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	<title>blog - fotografia | goma oficina</title>
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		<title>distanciamento, diário fotográfico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 22:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O distanciamento social inclui uma série de medidas, entre elas a diminuição de interação entre as pessoas de uma comunidade para diminuir a velocidade de transmissão de um vírus por exemplo. Não demos o devido valor para o Coronavírus quando ele ainda não estava em ares brasileiros, e quando ele chegou foi e está sendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O distanciamento social inclui uma série de medidas, entre elas a diminuição de interação entre as pessoas de uma comunidade para diminuir a velocidade de transmissão de um vírus por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não demos o devido valor para o Coronavírus quando ele ainda não estava em ares brasileiros, e quando ele chegou foi e está sendo tratado de maneiras diversas pelos atuais governos (federal, estadual e municipal) gerando uma dúvida, o que de fato o fazer? Fica em casa se possível.  Temos uma parte da sociedade que tem esse privilégio de fazer uma quarentena segura e outra grande parte de fato é obrigada ir para as ruas para poder ter o mínimo de sustento. Como se não fosse o bastante o vírus e toda a desigualdade social e racial temos que combater o desgoverno que vem destruindo o país para o bem da família do próprio vírus presidencial, seus amigos milicianos e uma direita velha baseada em preconceitos e estruturas que já não caberiam em 2020, mas se faz presente aqui no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto eu não quero só falar das pautas que estão aí em toda mídia, quero também falar de afeto nesse momento &#8220;COVID-19&#8221;, onde o afeto está muito presente na virtualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O meu afeto pelo espaço de vivência e trocas presencial a Goma oficina foi transferido para o  virtual, falo também do afeto da família que escolhi dividir parte da minha caminhada até aqui e que se transformou em uma relação que ultrapassa o coleguismo e transborda em um mar de bons sentimentos, do pensar e do fazer.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="446" class="alignnone size-large wp-image-6482" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02-1024x446.jpg?resize=1024%2C446" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?resize=1024%2C446&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?resize=300%2C131&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?resize=768%2C335&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?w=1083&amp;ssl=1 1083w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Dado essas informações, como demonstrar os afetos nesse momento?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As maneiras para se usar os aplicativos de vídeo chamada recebem atenção no fazer fotográfico. O uso do recurso print screen em computadores e móbiles ganha mais espaço em meio a produção de fotógrafas, fotógrafos, artistas e diversas outras áreas no atual cenário de pandemia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quero citar como exemplo o atual trabalho do fotógrafo norte americano Spencer Tunick, que já expôs na XXV Bienal de São Paulo, Brasil (2002) onde ele criou instalações efêmeras com a ajuda de centenas de corpos nus para preenchimento dos espaços. Neste novo projeto ele utiliza da mesma matérias prima para construir a imagem, o corpo humano, </span><span style="font-weight: 400;">com a assistência dos colaboradores Studio 333 convidou pessoas de todo o mundo a participar de uma nova série de obras de arte intituladas </span><i><span style="font-weight: 400;">Stay Apart Together</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;">o trabalho faz parte da exposição virtual &#8220;Vida em tempo de guerra: arte na era do coronavírus&#8221; no USF Contemporary Art Museum, Tampa.</span></p>
<h6><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-6489 size-large" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01-1024x580.jpeg?resize=1024%2C580" alt="" width="1024" height="580" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=1024%2C580&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=768%2C435&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=1320%2C748&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?w=1500&amp;ssl=1 1500w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400;">créditos: </span><span style="font-weight: 400;">@</span>spencertunick</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Stay Apart Together&#8221; nome escolhido por ele pode se traduzir como &#8220;fique longe junto&#8221;, apesar de estar separados no espaço físico, estão juntos.</span></p>
<h6><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="704" height="199" class="size-full wp-image-6492 aligncenter" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-04.jpg?resize=704%2C199" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-04.jpg?w=704&amp;ssl=1 704w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-04.jpg?resize=300%2C85&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 704px) 100vw, 704px" /> <span style="font-weight: 400;">       créditos: </span><span style="font-weight: 400;">@</span>spencertunick</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Spencer preenche esse espaço, porém, desta vez eles são particulares. Com dípticos e polípticos e coloca numa mesma imagem mais de um corpo</span><span style="font-weight: 400;"> para reafirmar a resiliência da comunidade e da conexão humana</span><span style="font-weight: 400;"> e de certa forma transformando esse espaço íntimo em público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para responder a pergunta acima utilizo desse tempo suspenso da quarentena para construir um diário fotográfico, que tem sua experimentação na fotografia, fotopintura digital e dispositivos móveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O retrato por videochamada é uma delas, então convidei os amiges da Goma Oficina que divido o tempo e espaços para colaborar nesse ensaio de retratos à distância, de forma afetuosa cada um dividiu seu espaço íntimo (casa) para contribuir nesse meu diário de quarentena.</span></p>
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<p>agradeço a colaboração de todos pelo tempo e afeto, seguimos atentos e forte.</p>
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		<title>micrópolis convida goma oficina: refundações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 18:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o segundo semestre de 2019 fomos convidados pelo grupo de arquitetas e arquitetos mineiros Micrópolis, que atua nos cruzamentos entre espaço, design e educação, para participar do projeto Refundações no Sesc Ipiranga. Refundações é um processo coletivo de produção de novas leituras sobre as pinturas históricas do acervo do Museu Paulista que representam momentos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Durante o segundo semestre de 2019</span><span style="font-weight: 400;"> fomos convidados pelo grupo de arquitetas e arquitetos mineiros Micrópolis, </span><span style="font-weight: 400;">que atua nos cruzamentos entre espaço, design e educação, para participar do projeto Refundações no Sesc Ipiranga.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Refundações é um processo coletivo de produção de novas leituras sobre as pinturas históricas do acervo do Museu Paulista que representam momentos do desenvolvimento urbano da cidade de São Paulo, convidando o público a reimaginar esses episódios nos dias atuais e, consequentemente, os projetos de cidade resultantes desses processos imaginados.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="670" height="502" class="size-full wp-image-6163 aligncenter" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_9015_670.jpeg?resize=670%2C502" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_9015_670.jpeg?w=670&amp;ssl=1 670w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_9015_670.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Foi realizado uma série de encontros com o público do Sesc, ativistas, artistas, estudiosos e sujeitos que a história oficial silenciou, para a cocriação de novas narrativas que recriam o episódio da fundação da cidade de São Paulo em um futuro próximo. Os resultados dessas conversas se materializam em obras gráficas e compõe a exposição Refundações, que está aberta no Sesc Ipiranga até 01/03/2020.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="670" height="502" class="size-full wp-image-6155 aligncenter" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_8184_670.jpeg?resize=670%2C502" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_8184_670.jpeg?w=670&amp;ssl=1 670w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_8184_670.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="670" height="505" class="size-full wp-image-6153 aligncenter" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_9895_670.jpeg?resize=670%2C505" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_9895_670.jpeg?w=670&amp;ssl=1 670w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/IMG_9895_670.jpeg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Para um primeiro momento participamos em um desses encontros reimaginando esse episódio, em seguidas produzimos duas obras a partir da fala de outras duas pessoas que também fizeram esse processo de imaginar essa refundação da cidade.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6179" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/Milita%CC%83o_A._de_Azevedo_-_A%CC%81lbum_Comparativo_50_-_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP-1024x721.jpg?resize=350%2C247" alt="" width="350" height="247" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/Milita%CC%83o_A._de_Azevedo_-_A%CC%81lbum_Comparativo_50_-_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg?resize=1024%2C721&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/Milita%CC%83o_A._de_Azevedo_-_A%CC%81lbum_Comparativo_50_-_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg?resize=300%2C211&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/Milita%CC%83o_A._de_Azevedo_-_A%CC%81lbum_Comparativo_50_-_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg?resize=768%2C541&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/Milita%CC%83o_A._de_Azevedo_-_A%CC%81lbum_Comparativo_50_-_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg?resize=1320%2C929&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/Milita%CC%83o_A._de_Azevedo_-_A%CC%81lbum_Comparativo_50_-_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/Milita%CC%83o_A._de_Azevedo_-_A%CC%81lbum_Comparativo_50_-_Acervo_do_Museu_Paulista_da_USP.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 350px) 100vw, 350px" /> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6168" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/REFUNDACOES_AF-1024x716.jpg?resize=354%2C248" alt="" width="354" height="248" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/REFUNDACOES_AF.jpg?resize=1024%2C716&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/REFUNDACOES_AF.jpg?resize=300%2C210&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/REFUNDACOES_AF.jpg?resize=768%2C537&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/REFUNDACOES_AF.jpg?resize=1320%2C923&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/REFUNDACOES_AF.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/REFUNDACOES_AF.jpg?w=3000&amp;ssl=1 3000w" sizes="auto, (max-width: 354px) 100vw, 354px" />
<p><span style="font-weight: 400;">No segundo momento, de criação, partimos de fotografias da São Paulo do Sec. XIX de Augusto Militão Pacheco e de um carte-de-visite (autor desconhecido), em seguida utilizamos a fotopintura digital e a colagem para intervir nessas fotografias e finalizar as obras.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6166" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/beard1.jpg?resize=183%2C304" alt="" width="183" height="304" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/beard1.jpg?w=440&amp;ssl=1 440w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/beard1.jpg?resize=181%2C300&amp;ssl=1 181w" sizes="auto, (max-width: 183px) 100vw, 183px" />                <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-6165" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/micropolis-refundacoes-1024x668.jpg?resize=463%2C302" alt="" width="463" height="302" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/micropolis-refundacoes.jpg?resize=1024%2C668&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/micropolis-refundacoes.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/micropolis-refundacoes.jpg?resize=768%2C501&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/micropolis-refundacoes.jpg?resize=1320%2C861&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/micropolis-refundacoes.jpg?w=2000&amp;ssl=1 2000w" sizes="auto, (max-width: 463px) 100vw, 463px" />
<p>&nbsp;</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6173" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/2019_refundacoes_expografia_21-1024x683.jpg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/2019_refundacoes_expografia_21.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/2019_refundacoes_expografia_21.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/2019_refundacoes_expografia_21.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/2019_refundacoes_expografia_21.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/2019_refundacoes_expografia_21.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, 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<p><span style="font-weight: 400;">Contribuíram com este projeto: Alexandre de Araújo, Amelinha Teles, Andréa Thomsen, Arthur Waki, Bruno Queiroz, Carlos Cichelero, Caroline Silveira, Cássia Gomes, Coletivo Às Margens, Danny Abensur , Darío Marroche, David Karai Popygua, Elidayana da Silva, Fernando Maculan, Fernanda Gomes, Flora de Carvalho, Gabriela Amorim, Gabriela Leandro, Gabriela Pereira , Gabriel Gonzaga, Goma Oficina, Guilherme Lira, Guilherme Silva, Gustavo de Souza, Hélio Menezes, Henrique Inmauser, Isabela de Arruda, Isadora Teles, Ítalo de Almeida, João Carneiro, João Justino, João Pedro Nemer, Júlio Vieira,  Laís Lino, Lana Soares, Ligia de Menezes, Ludmilla Mel, Luís Galhardo, Luiz Brito, Manuela Ribeiro, Maria Cau Levy, Maria Clara Araújo, Maria Luiza de Meneses, Marcella Arruda, Miriã Gonçalves, Miriam Gonzales, Miliane Gonzaga, Pedro Brucznitski, Rachel Amoroso, Renata Figueiró, Rita Demarchi, Rodrigo Barja, Rosana Paulino, Sonia Ara Mirim, Tamara da Silva, Thiago Benucci.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agradecemos ao Micrópolis pelo convite e parceria, e à todos os envolvidos na produção desse projeto.</span></p>
<p><em>Fotografias: Acervo Micrópolis. Fotografias da Exposição: Fernando Banzi</em></p>
<p><em>Legenda da imagem de destaque: </em>Oscar Pereira da Silva, óleo sobre tela, 185 x 340 cm. Acervo do Museu Paulista da USP, São Paulo.</p>
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		<title>oficina fronteiras cruzadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[andre stefanini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 14:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A oficina de vídeo Fronteiras Cruzadas foi uma ação arte/educativa, parte do projeto Fronteira Livre que integrou a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo 2017 e a Semana Viver Metrópole. As atividades práticas foram realizadas por oficineiros e alunos da fau-mackenzie em 06 estações do Metrô de São Paulo e teve como temática a imigração [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A oficina de vídeo <em>Fronteiras Cruzadas</em></span> <span style="font-weight: 400;">foi uma ação arte/educativa, parte do projeto <em>Fronteira Livre</em> que integrou a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo 2017 e a Semana Viver Metrópole.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As atividades práticas foram realizadas por oficineiros e alunos da fau-mackenzie em 06 estações do Metrô de São Paulo e teve como temática a imigração e suas questões, e como produto final foi produzimos vídeos-arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi realizado uma roda de conversa e um debate sobre o projeto <em>Fronteira Livre</em>, com a presença da artista Maria Claudia Levy e de dois imigrantes que participaram de todo processo do projeto, são eles José Mpela e Claudine kumbi, onde podemos discutir e explorar cada frase das faixas e transpor isso em uma linguagem audiovisual de vídeo-arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dividimos os alunos em 2 grupos. Cada grupo ficou responsável para gravar (audiovisual, áudio e fotografia) das faixas, das entradas, percursos, das pessoas cruzando as faixas e entrevistas com usuários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a captação foi editado de forma colaborativa e participativa 02 vídeos-arte, onde foi apresentado técnicas básicas de edição e efeitos de vídeos, utilizando a edição como ferramenta para construções de narrativas audiovisuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">estações visitadas: barra-funda, república, sé, brás, tatuapé e itaquera.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/v_JJd1-_e34" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>referências de vídeos:</strong></p>
<p>bandeiras<br />
<span style="font-weight: 400;">Frente 3 de Fevereiro<br />
https://www.youtube.com/watch?v=hX3GFEHsTSs</span></p>
<p>arquitetura da exclusão – 2010<br />
<span style="font-weight: 400;">Frente 3 de Fevereiro + Afrofuturismo<br />
https://www.youtube.com/watch?v=S0IdKITFk6A</span></p>
<p>vinil verde – 2004<br />
<span style="font-weight: 400;">Kleber Mendonça Filho<br />
</span>https://www.youtube.com/watch?v=BOaGP3uBToI</p>
<p>feito poeira ao vento..<br />
<span style="font-weight: 400;">Dirceu Maués<br />
<a href="https://youtu.be/7iqFdY5vD8c">https://youtu.be/7iqFdY5vD8c</a><br />
</span></p>
<p>pets &#8211; 2016<br />
<span style="font-weight: 400;">Eduardo Srur<br />
</span><a href="https://vimeo.com/70890657"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/70890657</span></a></p>
<p>mercado &#8211; 2016<br />
<span style="font-weight: 400;">Eduardo Srur<br />
</span><a href="http://www.eduardosrur.com.br/intervencoes/mercado"><span style="font-weight: 400;">http://www.eduardosrur.com.br/intervencoes/mercado</span></a></p>
<p>coisas do cais – 1989<span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paulo Von Poser, Sergio Roizenblit</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xwuLUCkMxAM"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=xwuLUCkMxAM</span></a></p>
<p>mau wal encontros traduzidos – 2002<br />
<span style="font-weight: 400;">Fabiana Werneck e Marco Del Fiol</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G7Bd03TpFoQ"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=G7Bd03TpFoQ</span></a></p>
<p>a revolução não será televisionada<br />
<span style="font-weight: 400;">Daniela Labra<br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mXOf_J2QTUo"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=mXOf_J2QTUo</span></a></p>
<p>i love my india &#8211; 2003<br />
<span style="font-weight: 400;">Tejal Shah</span> <span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://vimeo.com/39521665"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/39521665</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b><br />
</b></a>sangue frio<br />
<span style="font-weight: 400;">Corpos Informáticos<br />
<a href="https://vimeo.com/174697788">https://vimeo.com/174697788</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span>composição urbana 1<br />
<span style="font-weight: 400;">Corpos Informáticos<br />
<a href="https://vimeo.com/7507249">https://vimeo.com/7507249</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span>canto doce pequeno labirinto – 2007<br />
<span style="font-weight: 400;">Caetano Dias</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://vimeo.com/123972560"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/123972560</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a><a href="https://vimeo.com/124784807"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/124784807</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nUZBkMDm8zU"><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a>quilombo Brasil – ep 8 – cidade de quem – 2009<br />
<span style="font-weight: 400;">Daniel Lima<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=JpcfFA4L5mw">https://www.youtube.com/watch?v=JpcfFA4L5mw</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span>quilombo Brasil – EP 9 – territórios Simbólicos<br />
<span style="font-weight: 400;">Daniel Lima<br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UG_XKmtSXAg"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=UG_XKmtSXAg</span><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a>contradições urbanas – 1981<br />
<span style="font-weight: 400;">Sérgio Péo</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6nxybsqN534"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=6nxybsqN534</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></p>
<p>tatlin&#8217;s whisper<br />
<span style="font-weight: 400;">Tania Bruguera<strong><br />
</strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=x7L1s_GWn3o">https://www.youtube.com/watch?v=x7L1s_GWn3o</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p>surplus value<br />
<span style="font-weight: 400;">Tania Bruguera</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">h</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=77KwjG79Dxw"><span style="font-weight: 400;">ttps://www.youtube.com/watch?v=77KwjG79Dxw</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a>the francis effect<br />
<span style="font-weight: 400;">Tania Bruguera<strong><br />
</strong></span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=8dMFIIPhmPA"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=8dMFIIPhmPA</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></p>
<p><strong>oficineiros<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">André Stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fernando Banzi<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Renata Miranda<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Patrick Diedonné</span></p>
<p><strong>participantes<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Georges Walukonka<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Claudine Shindany<br />
Blessing Shindany<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Beatriz Saporito<br />
Igor Vicente<br />
Renata Miranda<br />
</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>cores e valores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 14:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos que apenas conseguem enxergar o que os separa e não o que os une.” (Milton Santos). são paulo, 23 de Janeiro de 2019. Ocupamos de maneira silenciosa o museu de imagem e som de São Paulo, não porque não sabemos fazer barulho, mas respeito é pra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“A força da alienação vem dessa fragilidade dos indivíduos que apenas conseguem enxergar o que os separa e não o que os une.” (Milton Santos).</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5278" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o-591x1024.jpg?resize=210%2C364" alt="" width="210" height="364" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=591%2C1024&amp;ssl=1 591w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=173%2C300&amp;ssl=1 173w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=768%2C1330&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_19_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?w=989&amp;ssl=1 989w" sizes="auto, (max-width: 210px) 100vw, 210px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5276" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao-619x1024.jpg?resize=220%2C364" alt="" width="220" height="364" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?resize=619%2C1024&amp;ssl=1 619w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?resize=181%2C300&amp;ssl=1 181w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?resize=768%2C1271&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_20_divulgac%CC%A7ao.jpg?w=1035&amp;ssl=1 1035w" sizes="auto, (max-width: 220px) 100vw, 220px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5279" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o-620x1024.jpg?resize=219%2C362" alt="" width="219" height="362" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=620%2C1024&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=182%2C300&amp;ssl=1 182w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?resize=768%2C1267&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/tipos_fernandobanzi_27_divulgac%CC%A7a%CC%83o.jpg?w=1038&amp;ssl=1 1038w" sizes="auto, (max-width: 219px) 100vw, 219px" />
<p>são paulo, 23 de Janeiro de 2019.</p>
<p>Ocupamos de maneira silenciosa o museu de imagem e som de São Paulo, não porque não sabemos fazer barulho, mas <em>respeito é pra quem tem, </em>como dizia Sabotage em suas letras. Tipos fecha o programa Nova fotografia de 2018 do mis_sp, logo após a exposição BAMBAS de Hudson Rodrigues, reafirmando resistência em aparelhos de cultura e arte.</p>
<p>O processo até a exposição começa em 2017 quando tenho contato com esses fotografias digitalizadas, pesquisadas no site Brasilianas do Instituto Moreira Sales, também era recente a chegada dos meus sobrinhos Theo e Alice na família, que foi decisivo para mergulhar de vez na pesquisa e produção do trabalho, ambos filhos de brancos (irmão e irmã) e negros (Cunhada e Cunhado), aos poucos pude perceber que desde bebê já havia uma diferença nas palavras com eles, Theo nasceu de pele branca com traços negroides e Alice de pele retinta, notei que dentro de casa Theo passava e por vezes passa por branco e Alice não, para fora de casa isso se acentua, isso me tocou demais, foi quando queria saber de fato onde estavam os negros na fotografia?</p>
<p>Passei sete meses indo e vindo do litoral norte, São Sebastião para São Paulo, foi nesse período que li sobre o assunto (continuo lendo) e também fiz minhas pesquisas em tons de pele, tecidos de matriz africana, indumentárias, religião, fotografia do Sec. XIX no Brasil e Carte-de-visite. Depois da pesquisa o trabalho foi pintar e experimentar muito, horas e horas na frente do computador.</p>
<p>Tive ajuda de pessoas essenciais, trocas sinceras e necessárias com o fotógrafo e artista Moisés de Patrício, a jornalista Flora Morena e artista multimídia Mariá Gonçalvez.</p>
<p>Para chegar o tom de peles usei como base o trabalho da fotografa brasileira Angelica Dass que tem um trabalho magnifico chamado Humanae, onde ela pesquisa o pantone das cores de pele, a para a escolha das músicas no local chamei um amigo e DJ Rogério Silvestre, que somou muito ao trabalho e o texto foi escrito a quatro mãos, pela Stephanie Ribeiro e Tulio Custódio.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/12DH1ptQYHg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">cores e valores</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">é um resgate da obra do fotógrafo teuto-brasileiro Alberto Henschel (1827–1882), conhecido pelo registro das paisagens do Rio de Janeiro e do cotidiano da monarquia brasileira durante o Segundo Reinado. Seu título de Photographo da Casa Imperial habilitou-o a fotografar o impera- dor Dom Pedro II e sua família. Mas, certamente, sua principal contribuição à história da fotogra a foi o registro de todos os extratos sociais do Brasil oitocentista: retratos geralmente no padrão </span><i><span style="font-weight: 400;">carte-de-visite </span></i><span style="font-weight: 400;">foram tirados da nobreza, dos comerciantes ricos, da classe média, e também de negros e negras, escravizados e libertos, em um período anterior à Lei Áurea.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho de Fernando Banzi consiste na ressignicação desses registros de pessoas de descendência e/ou origem africana, datados do m dos anos de 1860, feitos em Recife e Salvador. Retoma o passado e, por meio da pigmentação de retratos de Alberto Henschel, confere a esses indivíduos o direito à subjetividade. Faz isso através da técnica escolhida, a fotopintura digital, da manipulação de imagem, permitindo, assim, diversas possibilidades narrativas e nos convidando a imaginar essas histórias, tirando-nos do lugar confortável e comum da narrativa única e condensada sobre o indivíduo negro. Mesmo quando escravizados, estes não eram seres iguais, com origens iguais, com ações iguais diante da opressão, assim como hoje não somos e talvez nunca sejamos. A seleção de imagens que compõe esta exposição acopla indivíduos negros com características diversas já no período colonial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De onde viemos? Quem somos? De onde vieram nossos traços? Por que esses cabelos, traços e cores, mesmo diferentes, colocam-nos numa categoria única na atualidade, a de NEGROS? Ao dar novas cores para os </span><i><span style="font-weight: 400;">carte-de-visite </span></i><span style="font-weight: 400;">de Alberto Henschel, Banzi coloca um óculos sobre os nossos olhos, um óculos da imaginação, que nos faz refletir sobre essas figuras não apenas no lugar de vítimas objeto dessa estrutura colonial, mas de vítimas PESSOAS dessa estrutura colonial. É um cuidado com aqueles que, mesmo diante das suas diferenças de origem, traços, cores, cabelos, eram resumidos a uma única categoria: ESCRAVOS. Assim como quem define quem era negro o fez a partir da compreensão de que éramos o outro do outro, o escravizado também teve sua desumanização afirmada a partir do entendimento de que ele não era a norma. Renomear-se, rede finir-se, trajar-se com novas cores parece uma premissa simples, mas é tornar-se humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tornar-se sujeito para negros está também no processo de dar luz às diversidades sobre sua própria identidade. Em tempos nos quais o debate racial se populariza, falas sobre colorismo, identidade racial, traços negros e apropriação cultural ganham força e destaque, pois esses assuntos permeiam o campo do subjetivo. Subjetivo esse que o racismo da forma como se concebeu</span> <span style="font-weight: 400;">no Brasil negou àqueles que foram tratados como tipos de coisas, e não como tipos de pessoas. O que o racismo fez na nossa história, na história que inventou e construiu o Brasil, e ainda o faz, foi dar valores negativos e pejorativos a determinadas cores. O preto se tornou “chapado” em uma gama de valores negativos: o ruim, o indesejado, o marginal, o não humano, a coisa. O preto, em sua porção de cor que mostra o sujeito de origem africana, o escravizado, é a cor que constituiu o negativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dar novo signicado a esse lugar, transformando-o em positividade, é o que faz a geração que diz que seus cabelos com tranças coloridas e suas roupas com estampas não são o feio, não são a escória, são demonstrações de seu empoderamento e liberdade. O simbólico é que isso também se dá pela somatória de novas cores, tanto no sentido de acoplar outras lutas, como a feminina e lgbtq+, quanto de se fazer perceber pelas cores que compõem a estética do seu próprio corpo. Para muitos, suas fotos e registros atuais são meras manifestações egóicas; para quem ainda vive numa sociedade que condiciona negro a um único tipo de ser com as mesmas características, são uma disputa de narrativa. Sem dúvida, Fernando Banzi faz uso dessas influên- cias atuais para recolorir esse passado presente, traçando um cruzamento de diversas narrativas e dando, até mesmo para nós, a nova geração, a tal geração “tombamento”, a chance de criar pontes e raízes com a identidade que nos foi tirada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A exposição </span><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">apresenta novas cores que usamos para ampliar o repertório sobre olhar as pessoas negras, sobre os valores que precisam ser colocados para olhar seres humanos que foram histórica e estruturalmente vítimas de uma violência sem precedentes. Banzi propõe novas cores para fotos, possibilitando-nos imaginar outros valores, deslocando do imaginário pobre e racista brasileiro a imagem pejorativa sobre escravizados. São seres humanos, pessoas. Gente. Tipos de gente. </span><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">oferece novas nuances ao passado tão próximo da história do Brasil, pluralizando nossas existências e, sem dúvida, é um ponto de partida para aqueles que não conseguem reconstruir um projeção clara sobre sua origem. Agora, mais do que nunca, é o momento de dar novas cores à nossa paleta de símbolos, novas conduções para nossa imagem de humanos, de sujeitos.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Tipos </span></i><span style="font-weight: 400;">serve como um elo no vazio ao conferir novos valores para aqueles que sempre foram resumidos à sua cor.</span></p>
<p><b>Stephanie Ribeiro</b><span style="font-weight: 400;">, feminista negra, arquiteta e urbanista, escritora.</span></p>
<p><b>Tulio Custódio</b><span style="font-weight: 400;">, sociólogo e curador de conhecimento na Inesplorato.</span></p>
<p>Este trabalho não é meu e sim coletivo, dedico para meus sobrinhos Theo e Alice que foram essenciais na construção do projeto e todas as pessoas negras que lutaram e lutam todos os dias.</p>
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		<title>lugar de todos no photoespaña e no valongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 22:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho é fruto de uma pesquisa em banco de imagens digitais e intervenção em fotografias. Esta pesquisa foi se concentrando cada vez mais em coleções e fotógrafos específicos e, em seguida, foi vinculado à pesquisa técnica de intervenção fotográfica com foco em pintura digital. O ensaio fala de democracia e do retrato como lugar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho é fruto de uma pesquisa em banco de imagens digitais e intervenção em fotografias. Esta pesquisa foi se concentrando cada vez mais em coleções e fotógrafos específicos e, em seguida, foi vinculado à pesquisa técnica de intervenção fotográfica com foco em pintura digital. O ensaio fala de democracia e do retrato como lugar de democracia plural quando se fala de etnias, lugares e fotógrafos pesquisados. Baseado na técnica de fotopintura, muito utilizada desde o século 19 no Brasil &#8211; pelo mestre Júlio Santos entre outros -para ressignificar retratos encomendados. Utilizo do mesmo princípio de forma digital a partir de fotografias e negativos digitalizados para recriar esse espaço que é lugar de todos. São fotografias do século 19 todas de domínio público e que foram pesquisadas no banco de imagens do museu Rijksmuseum Amsterdam, do banco de imagens do Instituto Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig (Alemanha) e no site <a href="http://brasileianafografica.bn.br" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://brasileianafografica.bn.br&amp;source=gmail&amp;ust=1539888729620000&amp;usg=AFQjCNH7gRGFZG_whFOP4wGuPoQwrrniUA">http://brasileianafografica.<wbr />bn.br</a> gerenciado pelo Instituto Moreira Sales.</p>
<p>O ensaio propõe um olhar para a produção dos fotógrafos do fim do século 19: Felipe Augusto Fidanza, Friedrich Carel Hisgen, Jacques-Philippe Potteau e o estúdio de Woodbury e Page que em comum fotografaram diversas etnias e saíram de seu país de origem para expandir a fotografia. Intervir e ressignificar essas fotografias é uma tentativa de afirmar o fazer artístico como expressão social. Apresenta cor e vivacidade. Traz à tona e evidencia os tipos sociais fotografados. Afirma um novo lugar de representação do trabalho desses fotógrafos e contemporiza através da fotografia de época. Como pesquisa e prática o ensaio se mantém em progresso para experimentar novas técnicas e linguagens, ou seja, o processo é tão importante quanto o resultado.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5119" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/IMG_3461-1024x1024.jpg?resize=550%2C550" alt="" width="550" height="550" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/IMG_3461.jpg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/IMG_3461.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/IMG_3461.jpg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/IMG_3461.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/IMG_3461.jpg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="auto, (max-width: 550px) 100vw, 550px" />
<p>Para o PhotoEspaña foram selecionados para compor a mostra <em>Territórios Imaginários </em>na Casa América em Madri: André Penteado, Elsa Leydier, Fernando Banzi, Gringocoletivo, Ilana Bar, Isabel Santana, Ivan Padovani, Luciana Faria Silva, Pedro Silveira, Tatewaki Nio, Zé Barreta.</p>
<p>Participaram da mostra <em>Novos</em><em class="markup--em markup--p-em"> Protagonistas </em>no Valongo em Santos: Camila Falcão, Carla Santana, Daniela Paoliello, Elsa Leydier, Fernanda Frazão, Fernando Banzi, Gabriel Uchida, Henrique Carneiro, Jeferson Lucas, Mariana David, Misha Vallejo &amp; Isadora Romero, Rochele Zandavalli, Rodrigo de Oliveira, Shinji Nagabe e Ursula Jahn.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-5125" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/lugar-de-todos_fotopinturaldigital_fbanzi_-06.jpg?resize=395%2C546" alt="" width="395" height="546" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/lugar-de-todos_fotopinturaldigital_fbanzi_-06.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/lugar-de-todos_fotopinturaldigital_fbanzi_-06.jpg?resize=217%2C300&amp;ssl=1 217w" sizes="auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px" />
<p>PHotoESPAÑA 2018<br />
06 de junho à 26 de agosto 2018<br />
Casa América, Madri, Espanha</p>
<p>Valongo 2018 &#8211; Festival Internacional da Imagem<br />
12 a 14 de outubro<br />
Santos, Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>viagens ao paraguay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[lauro rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2018 00:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[paraguai]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidei o amigo arquiteto e professor da Universidade Estadual de Maringá, Eduardo Verri, para escrever um pequeno texto sobre esse ensaio, que é fruto de uma série de viagens ao Paraguai. Eduardo fez seu mestrado analisando alguns projetos da recente produção de nosso vizinho guarani, e nossa amizade surgiu graças a essas descobertas das paisagens, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Convidei o amigo arquiteto e professor da Universidade Estadual de Maringá, Eduardo Verri, para escrever um pequeno texto sobre esse ensaio, que é fruto de uma série de viagens ao Paraguai. Eduardo fez seu mestrado analisando alguns projetos da recente produção de nosso vizinho guarani, e nossa amizade surgiu graças a essas descobertas das paisagens, arquiteturas e cidades paraguaias. Abaixo o texto completo. Que venham outras viagens!!</p>
<p>&#8220;<em>Algumas impressões sobre o Paraguai, ou sobre olhar para o lado.</em></p>
<p><em>Gostaria de começar esse pequeno texto agradecendo ao Lauro pelo convite para escrevê-lo. Como alguém que viveu dos 7 aos 17 em Foz do Iguaçu, as primeiras fotos são para mim mais que familiares, são o quintal de casa. Mas apesar de viver na fronteira, nunca havia me aventurado país adentro. Foi só em 2014, já aos 27, que conheci Assunção, mais ou menos na mesma época das primeiras idas do Lauro, para começar uma pesquisa de mestrado sobre a arquitetura de lá. </em><em>E o que encontrei por lá me surpreendeu. Por vários motivos.</em></p>
<p><em>O primeiro, e t</em><em>alvez para mim o mais óbvio, foram as obras. Conheci logo de cara naquele carnaval de 2014 as abóbodas vazadas e pirâmides invertidas do Solano, a catenária do Ramiro ainda em construção, as elegantes casas do Sergio, a experimentação radical do Javier, só para ficar nos exemplos contidos aqui nas fotos. Me refiro assim aos arquitetos, pelo primeiro nome, porque sempre foi assim que me foram apresentados.</em></p>
<p><em>E essa foi a segunda coisa que me chamou a atenção. Cada vez que conhecia uma obra e seu autor, o que eu ouvia era “na verdade você precisa conhecer aquele outro, ele tem uma obra belíssima! Ele sim que é bom!”. E foi assim que, durante dois anos, convivi com essa arquitetura, visitando os canteiros de obra, conversando com seus autores, e aprendendo muito sobre esse vizinho que sempre me foi tão próximo e ao mesmo tempo tão distante.</em></p>
<p><em>É impossível descolar essas obras do território onde elas estão contidas, e impossível falar sobre essa arquitetura sem pensar nas relações sociais, econômicas, geográficas e humanas que as cercam.</em></p>
<p><em>Esses retratos de Paraguai que o Lauro apresenta me trouxeram incríveis lembranças do breve tempo que eu fiquei por lá investigando. O ar úmido, o calor suportável apenas com o tereré, o céu imenso, o sol denso e as sombras sólidas que as fotos tão bem retratam. Essa natureza potente, e a cidade viva e pulsante. E a gente, orgulhosa de sua história, de sua tradição, de seu lugar no mundo.</em></p>
<p><em>As lições que aprendi no Paraguai ainda reverberam na maneira como eu tento entender a arquitetura e nosso lugar como arquitetos na sociedade. </em><em>Somos educados para olhar para cima, nunca para o lado. Que essas fotografias possam nos fazer rever nossas perspectivas.<br />
</em><em>Obrigado, amigo Lauro, por essa oportunidade!&#8221;</em></p>
<p>Eduardo Verri, 2018</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>fronteira livre na exposição imaginário da cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2018 22:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bienal]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[estamparia]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O papel da arquitetura e daquilo que entendemos enquanto projeto vêm, nas últimas décadas, passando por um profundo processo de reconfiguração (por mais, ou menos silêncio que se faça sobre). A figura do arquiteto (homem) solitário sentado frente à sua prancheta dedicando horas e mais horas à perspectiva perfeita e solta no espaço &#8211; entre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O papel da arquitetura e daquilo que entendemos enquanto <strong>projeto</strong> vêm, nas últimas décadas, passando por um profundo processo de reconfiguração (por mais, ou menos silêncio que se faça sobre). A figura do arquiteto (homem) solitário sentado frente à sua prancheta dedicando horas e mais horas à perspectiva perfeita e solta no espaço &#8211; entre um cigarro e outro limpa os resquícios de nanquim das mãos &#8211; , parece hoje uma alegoria bastante distante. Ainda resiste uma certa nostalgia incrustada nessa imagem que, se reproduzida pelas gerações mais jovens, mais assemelha-se ao velho saudosismo de um tempo não vivido. Há um descolamento dimensional incontestável e uma responsabilidade inerente ao reconhecimento deste fato, quer queira, quer não.</p>
<p>Os tempos mudaram e, naturalmente, o que se entende por arquitetura também mudou. É, não apenas salutar, como necessário, que o campo de atuação da(o) profissional de arquitetura, e a profissional ela(e) própria(o), permita constante reformulação.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4035" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__3.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />Em 2017, com o tema <strong>Em Projeto</strong>, a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo jogou luz sobre questões que, apesar de fundamentais para uma crítica e atuação coerentes no contexto contemporâneo das cidades, ainda são pouco debatidas. Nos espaços de discussão ditos &#8220;formais&#8221;, à exemplo, a academia, muito pouco se discute sobre o que entende-se ou não enquanto projeto de arquitetura, e porquê.</p>
<p>Nas palavras da curadoria:</p>
<p><em>&#8220;(A 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo &#8211; Em Projeto) Propõe repensar o projeto singular como instrumento capaz de reunir/agrupar a interdisciplinaridade necessária que o fenômeno cidade exige. Sugere uma atitude experimental que questiona o lugar do projeto na cidade e enfoca o processo que caracteriza o percurso desta Bienal: em construção, em projeto (&#8230;) Como articular os agentes, compartilhar o conhecimento e expandir a ação do arquiteto? Para reagir às incertezas atinentes à metrópole contemporânea, se faz necessário que os profissionais da arquitetura e da cidade reconsiderem a validade e o controle que a noção de projeto obteve ao longo da história.&#8221;</em></p>
<p>A Goma Oficina integrou a <strong>exposição Imaginário da Cidade</strong>, que reuniu diversas iniciativas mapeadas pelo Observatório da Bienal e outros trabalhos selecionados por meio de chamada aberta. Com o objetivo de reconhecer e dar visibilidade à conhecimentos produzidos cotidianamente na cidade de São Paulo pelos mais variados agentes, a exposição abrigou formatações que incluíram desde ensaios fotográficos, caminhadas, guias ilustrados, instrumentos de comunicação (rádios, projeções, transmissão ao vivo, jornais, revistas) até ações experimentais como construções temporárias, ações efêmeras, performances, intervenções, construções-teste e de protótipos. Outros <em>projetos</em> que estivessem relacionados à leitura e expressão da multiplicidade de perspectivas no território da cidade também integraram esse compilado.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4038" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__9.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>O <em><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/">projeto Fronteira Livre</a> </em>se propôs à abordar um dos processos mais emblemáticos na atualidade, presente em escala global: a imigração. As fronteiras são físicas, materializadas por parede de bloco sobre bloco, mas também invisíveis: são culturais, sociais e econômicas.</p>
<p><strong>Fronteira Livre</strong> é um projeto de arquitetura, de design gráfico, de estamparia e de intervenção, possível graças à um processo coletivo envolvendo os mais variados agentes (imigrantes, educadores, arquitetas e arquitetos, fotógrafos, designers, funestudantes e artistas).</p>
<p>Mais do que refletir a amplitude do campo de atuação da arquitetura, parece cada vez mais necessário compreender a potência humana que reside no trabalho coletivo e interdisciplinar. E interferir o silêncio nostálgico, com a polifonia dos saberes, tem se mostrado um bom começo de conversa.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1800" height="1200" class="alignnone size-full wp-image-4043" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1800%2C1200" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/FLIVRE_SESC_BANZI__4.jpg?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
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		<title>carta branca faixa preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria cau levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 19:40:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carta Branca Faixa Preta foi um projeto criado por Arthur Decloedt, Filipe Nader e Thiago França. O Projeto convidou artistas diversos para realizarem residencias artísticas no Estúdio Fita Crepe. Colaboramos com a identidade visual e com as fotografias. Fizeram a residência Luiza Lian, Juçara Marçal, Mariá Portugal, Rodrigo Brandão e Kiko Dinucci. Criamos uma série de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1953" height="1027" class="alignnone size-full wp-image-4378" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/CARTABRANCA_FAIXAPRETA_juc%CC%A7ara19_2.png?resize=1953%2C1027" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/CARTABRANCA_FAIXAPRETA_juc%CC%A7ara19_2.png?w=1953&amp;ssl=1 1953w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/CARTABRANCA_FAIXAPRETA_juc%CC%A7ara19_2.png?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/CARTABRANCA_FAIXAPRETA_juc%CC%A7ara19_2.png?resize=768%2C404&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/CARTABRANCA_FAIXAPRETA_juc%CC%A7ara19_2.png?resize=1024%2C538&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/CARTABRANCA_FAIXAPRETA_juc%CC%A7ara19_2.png?resize=1320%2C694&amp;ssl=1 1320w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Carta Branca Faixa Preta foi um projeto criado por Arthur Decloedt, Filipe Nader e Thiago França. </span><span style="font-weight: 400;">O Projeto convidou artistas diversos para realizarem residencias artísticas no Estúdio Fita Crepe. Colaboramos com a identidade visual e com as fotografias. Fizeram a residência Luiza Lian, Juçara Marçal, Mariá Portugal, Rodrigo Brandão e Kiko Dinucci. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criamos uma série de cartazes para divulgar as residências.<br />
</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1061" height="703" class="alignnone size-full wp-image-4381" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/Captura-de-Tela-2018-06-26-a%CC%80s-16.36.13.png?resize=1061%2C703" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/Captura-de-Tela-2018-06-26-a%CC%80s-16.36.13.png?w=1061&amp;ssl=1 1061w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/Captura-de-Tela-2018-06-26-a%CC%80s-16.36.13.png?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/Captura-de-Tela-2018-06-26-a%CC%80s-16.36.13.png?resize=768%2C509&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/06/Captura-de-Tela-2018-06-26-a%CC%80s-16.36.13.png?resize=1024%2C678&amp;ssl=1 1024w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><iframe loading="lazy" title="carta branca" width="500" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="https://w.soundcloud.com/player/?visual=true&#038;url=https%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fusers%2F327651824&#038;show_artwork=true&#038;maxheight=750&#038;maxwidth=500"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>omipipa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 19:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[janela goma oficina]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[impresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>pipa, papagaio, cafifa, quadrado, piposa, pandorga, arraia, pepeta. o fazer, ocupar a mão e a cabeça na construção de um objeto que ocupa o ar, preenche o espaço, a cabeça com pipas desbicando. comanda a mão, a mão ocupada, a pipa no ar e o pé na terra. o ensaio propõe a pipa como alegoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="comp-iua92qdj" class="txtNew">
<p>pipa, papagaio, cafifa, quadrado, piposa, pandorga, arraia, pepeta.</p>
<p>o fazer, ocupar a mão e a cabeça na construção de um objeto que ocupa o ar, preenche o espaço, a cabeça com pipas desbicando. comanda a mão, a mão ocupada, a pipa no ar e o pé na terra. o ensaio propõe a pipa como alegoria e peça importante no pertencimento do individuo em sociedade.</p>
<p>mario cesar rodrigues &#8211; omipipa – deixou sua cidade natal no interior do estado de são paulo, para um período de recuperação, afim de mudar alguns hábitos. participando do movimento, topa conviver em<br />
um espaço criativo e plural, na margem da cidade de são paulo, a piparia, situada no morro do querosene zona oeste da cidade, onde se desenvolve atividades culturais, educacionais, oficinas de culinária, pães, pipa, serigrafia e música.</p>
<p>o ensaio omipipa foi publicado como fotolivro independente em parceria com a Goma Oficina. produzido no morro do querosene em 2015, tem a pipa como alegoria e tema principal do projeto. texto de <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100005084920273&amp;fref=mentions">Andre Lo Russo</a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="omipipa" src="https://player.vimeo.com/video/225262409?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p class="txtNew" style="text-align: justify">ficha técnica:<br />
fotografia e projeto gráfico, fernando banzi<br />
texto, andré lo russocostura, julia contreras<br />
editora, janela goma oficina<br />
gráfica: forma certa<br />
fonte: haleway<br />
tiragem: 70 exemplares<br />
1a edição, 2017, são paulo sp</p>
</div>
<p class="font_8">veja o vídeo do <a href="https://vimeo.com/225262409">fotolivro</a></p>
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		<title>ostensivo, ensaio fotográfico</title>
		<link>https://gomaoficina.com/fotografia/ostensivo-ensaio-fotografico-fernando-banzi/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ostensivo-ensaio-fotografico-fernando-banzi</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2017 19:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ensaio fotográfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Ostensivo, a narrativa visual das fotografias(díptico e trípticos) leva-nos, por vezes, a observar por de trás de um muro cinza formado pela polícia militar e seus aparatos bélicos, a partir dessa situação, banzi questiona: Para além da paleta de cinzas, o que mais pode-se ver? O ensaio procura as frestas, a luz que rompe, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Ostensivo, a narrativa visual das fotografias(díptico e trípticos) leva-nos, por vezes, a observar por de trás de um muro cinza formado pela polícia militar e seus aparatos bélicos, a partir dessa situação, banzi questiona: Para além da paleta de cinzas, o que mais pode-se ver?</p>
<p>O ensaio procura as frestas, a luz que rompe, as rachaduras que esse muro cinza coloca aos olhos, e convida o espectador a olhar mais perto e também questionar quem são esses que organizados se fazem da força bruta e desigual uma ferramenta de repressão? Porque esse aparato bélico? Essa ostensividade traz uma sensação de segurança ou insegurança? e por fim, porque ter tratos diferenciados quando o discurso que vem das ruas é mais populista ou elitista?</p>
<p>O ensaio saiu na resvista online sobre fotografia <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://revistaold.com/edicoes/old-no-59/" target="_blank" rel="noopener">OLD #59 .</a></span></p>
<p>Também parte dele integrou o relatório anual (2015-2016) da ong Artigo19 sobre as violações ao direito de protesto no Brasil. Projeto gráfico instinto, veja a versão digital do anual em <a href="https://2016brasil.protestos.org/" target="_blank" rel="noopener">2016brasil.protestos.org</a></p>
<p>+ infos<span style="text-decoration: underline;"> <a href="http://www.fernandobanzi.com/" target="_blank" rel="noopener">www.fernandobanzi.com</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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