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	<title>blog - resistência | goma oficina</title>
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		<title>distanciamento, diário fotográfico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando banzi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 22:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O distanciamento social inclui uma série de medidas, entre elas a diminuição de interação entre as pessoas de uma comunidade para diminuir a velocidade de transmissão de um vírus por exemplo. Não demos o devido valor para o Coronavírus quando ele ainda não estava em ares brasileiros, e quando ele chegou foi e está sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O distanciamento social inclui uma série de medidas, entre elas a diminuição de interação entre as pessoas de uma comunidade para diminuir a velocidade de transmissão de um vírus por exemplo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não demos o devido valor para o Coronavírus quando ele ainda não estava em ares brasileiros, e quando ele chegou foi e está sendo tratado de maneiras diversas pelos atuais governos (federal, estadual e municipal) gerando uma dúvida, o que de fato o fazer? Fica em casa se possível.  Temos uma parte da sociedade que tem esse privilégio de fazer uma quarentena segura e outra grande parte de fato é obrigada ir para as ruas para poder ter o mínimo de sustento. Como se não fosse o bastante o vírus e toda a desigualdade social e racial temos que combater o desgoverno que vem destruindo o país para o bem da família do próprio vírus presidencial, seus amigos milicianos e uma direita velha baseada em preconceitos e estruturas que já não caberiam em 2020, mas se faz presente aqui no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto eu não quero só falar das pautas que estão aí em toda mídia, quero também falar de afeto nesse momento &#8220;COVID-19&#8221;, onde o afeto está muito presente na virtualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O meu afeto pelo espaço de vivência e trocas presencial a Goma oficina foi transferido para o  virtual, falo também do afeto da família que escolhi dividir parte da minha caminhada até aqui e que se transformou em uma relação que ultrapassa o coleguismo e transborda em um mar de bons sentimentos, do pensar e do fazer.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="446" class="alignnone size-large wp-image-6482" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02-1024x446.jpg?resize=1024%2C446" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?resize=1024%2C446&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?resize=300%2C131&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?resize=768%2C335&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40gomaoficina_02.jpg?w=1083&amp;ssl=1 1083w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><span style="font-weight: 400;">Dado essas informações, como demonstrar os afetos nesse momento?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As maneiras para se usar os aplicativos de vídeo chamada recebem atenção no fazer fotográfico. O uso do recurso print screen em computadores e móbiles ganha mais espaço em meio a produção de fotógrafas, fotógrafos, artistas e diversas outras áreas no atual cenário de pandemia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quero citar como exemplo o atual trabalho do fotógrafo norte americano Spencer Tunick, que já expôs na XXV Bienal de São Paulo, Brasil (2002) onde ele criou instalações efêmeras com a ajuda de centenas de corpos nus para preenchimento dos espaços. Neste novo projeto ele utiliza da mesma matérias prima para construir a imagem, o corpo humano, </span><span style="font-weight: 400;">com a assistência dos colaboradores Studio 333 convidou pessoas de todo o mundo a participar de uma nova série de obras de arte intituladas </span><i><span style="font-weight: 400;">Stay Apart Together</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;">o trabalho faz parte da exposição virtual &#8220;Vida em tempo de guerra: arte na era do coronavírus&#8221; no USF Contemporary Art Museum, Tampa.</span></p>
<h6><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-6489 size-large" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01-1024x580.jpeg?resize=1024%2C580" alt="" width="1024" height="580" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=1024%2C580&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=300%2C170&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=768%2C435&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?resize=1320%2C748&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-01.jpeg?w=1500&amp;ssl=1 1500w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><span style="font-weight: 400;">créditos: </span><span style="font-weight: 400;">@</span>spencertunick</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Stay Apart Together&#8221; nome escolhido por ele pode se traduzir como &#8220;fique longe junto&#8221;, apesar de estar separados no espaço físico, estão juntos.</span></p>
<h6><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="704" height="199" class="size-full wp-image-6492 aligncenter" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-04.jpg?resize=704%2C199" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-04.jpg?w=704&amp;ssl=1 704w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/06/%40spencertunick_-04.jpg?resize=300%2C85&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 704px) 100vw, 704px" /> <span style="font-weight: 400;">       créditos: </span><span style="font-weight: 400;">@</span>spencertunick</h6>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Spencer preenche esse espaço, porém, desta vez eles são particulares. Com dípticos e polípticos e coloca numa mesma imagem mais de um corpo</span><span style="font-weight: 400;"> para reafirmar a resiliência da comunidade e da conexão humana</span><span style="font-weight: 400;"> e de certa forma transformando esse espaço íntimo em público.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para responder a pergunta acima utilizo desse tempo suspenso da quarentena para construir um diário fotográfico, que tem sua experimentação na fotografia, fotopintura digital e dispositivos móveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O retrato por videochamada é uma delas, então convidei os amiges da Goma Oficina que divido o tempo e espaços para colaborar nesse ensaio de retratos à distância, de forma afetuosa cada um dividiu seu espaço íntimo (casa) para contribuir nesse meu diário de quarentena.</span></p>
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<p>agradeço a colaboração de todos pelo tempo e afeto, seguimos atentos e forte.</p>
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		<title>o corpo porvir &#8211; reflexões do workshop internacional proyecto 36m2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 19:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último final de semana estivemos presentes no workshop internacional proyecto 36m2. A iniciativa reuniu (virtualmente, claro) arquitetes, professores, estudantes, pesquisadores e entusiastas do mundo inteiro para pensar e debater: afinal como serão as coisas daqui para frente? que visões e propostas temos para um mundo “pós-pandemia”?  Para tentar responder à incerteza — ou ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No último final de semana estivemos presentes no <a href="https://36m2.org/">workshop internacional proyecto 36m2</a>. A iniciativa reuniu (virtualmente, claro) arquitetes, professores, estudantes, pesquisadores e entusiastas do mundo inteiro para pensar e debater: afinal como serão as coisas daqui para frente? que visões e propostas temos para um mundo “pós-pandemia”? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para tentar responder à incerteza </span><span style="font-weight: 400;">— </span><span style="font-weight: 400;">ou ainda criar muitas outras indagações </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> em meio ao momento histórico que estamos vivendo, foram definidas três escalas ou temas como ponto de partida dos participantes: 01 o corpo, 02 a casa e 03 o bairro.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Participamos como &#8220;provocadores&#8221; em duas equipes distintas e escolhemos trabalhar com o tema do corpo. Esse primeiro invólucro que delimita fisicamente o espaço primordial </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> o espaço da mente </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> e que manifesta antes de tudo por meio de si, a expressão de ser e existir. Como o corpo humano e os tantos corpos que podemos identificar na natureza e no ambiente construído estão sendo afetados pela nova realidade que se impõe, determinada por uma pandemia em escala global? </span></p>
<p>A seguir apresentamos algumas das reflexões apresentadas durante o workshop. As especulações das duas equipes divergem e colocam em perspectiva duas das possíveis visões de um futuro que se contrói no agora.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Equipe 1 &#8211; Victoria Braga (Goma Oficina), Gabriela Arrieta (México),  Maria Isabel Ayala (Paraguai) e  Raquel Carvalho (Brasil)</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quais são os corpos que primeiro se veem obrigados à adaptação para que possam permanecer, mesmo em contexto tão adverso? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para nossa equipe que contou com três mulheres estudantes de arquitetura do México, Paraguai e Brasil, pareceu necessário um olhar crítico sobre a situação dos corpos que não tem condição de isolar-se nesse momento ou em qualquer momento: as pessoas em situação de rua estão 365/24/7 expostos no limite a esse espaço que é do comum, o espaço público. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iminência da desigualdade social — ainda brutal e escancarada nesses 3 países — encontra no contexto atual um fator de maior deflagração: a crise sanitária do covid-19 agravou de imediato a fome, a falta de acesso a itens básicos de higiene, a renda diária necessária para a sobrevivência de milhões de pessoas em todo o mundo.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não seria difícil imaginar um cenário futuro bastante distópico: o espaço público perdendo qualquer função de ser, a individualização radical (dos corpos, das casas) imperando como modus operandi e as injustiças sociais tornando-se ainda mais acirradas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas ao contrário do que o momento atual poderia sugerir à imaginação, diversas iniciativas de solidariedade surgiram ou ganharam mais força do que nunca nos últimos meses, a partir da articulação de ações em redes de cooperação. Esse impulso nas iniciativas de cidadania auto-organizadas </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> que incluso, questionam modelos de organização verticais </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> , apesar de não representarem ainda uma coesão política suficiente para garantir a transformação estrutural do sistema produtivo e da vida em sociedade, parece construir as bases necessárias para um futuro pós pandêmico de possíveis UTOPIAS do comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O corpo que encontra no outro </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> na alteridade </span><span style="font-weight: 400;">—</span><span style="font-weight: 400;"> a sua força de reflexão e realização: parece ser esse o corpo que podemos vir a habitar.    </span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>Equipe 2 &#8211; <span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha (Goma Oficina), </span><span style="font-weight: 400;">Emma de Vido (Argentina) e </span><span style="font-weight: 400;">Maria Teresa Larriva (Espanha)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na nossa outra que equipe que contou com uma arquiteta equatoriana que vive na Espanha, uma arquiteta da cidade de Formosa, na Argentina e um arquiteto do Brasil que vive em São Paulo, surgiram muitas reflexões sobre o corpo que habitamos fisicamente e o corpo que passamos a habitar cada vez mais virtualmente. Como esses corpos vão habitar o mundo pós quarentena?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse corpo virtual que durante a pandemia tem sido fonte para levantamento de muitos dos dados sobre a doença, visto que grande parte do monitoramento que tem gerado os dados nessa pandemia são produzidos através de informações provenientes dos celulares e computadores. Além de que muitos dos espaços de convívio, trabalho e lazer passaram ao “status” da virtualidade, e festas, reuniões e aulas estão ocorrendo nesse espaço virtual.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse corpo virtual que não ocupa um espaço físico e não cruza fronteiras, se contrapôs ao corpo físico que teve que deixar de habitar os espaços públicos, e viu o surgimento de novas fronteiras, a primeira delas sendo a porta das próprias casas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um mundo pós quarentena talvez passemos a habitar esses corpos de maneira desigual, com menos uso dos espaços públicos, menos viagens e vivendo muito mais esse corpo e essa pele virtuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência de participar desse workshop foi muito interessante pela possibilidade de trocar experiências e impressões sobre esse momento e nos pareceu mais importante pelas reflexões estabelecidas e pela metodologia estabelecida. A possibilidade de participar desse grande espaço virtual com pessoas de diversas partes do mundo, nos permitiu uma troca simultânea de conhecimento e reflexões.</span></p>
<p>&#8211;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>nota de repúdio à secretaria especial de cultura e ao atual (des)governo federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 21:22:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cultura é um dos setores mais afetados pela pandemia, no Brasil e no mundo. Sem qualquer auxílio ou suporte do governo, as instituições culturais, espaços independentes, e todos que trabalham com a arte e cultura são obrigados a inventar soluções para conseguir sobreviver, como financiamentos coletivos, fundos emergenciais, colaborações, e qualquer outro formato possível [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cultura é um dos setores mais afetados pela pandemia, no Brasil e no mundo. Sem qualquer auxílio ou suporte do governo, as instituições culturais, espaços independentes, e todos que trabalham com a arte e cultura são obrigados a inventar soluções para conseguir sobreviver, como financiamentos coletivos, fundos emergenciais, colaborações, e qualquer outro formato possível para que não entrem em colapso. A precarização do trabalho no setor cultural encontra sua maior demonstração agora, e mesmo com todas essas grandes dificuldades, várias iniciativas relevantes, de criação, colaboração, e resistência estão surgindo. É um momento de luto e de luta.</p>
<p>Ainda em meio a esse contexto, as recentes declarações antidemocráticas da atual Secretária da Cultura, Regina Duarte, à emissora CNN Brasil, que não apenas minimizou a tortura e assassinatos cometidos pelo Estado durante o período da ditadura militar no Brasil, mas se recusou de maneira arbitrária a ouvir críticas relacionadas a sua gestão à frente da Secretaria, colocam em maior evidência a importância do posicionamento público das entidades, em defesa da cultura e do estado democrático de direito, e contra o projeto de desmonte absoluto que se impõe ao Brasil atual.</p>
<p>Não podemos permitir que momentos como esse passem desapercebidos, como disse recentemente o ator Lima Duarte “o hálito putrefato de 64” esta pairando novamente no ar. Talvez por isso tamanho o desprezo (o próprio medo) da memória e todo o peso que ela carrega.</p>
<p>Mas a história não tarda, e sabemos: se não há memória, não há cultura.</p>
<p>Vamos proteger a cultura e a memória viva daqueles que por ela lutaram até o fim.</p>
<p>#DitaduraNuncaMais<br />
#ForaReginaDuarte<br />
#ForaBolsonaro</p>
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		<title>formas de afeto – conversa com o coletivo feminista carmen portinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ana david]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 10:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 13 de novembro de 2019 participei de uma roda de conversas sobre a produção feminina no campo da arquitetura após a exibição do curta metragem AFETO, das diretoras Gabriela Gaia e Tainá Medina. O evento se deu na escola da cidade, no encerramento do ano do seminário de cultura e realidade contemporânea a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No dia 13 de novembro de 2019 participei de uma roda de conversas sobre a produção feminina no campo da arquitetura após a exibição do </span><span style="font-weight: 400;">curta metragem <a href="https://www.instagram.com/afetodocumentario/"><em>AFETO</em></a>, das diretoras Gabriela Gaia e Tainá Medina. </span><span style="font-weight: 400;">O evento se deu na escola da cidade, no encerramento do ano do seminário de cultura e realidade contemporânea a convite do coletivo feminista Carmen Portinho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assistimos o curta <em>AFETO</em>, que, com uma narrativa que vai de linguagem documental à experimentação, <em>sci-fi</em> e terror, nos mostra de uma maneira quase onírica as memórias e os corpos femininos no espaço urbano. Com a sobreposição de imagens históricas da construção de metrópoles brasileira, o filme questiona imparcialidade e o papel social das mulheres nas construções das cidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a exibição, rolou uma roda de conversas com a diretora Gabriela Gaia Meirelles em conjunto com as arquitetas Adriane de Luca, Julia Park e Gabriela de Matos. Em apresentação, mostrei a importância de nossas produções pessoais e afetivas. Historicamente, mulheres são lembradas como frágeis e passionais, como aquelas que agem em detrimento de seus sentimentos como sendo algo negativo e inferior à produções masculinas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na época, eu estava lendo o livro <em>I love Dick</em>, da escritora e artista Chris Kraus, onde ela expõe sua obsessão pelo antropólogo Dick Hebdige, amigo de seu marido também intelectual Sylvére Lotringer, em uma narrativa quase totalmente autobiográfica, passando pelas ‘contradições do feminino’, crises de meia idade e um casamento falido. A relação criada entre Chris e sua obsessão fez com que ela escrevesse cartas compulsivas ao Dick, as transformando em um projeto: um livro empoderado, onde revela a potência que nossas obsessões possuem. Esse livro foi um novo passo para o feminismo, mesmo sofrendo severas críticas quando lançado em 1997 por ser uma “inadequação do desejo feminino” exposta ali. Porém, no início dos anos 2000, ele foi bem recebido por mulheres artistas e escritoras que viram no livro um potencial transformador e hoje se transformou até em uma série de tv.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">A partir disso, resolvi levar alguns recortes e colagens que realizo como um diário pessoal. Ali é onde consigo condensar sentimentos, obsessões e vontades, que acabam se transformando em um imaginário gráfico e ‘palpável’. Além de servir como esse lugar particular, me debruçar nisso me ajuda nos meus processos criativos enquanto arquiteta e designer. Essa prática, de colocar o sentimental seja qual ele for sobreposto em uma produção, fortifica a ideia de que é importante termos afeto pelo que sentimos enquanto mulheres. Se isso faz ‘parte’ de quem somos, porque não enaltecer?</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida ouvimos a fala da <a href="https://www.instagram.com/adrianedeluca">Adriane de Luca</a>, arquiteta com uma trajetória importante onde conquistou lugares geralmente masculinos na produção arquitetônica como coordenadora de grandes projetos no Brasil e em Portugal. Adriane comenta  sobre a importância de reconhecermos todxs que trabalham ao nosso redor, a importância de uma ficha técnica completa, até para uma análise crítica em relação a quantidade de pessoas e de mulheres nessas produções. Ela também tem </span><span style="font-weight: 400;">formação em <em>dança contemporânea</em>, <em>contato improvisação</em>, <em>o caminho do canto</em> e <em>humana harmonia</em>. Integra, desde 2017, o grupo de estudos em dança e performance <em>16 mulheres e 1⁄2</em>, coordenado pelo <em>núcleo cinematográfico de dança</em>. Ela </span><span style="font-weight: 400;">contou um pouco sobre como sua relação com a dança e performances a transforma, lugar onde ela se completa enquanto mulher, onde usa seu corpo ocupando os espaços públicos como uma forma crítica, política e de resistência. Também foi professora de projeto na escola da cidade.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="https://www.instagram.com/parkjuu/">Julia Park</a> nos mostrou seu projeto extremamente sensível e pertinente, o <a href="http://www.mitchosso.com.br/"><em>mitchossó</em></a>, um coletivo feminista coreano que realiza algumas ações que demonstram as dificuldades de ser mulher e filhas de pais coreanos, uma cultura rígida e fechada. O <em>mitchossó</em> é um lugar de acolhimento entre mulheres que nunca antes haviam se aberto sobre suas aflições enquanto descendentes de coreanos. Esse é um projeto que também vem de afetos. Além disso. Julia também foi professora da escola da cidade e realiza maquetes no <a href="https://www.instagram.com/imita_arquitetura/"><em>imita arquitetura</em></a>.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Depois veio a fala da <a href="https://www.instagram.com/gabdematos/">Gabriela de Mattos</a>, arquiteta e urbanista autora do livro e do projeto <a href="https://www.instagram.com/arquitetasnegras/">Arquitetas Negras</a> e vice-presidente do IAB-SP. A Gabriela falou visualmente através de gráficos, as discrepâncias entre mulheres brancas e negras, desde escolaridade à economia.  Imagens às vezes dizem muito mais do que palavras, e nesse caso, as informações que ela nos mostrou foi importante para termos noção do que é ser uma mulher negra no Brasil, e principalmente nas faculdades de arquitetura. Como ela mesmo disse, foi preciso mapear essas mulheres nas universidades. A fala dela levantou a voz de uma aluna que compartilhou com todxs em alto e bom som o que é ser a única aluna negra da escola da cidade. O projeto da Gabriela é importante, pertinente e estimula as falas.</span></p>
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<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, conversamos com a diretora do curta, Gabriela Gaia Meirelles, sobre esses afetos que temos quando nos expomos enquanto mulheres e nossos ofícios. Não falamos de nossa produção enquanto arquitetas, e sim, nossa produção e luta enquanto mulheres – sempre marginalizadas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Agradeço a Fernanda Galloni, Anita Solitrenick</span>, Amanda Klajner, <span style="font-weight: 400;">Luisa Carrasco, </span><span style="font-weight: 400;">Luciana Fernandes, Giovana Tak, Marina Sznajder, Letícia Fernandes, integrantes do coletivo feminista Carmen Portinho pelo convite e por unir tantas mulheres potentes e inspiradoras, cada uma com sua produção, todas embasadas nos afetos. Que o coletivo voe cada vez mais alto, dando voz a nós mulheres que sempre somos caladas dentro e fora da arquitetura.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6309" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite-1024x683.png?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite.png?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite.png?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6311" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3-1024x683.png?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3.png?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite3.png?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6310" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2-1024x683.png?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2.png?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite2.png?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-6317" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9-1024x683.png?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9.png?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9.png?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9.png?resize=1320%2C880&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/carmensite9.png?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><em>imagens cedidas pelo BAÚ, acervo fotográfico da escola da cidade</em></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6320 size-full aligncenter" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/cartaz.jpg?resize=659%2C960" alt="" width="659" height="960" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/cartaz.jpg?w=659&amp;ssl=1 659w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2020/02/cartaz.jpg?resize=206%2C300&amp;ssl=1 206w" sizes="auto, (max-width: 659px) 100vw, 659px" />
<p>O post <a href="https://gomaoficina.com/arquitetura/outras-formas-de-afeto-sobre-uma-roda-de-conversa-com-mulheres/">formas de afeto – conversa com o coletivo feminista carmen portinho</a> apareceu primeiro em <a href="https://gomaoficina.com">goma oficina</a>.</p>
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		<title>oficina fronteiras cruzadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[andre stefanini]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 14:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[oficina]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A oficina de vídeo Fronteiras Cruzadas foi uma ação arte/educativa, parte do projeto Fronteira Livre que integrou a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo 2017 e a Semana Viver Metrópole. As atividades práticas foram realizadas por oficineiros e alunos da fau-mackenzie em 06 estações do Metrô de São Paulo e teve como temática a imigração [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A oficina de vídeo <em>Fronteiras Cruzadas</em></span> <span style="font-weight: 400;">foi uma ação arte/educativa, parte do projeto <em>Fronteira Livre</em> que integrou a 11a Bienal de Arquitetura de São Paulo 2017 e a Semana Viver Metrópole.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As atividades práticas foram realizadas por oficineiros e alunos da fau-mackenzie em 06 estações do Metrô de São Paulo e teve como temática a imigração e suas questões, e como produto final foi produzimos vídeos-arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi realizado uma roda de conversa e um debate sobre o projeto <em>Fronteira Livre</em>, com a presença da artista Maria Claudia Levy e de dois imigrantes que participaram de todo processo do projeto, são eles José Mpela e Claudine kumbi, onde podemos discutir e explorar cada frase das faixas e transpor isso em uma linguagem audiovisual de vídeo-arte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dividimos os alunos em 2 grupos. Cada grupo ficou responsável para gravar (audiovisual, áudio e fotografia) das faixas, das entradas, percursos, das pessoas cruzando as faixas e entrevistas com usuários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a captação foi editado de forma colaborativa e participativa 02 vídeos-arte, onde foi apresentado técnicas básicas de edição e efeitos de vídeos, utilizando a edição como ferramenta para construções de narrativas audiovisuais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">estações visitadas: barra-funda, república, sé, brás, tatuapé e itaquera.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/v_JJd1-_e34" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>referências de vídeos:</strong></p>
<p>bandeiras<br />
<span style="font-weight: 400;">Frente 3 de Fevereiro<br />
https://www.youtube.com/watch?v=hX3GFEHsTSs</span></p>
<p>arquitetura da exclusão – 2010<br />
<span style="font-weight: 400;">Frente 3 de Fevereiro + Afrofuturismo<br />
https://www.youtube.com/watch?v=S0IdKITFk6A</span></p>
<p>vinil verde – 2004<br />
<span style="font-weight: 400;">Kleber Mendonça Filho<br />
</span>https://www.youtube.com/watch?v=BOaGP3uBToI</p>
<p>feito poeira ao vento..<br />
<span style="font-weight: 400;">Dirceu Maués<br />
<a href="https://youtu.be/7iqFdY5vD8c">https://youtu.be/7iqFdY5vD8c</a><br />
</span></p>
<p>pets &#8211; 2016<br />
<span style="font-weight: 400;">Eduardo Srur<br />
</span><a href="https://vimeo.com/70890657"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/70890657</span></a></p>
<p>mercado &#8211; 2016<br />
<span style="font-weight: 400;">Eduardo Srur<br />
</span><a href="http://www.eduardosrur.com.br/intervencoes/mercado"><span style="font-weight: 400;">http://www.eduardosrur.com.br/intervencoes/mercado</span></a></p>
<p>coisas do cais – 1989<span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Paulo Von Poser, Sergio Roizenblit</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=xwuLUCkMxAM"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=xwuLUCkMxAM</span></a></p>
<p>mau wal encontros traduzidos – 2002<br />
<span style="font-weight: 400;">Fabiana Werneck e Marco Del Fiol</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G7Bd03TpFoQ"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=G7Bd03TpFoQ</span></a></p>
<p>a revolução não será televisionada<br />
<span style="font-weight: 400;">Daniela Labra<br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mXOf_J2QTUo"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=mXOf_J2QTUo</span></a></p>
<p>i love my india &#8211; 2003<br />
<span style="font-weight: 400;">Tejal Shah</span> <span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://vimeo.com/39521665"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/39521665</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b><br />
</b></a>sangue frio<br />
<span style="font-weight: 400;">Corpos Informáticos<br />
<a href="https://vimeo.com/174697788">https://vimeo.com/174697788</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span>composição urbana 1<br />
<span style="font-weight: 400;">Corpos Informáticos<br />
<a href="https://vimeo.com/7507249">https://vimeo.com/7507249</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span>canto doce pequeno labirinto – 2007<br />
<span style="font-weight: 400;">Caetano Dias</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://vimeo.com/123972560"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/123972560</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a><a href="https://vimeo.com/124784807"><span style="font-weight: 400;">https://vimeo.com/124784807</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nUZBkMDm8zU"><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a>quilombo Brasil – ep 8 – cidade de quem – 2009<br />
<span style="font-weight: 400;">Daniel Lima<br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=JpcfFA4L5mw">https://www.youtube.com/watch?v=JpcfFA4L5mw</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span>quilombo Brasil – EP 9 – territórios Simbólicos<br />
<span style="font-weight: 400;">Daniel Lima<br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=UG_XKmtSXAg"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=UG_XKmtSXAg</span><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a>contradições urbanas – 1981<br />
<span style="font-weight: 400;">Sérgio Péo</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6nxybsqN534"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=6nxybsqN534</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></p>
<p>tatlin&#8217;s whisper<br />
<span style="font-weight: 400;">Tania Bruguera<strong><br />
</strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=x7L1s_GWn3o">https://www.youtube.com/watch?v=x7L1s_GWn3o</a></span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p>surplus value<br />
<span style="font-weight: 400;">Tania Bruguera</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">h</span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=77KwjG79Dxw"><span style="font-weight: 400;">ttps://www.youtube.com/watch?v=77KwjG79Dxw</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a>the francis effect<br />
<span style="font-weight: 400;">Tania Bruguera<strong><br />
</strong></span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=8dMFIIPhmPA"><span style="font-weight: 400;">https://www.youtube.com/watch?v=8dMFIIPhmPA</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></p>
<p><strong>oficineiros<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">André Stefanini<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Fernando Banzi<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Lauro Rocha<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Renata Miranda<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Patrick Diedonné</span></p>
<p><strong>participantes<br />
</strong><span style="font-weight: 400;">Georges Walukonka<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Claudine Shindany<br />
Blessing Shindany<br />
</span><span style="font-weight: 400;">Beatriz Saporito<br />
Igor Vicente<br />
Renata Miranda<br />
</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>a cidade é do povo &#8211; 5 anos do plano diretor de são paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 20:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[design gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na ocasião dos 5 anos da aprovação do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo, o IAB-SP lançou um material didático com análise das principais diretrizes de implementação do PDE, pontos positivos e negativos gerais e andamento das pautas específicas. O infográfico desenhado por Maria Cau Levy /Goma Oficina intenta, de maneira simples e objetiva, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na ocasião dos 5 anos da aprovação do <a href="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/arquivos/PDE-Suplemento-DOC/PDE_SUPLEMENTO-DOC.pdf">Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo</a>, o IAB-SP lançou um material didático com análise das principais diretrizes de implementação do PDE, pontos positivos e negativos gerais e andamento das pautas específicas.</p>
<p>O <a href="http://www.iabsp.org.br/pde_5anos.pdf">infográfico</a> desenhado por Maria Cau Levy /Goma Oficina intenta, de maneira simples e objetiva, responder os principais questionamentos acerca de um Plano ainda muito jovem (o PDE trata majoritariamente de processos de médio e, principalmente, longo prazo) — um importante respaldo estatístico à disposição da sociedade civil, que pode e deve cobrar o poder público.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="992" height="1024" class="alignnone size-large wp-image-5882" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/5anosplanodiretor-7-992x1024.jpg?resize=992%2C1024" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/5anosplanodiretor-7.jpg?resize=992%2C1024&amp;ssl=1 992w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/5anosplanodiretor-7.jpg?resize=290%2C300&amp;ssl=1 290w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/5anosplanodiretor-7.jpg?resize=768%2C793&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/5anosplanodiretor-7.jpg?resize=1320%2C1363&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/5anosplanodiretor-7.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 992px) 100vw, 992px" />
<p>O IAB-SP inclui um importante alerta no material: em 2018, menos de 2 anos depois de aprovada a <a href="http://www.docidadesp.imprensaoficial.com.br/NavegaEdicao.aspx?ClipID=2QUAFFO7S38BLeER7VNEFPVLQBE&amp;PalavraChave=16.402">nova lei de Zoneamento da cidade</a> – resultado de um amplo processo participativo – a Prefeitura apresentou proposta de alteração da lei vigente, com consequentes mudanças em importantes determinações do Plano Diretor Estratégico.</p>
<p>Na época, mais de 150 entidades, de representação estudantil e profissional, institutos de pesquisa, ativistas e movimentos sociais assinaram manifesto contra a proposta de alteração, em formato de <a href="http://polis.org.br/wp-content/uploads/CARTA-ABERTA-AO-PREFEITO-DE-S%C3%83O-PAULO-JO%C3%83O-D%C3%93RIA.pdf">carta aberta ao prefeito de São Paulo, João Dória</a>. O <a href="http://polis.org.br/">Instituto Pólis</a> produziu <a href="http://polis.org.br/wp-content/uploads/ALTERA%C3%87%C3%95ES-ILUSTRADAS-1.pdf">material gráfico</a> ilustrando como essa proposta de revisão e alteração da Lei de Zoneamento pode impactar o futuro da cidade, revelando os reais interesses por trás do trâmite.</p>
<p>Em 28 de Fevereiro do mesmo ano, SASP &#8211; Sindicato dos Arquitetos de São Paulo, Entrefaus &#8211; Coletivo das entidades estudantis de arquitetura e urbanismo e FLM &#8211; Frente de Luta por Moradia organizaram o ato &#8220;Dória, SP não é negócio&#8221;. Partindo da frente do edifício da Prefeitura até o local de realização da <a href="https://www.youtube.com/watch?v=PwSHzQWB2D8&amp;t=4385s">última audiência pública</a>, denunciaram não apenas a falta de argumentos técnicos que embasassem a proposta de alteração, como também o caráter absolutamente questionável do que a Prefeitura chamou de &#8220;<a href="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/marco-regulatorio/zoneamento/ajustes-zoneamento-2/">processo participativo&#8221;</a>. Em todas as 5 audiências públicas a proposta foi rejeitada pela população.</p>
<p>Outro ponto levantado na análise do IAB-SP chama a atenção em especial: o <a href="https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/20161221_PMH_PL_bxa.pdf">Plano Municipal de Habitação</a>, previsto no PDE, não foi aprovado até hoje, 2 anos depois da sua apresentação na Câmara Municipal de São Paulo. O Plano atualiza a política municipal de habitação (a lei atual tem mais de 20 anos) e amplia o escopo de diretrizes e instrumentos com os quais será possível enfrentar o alarmante déficit habitacional na cidade.</p>
<p>O processo democrático pressupõe o exercício de observação e, sempre que necessário, reparação de possíveis equívocos, imprescindivelmente dentro da legalidade. Refletir e discutir o Plano Diretor Estratégico não apenas representa um exercício de cidadania, como se faz extremamente necessário para manutenção de uma cidade igualmente e, de fato, democrática e socialmente justa.</p>
<p>Para acessar o infográfico completo, <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/20190725-PDE-PRINT.pdf">clique aqui</a>.</span></p>
<h5>fotografia</h5>
<p>Victoria Braga</p>
<h5>diagrama</h5>
<p>Maria Cau Levy</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5856 size-full" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/08/000705630009-e1566506911302.jpg?resize=1800%2C1194" alt="" width="1800" height="1194" />
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		<title>goma no APCA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[goma oficina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 19:19:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 17 de Junho aconteceu a premiação APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) 2019. Tivemos a honra de compor os premiados na categoria arquitetura junto com mestres e colegas que admiramos muito. Brasil Arquitetura como contribuição à cultura brasileira, Cláudio Libeskind e Sandra Llorev pela Universidade Federal do ABC, Carla Juaçaba pela Capela do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 17 de Junho aconteceu a premiação APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) 2019. Tivemos a honra de compor os premiados na categoria arquitetura junto com mestres e colegas que admiramos muito. <a href="http://brasilarquitetura.com/">Brasil Arquitetura</a> como contribuição à cultura brasileira, Cláudio Libeskind e Sandra Llorev pela <a href="http://www.ufabc.edu.br/">Universidade Federal do ABC</a>, <a href="https://www.carlajuacaba.com.br/">Carla Juaçaba</a> pela Capela do Vaticano; o <a href="https://www.brcidades.org/">Projeto Brasil Cidades</a> com Ermínia Caricato, Karina Leitão, Paolo Colosso, Carina Serra, João Sette, Margareth Uemura, Lizete Rubano, Celso Carvalho e tantos outros; o Minimod dos colegas do <a href="https://mapaarq.com/">MAPA, </a>e por fim Rosa Grena Kliass homenageada pelo conjunto da obra.</p>
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<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" class="alignnone size-large wp-image-5779" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/06/64ab68b6-56e1-47ab-8eeb-6bfdfd528b75-1-1024x768.jpg?resize=1024%2C768" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/06/64ab68b6-56e1-47ab-8eeb-6bfdfd528b75-1.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/06/64ab68b6-56e1-47ab-8eeb-6bfdfd528b75-1.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/06/64ab68b6-56e1-47ab-8eeb-6bfdfd528b75-1.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/06/64ab68b6-56e1-47ab-8eeb-6bfdfd528b75-1.jpg?resize=1320%2C990&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/06/64ab68b6-56e1-47ab-8eeb-6bfdfd528b75-1.jpg?w=1800&amp;ssl=1 1800w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>Estivemos ao lado de Celso Lima e Neide Jallageas para receber o prêmio em pesquisa e difusão pela exposição Vkhutemas: o Futuro em Construção &#8211; eles premiados pela curadoria, e nós, pela pesquisa e produção. Gostaríamos de prestar o nosso agradecimento ao júri, pelo incentivo e reconhecimento do nosso trabalho. Sempre somos em muitos, e em muitas mãos. E por isso mesmo, nem sempre trata-se do processo mais fácil ou pragmático, mas sem dúvidas é o que reune e constrói com maior complexidade e profundidade. Nós trabalhamos cotidianamente no limbo entre pesquisa, prática, arquitetura, design e fotografia. E quando temos a oportunidade de reunir todos esses campos de reflexão e atuação em um único projeto, é nossa maior sorte!</p>
<p>Obrigada a Celso e Neide pela confiança, pelo respeito, e pela pesquisa apaixonante. Obrigada a todos os muitos colegas que trabalharam ao nosso lado nesse projeto, principalmente a <a href="https://melaninacultural.cargo.site/">Melanina Cultural</a>, <a href="http://estudiologos.com.br/projetos/">Estúdio Lógos</a>, <a href="https://www.ricardoamado.com.br/">Ricardo Amado</a>, <a href="https://www.dafb.com.br/aline-belfort">Aline Belfort</a>, equipe toda de estamparia, azulejaria, cerâmica, marcenaria, roupas, desenho arquitetônico, livros objeto. E obrigada a <a href="http://www.funarte.gov.br/regional/sao-paulo/">FunarteSP</a> onde realizamos nossa residência para desenvolvimento dos projetos, espaço imprescindível para a produção das maquetes e reproduções.</p>
<p>Viva aos mestres soviéticos e viva à pesquisa nesse país!</p>
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<p>APCA Arquitetura</p>
<p>Contribuição à Cultura Brasileira<br />
Brasil Arquitetura</p>
<p>Obra de Arquitetura no Brasil<br />
Universidade Federal do ABC (UFABC)<br />
Cláudio Libeskind e Sandra Llovet</p>
<p>Obra de Arquitetura no Exterior<br />
Capela para o Vaticano/ Bienal de Arquitetura de Veneza<br />
Carla Juaçaba</p>
<p>Pesquisa e Difusão<br />
Exposição Vkhutemas: o futuro da construção<br />
Celso Lima e Neide Jallageas (curadoria)<br />
Goma Oficina (pesquisa e produção)/ Sesc Pompeia</p>
<p>Urbanidade<br />
BR Cidades<br />
Ermínia Maricato, Karina Leitão, Paolo Colosso, Carina Serra, João Sette Whitaker, Margaterh Uemura, Lizete Rubano e Celso Carvalho.</p>
<p>Inovação Tecnológica<br />
Minimod &#8211; Mapa<br />
Luciano Andrades, Matías Carballal, Rochelle Castro, Andrés Gobba, Mauricio López, Silvio Machado</p>
<p>Homenagem pelo Conjunto da Obra<br />
Rosa Grena Kliass</p>
<p>Na categoria Arquitetura, o júri foi composto de Abilio Guerra, Fernando Serapião, Francesco Perrotta-Bosch, Gabriel Kogan, Guilherme Wisnik, Hugo Segawa, Luiz Recaman, Maria Isabel Villac, Mônica Junqueira de Camargo, Nadia Somekh e Renato Anelli.</p>
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		<title>para um começo de conversa &#8211; debate no seminário arquitetura para autonomia: ativando territórios educadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[victoria braga]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 16:26:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[processos]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As palavras constroem sentidos e por isso mesmo a linguagem ainda é uma das mais eficientes ferramentas de poder. Sempre me pareceu pertinente estar atenta às artimanhas ocultadas no que parece ser uma inofensiva junção de letras. Por isso, há vezes em que, antes de formular qualquer posicionamento acerca de um determinado tema, me parece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">As palavras </span><i><span style="font-weight: 400;">constroem </span></i><span style="font-weight: 400;">sentidos e por isso mesmo a linguagem ainda é uma das mais eficientes ferramentas de </span><i><span style="font-weight: 400;">poder</span></i><span style="font-weight: 400;">. Sempre me pareceu pertinente estar atenta às artimanhas ocultadas no que parece ser uma inofensiva junção de letras. Por isso, há vezes em que, antes de formular qualquer posicionamento acerca de um determinado tema, me parece sensato buscar elucidações a partir da etimologia daquilo a que dedicarei minha reflexão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema ou nome do Seminário me chamou particular atenção. E então, minha reflexão começou, de fato, com a própria construção do sentido das palavras ali contidas:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Arquitetura para Autonomia: ativando territórios educadores&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Educação vem do latim, educatĭo,ōnis (education) </span><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;ação de criar, de nutrir; cultura, cultivo&#8221;</span></i><span style="font-weight: 400;">. Autonomia é &#8220;a capacidade de governar-se pelos próprios meios&#8221;, ou: </span><i><span style="font-weight: 400;">direito</span></i><span style="font-weight: 400;"> de reger-se segundo leis próprias, do grego, αυτόνομος (autonomos), </span><i><span style="font-weight: 400;">“de si mesmo”</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por associação: &#8220;criar por si mesma, nutrir a si mesma, cultivar a si mesma&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao que parece nos sugerir, no sentido mais essencial, educação e autonomia relacionam-se diretamente com a capacidade de reconhecer e desenvolver, em si própria, as suas potencialidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Faço um parênteses para resgatar um texto que me parece oportuno: &#8220;Construir, Habitar, Pensar&#8221;, no qual Heidegger ensaia uma reflexão teórica acerca dos conceitos de &#8220;habitar&#8221; e &#8220;construir&#8221;, estabelecendo relações a partir da etimologia. Em uma passagem, o autor apresenta a relação intrínseca existente entre as palavras &#8220;bauen&#8221;(construir), &#8220;buan&#8221; (habitar) e &#8220;bin&#8221;(eu sou, nas conjugações ich bin, du bist, eu sou, tu és).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Observar e refletir sobre essas relações se apresenta como um bom começo de conversa, com o intuito de pensar e repensar o campo do construir, do habitar e do ser; da prática da arquitetura ela própria, construção e transformação dos espaços habitados por pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E podemos finalmente nos perguntar: onde cidade, arquitetura, autonomia e educação se encontram? De que maneira a arquitetura pode </span><i><span style="font-weight: 400;">construir</span></i><span style="font-weight: 400;"> práticas para autonomia? De que maneira as cidades podem </span><i><span style="font-weight: 400;">habitar</span></i><span style="font-weight: 400;"> territórios educadores? E de que maneira podemos </span><i><span style="font-weight: 400;">ser</span></i><span style="font-weight: 400;"> parte desse processo?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 556px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5633 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?resize=556%2C313" alt="" width="556" height="313" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56161840_1994593087513798_6758029309660626944_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 556px) 100vw, 556px" /><figcaption class="wp-caption-text"><em>exibição do documentário &#8220;Hacer Mucho Con Poco&#8221;, de Al Borde e Kliwadenko Novas</em></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 554px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5631 " src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?resize=554%2C312" alt="" width="554" height="312" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56119813_1994593334180440_5161987357586489344_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 554px) 100vw, 554px" /><figcaption class="wp-caption-text"><em>convidadxs para o debate da esquerda para direita: Fernando Botton (mediador), Victoria Braga (Goma Oficina) e Paolo Colosso (BR Cidades)</em></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_5632" aria-describedby="caption-attachment-5632" style="width: 555px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5632" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?resize=555%2C312" alt="" width="555" height="312" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2019/05/56120166_1994593247513782_3784016442911883264_n.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 555px) 100vw, 555px" /><figcaption id="caption-attachment-5632" class="wp-caption-text"><em>roda de conversa: o público deve fazer parte do debate</em></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><a href="https://www.facebook.com/events/992978460890859/?active_tab=about">Seminário Arquitetura para Autonomia: Ativando Territórios Educadores</a></p>
<p>Realização: <a href="https://www.facebook.com/acidadeprecisadevoce/">Instituto a Cidade Precisa de Você</a> e <a href="https://www.facebook.com/semmurosescola/">Escola Sem Muros </a></p>
<p>Parceria de Fomento:<br />
<a href="https://www.facebook.com/causpoficial/" target="_blank" rel="noopener">Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo &#8211; CAU/SP</a></p>
<p>Crédito das fotos: Leo Otero</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>fronteira livre na bienal iberoamericana de desenho + um ano da 11a marcha dos imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[maria cau levy]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 01:27:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
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		<category><![CDATA[bienal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz um ano a 11a Marcha dos Imigrantes &#8220;Pelo Fim da Invisibilidade dos Imigrantes&#8221; que ocorreu na Av. Paulista em São Paulo, 2017. Nesse ano, as 6 faixas produzidas no projeto/intervenção Fronteira Livre estiveram presentes como manifestação do grupo formado por 9 imigrantes e refugiados membros do CAMI, são eles: Albertina Afonso Glosser (Angola), Aracely [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz um ano a 11a Marcha dos Imigrantes &#8220;Pelo Fim da Invisibilidade dos Imigrantes&#8221; que ocorreu na Av. Paulista em São Paulo, 2017. Nesse ano, as 6 faixas produzidas no projeto/intervenção <a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Fronteira Livre</span></a> estiveram presentes como manifestação do grupo formado por 9 imigrantes e refugiados membros do CAMI, são eles: Albertina Afonso Glosser (Angola), Aracely Tatiana Mérida Urena (Peru), Jose Mpela Bolayenge (Congo), Gredy Canaquiri Yume (Peru), Claudine Shindany Kumbi (Congo), Nataly Puente de la Vega Unda (Peru), Tomasa Nancy Salva Guarachi (Bolívia), Nila Jackeline Salva Guarachi (Bolívia) e Soledad Requena (Peru).</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">Fronteira Livre</span></a> foi um processo/projeto desenvolvido para a 11ª Bienal de Arquitetura SP </span><i><span style="font-weight: 400;">Em Projeto,</span></i><span style="font-weight: 400;"> que resultou em intervenção pública em seis estações do Metrô de São Paulo, de Outubro a Dezembro de 2017. O processo foi realizado através da colaboração entre ativistas, arquitetos, assistentes sociais e artistas de diversos países em uma parceria principal entre a Goma Oficina e o CAMI Centro de Apoio ao Imigrante e Refugiado.</span></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-4208" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524-1024x683.jpg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524.jpg?resize=1320%2C881&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6524.jpg?w=1798&amp;ssl=1 1798w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p><span style="font-weight: 400;">A intervenção foi resultado de <a href="http://gomaoficina.com/oficina/fronteira-livre-as-historias-do-nos/" target="_blank" rel="noopener">dez dias de imersão no CAMI</a>, em que foram realizadas dinâmicas relacionadas ao tema FRONTEIRA LIVRE (título da 10a Marcha da Imigração de São Paulo de 2016). Os primeiros três dias consistiram em dinâmicas de grupo e debates para a construção de narrativas coletivas: dia 1 “história do eu”, dia 2 “história do nós&#8221;, dia 3 “história do agora”. Após essas dinâmicas chegamos em seis mensagens síntese – pontos de convergência das narrativas individuais e coletivas – que o grupo desejava comunicar para os usuários das seis principais estações de metrô da linha vermelha: Barra Funda, República, Sé, Brás, Tatuapé e Itaquera. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valendo-se de metodologia de tradução intersemiótica – que consiste em interpretar palavras e sentimentos e traduzi-los em meios não verbais – os conceitos subjetivos levantados pelo grupo como invisibilidade, medo, voz, limite e rompimento foram transformados em padrões geométricos e cores, estampando seis faixas/fronteiras de 6mX0.75m. As faixas foram fixadas no alto dos largos corredores de alta circulação nas emblemáticas estações do Metrô, de modo a representar em si uma fronteira a ser cruzada diariamente por milhões de pessoas.</span></p>
<p>Esse ano o projeto foi contemplado com o prêmio na <a href="http://www.bid-dimad.org/" target="_blank" rel="noopener">Bienal Iberoamericana de Desenho</a> na categoria <b>Diseño y Participación ciudadana / UCCI. </b></p>
<p>O evento ocorrerá no Matadero em Madrid de 26 a 30 de novembro de 2018.</p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-4206" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468-1024x683.jpg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468.jpg?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468.jpg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468.jpg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468.jpg?resize=1320%2C881&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/05/DSC_6468.jpg?w=1798&amp;ssl=1 1798w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>+<br />
<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://gomaoficina.com/projetos/fronteira-livre-invisible-borders-11a-bienal-de-arquitetura-de-sp/" target="_blank" rel="noopener">fronteira livre | 11a bienal de arquitetura</a></span><br />
<a href="http://gomaoficina.com/noticias/fronteira-livre-na-exposicao-imaginario-da-cidade/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">fronteira livre na exposição imaginário da cidade</span></a><br />
<a href="http://gomaoficina.com/oficina/fronteira-livre-as-historias-do-nos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">história do nós</span></a><br />
<a href="https://migramundo.com/intervencao-leva-debate-sobre-imigracao-e-fronteiras-ao-metro-de-sp/" target="_blank" rel="noopener"><span style="text-decoration: underline;">intervenção leva debate sobre a imigração e fronteiras ao metrô</span></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="11a Marcha dos Imigrantes &quot;Pelo Fim da Invisibilidade dos Imigrantes&quot; | Fronteira Livre" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/vED0v0SCJk4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5299" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30-768x1024.jpg?resize=288%2C384" alt="" width="288" height="384" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/PHOTO-2018-11-22-02-15-30.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w" sizes="auto, (max-width: 288px) 100vw, 288px" />
<img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" class="alignnone size-large wp-image-5305" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-11-26-at-16.44.382-1024x683.jpeg?resize=1024%2C683" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-11-26-at-16.44.382.jpeg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-11-26-at-16.44.382.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-11-26-at-16.44.382.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-11-26-at-16.44.382.jpeg?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/11/WhatsApp-Image-2018-11-26-at-16.44.382.jpeg?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />
<p>Entrevista para a embaixada brasileira em madrid. Na foto Gabriela Forjaz, Maria Cau Levy e Alexander Furunes.</p>
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		<title>a desmontagem do monumento de tátlin e o momento brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitor pena]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2018 23:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[exposição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terça-feira, 9 de outubro, desmontamos a maquete que fizemos para o Monumento à III Internacional Comunista, projeto de Vladmir Tátlin, 1917, que compunha a exposição Vkhutemas &#8211; O Futuro em construção, exposta no Sesc Pompeia, de 27 de Junho até 07 de Outubro deste ano. O Monumento à III Internacional simboliza a criatividade propositiva de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Terça-feira, 9 de outubro, desmontamos a maquete que fizemos para o Monumento à III Internacional Comunista, projeto de Vladmir Tátlin, 1917, que compunha a exposição Vkhutemas &#8211; O Futuro em construção, exposta no Sesc Pompeia, de 27 de Junho até 07 de Outubro deste ano. O Monumento à III Internacional simboliza a criatividade propositiva de uma organização pedagógica revolucionária, que tinha como motivação a reconfiguração da sociedade instrumentalizada pela arte, pela ciência, pela  técnica e pela cultura.</p>
<p dir="ltr">A desmontagem foi feita de forma que todos os componentes fossem devidamente desparafusados, ordenados e nomeados, não havendo desperdício de um único parafuso. A racionalização da desmontagem garante, além de não danificar as peças,que a torre possa ser erguida de novo em sua configuração completa, em outra oportunidade.</p>
<p dir="ltr">Ao finalizar a desmontagem da torre de Tatlin, e vê-la sendo devidamente protegida, empacotada e encaixotada, tivemos uma espécie de alívio. A torre, e o que ela representa, não compartilhariam nossa angústia sobre um futuro próximo e incerto.</p>
<p dir="ltr"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" class="alignnone size-large wp-image-5137" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha-1024x681.png?resize=1024%2C681" alt="" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha.png?resize=1024%2C681&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha.png?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha.png?resize=720%2C480&amp;ssl=1 720w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha.png?resize=540%2C360&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha.png?resize=1320%2C878&amp;ssl=1 1320w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/torre-tatlin-goma-oficina_foto-lauro-rocha.png?w=1329&amp;ssl=1 1329w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p dir="ltr">Neste dia estávamos recém informados sobre os riscos colocados para o segundo turno da eleição presidencial brasileira: o fortalecimento, ou renascimento de um obscurantismo moralista, pseudo religioso, misógino, dogmático e violento. Um retrocesso brutal.</p>
<p dir="ltr">Enquanto desmontávamos a maquete, só conseguíamos pensar no desmonte em curso. O desmonte da democracia vem sendo cultivado e se intensificou nos últimos três anos no Brasil. Os frutos que dele colhemos, a contragosto,  são as perdas de direitos sociais, trabalhistas, o desmantelamento das instituições de cultura, ciência e tecnologia, colocando em xeque a soberania popular.</p>
<p dir="ltr">A liberdade civil caminha para a berlinda. Não são só as instituições que calibram os instrumentos de perseguição. A censura é violenta e ela vem do próximo. Ela se manifesta no público, na rede social, na tv, na praça, no metrô. O ódio se materializa em agressão, repressão, incompreensão. Sabemos que não se tratam de figuras de linguagem ; relacionam-se a ocorrências deprimentes, legitimadas por uma espécie de  cegueira arbitrária. O ódio é um instrumento de manipulação para o desmonte da democracia.</p>
<p dir="ltr">O desmonte aproxima-se da demolição e, assim, se opõe à desmontagem. Na construção civil, os processos de desconstrução são diferenciados entre demolição e desmontagem. A demolição pressupõe esforços destrutivos, gerando resíduos e inutilizando os componentes, reduzindo-os a entulho. A desmontagem considera a desconexão inteligente entre as partes, possibilitando reutilização.</p>
<p dir="ltr">A constituição do edifício, ou seja, a maneira como foi projetado, determina as possibilidades de sua desconstrução. Uma construção racionalizada, através da articulação entre partes independentes,  permite a flexibilidade para reconfiguração e desmontagem inteligente, sem que se jogue nada fora, permitindo vida nova para os componentes.</p>
<p dir="ltr">Nesse momento, de convulsão e ruptura, entendemos que o estado de direito democrático brasileiro, que aparentava sólido, é um aglomerado de improvisos rebocado. Um monolito inflexível, que não foi projetado para transformações racionalizadas, sofrendo com ela, e que parece só poder ser desconstruído ou reconfigurado através da demolição. Retrato da sua fragilidade constitutiva.</p>
<p dir="ltr">O que estamos prestes a testemunhar e protagonizar &#8211; no campo político, psicológico e social &#8211; caso seja inevitável, em nada se assemelha à desmontagem da maquete do Monumento, em que todas as peças foram cuidadosamente desvinculadas, nomeadas e embaladas para uma montagem futura.Essa transitoriedade de estados determinou o  projeto da maquete desde o início.</p>
<p dir="ltr">Não é possível desmontar e encaixotar a democracia brasileira com a esperança de que ela seja montada outra vez, num futuro próximo. O desmonte é a demolição. Esse processo gera danos irreparáveis e imprevisíveis. Tendo em vista esse cenário, o primeiro passo é compreender que existe um grande trabalho de reconstrução pela frente.</p>
<p dir="ltr">Projetar a reconstrução de algo que está sendo demolido exige cuidado, agilidade e perspicácia. É preciso compartilhar inteligência, racionalizar os recursos e projetar de maneira simultânea à desconstrução. Ao mesmo tempo em que caem os destroços, catalogamos e os utilizamos com outro significado e função. Essa imagem simboliza a construção da resiliência associada à  emergência.</p>
<p dir="ltr">O convite à ação que o contexto nos faz exige criatividade e precisa estar referenciado. Referências históricas, artísticas e humanistas. Ainda que munidos de tudo isso, dependemos de união, articulação.</p>
<p dir="ltr">Pode ser que a reconstrução tenha que acontecer simultaneamente à destruição, ou pode ser que o esforço destrutivo supere o esforço construtivo, e precisaremos recomeçar de terra arrasada. Em ambos os casos, nos resta encarar a solicitação e planejar um bom canteiro de obras para essa situação provisória, enquanto projetamos uma nova torre com a garantia de que suas fundações sejam essencialmente democráticas.</p>
<p dir="ltr"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5136" src="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/Torre-semi-desmontada.-Foto-Vitor-Pena-576x1024.jpeg?resize=317%2C564" alt="" width="317" height="564" srcset="https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/Torre-semi-desmontada.-Foto-Vitor-Pena.jpeg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/Torre-semi-desmontada.-Foto-Vitor-Pena.jpeg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/gomaoficina.com/wp-content/uploads/2018/10/Torre-semi-desmontada.-Foto-Vitor-Pena.jpeg?w=720&amp;ssl=1 720w" sizes="auto, (max-width: 317px) 100vw, 317px" /></p>
<p dir="ltr">*texto publicado originalmente no Vitruvius, na revista Drops &lt;<a href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/19.133/7137" target="_blank" rel="noopener">http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/drops/19.133/7137</a>&gt;</p>
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