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	<title>blog - publicação | goma oficina</title>
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		<title>lançamento do livro &#8220;arquiteturas contemporâneas no paraguai&#8221; no iab-sp</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 08:10:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 28 de novembro lançamos nosso primeiro livro de organização coletiva Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai / Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay no Instituto de Arquitetos do Brasil &#8211; Departamento de São Paulo. O evento contou com a participação de Angelo Bucci e Violeta Peréz, com mediação de um dos organizadores, Pedro Beresin. Para nós foi uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 28 de novembro lançamos nosso primeiro livro de organização coletiva Arquiteturas Contemporâneas no Paraguai / Arquitecturas Contemporáneas en Paraguay no Instituto de Arquitetos do Brasil &#8211; Departamento de São Paulo. O evento contou com a participação de Angelo Bucci e Violeta Peréz, com mediação de um dos organizadores, Pedro Beresin.</p>
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<p>Para nós foi uma honra poder se debruçar nessa pesquisa. A arquitetura paraguaia é extremamente experimental, diversa, plural, polifônica. Por isso nos preocupamos nessa incursão em tentar mostrar seus aspectos mais diversos: variedade de programas, escalas, materialidades. Além de trazer o contexto político, territorial e social, que o Brasil foi tão presente (negativamente), e estudamos e falamos muito pouco sobre isso. Acreditamos, assim como Fernando Lara no texto do posfácio, que olhar para nosso território latino americano é aprender a lidar com nossas potencialidades e desafios. Por isso a importância desse olhar e dessa troca. E por ter tanta gente preocupada com isso, que acreditamos que o lançamento estava cheio!!</p>
<img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="640" height="960" class="alignnone size-full wp-image-6214" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/79585184_2595549490527560_4776148111556870144_o.jpg?resize=640%2C960" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/79585184_2595549490527560_4776148111556870144_o.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/79585184_2595549490527560_4776148111556870144_o.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" />
<p>No Brasil, pouco se sabe sobre a realidade do Paraguai, um país que possui uma cultura rica, belas paisagens e uma população de cerca de 6,5 milhões de pessoas que falam as duas línguas oficiais: espanhol e guarani. O livro <i>Arquiteturas contemporâneas no Paraguai</i> busca revelar a riqueza e inventividade das construções contemporâneas realizadas por uma nova geração de arquitetos paraguaios. Propõe-se também a fazer uma análise da história do país e do seu desenvolvimento, marcado pela influência de sucessivos governos brasileiros.</p>
<p>A publicação bilíngue (português-espanhol) apresenta uma seleção de obras marcadas pela experimentação construtiva e muita criatividade, utilizando materiais básicos: tijolos, concreto e vidro. Manejando recursos materiais muito simples  as obras de arquitetos como Solano Benitez e Javier Corvalán têm alcançado grande destaque na arquitetura mundial. Com textos críticos e uma seleção de vinte e nove obras, o livro organizado pela Goma Oficina propõe à esse território um novo olhar,  que pode ajudar muito a pensar o futuro (e presente) das cidades latino-americanas, tomando como exemplo  essa geração de profissionais que vem encontrando soluções criativas aos desafios sociais e urbanos locais.</p>
<p>Para adquirir o livro basta acessar o <a href="http://www.romanoguerra.com.br/pd-6eaa33-arquiteturas-contemporaneas-no-paraguai.html?ct=1966b1&amp;p=1&amp;s=1" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">site da editora , </span></a><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.amazon.com.br/Arquiteturas-contempor%C3%A2neas-Paraguai-Goma-Oficina/dp/8588585863/ref=sr_1_fkmr1_2?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=arquitecturas+contemporanes+en+paraguay+goma+oficina&amp;qid=1576085596&amp;sr=8-2-fkmr1" target="_blank" rel="noopener">ou na Amazon</a></span></p>
<div>
<div style="width: 720px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-6192-1" width="720" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4?_=1" /><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4">http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/12/video1.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>piseagrama e goma lançam zine &#8216;arquitetura e política&#8217; realizado em processo editorial coletivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 18:51:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 300;">A zine Arquitetura e Política, produzida dias antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2018, é um manifesto pela urgência de se entender a produção do espaço em sua intrínseca relação com o poder. Prenunciando o destino que o resultado dessa eleição instaurou ao país, sugere uma forma de interpretação do cenário político brasileiro. O livreto acompanha um manifesto escrito pelo grupo, que pontua a relevância do debate proposto:</span></p>
<blockquote>
<h1><span style="font-weight: 300;"> “Para a contenção da barbárie, faz-se necessário anunciá-la. Enunciá-la. Fazer vê-la. Colocar a nu aquilo que a cultura vela e em tempos sombrios, a mascara e fantasia. E trazer à superfície suas formas comuns. Como pontua Bataille, a arquitetura se expressa um gosto predominante para a autoridade divina ou humana. Talvez seja o caso de voltar-se às vidas que foram excluídas e, todavia, produzem mundos à parte da ordem divina na qual instauramos esta cultura?”</span></h1>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 300;">A publicação foi realizada na </span><span style="font-weight: 300;">oficina editorial coletivo: arquitetura e política</span><span style="font-weight: 300;">, uma atividade elaborada pela Goma Oficina (SP) e a revista Piseagrama (BH), para a XV semana viver metrópole – semana de arquitetura organizada pelos estudantes da FAU Mackenzie. A oficina se deu através do levantamento de algumas questões que relacionam arquitetura, política e publicação editorial, como por exemplo, onde se encontram os discursos formativos hoje na arquitetura, para que e para quem publicamos atualmente e o que uma publicação pode trazer de novo para a arquitetura e para a política. </span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Os participantes foram convidados a selecionar conteúdos ligados a esses  temas para entender possíveis linhas editoriais entre eles. Os formatos trazidos foram diversos: textos, notícias, imagens, livros, pesquisas, manifestos, fotografias, entre outros. A seleção de conteúdos mostrou como os mais diversos assuntos podem estar conectados, entendendo que a informação necessita uma leitura crítica. Uma matéria chama atenção para a construção de um mural no Minhocão retratando as artistas Linn da Quebrada e As Bahias, símbolos da luta LGBTQ+, enquanto outra aponta casos de violência e transfobia que mulheres trans sofreram no Arouche, muito próximo ao mural. Tomando a luta de grupos marginalizados como mote editorial,  o grupo elegeu três temas para criar uma narrativa crítica para a publicação: </span><i><span style="font-weight: 300;">intolerância</span></i><span style="font-weight: 300;">,</span><i><span style="font-weight: 300;"> gestão </span></i><span style="font-weight: 300;">e</span><i><span style="font-weight: 300;"> apagamentos</span></i><span style="font-weight: 300;">, relacionando  a cidade de São Paulo e seus agentes em diversas esferas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">O formato, também discutido em conjunto,  estruturou duas maneiras de inserir esses temas na publicação, uma para os conteúdos “teóricos” e outra para os “recortes” – inseridos como &#8220;abas&#8221;.  Os recortes eram citações de livros, músicas ou poemas mais curtos, pontuais; os teóricos, notícias íntegras, matérias de revistas e trechos de livros. As imagens, retiradas do google e das matérias, foram recortadas em pontos específicos representando os assuntos. A zine resultado desse processo é um mosaico de recortes que apresenta fragmentos da atual conjuntura política e os desdobramentos desses acontecimentos na sociedade.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">Diversos escritores, músicos e artistas foram citados, entre eles:  Criolo, Georges Bataille, Giselle Beiguelman, Guilherme Wisnik, Maria Rita Kehl, Mc Linn da Quebrada, Sérgio Pena e Walter Benjamin.</span></p>
<p><span style="font-weight: 300;">A zine não está a venda e está disponível </span><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/03/Zine_Arquitetura-e-Politica-compactado.pdf"><span style="font-weight: 300;">online neste link.</span></a></span></p>
<p><iframe title="zine ‘arquitetura e política’ por piseagrama + goma oficina" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/85uQOAMN--8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>oficineiros<br />
</strong><span style="font-weight: 300;">Paula Lobato<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Ana David<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Christian Salmeron<br />
</span><span style="font-weight: 300;">André Stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Fernando Banzi</span></p>
<p><strong>participantes<br />
</strong><span style="font-weight: 300;">Thais Zanini<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Sophia Noronha<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Sofia Olival<br />
</span><span style="font-weight: 300;">João Vitor Araújo<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Gabrielle Frigotto<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Guilherme Carriel<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Victor Martins<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Laura Vasconcelos<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Beatriz Saporito<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Felipe dos Anjos<br />
</span><span style="font-weight: 300;">Gisete Reis</span></p>
<p><strong>sobre piseagrama</strong></p>
<p><span style="font-weight: 300;">PISEAGRAMA é uma plataforma editorial dedicada aos espaços públicos – existentes, urgentes e imaginários –  e além da revista semestral e sem fins lucrativos, realiza ações em torno de questões de interesse público como debates, micro-experimentos urbanísticos, oficinas, campanhas e publicação de livros.</span></p>
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		<title>como foi realizar a edição #3 da revista balaclava</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 22:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amanhã, dia 27/04 acontece a 9ª edição do balaclava fest, e por lá lançaremos quarta edição da revista balaclava, em que participei novamente com a direção de arte e diagramação. fiquei com vontade de escrever sobre o processo de como se deu esse encontro e como foi realizar a terceira edição da revista. Em 2018 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Amanhã, dia 27/04 acontece a 9ª edição do balaclava fest, e por lá lançaremos quarta edição da revista balaclava, em que participei novamente com a direção de arte e diagramação. fiquei com vontade de escrever sobre o processo de como se deu esse encontro e como foi realizar a </span><a href="https://issuu.com/balaclavarecords/docs/00revista_balaclava_3_digital"><span style="font-weight: 400;">terceira edição da revista.</span></a></p>
<figure id="attachment_5602" aria-describedby="caption-attachment-5602" style="width: 361px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5602 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-26-at-18.45.08.png?resize=361%2C451" alt="" width="361" height="451" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-26-at-18.45.08.png?w=480&amp;ssl=1 480w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/Screen-Shot-2019-04-26-at-18.45.08.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w" sizes="auto, (max-width: 361px) 100vw, 361px" /><figcaption id="caption-attachment-5602" class="wp-caption-text">foto isabella yu<span style="font-size: 16px;"> </span></figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2018 tive o prazer de conhecer algumas pessoas por trás da maravilhosa </span><a href="https://balaclavarecords.bandcamp.com/"><span style="font-weight: 400;">balaclava records – </span><span style="font-weight: 400;">selo, produtora musical e revista da cena </span><i><span style="font-weight: 400;">indierock</span></i><span style="font-weight: 400;"> em sp</span></a><span style="font-weight: 400;">. Um dia, conversando com Fernando Dotta e com a Helô Cleaver, resolvi elogiar a revista balaclava, que estava na sua segunda edição. ao ter contato com uma revista – </span><b>gratuita</b><span style="font-weight: 400;"> – sobre a cena musical, em sua maioria independente e atual, me veio a importância desse veículo (cada vez mais obsoleto, pelo menos no brasil), dando voz e visibilidade aos artistas. Me impressionou a qualidade e o cuidado do conteúdo editorial, das fotografias, tudo. É cada vez mais importante vermos as pessoas engajadas na cena de música independente, e a revista tem um importante papel nisso. a revista balaclava mostra o dia dia dos artistas, entrevistas e conversas entre bandas, além de falar sobre as experiências (e os perrengues) dos músicos, sejam eles independentes ou não. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa conversa com a Helô, começamos a analisar juntas algumas coisas que poderiam eventualmente mudar para a terceira edição. Foi nessa troca que ela me convidou para fazer parte do time como designer e diretora criativa. fiquei extremamente feliz e realizada com o convite, pois diagramação é o que mais tenho estudado no design gráfico atualmente. Logo comecei a perceber o desafio (e a responsabilidade) que seria aplicar algumas modificações na revista, por exemplo, no formato e tipo de papel.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi um processo intenso, pois como haviam algumas mudanças estruturais, tive que entrar de cabeça no mundo das revistas. Tive muito a ajuda da Isabella Yu, que assina a direção editorial e já passou por algumas revistas da editora abril. Convidei a designer e ilustradora </span><a href="https://adrianakomura.com/"><span style="font-weight: 400;">Adriana Komura</span></a><span style="font-weight: 400;"> para me ajudar com a diagramação e ilustração, e também a continuar esse mergulho no mundo das revistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse encontro me abriu muito a entender as diferenças entre fazer um projeto gráfico de um livro e o de uma revista. com total liberdade criativa, começamos a entender se iríamos para um caminho linear, onde todas as matérias teriam as mesmas &#8220;caras&#8221; ou se partiríamos de cada matéria separada. Escolhemos a segunda opção, pois percebemos que mesmo a maioria das matérias serem entrevistas, cada uma tinha sua peculiaridade, seu estilo musical, etc.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado foi uma mistura de linguagens que se conectaram com as tipografias escolhidas para essa edição, que foi a <em>Eksell</em>, <em>Akkurat</em> e <em>EB Garamond</em>. A primeira era a tipografia de títulos principais e abre dos capítulos. a <em>Akkurat</em>, uma tipografia sem serifa que foi utilizada no corpo do texto e em alguns casos, junto a <em>Garamond</em>, uma tipografia serifada, diferenciando as vezes as perguntas e respostas das entrevistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O formato de 16,5 x 24 cm, um pouco maior que as duas primeiras foi pensado para que ela tivesse mais respiro entre as manchas de texto/imagens. Imprimimos no papel couché, pela </span><a href="http://www.graficaelyon.com.br/"><span style="font-weight: 400;">gráfica Elyon</span></a><span style="font-weight: 400;"> com a assistência e o cuidado do Augusto Pereira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Foi muito importante participar desse processo e conhecer melhor o trabalho da Yu, Helô e da Dri, além de me fazer continuar cada vez mais essa pesquisa no meio do mundo editorial e ver o impacto que tem sido ver as pessoas consumirem um conteúdo rico sobre a cena musical atual. </span></span></p>
<div style="width: 623px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-5601-2" width="623" height="453" loop autoplay preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/REVISTA03.mp4?_=2" /><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/REVISTA03.mp4">http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/04/REVISTA03.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://issuu.com/balaclavarecords/docs/00revista_balaclava_3_digital"><span style="font-weight: 400;">click aqui para ver a revista balaclava #3</span></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.instagram.com/revistabalaclava/">instagram revista balaclava</a><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.facebook.com/BalaclavaRecords/">facebook balaclava records</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>livro de receitas familia levy</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria cau levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Dec 2017 20:52:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A família levy recebeu uma surpresa na sua última ceia de natal, em formato de livro. Encomendados pela tia cecilia, que reuniu e digitalizou os livros de receita antigos da família, o novo livro tem a seleção das melhores, com anotações e sugestões de várias gerações. Recortes de revistas e cadernos da minha tia avó [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A família levy recebeu uma surpresa na sua última ceia de natal, em formato de livro. Encomendados pela tia cecilia, que reuniu e digitalizou os livros de receita antigos da família, o novo livro tem a seleção das melhores, com anotações e sugestões de várias gerações.</p>
<p>Recortes de revistas e cadernos da minha tia avó &#8211; da tia clara que ilustravam as páginas dos livros antigos &#8211; são o partido para a colagem que é capa da nova edição. O miolo em papél pólen recorda as páginas amareladas dos originais e o marcador em cetim ajuda a não perder a página. A lombada aparente é revestida de tecido vetex. A diagramação é de Christian Salmeron, a tiragem foi 200 unidades.</p>
<p>Meu querido tio gabriel escreveu o texto de introdução:</p>
<div class="gmail_quote"><b><span class="il">SANTA</span> <span class="il">CEIA</span></b></div>
<div class="gmail_quote">por <span class="il">Gabriel</span> Levy</div>
<div></div>
<div class="gmail_quote">Em todas as culturas há algo de mágico no ato ritual de comer. Todas as religiões criaram ritos, regras, jejuns, alimentos que não podem ser misturados ou outros tipos de interdições, datas para determinados alimentos, etc. Isso mostra o quanto esse momento de nutrição do corpo e da alma deve ser vivido respeitosamente. No candomblé as &#8220;comidas de santo&#8221; são tão importantes quanto os cantos e rezas: não há festa que não conte com uma mesa farta com alimentos escolhidos e temperados de modo a satisfazer o gosto particular de cada Orixá. O Judaísmo tem uma série de preceitos na Torá judaica em relação à comida casher, as refeições do Shabat e das grandes festas. Na história fundamental do budismo Sidarta Gautama, o &#8220;Buda histórico&#8221;, depois de anos de privações, só atinge a iluminação após se permitir comer uma tigela de arroz com leite. O Alcorão estabelece regras para o abate de animais e proíbe a carne suína e de répteis e estabelece jejuns importantes como no Ramadã onde só se come depois do por do sol.</div>
<div></div>
<div class="gmail_quote">Na Bíblia cristã, além da milagrosa multiplicação dos pães e peixes que alimentaram milhares de pessoas ou da</div>
<div class="gmail_quote">maravilhosa transformação de água em excelente vinho, temos muitos momentos em que Jesus está compartilhando refeições, sendo que a última, a <span class="il">Santa</span> <span class="il">Ceia</span>, deu origem à celebração da Eucaristia ou Comunhão realizada pelos cristãos no mundo todo até os dias de hoje e é uma das cenas mais retratadas na história da Arte desde a antiguidade romana e bizantina, passando por Leonardo da Vinci até chegar a Salvador Dalí.</div>
<div></div>
<p class="gmail_quote">Para a nossa família a mesa sempre foi não só um momento de compartilhar os alimentos (ou disputá-los) mas também um verdadeiro “ponto de encontro”.  Se cada um dos 11 moradores da casa resolvesse comer em uma hora diferente, a logística da cozinha seria caótica e isso seria intolerável na nossa cultura doméstica de batalhão com hábitos de acampamento de exército. Então a hora da refeição deveria ser respeitada por todos. E a grande mesa de refeições se tornava um local sagrado, onde sempre se fazia uma oração  antes das refeições e, seja na cidade ou no sítio, estava sempre abençoada por uma imagem da <span class="il">Santa</span> <span class="il">Ceia</span>.  Mesmo sem nenhuma visita já éramos 11 pessoas à mesa: quase tantas pessoas quanto no quadro de Cristo e seus discípulos! Essa poderosa energia coletiva e a alegria comum de saciar a fome e a sede tornava esse ritual um poderoso momento de união e convívio que dificilmente se repetiria em outras horas do dia (talvez se repetisse, um pouco, no momento coletivo de assistir TV depois do jantar mas aí, todos apinhados, focávamos na telinha e não no convívio).</p>
<p class="gmail_quote">Então, nas refeições, entre a exaltação de um sabor e uma disputa por bifes a família toda se informava dos acontecimentos cotidianos: novidades e lembranças, notícias boas ou ruins, elogios e repreensões, piadas e agressões, segredos e revelações, conviviam lado a lado com as saladas, cozidos, massas, frutas e doces. A simples e pura vida&#8230;E é claro que para uma família numerosa &#8211; e que se orgulhava disso que nos tornava “especiais” de alguma forma &#8211; havia necessidade de uma cozinha praticamente industrial cujas grandes panelas começavam a fumegar bastante cedo para dar conta de preparar tudo que fosse necessário. Dos vários armários, da despensa e geladeira saiam os incontáveis produtos, legumes, latarias, carnes etc. todos comprados em quantidades de atacado. E comandando essa logística toda estava nossa mãe, Dona Célia, que, contrariando qualquer lógica, conseguia dar conta de cuidar da casa, da cozinha, das roupas e ainda gerenciar nove filhos com idades e personalidades diversas e, portanto, necessidades e desejos diversos. Um exemplo:  quando eu era pequeno &#8211; o sétimo de nove filhos &#8211; no dia de nosso aniversário tínhamos direito a um cardápio especial que podíamos escolher. Eu escolhia nhoque e pavê de amendoim!  Conseguir cuidar de tudo isso ao mesmo tempo não parece mesmo um milagre?</p>
<p class="gmail_quote">E é essa força das mulheres que, apesar das inúmeras dificuldades, conseguem encontrar prazer em criar prazeres para todos, é essa força que se revela nesse simples livro de receitas. Mulheres de várias origens que trocaram seus saberes por séculos. Como dizer com assertividade quais receitas vieram da Suíça ou da Itália ou de Portugal ou de Minas Gerais? Podem ter vindo das nossas avós, ou das avós das nossas avós&#8230; É uma cultura feminina -quase uma sabedoria oculta &#8211; que atravessa gerações e, passando de mães para filhas, chega até nós na forma desse precioso <b>Livro de Receitas da Família Levy</b>. Agora podemos ter acesso aos segredos culinários escondidos por trás desses pratos deliciosos e temos a possibilidade de realizar nossos desejos de prová-los todos. Que esse conhecimento se divida da mesma forma que, em toda a história da humanidade, se compartilhou o pão.</p>
<p class="gmail_quote">Em tempo: eu tenho em minha cozinha um pequeno quadro da <span class="il">Santa</span> <span class="il">Ceia</span> e uma escultura de São Benedito, padroeiro dos cozinheiros. Apesar da globalização, da robótica, do cyberespaço e da conquista de Marte, comer continua sendo sagrado…</p>
<div></div>
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		<title>michouinar, por renata la rana</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 17:04:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho uma amiga circense. Na verdade nos conhecemos na faculdade de arquitetura, mas ela se recusou a ir contra o que o corpo dela pedia: acrobacias. Renata foi estudar na Le Lido – Centre des Arts du Cirque, em Toulouse, mas a distância nunca nos afetou. Ela vem para o Brasil mais ou menos uma vez [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Tenho uma amiga circense. Na verdade nos conhecemos na faculdade de arquitetura, mas ela se recusou a ir contra o que o corpo dela pedia: acrobacias. Renata foi estudar na <a href="http://www.circolido.fr/Bienvenue.html">Le Lido – Centre des Arts du Cirque</a>, em Toulouse, mas a distância nunca nos afetou. Ela vem para o Brasil mais ou menos uma vez por ano, e, numa dessas vindas, ela chegou com seu moleskine japonese, aquele sanfonado, com uma infinitude de desenhos que iam se somando, uma paisagem única e onírica, como ela.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4781 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202-1024x312.png?resize=469%2C143" alt="" width="469" height="143" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?resize=1024%2C312&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?resize=300%2C91&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?resize=768%2C234&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/020202.png?w=1249&amp;ssl=1 1249w" sizes="auto, (max-width: 469px) 100vw, 469px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Ela me chamou para fazermos alguns fac-símiles desse caderno. O desafio era escanear aproximadamente 2,5 m de caderno e fazer o desenho contínuo bater direitinho. A Rê acompanhou o processo bem de perto, um privilégio pra quem fica quase um ano sem se ver. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto sobre o verbo criado – o <em>michouinar</em> – já estava na cabeça dela, e foi escrito a mão e igualmente escaneado. Depois veio o projeto de como fazer o livro sanfonado sem perder a característica do original, que foi resolvido estudando o moleskine e as possibilidades com a gráfica.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4771" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/05.png?resize=236%2C134" alt="" width="236" height="134" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/05.png?w=341&amp;ssl=1 341w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/05.png?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 236px) 100vw, 236px" />
<p><span style="font-weight: 400;">A única diferença do fac-símile com o original foi a capa. Optamos por uma capa independente, em papel kraft, com grafismos igualmente feitos na hora e escaneados.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4774" style="line-height: 1.5;" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/Captura-de-Tela-2018-08-09-a%CC%80s-13.58.13.png?resize=570%2C308" alt="" width="570" height="308" />                   <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4772" style="line-height: 1.5;" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/06.png?resize=577%2C258" alt="" width="577" height="258" /><br />
<span style="font-weight: 400;">Foi em um curto período que conseguimos fazer o Michouin nascer, e eles precisavam ficar prontos para que ela pudesse levar algumas cópias para a França. No fim, deu certo, algumas cópias foram com ela, outras com o Dé, amigo que partiu para a mesma aventura circense que a Rê.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fico muito feliz com esses encontros, pessoas que mesmo distantes estão em nós. Agradeço imensamente a Rê – ou melhor, <em>Renata La Rana</em> – pela amizade, parceria e confiança em transformar sua arte e levá-la para o mundo.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4780 size-large" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101-1024x301.png?resize=1024%2C301" alt="" width="1024" height="301" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?resize=1024%2C301&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?resize=300%2C88&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?resize=768%2C226&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0101.png?w=1118&amp;ssl=1 1118w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-4779 size-large" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303-1024x292.png?resize=1024%2C292" alt="" width="1024" height="292" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?resize=1024%2C292&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?resize=300%2C85&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?resize=768%2C219&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/07/0303.png?w=1165&amp;ssl=1 1165w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="305" class="alignnone size-large wp-image-4770" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04-1024x305.png?resize=1024%2C305" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?resize=1024%2C305&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?resize=300%2C89&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?resize=768%2C229&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/08/04.png?w=1111&amp;ssl=1 1111w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Conheça os projetos circenses de <em>Renata La Rana<br />
</em>+<br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.kitschkong.org/">kitch kong</a></span><br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://la-grainerie.net/programmation/projet-pdf-portes-de-femmes/">collectif portés de femmes</a></span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">+<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/editora-janela-goma-oficina/"><span style="text-decoration: underline;">sobre a janela goma oficina</span></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*para adquirir um Michouin para chamar de seu, mande um email para ana@gomaoficina.com<br />
<span style="font-weight: 400;">**fotos dos fac-símiles por Fernando Banzi</span></span></p>
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		<title>catálogo de afetos</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Apr 2017 20:18:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho uma coleção particular de flores e pedras que carrego de lugares específicos. Seco as plantas dentro de livros, uma herança criativa do meu pai, criando assim, pequenos herbários: coleção de plantas dessecadas, conservadas e organizadas segundo uma sistemática, geralmente para fins de pesquisa científica; no meu caso o objetivo é sistematizar memórias. Comecei então a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma coleção particular de flores e pedras que carrego de lugares específicos. Seco as plantas dentro de livros, uma herança criativa do meu pai, criando assim, pequenos herbários: <span style="line-height: 1.5;">c<em>oleção de plantas dessecadas, conservadas e organizadas segundo uma sistemática, geralmente para fins de pesquisa científica</em>; no meu caso o objetivo é sistematizar memórias. Comecei então a pesquisar herbários, e descobri o fabuloso <a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/15/As-p%C3%A1ginas-do-herb%C3%A1rio-da-poeta-Emily-Dickinson-foram-digitalizadas.-E-est%C3%A3o-on-line">herbário de Emily Dickinson</a>, que me inspirou a dar continuidade a essa pesquisa.<br />
<a href="https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/01/15/As-p%C3%A1ginas-do-herb%C3%A1rio-da-poeta-Emily-Dickinson-foram-digitalizadas.-E-est%C3%A3o-on-line"><br />
</a></span>Em 2017 participamos da Feira Plana &#8220;Fim do Mundo&#8221;, ainda inspirada por Emily,  resolvi eternizar meu herbário em um zine. Gostaria de manter as transparências e opacidade que sugeriam as plantas e pedras, então a primeira tentativa foi usar uma mesa de luz e escaneá-las. O resultado não foi positivo, então, <span style="line-height: 1.5;">resolvi com a ajuda do fotografo, artista e amigo – que me presenteou com uma linda renda portuguesa, <a href="https://www.fernandobanzi.com/">Fernando Banzi,</a> registrá-las através da fotografia. Usamos um acrílico leitoso com base e flash por cima e por baixo. O resultado foi a revelação dos órgão internos das flores e a estrutura das pedras. O nome <em>Antologia Afetiva #1</em> veio da vontade de dar continuidade a essa pesquisa afetiva, de catalogar os lugares e sensações por </span><span style="line-height: 1.5;">onde passo.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="493" height="278" class="alignnone size-full wp-image-3848" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.03.57.png?resize=493%2C278" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.03.57.png?w=493&amp;ssl=1 493w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.03.57.png?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 493px) 100vw, 493px" />     <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-3866" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/04/Captura-de-Tela-2018-05-03-a%CC%80s-19.02.55.png?resize=158%2C271" alt="" width="158" height="271" />
<p><em>Imagens acima: primeiros estudos com mesa de luz e engarrafando memórias.</em></p>
<p><span style="line-height: 1.5;">O formato escolhido foi o do zine clássico, com dobraduras e recortes, que pode ser utilizado com cartaz ou livreto, no formato 10 x 13,8 cm. De um lado combinei as plantas e as pedras por &#8220;temas&#8221; cromáticos, e do outro, criei uma composição com tudo ao mesmo tempo, isso tudo no papel pólen bold. O zine esgotou rapidamente, então </span><span style="line-height: 1.5;">como desdobramento disso, resolvi fazer um cartaz botânico monocromático azul, que foi impresso em risografia no papel pólen. </span></p>
<p>É extremamente novo e gratificante para mim ver meus afetos catalogados e eternizados por aí, nas casas de amigos e desconhecidos.</p>
<p><a href="https://www.facebook.com/commerce/products/1137187579714745/">Cartazes disponíveis no link.</a></p>
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		<title>pensamentos da américa latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria cau levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Mar 2017 21:36:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>projeto gráfico para coleção: &#8220;pensamentos da américa latina&#8221; das editoras romano guerra e nhamérica. os três primeiros são de Abilio Guerra, Carlos Teixeira e Otavio Leonidio. uma honra poder contribuir com o projeto gráfico, para essa parceria editorial entre a Romano Guerra Editora, de São Paulo, e a Nhamerica Platform, de Austin O projeto consistia na utilização [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>projeto gráfico para coleção: &#8220;pensamentos da américa latina&#8221; das editoras romano guerra e nhamérica.</p>
<p>os três primeiros são de Abilio Guerra, Carlos Teixeira e Otavio Leonidio. uma honra poder contribuir com o projeto gráfico, para essa parceria editorial entre a <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/romanoguerraeditora/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=117543705451041&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Romano Guerra Editora</a>, de São Paulo, e a <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100009943035347&amp;fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/user.php?id=100009943035347&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Nhamerica Platform</a>, de Austin</p>
<div class="text_exposed_show"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="723" class="alignnone size-large wp-image-5161" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20-1024x723.png?resize=1024%2C723" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?resize=1024%2C723&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?resize=768%2C542&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2017/03/Captura-de-Tela-2018-07-13-a%CC%80s-18.54.20.png?w=1261&amp;ssl=1 1261w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></div>
<div>O projeto consistia na utilização de papel colorplus, assim como uma lombada com os países do seus autores. um sistema de numeração na lombada desenharia o gráfico das edições. sendo o tracinho o número 1, e o quadradinho número 5.</div>
<div>No fim a editora preferiu escolher cores mais vivas na coleção.</div>
<div></div>
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