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	<title>projetos oficina | goma oficina</title>
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		<title>oficina e exposição território liberdade &#124; metrô de sp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 22:52:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Cultural Goma Oficina, em parceria com o Metrô de São Paulo, apresenta a exposição Território Liberdade, resultado de um processo coletivo de pesquisa, formação e produção desenvolvido no centro da cidade de São Paulo. Com curadoria coletiva, a mostra reúne trabalhos originados da oficina homônima realizada nos meses de abril e maio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Associação Cultural Goma Oficina, em parceria com o Metrô de São Paulo, apresenta a exposição </span><b>Território Liberdade</b><span style="font-weight: 400;">, resultado de um processo coletivo de pesquisa, formação e produção desenvolvido no centro da cidade de São Paulo. Com curadoria coletiva, a mostra reúne trabalhos originados da oficina homônima realizada nos meses de abril e maio de 2025, que teve o mapeamento fotográfico como ferramenta metodológica e o ato de fotografar como prática crítica de leitura do mundo e de inscrição no território, a partir das reflexões do filósofo Vilém Flusser e as colaborações do coletivo Cartografia Negra e da historiadora Tais Santana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oficina propôs o flanar como experiência fundamental para vivenciar o bairro da Liberdade e seus arredores, ativando o caminhar como método de investigação sensível e crítica do espaço urbano. Ao longo de cinco encontros, os participantes realizaram leituras, palestras, análises de mapas e fotografias históricas, além de uma expedição fotográfica pelo bairro. Esse percurso evidenciou processos de apagamento histórico, atravessados pelo racismo estrutural, movimentos migratórios dos últimos cem anos e a permanência de memórias vivas que tensionam as narrativas hegemônicas de “desenvolvimento” da cidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mapas e cartografias foram centrais nesse processo, não apenas como instrumentos de orientação, mas como dispositivos críticos de interpretação do território. A partir de rotas e pontos de interesse definidos coletivamente, construiu-se um mapeamento fotográfico diverso que coloca em disputa as narrativas oficiais sobre a Liberdade, revelando histórias silenciadas e outras formas de existência e ocupação do espaço urbano. A formação contou com associadas e associados da Goma Oficina, o coletivo Cartografia Negra, a historiadora Tais Santana e um corpo discente diverso, reunindo diferentes olhares e experiências.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p><b>Equipe Goma Oficina<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Vitor Elias<br />
</span><span style="font-weight: 400;">André Stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Flora Milanez<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fernando Banzi<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cat Tenório<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Douglas Santiago<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Jéssica Silva<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tiago A. Santana</span></p>
<p><b>Historiadora<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Taís Santana</span></p>
<p><b>Coletivo de Pesquisa<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Cartografia Negra</span></p>
<p><b>Oficineiros<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Ayê Sampaio<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cibelle Risan<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Dominique<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Elaine Xavier<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fábio Andrade<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Joel Alencar<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Júlia Machado<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Luci Fernandes<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Marilia Gabriele dos Santos<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paolla Karrara<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Tereza Cristina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Vitória Guilhermina<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Vinicius Campos</span></p>
<p><b>Exposição Território Liberdade<br />
</b><span style="font-weight: 400;">Local: Metrô Santana (Linha Azul)<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Data Abertura: 04/02/2026<br />
</span></p>
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		<title>território bom retiro  &#124; oficina cultural oswald de andrade</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/territorio-bom-retiro-oficina-cultural-oswald-de-andrade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=territorio-bom-retiro-oficina-cultural-oswald-de-andrade</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 22:18:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto Território Bom Retiro foi uma atividade realizada como parte da exposição Mais de Um é Multidão, promovida pelo Instituto Adelina, que aconteceu na Oficina Cultural Oswald de Andrade em maio de 2022. A oficina apresentou uma metodologia de aproximação do território do bairro do Bom Retiro (São Paulo) através da relação entre a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">O projeto Território Bom Retiro foi uma atividade realizada como parte da exposição Mais de Um é Multidão, promovida pelo Instituto Adelina, que aconteceu na Oficina Cultural Oswald de Andrade em maio de 2022. A oficina apresentou uma metodologia de aproximação do território do bairro do Bom Retiro (São Paulo) através da relação entre a fotografia urbana e a cartografia.</p>
<p class="p1">Durante três encontros, os participantes foram convidados a cartografar o bairro do Bom Retiro. Através de leituras de mapas e fotografias históricas da região, os participantes realizaram uma expedição fotográfica pelo bairro, buscando as dinâmicas e particularidades deste território, onde convergem diversos movimentos migratórios dos últimos cem anos e também guarda memórias vivas do desenvolvimento da cidade. Foram apresentados mapas e cartografias como elementos fundamentais para a pesquisa sobre o território. A ferramenta do Google Maps &#8211; Street View foi utilizada para traçar dez rotas de percurso pelo bairro e elencar pontos de interesse que poderiam ser fotografados.</p>
<p class="p1">Na mostra também foram expostas fotografias de diferentes épocas do bairro do Bom Retiro e arredores, clicadas pelos renomados fotógrafos Bob Wolfenson e Cristiano Mascaro. A seleção serviu de ponto de partida para a oficina Território Bom Retiro, a fim de evidenciar as mudanças e permanências do local.</p>
<p class="p1">Divididos em dez rotas a serem realizadas a pé, os participantes registraram as ambiências e a vida cotidiana do bairro. Foram fotografados patrimônios históricos, personagens, objetos e diversas cenas deste território multicultural que é o bairro do Bom Retiro. As fotografias foram editadas coletivamente pelo grupo e o resultado foi impresso e exposto na mostra na Oswald de Andrade, junto com o mapa colaborativo desenhado à mão pelos alunos. A exposição foi sendo montada ao longo dos encontros, utilizando o espaço expositivo como um ateliê aberto.</p>
<p class="p1">A equipe foi composta por participantes de formações distintas, de áreas como fotografia, arquitetura, geografia e um público geral interessado em investigar o Bom Retiro. A exposição do trabalho também recebeu visitas guiadas com alunos de escolas públicas, organizadas pelo educativo do Instituto Adelina, trazendo discussões sobre a formação do bairro.</p>
<p class="p1">A oficina Território Bom Retiro foi apresentada ao lado da oficina Território Asunción, projeto desenvolvido pela Goma Oficina em 2017 utilizando a mesma metodologia de análise de território para cartografar a cidade de Assunção, no Paraguai. Foram expostos alguns processos e resultados dessa oficina como ponto de partida para a oficina no Bom Retiro. Território Asunción foi uma atividade de investigação para a produção do livro Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai, lançado pela Goma Oficina em 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>livro arquiteturas contemporâneas no paraguai &#124; arquitecturas contemporáneas en paraguay</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/arqpy/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=arqpy</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 23:33:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Goma Oficina (org.) Romano Guerra Editora e Editora Escola da Cidade, 2019 * Prêmio Jabuti categoria projeto gráfico 2020 * Selecionado pela AIGANY no concurso para os 50 melhores designs de livro e capas de 2019 No Brasil, pouco se sabe sobre a realidade do Paraguai, um país que possui uma cultura rica, belas paisagens e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Goma Oficina (org.)<br />
Romano Guerra Editora e Editora Escola da Cidade, 2019</p>
<p>* Prêmio Jabuti categoria projeto gráfico 2020<br />
* Selecionado pela AIGANY no concurso para os <a href="https://50books50covers.secure-platform.com/a/gallery/rounds/94/details/35580" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;"><strong>50 melhores designs de livro e capas de 2019</strong></span></a></p>
<p>No Brasil, pouco se sabe sobre a realidade do Paraguai, um país que possui uma cultura rica, belas paisagens e uma população de cerca de 6,5 milhões de pessoas que falam as duas línguas oficiais: espanhol e guarani.</p>
<p>O livro Arquiteturas contemporâneas no Paraguai, que será lançado no dia 28 de novembro em São Paulo, busca revelar a riqueza e inventividade das construções contemporâneas realizadas por uma nova geração de arquitetos paraguaios. Propõe-se também a fazer uma análise da história do país e do seu desenvolvimento, marcado pela influência de sucessivos governos brasileiros.</p>
<p>A publicação bilíngue (português-espanhol) apresenta uma seleção de obras marcadas pela experimentação construtiva e muita criatividade, utilizando materiais básicos: tijolos, concreto e vidro. Manejando recursos materiais muito simples as obras de arquitetos como Solano Benitez e Javier Corvalan têm alcançado grande destaque na arquitetura mundial.</p>
<p>Com textos críticos e uma seleção de vinte e nove obras, o livro organizado pela Goma Oficina propõe à esse território um novo olhar, que pode ajudar muito a pensar o futuro (e presente) das cidades latino-americanas, tomando como exemplo essa geração de profissionais que vem encontrando soluções criativas aos desafios sociais e urbanos locais.</p>
<p>O projeto gráfico do livro <em>Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay</em> foi realizado pelos próprios organizadores do livro, o coletivo Goma Oficina, o que possibilitou uma maior integração entre a concepção do design e a pesquisa crítica apresentada.<br />
As obras paraguaias selecionadas no livro se destacam pela experimentação com materiais ordinários, resultando em intervenções extremamente contemporâneas, heterogêneas e propositivas.</p>
<p>Tivemos a preocupação de deixar aparente os elementos constitutivos do livro (papel, dobra e costura), revelando ao máximo sua estrutura, e remetendo a sensação tátil que a própria arquitetura paraguaia provoca. Os materiais escolhidos foram os mais comuns disponíveis no mercado, utilizados sem acabamentos e grandes refinamentos.</p>
<p>A escolha de uma quinta cor especial, o laranja neon, aparece como a representação do barro &#8211; elemento importante do repertório construtivo guarani. Já a folha gráfica foi diagramada em seu tamanho original (96&#215;66) de modo a explorar a incidência das dobras na composição gráfica das imagens e títulos de capítulos. As tipografias utilizadas (com e sem serifa) revelam o contraste entre o novo e o antigo, e são apoio para a disposição do conteúdo bilíngue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>In Brazil, little is known about the reality of Paraguay, a country that has a rich culture, beautiful landscapes and a population of about 6.5 million people who speak the two official languages: Spanish and Guarani.</p>
<p>The book <em>Contemporary Architectures in Paraguay</em>, launched on November 28 2019 in São Paulo, tries to reveal the richness and inventiveness of contemporary constructions made by a new generation of Paraguayan architects. It is also proposed to make an analysis of the country&#8217;s history and its development, marked by the influence of successive Brazilian governments.</p>
<p>The bilingual publication (Portuguese-Spanish) presents a selection of buildings marked by constructive experimentation and a lot of creativity, using basic materials: brick, concrete and glass. Managing very simple material resources, the works of architects such as Solano Benítez and Javier Corvalán have achieved great prominence in global architecture.</p>
<p>With critical texts and a selection of twenty-nine works, the book organized by Goma Oficina proposes to that territory a new look, which can help us think about the future (and present) of Latin American cities, taking as an example that generation of professionals who come finding creative solutions to local social and urban challenges.</p>
<p>The graphic design of the book <em>Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay</em> was carried out by the own book&#8217;s organizers, the collective Goma Oficina, which made a greater integration between the design concept and the critical research presented.<br />
The Paraguayan works selected in the book stands out for experimenting with ordinary materials, resulting in extremely contemporary, heterogeneous and purposeful interventions.</p>
<p>We made the constructive elements of the book (paper, fold and sewing) apparent, revealing its structure as much as possible, and referring to the tactile sensation that the own Paraguayan architecture provokes. The materials chosen were the most common and available on the market, used without finishing and major refinements.</p>
<p>The choice of using a fifth special color, neon orange, appears as the representation of clay &#8211; an important element of the Guarani constructive repertoire. On the other hand, the graphic paper was diagrammed in its original size, (96 x 66 cm) in order to explore the incidence of folds in the graphic composition of the images and chapter titles. The typographies used (with or without serif) reveal the contrast between new and old, and are supports for the bilingual content.</p>
<p><strong>organizadores goma</strong><br />
André Stefanini<br />
Ana David<br />
Eduardo Verri<br />
Guilherme Tanaka<br />
Lauro Rocha<br />
Lena Império<br />
Maria Cau Levy<br />
Pedro Beresin<br />
Vitor Pena</p>
<p><strong>apresentação</strong><br />
Lena Império Hamburger e Maria Cau Levy</p>
<p><strong>textos</strong><br />
Javier Rodríguez Alcalá, Eduardo Verri, Pedro Beresin e Vitor Pena</p>
<p><strong>posfácio</strong><br />
Fernando Luiz Lara</p>
<p><strong>coordenação editorial</strong><br />
Abilio Guerra, Fernanda Critelli e Silvana Romano Santos</p>
<p><strong>projeto gráfico</strong><br />
Maria Cau Levy, André Stefanini, Christian Salmeron e Ana David</p>
<p><strong>impressão</strong><br />
Pancrom</p>
<p><strong>patrocínio</strong><br />
Cerâmica Atlas</p>
<p><strong>realização</strong><em><br />
</em>Goma Oficina e Unibes Cultural</p>
<p>1ª edição, 176 páginas, fotos, ilustrado, colorido, capa dura, papéis Offset 120g/m<sup>2</sup> e Pólen Bold 90g/m<sup>2</sup>, 17 x 24 cm<br />
ISBN 978-85-88585-86-7 (Romano Guerra)<br />
ISBN 978-85-64558-46-5 (ECidade)</p>
<p><strong>link relacionados</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/territorio-asuncion/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Oficina com colectivo Aqua Alta Territorio Asunción</a> em 2017<br />
<a href="http://gomaoficina.com/tags-blog/paraguai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">#paraguai</a></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.archdaily.com.br/br/928284/lancamento-do-livro-arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lançamento do livro &#8220;Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai&#8221; &#8211; archdaily</a></span><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.arcoweb.com.br/noticias/noticias/arquitetura-paraguaia-e-retratada-no-livro-do-goma-oficina" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Arquitetura paraguaia é retratada em livro da Goma Oficina &#8211; arcoweb</a><br />
<a href="https://www.escoladacidade.org/arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lançamento: Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai &#8211; editora da cidade</a><br />
<a href="https://50books50covers.secure-platform.com/a/gallery/rounds/94/details/35580">Aiga 50 books and 50 covers 2019</a></span></p>
<p>Para adquirir clique <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.romanoguerra.com.br/pd-6eaa33-arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai.html?ct=1966b1&amp;p=1&amp;s=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui para site da editora</a></span>, ou<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.amazon.com.br/Arquiteturas-contempor%C3%A2neas-Paraguai-Goma-Oficina/dp/8588585863/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=goma+oficina&amp;qid=1576538905&amp;sr=8-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> aqui para Amazon</a></span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>novembro 2019</p>
<div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-6117-1" width="720" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4?_=1" /><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4">http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4</a></video></div>
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		<title>fábrica funarte</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/fabrica-funarte/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fabrica-funarte</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Aug 2019 23:26:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>english version below FÁBRICA FUNARTE foi um espaço de prototipagem, fabricação e troca de conhecimentos idealizado pela Goma Oficina. Por meio de residência técnico-artística realizada em espaço cedido pela FunarteSP durante o mês Agosto de 2019, reuniram-se arquitetos e estudantes de arquitetura com o propósito de desenvolver o protótipo na escala 1:1 do pavilhão que abrigaria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-weight: 400;">english version below</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">FÁBRICA FUNARTE foi um espaço de prototipagem, fabricação e troca de conhecimentos idealizado pela Goma Oficina. Por meio de residência técnico-artística realizada em espaço cedido pela FunarteSP durante o mês Agosto de 2019, reuniram-se arquitetos e estudantes de arquitetura com o propósito de desenvolver o protótipo na escala 1:1 do pavilhão que abrigaria a<a href="http://gomaoficina.com/projetos/pavilhao-gife-ccsp/"> 1ª Mostra GIFE de Inovação Social</a>, no mês seguinte, no Centro Cultural São Paulo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A utilização de peças pré-fabricada de alumínio extrudido, enquanto experiência inédita, exigiu do grupo uma pesquisa teórica prévia, mas principalmente o exercício prático da montagem, imprescindível para o entendimento do comportamento estrutural do que viria a constituir o pavilhão. O processo também dá continuidade à pesquisa em estruturas pré-fabricadas leves desmontáveis, desenvolvida pela Goma Oficina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o período da residência também realizamos algumas atividades abertas e com participação do público. A instalação artística &#8220;Círculo Cromático&#8221;, coordenada pela Maria Cau Levy, consistiu na montagem de um círculo de 4 metros de diâmetro contendo 12 cores criadas a partir das bases de tinta serycril e pintadas em lonas de algodão cru de 1&#215;1,5m.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fizemos o processo inspirados no círculo cromático da disciplina de colometría dos Vkhutemas de Gustav Klutsis, com objetivo de entender a cor como matéria e não como elemento estético e estetizante. Partimos das três cores primárias azul, vermelho e amarelo, e entre elas duas cores de distância, resultando nas 12 cores finais. A atividade contou com a participação de Celso Lima, que ao lado de Neide Jallageas, foi curador da anti expo <a href="http://gomaoficina.com/projetos/exposicao-vkhutemas-1918-2018-sesc-pompeia/">Vkhutemas: O futuro em construção (1918 – 2018)</a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No dia 27 de Agosto a fábrica funarte recebeu a <a href="https://www.facebook.com/gomaoficina/videos/383084632585502/">palestra aberta de Paulo Pires</a> (curador, ensaísta e professor), convidado pelo Ministérios da Cultura e Educação de Portugal para assumir o cargo de Comissário Executivo do Plano Nacional das Artes. O Plano tem como principal intuito promover a igualdade de oportunidades no acesso a cultura por meio da articulação arte-cultura-educação com auxilio das instituições públicas e organizações comunitárias.</span></p>
<p>.</p>
<p><strong>equipe</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">vitor pena<br />
victoria braga<br />
maria cau levy<br />
andré stefanini<br />
paula marujo<br />
andré vitiello<br />
victor izawa<br />
luiz gomes<br />
inaê negrão<br />
clara varandas<br />
luísa capalbo</span></p>
<p><strong>oficina círculo cromático</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">maria cau levy<br />
vitor pena<br />
victoria braga<br />
ana david<br />
celso lima<br />
nadezhda mendes da rocha<br />
andré bonani<br />
analuisa0gr<br />
victória novais<br />
isabella nakano</span></p>
<p><strong>fotos</strong><br />
<span style="font-weight: 400;">victoria braga<br />
lauro rocha<br />
fernando banzi</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>english version</em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The FUNARTE FACTORY was a space for prototyping, manufacturing and knowledge exchange idealized by Goma Oficina. Through a technical-artistic residency held in a space provided by Funarte SP during the month of August 2019, architects and architecture students met with the purpose of developing the prototype in the 1: 1 scale of the pavilion that would house the <a href="http://gomaoficina.com/projetos/pavilhao-gife-ccsp/">1st GIFE Innovation Exhibition</a> in the following month at Cultural Center of  São Paulo – CCSP.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The use of prefabricated extruded aluminum parts, as an unprecedented experience, required prior theoretical research from the group, but mainly the practical exercise of assembly, essential for understanding the structural behavior of what would constitute the pavilion. The process also continues the research on a light prefabricated demountable structures, developed by Goma Oficina.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">During the residency period we also carry out some open activities with public participation. The artistic installation “Chromatic Circule”, coordinated by Maria Cau Levy, consisted of the assembly of a circle of 4 meters in diameter containing 12 colors created from the bases of serycril paint and painted on 1 × 1.5m raw cotton canvas.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">The process was inspired by the chromatic circle of the Vkhutemas discipline of colorometry taught by Gustav Klutsis, in order to understand color as matter and not as an aesthetic element. We started from the three primary colors – yellow, red and blue, and between them two colors apart, resulting in the 12 final colors. The activity was attended by Celso Lima, who, alongside Neide Jallageas, were the curators of the anti–exhibition “Vkhutemas: The future under construction (1918 &#8211; 2018).”</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">On August 27th, the funarte factory received an open lecture by Paulo Pires (curator, essayist and teacher), invited by the Ministries of Culture and Education of Portugal to assume the position of Executive Commissioner of the National Arts Plan. The main objective of the Plan is to promote equal opportunities in access to culture through the articulation of art-culture-education with the help of public institutions and community organizations.</span></em></p>
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		<title>letreiro teatro de conteiner &#124; cia mungunzá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2019 22:10:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>english version below Projeto realizado durante a programação do Seminário &#8220;Arquitetura para Autonomia: Ativando Territórios Educadores&#8221;, uma realização do Instituto a Cidade Precisa de Você e Escola Sem Muros, com fomento do CAU/SP. Realizamos a oficina “Comunica Ação”, um mutirão de construção do letreiro da fachada para a Cia. Mugunzá de Teatro. A companhia nos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>english version below</em></p>
<p>Projeto realizado durante a programação do Seminário &#8220;Arquitetura para Autonomia: Ativando Territórios Educadores&#8221;, uma realização do Instituto a Cidade Precisa de Você e Escola Sem Muros, com fomento do CAU/SP.</p>
<p>Realizamos a oficina “Comunica Ação”, um mutirão de construção do letreiro da fachada para a Cia. Mugunzá de Teatro. A companhia nos solicitou que escrevêssemos TEATRO na elevação para melhorar a comunicação com os transeuntes. Sugerimos utilizar calhas elétricas, tanto pelo baixo custo, como pela possibilidade de futuramente ser inserido luz por dentro da estrutura.</p>
<p>Também parte da programação do Seminário, participamos do debate na Casa do Povo sobre o documentário Hacer Mucho com Poco (Kliwadenko Novas + Al Borde Arquitectos), discutindo o panorama da atuação profissional e acadêmica de jovens arquitetxs na América Latina, cujas práticas se fundamentam na busca pelos valores locais, materiais e humanos.  Estiveram no debate nos acompanhando Paolo Colosso do BRCidades e Fernando Botton na mediação.</p>
<p><strong>equipe</strong><br />
vitor pena<br />
victoria braga<br />
maria cau levy<br />
christian salmeron<br />
andé stefanini<br />
ana david</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>english version</em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">We had the pleasure of integrating the program of the “Architecture for Autonomy: Activating Educating Territories” seminar, an accomplishment of the Instituto Cidade Precisa de Você and Escola Sem Muros, promoted by CAU / SP.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">We held the workshop “Comunica Ação”, a task force for the construction of the facade sign for the Cia. Mugunzá de Teatro (Mugunzá theater company), also known by Container Theater. The company asked us to write THEATER on the rise to improve communication with passers-by. We suggested the use of electrical gutters, for the low cost, as well as for the possibility of future lighting being inserted inside the structure.</span></em></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Also as part of the Seminar program, we participated in the debate at Casa do Povo about the documentary “Hacer Mucho with Poco” (Kliwadenko Novas + Al Borde Arquitectos, Ecuador), discussing the panorama of professional and academic performance of young architects in Latin America, whose practices are based on the research for local, material and human values. The debate was accompanied by Paolo Colosso from BRCidades and Fernando Botton in mediation.</span></em></p>
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		<title>oficina editorial coletivo: arquitetura e política + revista piseagrama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 17:09:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A zine Arquitetura e Política, produzida dias antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2018, é um manifesto pela urgência de se entender a produção do espaço em sua intrínseca relação com o poder. Prenunciando o destino que o resultado dessa eleição instaurou ao país, a publicação sugere uma forma de interpretação da conjuntura [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 300;">A zine Arquitetura e Política, produzida dias antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2018, é um manifesto pela urgência de se entender a produção do espaço em sua intrínseca relação com o poder. Prenunciando o destino que o resultado dessa eleição instaurou ao país, a publicação sugere uma forma de interpretação da conjuntura política. “Para a contenção da barbárie, faz-se necessário anunciá-la. Enunciá-la. Fazer vê-la. Colocar a nu aquilo que a cultura vela e em tempos sombrios, a máscara e fantasia. E trazer à superfície suas formas comuns. Como pontua Bataille, a arquitetura se expressa um gosto predominante para a autoridade divina ou humana. Talvez seja o caso de voltar-se às vidas que foram excluídas e, todavia, produzem mundos à parte da ordem divina na qual instauramos esta cultura?”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oficina “editorial coletivo” foi uma atividade de quatro dias realizada em conjunto com a Paula Lobato, da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://piseagrama.org/">revista piseagrama</a></span> de belo horizonte, elaborada para a 15a semana viver metrópole – semana de arquitetura organizada pelos estudantes de arquitetura da fau mackenzie.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prática profissional de arquitetos – associados a outros profissionais – apresenta como resultado cidades desiguais, segregadoras e muitas vezes pouco habitáveis, fruto de visões particulares de planejamento que, em sua maioria, esquecem da existência de outros &#8220;setores&#8221; das populações. É dentro desse contexto que surge, na história, a necessidade de uma abordagem crítica a respeito do que estava e está sendo produzido como espaço urbano, teórico e político. Uma semana antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2018, realizamos a oficina com objetivo de mostrar outras maneiras de se pensar e fazer arquitetura e política, expandindo para uma publicação, do qual o editorial fosse realizado coletivamente.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A oficina se deu através do levantamento dessa e algumas questões, como </span><em><span style="font-weight: 400;">Onde se encontram os discursos formativos hoje na arquitetura? Para que e para quem publicamos atualmente? O que é que uma publicação pode trazer de novo para a arquitetura e para a política?</span></em><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;">Cada participante foi convidado a selecionar e levar até três conteúdos ligados ao tema </span><span style="font-weight: 400;">para juntos, pensarmos possíveis linhas editoriais entre conteúdos afins. Os formatos foram diversos: textos, notícias, imagens, livros, pesquisas, manifestos, fotografias, entre outros. Aconselhamos a seleção de conteúdos que pudessem ser reproduzidos, sem direitos reservados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao analisarmos os materiais levantados no segundo dia, fizemos uma roda de conversa para começar a entender como os temas seriam editados e compostos para criar uma narrativa crítica para a publicação. Chegamos em três temas principais: <em>intolerância</em>,<em> gestão </em>e<em> apagamento</em>, todos relacionados a cidade de são paulo e seus &#8220;gestores&#8221;. Criamos duas maneiras de inserir os temas na publicação, que chamamos de &#8220;teóricos&#8221; e &#8220;recortes&#8221;. Os teóricos eram citações de livros, músicas ou poemas mais curtos, pontuais; os recortes eram notícias inteiras, matéria de revista, trechos de livros, que falassem sobre os temas. As imagens, retiradas do google e das matérias, foram recortadas em pontos específicos que elegemos como representação do assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os materiais disponíveis foram papel pólen 90gr, papel amarelo e rosa &#8220;chamequinho&#8221; e papel sulfite, todos no tamanho A4. O formato foi decidido através de um exercício em que cada participante criou um boneco do que imaginava para a publicação, agora já com um norte, com algumas características. Optamos coletivamente por um formato em que os recortes ficassem no tamanho 17 x 12 cm no papel pólen e os teóricos de tamanhos variados no papel amarelo, com uma aba e para que esses temas se costurassem ao longo da publicação. Criamos uma sobrecapa, no papel rosa, com uma imagem que julgamos representar a publicação como um todo, que também funciona como um pôster, com um manifesto no verso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">– </span><span style="font-weight: 300;">A zine não está a venda e está disponível apenas <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/03/Zine_Arquitetura-e-Politica-compactado.pdf">online</a>.</span></span></p>
<p><strong>oficineiros<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Paula Lobato – revista piseagrama;<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Ana David<br />
Christian Salmeron<br />
André Stefanini<br />
Fernando Banzi<br />
</span><br />
<strong>participantes<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Thais Zanini<br />
Sophia Noronha<br />
Sofia Olival<br />
João Vitor Araújo<br />
Gabrielle Frigotto<br />
Guilherme Carriel<br />
Victor Martins<br />
Laura Vasconcelos<br />
Beatriz Saporito<br />
Felipe dos Anjos<br />
Gisete Reis</span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>out 2018</p>
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		<title>ocupação vkhutemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2018 23:18:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Residência na FunarteSP de abril a junho de 2018. Construímos nossa oficina para abrigar nossas produções durante três meses. Estávamos desenvolvendo maquetes e a identidade visual para a exposição sobre a escola soviética Vkhutemas, que ocorreria no Sesc Pompeia de junho a setembro de 2018. Fizemos quatro ateliês abertos para aproximadamente 80 estudantes no total [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Residência na FunarteSP de abril a junho de 2018. Construímos nossa oficina para abrigar nossas produções durante três meses. Estávamos desenvolvendo maquetes e a identidade visual para a exposição sobre a escola soviética Vkhutemas, que ocorreria no Sesc Pompeia de junho a setembro de 2018. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fizemos quatro ateliês abertos para aproximadamente 80 estudantes no total e organizamos uma mostra de cinema em parceria com a diretora Aline Belfort, o Kinoglaz.</span></p>
<p><strong>maquetes e obras recriadas</strong><br />
Instituto Lênin de Ivan Leonídov<br />
Sonata para o Sono de Konstantín Miélnikov<br />
Composição n.12 de Aleksandr Ródchenko<br />
Arkhitektons Gotha e Alpha de Kazimír Maliévitch<br />
Imitabichos de Varvara Stepanova e Alexandr Ródchenko<br />
Monumento à III Internacional de Vladimir Tátlin</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>sobre a mostra de cinema</strong><br />
Kinoglaz nasceu da vontade de entender o universo soviético dos anos 20 e 30 a partir do cinema, em uma mostra de quatro filmes exibidos no pátio da Funarte. As sessões, sempre abertas ao público, eram iniciadas com uma conversa sobre o contexto artístico e político da época, e como esses fatores moldavam essa produção que efervescia o espírito da revolução.</span></p>
<p>equipe<br />
guilherme tanaka, vitor pena, léa devaux, andré vitiello, victor isawa, joyce nakano, ana david, victoria braga, christian salmeron, andré stefanini, fernando banzi, lauro rocha, maria cau levy e aline belfort.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">+<br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/kinoglaz-mostra-de-cinema-sovietico/" target="_blank" rel="noopener">post no blog sobre o kino</a><br />
<a href="https://www.archdaily.com.br/br/917790/goma-oficina-constroi-seis-maquetes-das-vanguardas-russas-para-exposicao-no-sesc-rio-preto?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+ArchdailyBR+%28ArchDaily+Brasil%29" target="_blank" rel="noopener">notícia sobre residência</a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/projetos/maquetes-sovieticas-vkhutemas-sesc-pompeia/" target="_blank" rel="noopener">http://gomaoficina.com/projetos/maquetes-sovieticas-vkhutemas-sesc-pompeia/</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>250 arquiteturas americanas &#124; 11bienal de arquitetura de sp</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/250-arquiteturas-americanas-11bienal-de-arquitetura-de-sao-paulo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=250-arquiteturas-americanas-11bienal-de-arquitetura-de-sao-paulo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 20:17:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo contemplou atividades diversas por toda a cidade. Entre 4 de novembro e 22 de dezembro de 2017 uma parte da exposição foi montada na Biblioteca Mário de Andrade. Ali estava o nosso manifesto por uma teoria do espaço das Américas. Denominada 250 Arquiteturas Americanas, a instalação ocupa uma parede [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo contemplou atividades diversas por toda a cidade. Entre 4 de novembro e 22 de dezembro de 2017 uma parte da exposição foi montada na Biblioteca Mário de Andrade. Ali estava o nosso manifesto por uma teoria do espaço das Américas.</p>
<p>Denominada <i>250 Arquiteturas Americanas</i>, a instalação ocupa uma parede inteira com 250 peças cerâmicas que formam o mapa do continente. Idealizada pelo professor Fernando Lara junto com o Coletivo Goma Oficina e confeccionadas pelos alunos da University of Texas at Austin e da Universidade Federal de Minas Gerais, estas pecinhas cerâmicas representam as várias tipologias arquitetônicas do continente: favelas, trailerhomes, palafitas, arranha céus; edifícios de taipa, cerâmica, concreto, madeira e vidro. Os alunos desenharam uma centena de fachadas de todas as partes do continente, abstraíram as linhas para chegar à proporção de 5&#215;7 cm e fizeram os moldes usando uma cortadora laser. As peças seguem as proporções do espaço construído das cidades nas Américas: 100 retratam a informalidade das grandes cidades (40%), 150 representam arquitetura dita “de mercado” (55%) e 20 são arquiteturas paradigmáticas – estas que aprendemos nos livros – aqui representadas pelo tradicional processo de vitrificação da Cerâmica Saramenha, onde as peças foram confeccionadas e queimadas.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>2017-2018 instalação na &#8220;Biblioteca da Bienal&#8221; da 11a bienal de arquitetura de SP, que ocorreu na Biblioteca Mário de Andrade de 4 de nov a 25 de jan 2018</p>
<p>2018 Artigo &#8220;250 Arquiteturas Americanas. A instalação e o manifesto&#8221; publicado no Portal Vitruvius disponível no<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/18.193/6844" target="_blank" rel="noopener"> link</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://gomaoficina.com/projetos/250-arquiteturas-americanas-11bienal-de-arquitetura-de-sao-paulo/">250 arquiteturas americanas | 11bienal de arquitetura de sp</a> apareceu primeiro em <a href="https://gomaoficina.com">goma oficina</a>.</p>
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		<item>
		<title>fronteira livre &#124; invisible borders &#124; 11a bienal de arquitetura de sp</title>
		<link>https://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Nov 2017 19:19:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Onde na sua vida você encontra uma fronteira? Qual é a nossa história pessoal com fronteiras e onde nossa experiência individual se relaciona com nossa experiência coletiva de fronteiras? Como podemos construir coletivamente um movimento para abordar e mover as fronteiras de hoje? Estas foram questões discutidas durante as últimas semanas workshop na CAMI (Centro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Onde na sua vida você encontra uma fronteira? Qual é a nossa história pessoal com fronteiras e onde nossa experiência individual se relaciona com nossa experiência coletiva de fronteiras? Como podemos construir coletivamente um movimento para abordar e mover as fronteiras de hoje? Estas foram questões discutidas durante as últimas semanas workshop na CAMI (Centro de Apoio e Pastoral do Migrante) com 8 imigrantes da Bolívia, Peru, Angola, Haiti e Congo.</p>
<p>FRONTEIRA LIVRE é uma intervenção para a 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo. Consiste em bandeiras/fronteiras inseridas na comunicação visual do Metrô de São Paulo e CPTM no período de outubro a dezembro de 2017. As bandeiras estão nas principais estações da linha vermelha: Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé e Itaquera. Esta é a linha mais movimentada, de um sistema que transporta 4,7 milhões de passageiros por dia.</p>
<p>Através de uma história, cada um compartilhou sua experiência pessoal com fronteiras. A partir dessa troca, foi contruido pelo grupo narrativas coletivas, através de seis principais mensagens. As mensagens estão sendo comunicadas através de frases e padrões geométricos. As bandeiras abordam um tópico relevante de hoje: a imigração. Tendo atravessado uma fronteira nacional, os imigrantes enfrentam uma série de fronteiras invisíveis, sejam elas culturais, sociais ou econômicas.</p>
<p>O projeto foi desenvolvido através de uma estreita colaboração entre CAMI Centro de Apoio e Pastoral do Imigrante, Goma Oficina Plataforma Colaborativa e Eriksson Furunes. Em parceria com Lucy Bullivant, Metro de São Paulo, CPTM e DAFAM Diretório Acadêmico da FAU-Mackenzie.</p>
<p>O processo foi possível graças ao apoio financeiro do Ministério Norueguês dos Negócios Estrangeiros / Design e Arquitetura Noruega (DOGA) e do Programa Norueguês de Pesquisa Artística.</p>
<p>Grupo: Albertina Afonso Glosser, Aracely Tatiana Mérida Urena, Jose Mpela Bolayenge, Gredy Cnaquiri Yume, Claudine Shindany Kumbi, Nataly Puente de la Vega Unda, Tomasa Nancy Salva Guarachi, Nila Jackeline Salva Guarachi, Soledad Requena e Carla Aguilar (CAMI) e Fernando Banzi, Christian Salmeron, Vitor Pena, Victoria Braga e Lauro Rocha (Goma Oficina)</p>
<p>Coordenação: Maria Cau Levy, Gabriela Forjaz (Goma<br />
Oficina) e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>Concepção: Lucy Bullivant, Maria Cau Levy e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>OFICINA DE VÍDEO FRONTEIRA CRUZADA<br />
Coordenação: André Stefanini, Fernando Banzi (Goma Oficina) com Patrick Dieudonné, Renata Miranda</p>
<p>Alunos: Jennifer Xavier, Marina Bidoia Gerdullo, Gabriel Araujo Fernandes , Beatriz Mateus Faustino Saporito, Nayane alves de souza, Isabela Biscuola Pavão, Ana Clara Rodrigues Guerra, Isabella Previti, Beatriz Oliveira Paiva, Igor Vicente Gomes da Silva, Matheus Cano, Bruno Luiz Peixe</p>
<p>CRÉDITO DO VIDEO:</p>
<p>Imagens: Fernando Banzi, Lauro Rocha e Patrick Dieudonné<br />
Montagem: Renata Miranda<br />
Concepção: Renata Miranda, Maria Cau Levy, Gabriela Forjaz e Alexander Eriksson Furunes</p>
<p>&#8211;</p>
<p>2018 Prêmio na <a href="http://www.bid-dimad.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bienal Iberoamericana de Desenho</a> na categoria <b>Diseño y Participación ciudadana / UCCI</b><br />
2017 Matéria no canal arte1 <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://tv.uol/16h84" target="_blank" rel="noopener noreferrer">link</a></span><br />
2017 <span style="font-weight: 400;">Exposição &#8220;Imaginário da Cidade&#8221; do ensaio fotográfico &#8220;Fronteira Livre&#8221; no Sesc Dom Pedro SP</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>invisible borders (en)</em></strong></p>
<p dir="ltr"><em>Where in your life do you find a border, rather than a line that separates nations? What is our personal story of these borders and where do our own individual experience relate to our collective experience of borders? How can we collectively build a movement to address and move the borders of today?  These were questions discussed during this past weeks workshop at Cami, center for Migrant Support with 8 migrants to Sao Paulo, Brazil from Bolivia, Peru, Angola, Haiti and Congo.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Project:<br />
</em><em>“Fronteira Livre” is a collaborative intervention for the<a href="https://www.facebook.com/11bienaldearquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.facebook.com/11bienaldearquitetura/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNH0YDux8b4pfYhw0Od43NH1-_vWxw"> 11th Architecture Bienale of São Paulo</a> consisting of six banners for the São Paulo Metro and CPTM over the period of 16th October to 15th November 2017. The banners will be hung on the 6 mains stations of the red line on the São Paulo metro; Barra-Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé and Itaquera. This is the<a href="http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,portas-de-plataforma-serao-instaladas-em-mais-7-estacoes-do-metro-neste-ano,557635" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,portas-de-plataforma-serao-instaladas-em-mais-7-estacoes-do-metro-neste-ano,557635&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHwU-yxzXXwJkRr5jKqVekk8ShIeQ"> busiest line</a>, of a metro system carrying<a href="http://www.metro.sp.gov.br/en/metro/about-us/index.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.metro.sp.gov.br/en/metro/about-us/index.aspx&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHb5N2EA3EG8vYPqCVEE_x9mthW6Q"> 4.7 milion passengers</a> a day.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Process:<br />
</em><em>The process was carried out through collaboration with 8 members of CAMI Migrant Support Center. Through story telling each of the shared their personal experience of the borders they have been facing since arriving in Brazil. In this process identifying what are the collective stories they all share and what message they would like to communicate through the banners. Communicating this message through text and patterns each of the six banners. The banners address a relevant topic of today, migration. Having crossed a national border, migrants face a series of invisible borders, whether cultural, social or economic.</em></p>
<p dir="ltr"><em>Team:<br />
</em><em>The project was developed through a close collaboration between<a href="http://gomaoficina.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://gomaoficina.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNF0ITAR3X_PDlazDT6Q5k5D1dDoHA"> Goma Oficina</a> (Collaborative platform), <a href="http://www.erikssonfurunes.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.erikssonfurunes.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNGslDyphqI7J2H_AHeR_vgJonaXfQ">Alexander Eriksson Furunes</a> (Architect &amp; research fellow Norwegian Artistic Research Programme) and<a href="http://camimigrantes.com.br/site/wp-content/uploads/2016/06/CHANGE-AGENTS-OFF-THE-COMMON-GOOD.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://camimigrantes.com.br/site/wp-content/uploads/2016/06/CHANGE-AGENTS-OFF-THE-COMMON-GOOD.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHbcJTy2hNAzSSOWuVXuBmVxnd1Cw"> CAMI Center for Migrant Support</a>. </em><em>In a close partnership with<a href="http://www.urbanista.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.urbanista.org/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNENbzAuZkqOOx_y_ik8THtSv2YH5g"> Lucy Bullivant</a> (Curator and architecture critic), São Paulo Metro, CPTM and<a href="https://www.facebook.com/xivsvm/?hc_location=ufi" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://www.facebook.com/xivsvm/?hc_location%3Dufi&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNFaQnscQeLSD07zv4Eb_vvJ5ZHCIg"> DAFAM FAU-Mackenzie School of Architecture</a>.</em></p>
<p dir="ltr"><em><span id="m_-2119693179377455555gmail-docs-internal-guid-7b52c63b-26a9-5256-9090-729a4cb17768">The process to design these banners were made possible through the financial support of<a href="https://doga.no/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=https://doga.no/&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNHr2vFdoL0BuKW8LCZX9W6JaJbcTg"> The Norwegian Ministry of Foreign Affairs / Design and Architecture Norway (</a>DOGA)[1] and the<a href="http://artistic-research.no/?lang=en" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://artistic-research.no/?lang%3Den&amp;source=gmail&amp;ust=1508326992100000&amp;usg=AFQjCNE1qCdLfiR77yA7C9dW35OYCyb_8g"> Norwegian Artistic Research Programme</a>, of which Alexander Eriksson Furunes is currently doing his research on collaborative design processes.</span></em></p>
<p dir="ltr">+<br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/fronteira-livre-na-exposicao-imaginario-da-cidade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;">fronteira livre na exposição imaginário da cidade</span></a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/oficina/fronteira-livre-as-historias-do-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="text-decoration: underline;">história do nós</span></a></p>
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		<title>fogueira &#124; oficina de estruturas nômades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 20:41:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A intervenção realizada na Praça Rotary foi um dos resultados da oficina Estruturas nômades e ativação do espaço público, realizada em parceria com o DAFAM &#8211; Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie &#8211; no contexto da XIV Semana Viver Metrópole.  A oficina se dividiu em dois momentos: o primeiro dentro da universidade, com exposição de conteúdo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A intervenção realizada na Praça Rotary foi um dos resultados da oficina </span><i><span style="font-weight: 400;">Estruturas nômades e ativação do espaço público, </span></i><span style="font-weight: 400;">realizada em parceria com o DAFAM &#8211; Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura Mackenzie &#8211; no contexto da XIV Semana Viver Metrópole.  </span><span style="font-weight: 400;">A oficina se dividiu em dois momentos: o primeiro dentro da universidade, com exposição de conteúdo e idéias e outro com a construção coletiva da intervenção e uma roda de conversa como reflexão final. </span></p>
<p><b>materialidade e permanência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos conceitos abordados foi o da impermanência. Através desse conceito, entendendo a arquitetura como fenômeno inserido e sujeito às ações da intempérie e da humanidade, abrimos a discussão para a relatividade entre materiais e sistemas construtivos e permanência de uma construção,<a href="https://widerimage.reuters.com/story/abandoned-wonderland"> infraestrutura,</a> uma instalação, uma cidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os desastres </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://earthquake-report.com/2018/02/16/massive-earthquake-pinotepa-de-don-luis-mexico-february-16-2018-4/">naturais</a></span><span style="font-weight: 400;"> ou </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.dailymail.co.uk/news/article-4392962/Satellite-images-destruction-Assad-s-air-base.html">antrópicos</a></span><span style="font-weight: 400;"> são capazes de reduzir à areia cidades inteiras. Erguidas em pedra, aço ou concreto. Fenômenos </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.messynessychic.com/2012/08/12/ruins-of-detroit-before-after/">econômicos</a> ou sociais</span><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://functionlab.net/wp-content/uploads/2014/06/720_Reversibility.pdf"><span style="font-weight: 400;">religiosos</span></a><span style="font-weight: 400;"> ou </span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.esquire.com/entertainment/music/g14487500/woodstock-1969-crowd-photos/">culturais</a></span><span style="font-weight: 400;"> são capazes de despovoar ou povoar o território, com redes de infraestrutura ou cultivo. Então é preciso também entender a arquitetura como um fenômeno antropológico e vivo no processo histórico social. As motivações que levam à construção, tanto quanto destinação efetiva do espaço construído num determinado momento &#8211; a atividade humana e o meio ambiente &#8211; são pontos chave no entendimento da arquitetura, efêmera ou não, guardadas as perspectivas de quem e quando observa. Como resultado complexo da interação homem-natureza, além da ruína física a que toda matéria está sujeita, existe também o movimento dos significados, sendo o esvaziamento de sentido, o abandono também sinais da impermanência das coisas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até que ponto é possível considerar a temporalidade em um projeto? Projetar para ser permanente ou temporário podem parecer precisar de recursos muito diferentes, porém, obviamente isso não está ao alcance dos arquitetos. Muitas construções são concebidas para serem temporárias e perduram centenas de anos; outras projetadas com propósitos de permanência se desfazem repentinamente. Mas, sendo assim, como essa reflexão pode interferir nas práticas contemporâneas da arquitetura?</span></p>
<p><b>estruturas nômades e função social na contemporaneidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A arquitetura nômade surge de uma necessidade humana de habitar o território, sendo provavelmente anterior mesmo à agricultura. A <a href="https://www.afriquedesigndaily.com/la-tente-touareg-une-architecture-legere-et-aerienne/">arquitetura nômade</a> vernacular nos ensina bastante sobre a simbiose entre comportamento social, cultura, simbolismo e técnica com as condicionantes ambientais. A impermanência no território exige e nasce não somente da utilização de tecnologias apropriadas, mas também o conhecimento de outros movimentos, como o da caça, o da pesca, das estações do ano, e até o movimento dos astros.  </span>As estruturas nômades como as barracas de feira, os guarda-sóis nas praias, e os vendedores ambulantes, as estruturas para shows e eventos culturais, desde palcos até os banheiros químicos, para a transformação temporária dos espaços onde estão instalados, provendo-os com um significado novo. Ou mesmo os barracões de obra como construções transitórias que serão desmontadas quando a construção do edifício termina.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, estruturas nômades podem desempenhar um papel na ressignificação do território e da <a href="http://christojeanneclaude.net/artworks/realized-projects">paisagem</a>. É possível identificar esse papel em instalações artísticas na reconversão de </span><span style="font-weight: 400;">espaços ociosos e abandonados</span><span style="font-weight: 400;">, transformando o significado e dando <a href="https://www.archdaily.com.br/br/788580/cineroleum-assemble">suporte para outros usos</a>. Como também é possível identificar a apropriação dessas estratégias na consolidação da gentrificação e da especulação imobiliária, com os</span><i><span style="font-weight: 400;"> foodparks, foodtrucks, containers</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><span style="font-weight: 400;">estruturas transitórias</span><span style="font-weight: 400;"> aparecem de formas muito diferentes, atendendo a diferentes requisitos, envolvendo diferentes atores. </span><span style="font-weight: 400;">Podem ser observadas também como </span><span style="font-weight: 400;">ferramenta de luta</span><span style="font-weight: 400;">, por exemplo nas<a href="http://www.mtst.org/quem-somos/a-organizacao-do-mtst/"> ocupações</a> e <a href="https://www.brasildefato.com.br/2017/01/23/cinco-anos-apos-despejo-familias-do-pinheirinho-ainda-aguardam-indenizacoes/">assentamentos</a> por direito à terra e moradia, pelas reformas rural e urbana, ou nas manifestações que vimos eclodir nesse século em várias metrópoles: <a href="http://www.movimiento15m.org/">Barcelona</a>, <a href="http://occupywallst.org/">Nova Iorque</a>, <a href="http://www.kievintlrealty.com/news.html">Kiev</a>, <a href="https://www.diariodocentrodomundo.com.br/ocupacao-da-paulista-leva-governo-temer-a-chamar-sem-teto-para-reuniao-em-brasilia-por-joaquim-de-carvalho/">São Paulo</a>… por razões e contextos variados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas estruturas nômades também podem ser notadas, oficialmente, em <a href="https://www.stripes.com/news/pacific/earthquake-disaster-in-japan/u-s-troops-making-best-of-situation-at-sendai-airport-1.139963">operações militares</a>, e ações <a href="http://www.independent.co.uk/news/world/europe/refugee-crisis-child-refugees-sexual-assault-greece-softex-camp-a7189811.html">humanitárias</a>. Com toda complexidade sociológicas e geográficas que envolvem esses temas. E com as consequências contraditórias de sua permanência ou extinção.  </span><span style="font-weight: 400;">Além disso, conversamos também sobre o </span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-weight: 400;"><a href="http://www.shigerubanarchitects.com/works.html">papel </a></span></span><span style="font-weight: 400;">das estruturas temporárias em situações de <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.lanacion.com.py/2016/01/05/aqua-alta-proyectos-paraguayos-que-flotan-en-el-agua/">emergência</a></span>, como resposta à desastres.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os desastres causados por fenômenos naturais como inundações, furacões, tempestades, enchentes, alagamentos, vulcões, deslizamentos, terremotos, afetam cada vez mais pessoas globalmente, sobretudo devido a combinação com outros fatores como a vulnerabilidade da moradia global em áreas suscetíveis,o déficit de infraestrutura. Além de trabalharmos na mitigação dessas condicionantes de <a href="https://poseidon01.ssrn.com/delivery.php?ID=223117004126126087065069112090014018024013034051087067098122006028068068093009027089059015115004099117086009005084096116126115072023119097031085089124103099111094088125&amp;EXT=pdf">vulnerabilidade</a>, é preciso também que existam respostas arquitetônicas para as emergências. Em muitos casos, pela urgência, a arquitetura temporária é crucial no fornecimento de abrigo e na garantia da vida. Porém, ao mesmo tempo, é muito comum que assentamentos humanitários para refugiados, por exemplo, feitos para atender uma situação emergencial perdurem por anos, mudando radicalmente de significado. Enquanto inicialmente representam a garantia das condições mínimas de habitabilidade, ao passar dos anos e se adensam e se tornam precários; se transformando em cenários de dependência, de criminalidade e violações, e de pouco incentivo para a autonomia e reconstrução da dignidade para os indivíduos. </span><span style="font-weight: 400;">É importante que tenhamos contato com essas aplicações da arquitetura, uma vez que são temas delicados e multidisciplinares, para que possamos dar nossa contribuição enquanto arquitetos de maneira mais atenta. </span></p>
<p><b>prática e colaboração</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos objetivos da oficina era a de efetivar uma intervenção no espaço público, ressaltando a importância colaboração e da prática na construção dos significados na arquitetura. </span><span style="font-weight: 400;">Para efetivarmos esse objetivo já havíamos preparado o projeto para um lugar específico, dialogado com a biblioteca e consultados usuários da praça, principalmente o grupo de <em>Tai Chi Chuan,</em> que utilizava aquele local específico para sua prática matinal. </span><span style="font-weight: 400;">A experiência proposta era portanto, não do campo projetual e conceitual mas sim da prática. </span></p>
<p>Nesse momento os alunos poderiam experienciar conceitos abordados inicialmente de maneira empírica. Ao longo das quatro horas de construção, o mesmo espaço adquiriu diferentes significados para os envolvidos. Num primeiro momento, nosso canteiro de obras, a colaboração, a pré-fabricação. O peso e o comportamento dos materiais, o trabalho em equipe. Ao mesmo tempo, enquanto se construía, a relação com a praça e com os usuários também se transformava. <span style="font-weight: 400;">O formato circular do local de intervenção resultou também numa estrutura em circunferência composta por treze módulos triangulares. Durante todo o processo a circunferência contribuiu. Foi possível aglutinar todas as ferramentas no centro, de onde os grupos retiravam materiais e ferramentas para confeccionar os módulos. O formato circular também favoreceu a comunicação entre as pessoas, e em um só giro, era possível visualizar todo o processo, favorecendo também a cooperação.  </span><span style="font-weight: 400;">A intervenção criava um recinto, capaz de trazer intimidade e um certo destacamento da movimentação externa. Do lado de fora parecia criar uma referência e uma certa curiosidade nos usuários da praça, e dentro criava um recinto, com certa intimidade e contenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estrutura ficou montada durante uma semana. Atentamos à responsabilidade também dos alunos pela manutenção da instalação. Pedimos para que quando passassem pela praça  observassem a interação das pessoas, mas também o comportamento da estrutura, e se preciso que apertassem algum parafuso. </span><span style="font-weight: 400;">Além da montagem, convidamos os alunos para realizar também a desmontagem da estrutura, uma semana depois. Essa etapa completa a mensagem que queríamos transmitir.  Assim como um fogueira no centro de uma roda, extinguindo-se a atividade sobram as cinzas. A impermanência, programada ou não, é um conceito importante de ser observado e experienciado no ensino da arquitetura. </span></p>
<p>Vítor Pena , Guilherme Tanaka, Lauro Rocha, Christian Salmeron (Goma Oficina)</p>
<p>Cristina Kesselring,Victoria Braga e Vinicius Costa (DAFAM)</p>
<p><strong>com a colaboração de:</strong></p>
<p>Javier Corvalán (Universidad Católica de Asunción) e José Luis Uribe Ortíz (Universidad de Talca)</p>
<p><strong>estudantes</strong></p>
<p>FAU Mackenzie: Lucia Lotufo, Mariana Montag, Sofia Himmelstein, Beatriz Oliveira Paiva, Bruna Gondim de Almeida, Gilvan Nascimento</p>
<p>Politécnica de Madrid: Patrícia Parra, Marta Garcia Sanchez Infante, Inés Mino Izquierdo</p>
<p>&#8211;</p>
<p>out 2017</p>
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