#8211; <span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha (Goma Oficina), </span><span style="font-weight: 400;">Emma de Vido (Argentina) e </span><span style="font-weight: 400;">Maria Teresa Larriva (Espanha)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na nossa outra que equipe que contou com uma arquiteta equatoriana que vive na Espanha, uma arquiteta da cidade de Formosa, na Argentina e um arquiteto do Brasil que vive em São Paulo, surgiram muitas reflexões sobre o corpo que habitamos fisicamente e o corpo que passamos a habitar cada vez mais virtualmente. Como esses corpos vão habitar o mundo pós quarentena?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse corpo virtual que durante a pandemia tem sido fonte para levantamento de muitos dos dados sobre a doença, visto que grande parte do monitoramento que tem gerado os dados nessa pandemia são produzidos através de informações provenientes dos celulares e computadores. Além de que muitos dos espaços de convívio, trabalho e lazer passaram ao “status” da virtualidade, e festas, reuniões e aulas estão ocorrendo nesse espaço virtual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse corpo virtual que não ocupa um espaço físico e não cruza fronteiras, se contrapôs ao corpo físico que teve que deixar de habitar os espaços públicos, e viu o surgimento de novas fronteiras, a primeira delas sendo a porta das próprias casas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um mundo pós quarentena talvez passemos a habitar esses corpos de maneira desigual, com menos uso dos espaços públicos, menos viagens e vivendo muito mais esse corpo e essa pele virtuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência de participar desse workshop foi muito interessante pela possibilidade de trocar experiências e impressões sobre esse momento e nos pareceu mais importante pelas reflexões estabelecidas e pela metodologia estabelecida. A possibilidade de participar desse grande espaço virtual com pessoas de diversas partes do mundo, nos permitiu uma troca simultânea de conhecimento e reflexões.</span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>a cidade é do povo &#8211; 5 anos do plano diretor de são paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 20:23:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na ocasião dos 5 anos da aprovação do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo, o IAB-SP lançou um material didático com análise das principais diretrizes de implementação do PDE, pontos positivos e negativos gerais e andamento das pautas específicas. O infográfico desenhado por Maria Cau Levy /Goma Oficina intenta, de maneira simples e objetiva, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na ocasião dos 5 anos da aprovação do <a href="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/arquivos/PDE-Suplemento-DOC/PDE_SUPLEMENTO-DOC.pdf">Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo</a>, o IAB-SP lançou um material didático com análise das principais diretrizes de implementação do PDE, pontos positivos e negativos gerais e andamento das pautas específicas.</p>
<p>O <a href="http://www.iabsp.org.br/pde_5anos.pdf">infográfico</a> desenhado por Maria Cau Levy /Goma Oficina intenta, de maneira simples e objetiva, responder os principais questionamentos acerca de um Plano ainda muito jovem (o PDE trata majoritariamente de processos de médio e, principalmente, longo prazo) — um importante respaldo estatístico à disposição da sociedade civil, que pode e deve cobrar o poder público.</p>
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<p>O IAB-SP inclui um importante alerta no material: em 2018, menos de 2 anos depois de aprovada a <a href="http://www.docidadesp.imprensaoficial.com.br/NavegaEdicao.aspx?ClipID=2QUAFFO7S38BLeER7VNEFPVLQBE&amp;PalavraChave=16.402">nova lei de Zoneamento da cidade</a> – resultado de um amplo processo participativo – a Prefeitura apresentou proposta de alteração da lei vigente, com consequentes mudanças em importantes determinações do Plano Diretor Estratégico.</p>
<p>Na época, mais de 150 entidades, de representação estudantil e profissional, institutos de pesquisa, ativistas e movimentos sociais assinaram manifesto contra a proposta de alteração, em formato de <a href="http://polis.org.br/wp-content/uploads/CARTA-ABERTA-AO-PREFEITO-DE-S%C3%83O-PAULO-JO%C3%83O-D%C3%93RIA.pdf">carta aberta ao prefeito de São Paulo, João Dória</a>. O <a href="http://polis.org.br/">Instituto Pólis</a> produziu <a href="http://polis.org.br/wp-content/uploads/ALTERA%C3%87%C3%95ES-ILUSTRADAS-1.pdf">material gráfico</a> ilustrando como essa proposta de revisão e alteração da Lei de Zoneamento pode impactar o futuro da cidade, revelando os reais interesses por trás do trâmite.</p>
<p>Em 28 de Fevereiro do mesmo ano, SASP &#8211; Sindicato dos Arquitetos de São Paulo, Entrefaus &#8211; Coletivo das entidades estudantis de arquitetura e urbanismo e FLM &#8211; Frente de Luta por Moradia organizaram o ato &#8220;Dória, SP não é negócio&#8221;. Partindo da frente do edifício da Prefeitura até o local de realização da <a href="https://www.youtube.com/watch?v=PwSHzQWB2D8&amp;t=4385s">última audiência pública</a>, denunciaram não apenas a falta de argumentos técnicos que embasassem a proposta de alteração, como também o caráter absolutamente questionável do que a Prefeitura chamou de &#8220;<a href="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/marco-regulatorio/zoneamento/ajustes-zoneamento-2/">processo participativo&#8221;</a>. Em todas as 5 audiências públicas a proposta foi rejeitada pela população.</p>
<p>Outro ponto levantado na análise do IAB-SP chama a atenção em especial: o <a href="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/20161221_PMH_PL_bxa.pdf">Plano Municipal de Habitação</a>, previsto no PDE, não foi aprovado até hoje, 2 anos depois da sua apresentação na Câmara Municipal de São Paulo. O Plano atualiza a política municipal de habitação (a lei atual tem mais de 20 anos) e amplia o escopo de diretrizes e instrumentos com os quais será possível enfrentar o alarmante déficit habitacional na cidade.</p>
<p>O processo democrático pressupõe o exercício de observação e, sempre que necessário, reparação de possíveis equívocos, imprescindivelmente dentro da legalidade. Refletir e discutir o Plano Diretor Estratégico não apenas representa um exercício de cidadania, como se faz extremamente necessário para manutenção de uma cidade igualmente e, de fato, democrática e socialmente justa.</p>
<p>Para acessar o infográfico completo, <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/20190725-PDE-PRINT.pdf">clique aqui</a>.</span></p>
<h5>fotografia</h5>
<p>Victoria Braga</p>
<h5>diagrama</h5>
<p>Maria Cau Levy</p>
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		<title>para um começo de conversa &#8211; debate no seminário arquitetura para autonomia: ativando territórios educadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 16:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As palavras constroem sentidos e por isso mesmo a linguagem ainda é uma das mais eficientes ferramentas de poder. Sempre me pareceu pertinente estar atenta às artimanhas ocultadas no que parece ser uma inofensiva junção de letras. Por isso, há vezes em que, antes de formular qualquer posicionamento acerca de um determinado tema, me parece [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As palavras </span><i><span style="font-weight: 400;">constroem </span></i><span style="font-weight: 400;">sentidos e por isso mesmo a linguagem ainda é uma das mais eficientes ferramentas de </span><i><span style="font-weight: 400;">poder</span></i><span style="font-weight: 400;">. Sempre me pareceu pertinente estar atenta às artimanhas ocultadas no que parece ser uma inofensiva junção de letras. Por isso, há vezes em que, antes de formular qualquer posicionamento acerca de um determinado tema, me parece sensato buscar elucidações a partir da etimologia daquilo a que dedicarei minha reflexão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema ou nome do Seminário me chamou particular atenção. E então, minha reflexão começou, de fato, com a própria construção do sentido das palavras ali contidas:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Arquitetura para Autonomia: ativando territórios educadores&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Educação vem do latim, educatĭo,ōnis (education) </span><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;ação de criar, de nutrir; cultura, cultivo&#8221;</span></i><span style="font-weight: 400;">. Autonomia é &#8220;a capacidade de governar-se pelos próprios meios&#8221;, ou: </span><i><span style="font-weight: 400;">direito</span></i><span style="font-weight: 400;"> de reger-se segundo leis próprias, do grego, αυτόνομος (autonomos), </span><i><span style="font-weight: 400;">“de si mesmo”</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por associação: &#8220;criar por si mesma, nutrir a si mesma, cultivar a si mesma&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao que parece nos sugerir, no sentido mais essencial, educação e autonomia relacionam-se diretamente com a capacidade de reconhecer e desenvolver, em si própria, as suas potencialidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faço um parênteses para resgatar um texto que me parece oportuno: &#8220;Construir, Habitar, Pensar&#8221;, no qual Heidegger ensaia uma reflexão teórica acerca dos conceitos de &#8220;habitar&#8221; e &#8220;construir&#8221;, estabelecendo relações a partir da etimologia. Em uma passagem, o autor apresenta a relação intrínseca existente entre as palavras &#8220;bauen&#8221;(construir), &#8220;buan&#8221; (habitar) e &#8220;bin&#8221;(eu sou, nas conjugações ich bin, du bist, eu sou, tu és).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Observar e refletir sobre essas relações se apresenta como um bom começo de conversa, com o intuito de pensar e repensar o campo do construir, do habitar e do ser; da prática da arquitetura ela própria, construção e transformação dos espaços habitados por pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E podemos finalmente nos perguntar: onde cidade, arquitetura, autonomia e educação se encontram? De que maneira a arquitetura pode </span><i><span style="font-weight: 400;">construir</span></i><span style="font-weight: 400;"> práticas para autonomia? De que maneira as cidades podem </span><i><span style="font-weight: 400;">habitar</span></i><span style="font-weight: 400;"> territórios educadores? E de que maneira podemos </span><i><span style="font-weight: 400;">ser</span></i><span style="font-weight: 400;"> parte desse processo?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 556px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5633 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?resize=556%2C313" alt="" width="556" height="313" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 556px) 100vw, 556px" /><figcaption class="wp-caption-text"><em>exibição do documentário &#8220;Hacer Mucho Con Poco&#8221;, de Al Borde e Kliwadenko Novas</em></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 554px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5631 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?resize=554%2C312" alt="" width="554" height="312" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /><figcaption class="wp-caption-text"><em>convidadxs para o debate da esquerda para direita: Fernando Botton (mediador), Victoria Braga (Goma Oficina) e Paolo Colosso (BR Cidades)</em></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_5632" aria-describedby="caption-attachment-5632" style="width: 555px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5632" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?resize=555%2C312" alt="" width="555" height="312" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 555px) 100vw, 555px" /><figcaption id="caption-attachment-5632" class="wp-caption-text"><em>roda de conversa: o público deve fazer parte do debate</em></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><a href="https://www.facebook.com/events/992978460890859/?active_tab=about">Seminário Arquitetura para Autonomia: Ativando Territórios Educadores</a></p>
<p>Realização: <a href="https://www.facebook.com/acidadeprecisadevoce/">Instituto a Cidade Precisa de Você</a> e <a href="https://www.facebook.com/semmurosescola/">Escola Sem Muros </a></p>
<p>Parceria de Fomento:<br />
<a href="https://www.facebook.com/causpoficial/" target="_blank" rel="noopener">Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo &#8211; CAU/SP</a></p>
<p>Crédito das fotos: Leo Otero</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://gomaoficina.com/arquitetura/para-um-comeco-de-conversa-debate-no-seminario-arquitetura-para-autonomia/">para um começo de conversa &#8211; debate no seminário arquitetura para autonomia: ativando territórios educadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://gomaoficina.com">goma oficina</a>.</p>
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		<title>campos elíseos vivo, o ato compreendido enquanto processo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 22:15:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após apresentação do projeto &#8220;Campos Elíseos Vivo&#8221; para representantes do poder público e imprensa, o ato de lançamento extravazou as paredes do entusiástico Teatro Pessoal do Faroeste e seguiu para as ruas. Em performance, o cortejo lavou com água de cheiro as ruas e calçadas, os carros, muros, prédios, as crianças e adultos, idosos e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após apresentação do projeto &#8220;Campos Elíseos Vivo&#8221; para representantes do poder público e imprensa, o ato de lançamento extravazou as paredes do entusiástico Teatro Pessoal do Faroeste e seguiu para as ruas. E<span class="text_exposed_show">m performance, o cortejo lavou com água de cheiro as ruas e calçadas, os carros, muros, prédios, as crianças e adultos, idosos e seus cachorros. </span></p>
<p><span class="text_exposed_show">No território, que é alvo de violentas investidas da atual gestão pública, ditos processos de “higienização”, a resposta vem em cultura, em arte, vem na escuta atenta, na construção de um processo verdadeiramente coletivo, no espírito democrático e porque não, em água para lavarmos nossas almas?</span></p>
<p><span class="text_exposed_show">Embaixo do sol, risadas e roupas molhadas pelo caminho. No asfalto brilhou a poça d&#8217;água, nos muros e postes, as palavras lambidas com cola líquida.</span></p>
<p><span class="text_exposed_show">Atenção! Território em disputa.</span></p>
<p><span class="text_exposed_show">Não sejamos coniventes com a especulação mercadológica das cidades. </span></p>
<p><span class="text_exposed_show">Mais que isso! </span></p>
<p><span class="text_exposed_show">Sejamos a resistência, a pedra no sapato, mas não só: especulemos possibilidades coletivas, estejamos dispost_s a aprender à ouvir e então fazer, juntos.</span></p>
<p>&#8211;</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>para saber mais sobre o fórum mundaréu da luz e o projeto campos elíseos vivo acesse <a href="https://mundareudaluz.org/2018/04/10/como-foi-o-lancamento-do-campos-eliseos-vivo/" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;-U&quot;}" data-lynx-mode="asynclazy" data-lynx-uri="https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fmundareudaluz.org%2F&amp;h=ATPxFcVyPsCNqV6foO4UJfJ9UHgojD7AH6-vdrSzWPWzOeY2HDx1-T9oniCB_NwyIYOgUXUKDZOxZYdYLmHv7xcFwd7y9uNIUkY4fAK8_CUCyrV1vi8iuDsLjtnd_yBkwf9yvp1tBWY">https://mundareudaluz.org</a></p>
<p>foto <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/fernando.banzi?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=1044468239&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Fernando Banzi</a> e <a href="https://www.facebook.com/victoria.braga.35">Victoria Braga</a></p>
<p>performance e intervenção: <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/ciapessoaldofaroeste/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=626765890683277&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Pessoal do Faroeste</a><a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/CiaMungunzaDeTeatro/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=528026437247995&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Cia Mungunzá de Teatro</a> <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/osbambaras.bambaras.9?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100023628980447&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Bambaras Bambaras</a> <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/coletorescoletivo/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=1478716312425051&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Coletivo Coletores</a><a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/coletivodegalochas/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=264048433613856&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Coletivo de Galochas</a> <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/aproximacompanhia/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=561095750663772&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">A Próxima Companhia</a> eco teatro <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/Paulestinos/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=557141114327460&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Paulestinos</a></p>
<p><a class="_58cn" href="https://www.facebook.com/hashtag/chaveachavesim?source=feed_text" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;*N&quot;,&quot;type&quot;:104}"><span class="_5afx"><span class="_58cl _5afz" aria-label="hashtag">#</span><span class="_58cm">chaveachavesim</span></span></a>#demoliçãonão</p>
</div>
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		<title>fronteira livre na exposição imaginário da cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2018 22:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[estamparia]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da arquitetura e daquilo que entendemos enquanto projeto vêm, nas últimas décadas, passando por um profundo processo de reconfiguração (por mais, ou menos silêncio que se faça sobre). A figura do arquiteto (homem) solitário sentado frente à sua prancheta dedicando horas e mais horas à perspectiva perfeita e solta no espaço &#8211; entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O papel da arquitetura e daquilo que entendemos enquanto <strong>projeto</strong> vêm, nas últimas décadas, passando por um profundo processo de reconfiguração (por mais, ou menos silêncio que se faça sobre). A figura do arquiteto (homem) solitário sentado frente à sua prancheta dedicando horas e mais horas à perspectiva perfeita e solta no espaço &#8211; entre um cigarro e outro limpa os resquícios de nanquim das mãos &#8211; , parece hoje uma alegoria bastante distante. Ainda resiste uma certa nostalgia incrustada nessa imagem que, se reproduzida pelas gerações mais jovens, mais assemelha-se ao velho saudosismo de um tempo não vivido. Há um descolamento dimensional incontestável e uma responsabilidade inerente ao reconhecimento deste fato, quer queira, quer não.</p>
<p>Os tempos mudaram e, naturalmente, o que se entende por arquitetura também mudou. É, não apenas salutar, como necessário, que o campo de atuação da(o) profissional de arquitetura, e a profissional ela(e) própria(o), permita constante reformulação.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4035" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />Em 2017, com o tema <strong>Em Projeto</strong>, a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo jogou luz sobre questões que, apesar de fundamentais para uma crítica e atuação coerentes no contexto contemporâneo das cidades, ainda são pouco debatidas. Nos espaços de discussão ditos &#8220;formais&#8221;, à exemplo, a academia, muito pouco se discute sobre o que entende-se ou não enquanto projeto de arquitetura, e porquê.</p>
<p>Nas palavras da curadoria:</p>
<p><em>&#8220;(A 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo &#8211; Em Projeto) Propõe repensar o projeto singular como instrumento capaz de reunir/agrupar a interdisciplinaridade necessária que o fenômeno cidade exige. Sugere uma atitude experimental que questiona o lugar do projeto na cidade e enfoca o processo que caracteriza o percurso desta Bienal: em construção, em projeto (&#8230;) Como articular os agentes, compartilhar o conhecimento e expandir a ação do arquiteto? Para reagir às incertezas atinentes à metrópole contemporânea, se faz necessário que os profissionais da arquitetura e da cidade reconsiderem a validade e o controle que a noção de projeto obteve ao longo da história.&#8221;</em></p>
<p>A Goma Oficina integrou a <strong>exposição Imaginário da Cidade</strong>, que reuniu diversas iniciativas mapeadas pelo Observatório da Bienal e outros trabalhos selecionados por meio de chamada aberta. Com o objetivo de reconhecer e dar visibilidade à conhecimentos produzidos cotidianamente na cidade de São Paulo pelos mais variados agentes, a exposição abrigou formatações que incluíram desde ensaios fotográficos, caminhadas, guias ilustrados, instrumentos de comunicação (rádios, projeções, transmissão ao vivo, jornais, revistas) até ações experimentais como construções temporárias, ações efêmeras, performances, intervenções, construções-teste e de protótipos. Outros <em>projetos</em> que estivessem relacionados à leitura e expressão da multiplicidade de perspectivas no território da cidade também integraram esse compilado.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4038" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>O <em><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/">projeto Fronteira Livre</a> </em>se propôs à abordar um dos processos mais emblemáticos na atualidade, presente em escala global: a imigração. As fronteiras são físicas, materializadas por parede de bloco sobre bloco, mas também invisíveis: são culturais, sociais e econômicas.</p>
<p><strong>Fronteira Livre</strong> é um projeto de arquitetura, de design gráfico, de estamparia e de intervenção, possível graças à um processo coletivo envolvendo os mais variados agentes (imigrantes, educadores, arquitetas e arquitetos, fotógrafos, designers, funestudantes e artistas).</p>
<p>Mais do que refletir a amplitude do campo de atuação da arquitetura, parece cada vez mais necessário compreender a potência humana que reside no trabalho coletivo e interdisciplinar. E interferir o silêncio nostálgico, com a polifonia dos saberes, tem se mostrado um bom começo de conversa.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4043" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
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